Under My Skin (álbum de Avril Lavigne)

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Under My Skin
Álbum de estúdio de Avril Lavigne
Lançamento 12 de maio de 2004 (2004-05-12)
Gravação 2003–04
Gênero(s)
Duração 40:57
Idioma(s) Inglês
Formato(s)
Gravadora(s)
Produção
Cronologia de Avril Lavigne
My World
(2003)
The Best Damn Thing
(2007)
Singles de Under My Skin
  1. "Don't Tell Me"
    Lançamento: 1 de março de 2004 (2004-03-01)
  2. "My Happy Ending"
    Lançamento: 16 de junho de 2004 (2004-06-16)
  3. "Nobody's Home"
    Lançamento: 28 de outubro de 2004 (2004-10-28)
  4. "He Wasn't"
    Lançamento: 28 de março de 2005 (2005-03-28)
  5. "Fall to Pieces"
    Lançamento: 15 de abril de 2005 (2005-04-15)

Under My Skin é o segundo álbum de estúdio da cantora e compositora canadense Avril Lavigne, lançado em 12 de maio de 2004 por meio da Arista e RCA Records. Considerado pela artista como "mais obscuro, sombrio, profundo e maduro" do que o antecessor Let Go (2002), o disco foi desenvolvido particularmente pela intérprete em parceira com Chantal Kreviazuk. Lavigne a conheceu enquanto promovia seu álbum de estreia em meados de 2003 com a Try to Shut Me Up Tour, cujos alguns concertos foram abertos pela banda Our Lady Peace, integrada por Raine Maida, marido de Kreviazuk. Com o auxílio do casal, ela escreveu canções num armazém usado pela banda para ensaiar e gravou o material no estúdio pessoal deles. Butch Walker, Don Gilmore, Evan Taubenfeld e Ben Moody também participaram na composição do disco, enquanto a produção executiva ficou a cargo de L.A. Reid.

Musicalmente, o material é predominantemente derivado dos gêneros rock alternativo e pós-grunge, assim como Let Go, além de conter elementos de nu metal e pop punk. Liricamente, trata de temas como sentimentos de luto, independência, consequências da fama repentina e romances estrondosos. A recepção crítica em torno do disco foi geralmente positiva, com muitos especialistas considerando-no bem diferente do primeiro trabalho da cantora e notando seus temas como mais adultos e menos alegres; contudo, as letras foram ditas em geral como superficiais pelos resenhistas. Tanto a imagem quanto o estilo musical adotados pela cantora durante a era foram largamente comparados ao Evanescence e à sua vocalista Amy Lee.

Em sua primeira semana de vendas, Under My Skin conquistou o topo na Billboard 200 em território norte-americano, um feito inédito na carreira da artista. Também culminou no Japão, onde a cantora, pela segunda vez consecutiva, recebeu uma certificação de diamante equivalente a um milhão de cópias. Adicionalmente, atingiu ápice em outros países, como Alemanha, Austrália, Áustria, Canadá, Espanha, Irlanda e Reino Unido. Ao final do ano de 2004, o álbum ficou no quinto lugar em vendas físicas e digitais e são estimadas cerca de dez milhões de réplicas distribuídas ao redor do globo.

Para a divulgação do projeto, foram lançados cinco singles oficiais. Os três primeiros, "Don't Tell Me", "My Happy Ending" e "Nobody's Home", obtiveram um desempenho moderado, com destaque para o segundo, que alcançou as dez primeiras posições em regiões como Austrália, Estados Unidos e Reino Unido. Os dois últimos foram respectivamente "He Wasn't" e "Fall to Pieces", ambos com pouco destaque nas tabelas. "Take Me Away" e "I Always Get What I Want" serviram apenas como singles promocionais do disco. Ademais, Lavigne promoveu-o com uma série de apresentações em centros comerciais no Canadá e nos Estados Unidos e com a The Bonez Tour (2004–05). O álbum foi relançado numa edição especial com quatro temas gravados ao vivo durante a turnê, além de um DVD com quatro vídeos musicais e bastidores da turnê.

Antecedentes e desenvolvimento[editar | editar código-fonte]

Enquanto ainda estava em excursão para promover seu álbum de estreia, Lavigne conheceu Chantal Kreviazuk, uma das principais colaboradoras no álbum.

Entre janeiro e junho de 2003, Avril promoveu seu álbum de estreia, Let Go, com a Try to Shut Me Up Tour,[1] e em meados do mesmo ano, criou um vínculo de amizade com a compatriota Chantal Kreviazuk cujo marido Raine Maida é integrante da banda Our Lady Peace, que abriu os concertos de Lavigne na fase europeia da turnê. Ambas se conheceram em junho daquele ano, durante uma festa com fundos beneficentes para SARS ocorrida em Toronto, Canadá. Um dia após o evento, os três encontraram-se para almoçar, e foi quando Lavigne compartilhou suas ideias sobre o sucessor de Let Go.[2]

Sem quaisquer planos de trabalhar com produtores ou compositores profissionais,[3] a cantora colaborou com Chantal e seu marido na maior parte do projeto.[2] Juntos, eles escreveram canções por cerca de três semanas num armazém localizado em Toronto, que era usado pelo Our Lady Peace como local de ensaios. Kreviazuk convidou a musicista para continuar a trabalhar em sua casa, em Malibu, Califórnia, onde se encontrava o estúdio de gravação do casal. Em entrevista à Rolling Stone, Lavigne declarou: "[Chantal e eu] nos tornamos boas amigas, e ninguém sabia que estávamos escrevendo juntas. Todas as noites, durante duas semanas, compúnhamos uma nova canção. E então eu pensava: 'Tudo bem, estou pronta para gravá-las'". Ainda disse que desconhecia Maida como produtor musical, mas elogiou sua forma de trabalhar. Lavigne descreveu o material como sendo "mais obscuro, sombrio, profundo e maduro", e também disse que algumas de suas canções contêm o som de piano por influência de Kreviazuk, que, apesar de ser dez anos mais velha, impressionou-se com a "contraparte mais velha" de Lavigne.[2]

Ainda que tenha desenvolvido a maioria do material com o auxílio do casal, a artista contatou outros músicos para finalizá-lo. Ben Moody, ex-guitarrista do Evanescence, havia deixado sua antiga banda há poucas semanas no meio da turnê para compor com Lavigne.[4] O guitarrista Evan Taubenfeld e o baterista Matt Brann, que na época eram membros da banda de apoio da cantora, também participaram na composição do disco.[5] No quesito produção, além Maida e Kreviazuk, Butch Walker e Don Gilmore estiveram presentes.[2] Em declaração à People, Avril contou que assumiu diretamente o controle criativo no disco: "Escolhi todos com quem trabalhei e entrevistei produtores diferentes, sentei com eles e discuti qual era a minha visão sobre [cada] música antes deles trabalharem nela. Não me daria por vencida — continuei escrevendo e escrevendo até conseguir as músicas com que estava satisfeita. Sou muito exigente comigo mesma".[6]

Título e lançamento[editar | editar código-fonte]

Em fevereiro de 2004, a revista NME revelou que o disco seria lançado ainda em maio daquele ano.[7] Ao final de abril, a cantora anunciou, em entrevista para a MTV, a sua data de lançamento e declarou que inicialmente cogitou nomeá-lo de Inside of My Head. No entanto, por fim, preferiu intitular o álbum com um nome mais próximo do conteúdo presente no material. "Under My Skin, é o que está lá, o que eu penso, o que talvez me incomoda, e o que está dentro de mim", comentou.[8]

O registro saiu primeiramente nas lojas japonesas em 12 de maio de 2004, devido a uma estratégia comercial.[9][10] Foi comercializado no país numa edição com duas faixas bônus: "I Always Get What I Want" e uma versão acústica de "Nobody's Home".[11] Ainda em 21 do mesmo mês, foi lançado na Irlanda, contendo também a primeira bônus em seu alinhamento. Três dias depois, o disco entrou em distribuição tanto na Alemanha quanto no Reino Unido. Foi mundialmente lançado em 25 de maio de 2004, com o alinhamento padrão de doze faixas, através das gravadoras Arista e RCA Records e filiadas, como a Bertelsmann Music Group (BMG).[10] A Sony BMG também o lançou em uma versão DualDisc em 8 de fevereiro de 2005, a qual inclui videoclipes, uma galeria de fotos e 22 minutos de bastidores especiais que foram ao ar na MTV.[12]

Em 2005, o disco foi relançado numa edição especial, incluindo as doze faixas que originalmente o compõem e mais quatro faixas ao vivo, gravadas durante a sua turnê de divulgação.[10] O DVD contém os videoclipes dos quatro primeiros singles, além de dois documentários, com duração de 20 minutos cada, mostrando os bastidores da turnê com filmagens nas cidades de Dallas, Nova Iorque e Toronto, e o segundo chamado de My Skin Diary, gravado em Londres e Belfast. As imagens mostram a cantora falando sobre as músicas do disco, com cenas de showcases, tardes de autógrafos, encontros com fãs, entrevistas com a cantora e sessões de fotos para a capa do álbum. Traz ainda filmagens de Lavigne durante seu tempo livre em hotéis e num dia de turismo em Londres.[13]

Estrutura musical[editar | editar código-fonte]

Às vezes as pessoas me davam nos nervos na estrada e eu escrevia uma música sobre isso. Lembre-se, você está com essas pessoas todos os dias e elas estão na sua frente. Pode soar estranho, e não sei se a música está no álbum, mas acabei escrevendo uma música sobre os paparazzi e o quão rudes eles são. Acho que essa é uma das músicas que mais me orgulho nas letras, na medida em que realmente me expresso e transformo. É totalmente rápida e agressiva, o que eu adoro. Chama-se "Take It".

–Avril sobre o processo de escrita do disco, em especial de "Take It", lado B de "My Happy Ending".[3]

Under My Skin foi notado por críticos musicais como um disco predominante influenciado pelo rock alternativo e pós-grunge, ambos os gêneros também trabalhados por Lavigne em Let Go.[14][15][16] O material, no entanto, incorpora-os em maior escala que o primeiro trabalho da artista.[17] Musicalmente, o disco também é composto por elementos de outros estilos, como o nu metal e o pop punk, bem como a música gótica.[5] De acordo com a revista Blender, os temas em torno do álbum são "romance contundente e estrondoso", sentimento de luto e consequências da fama repentina.[18]

"Take Me Away" abre o disco tratando sobre a confusão sentida pela intérprete. É caracterizada por "explosões de guitarra", que mesclam o pop com o metal e são semelhantes ao estilo do Linkin Park.[5] A faixa seguinte é "Together", a qual começa com um andamento mais lento e ao piano e, conforme avança, torna-se mais "movimentada".[19] A cantora declara em suas letras que se sente melhor sozinha do que na companhia de seu parceiro e grita no refrão "Juntos, não parece certo / Juntos, de mãos dadas, vamos cair".[A 1][5] Segundo a própria cantora, "Don't Tell Me", terceira canção do alinhamento, é sobre "ser forte" e não se deixar ceder à pressão de um homem.[20] Em termos musicais, inicia-se ao estilo folk rock e vai até um refrão estilístico do hard rock.[21] Bill Lamb, do About.com, afirmou que a obra demonstra a autonomia e "falta de vontade [de Lavigne] de ceder às exigências de um amante".[22] Em seguida vem a pop punk "He Wasn't", onde a artista canta sobre um namorado que não cumpria com suas expectativas e não a tratava de modo especial.[19] Os "hey, hey, hey" que se encontram no coro da música foram comparados ao repertório das bandas The Go-Go's, Green Day e Ramones.[5] A balada "existencial" e introspectiva[19] "How Does It Feel" fala acerca de Avril sentir-se pequena em um mundo grande.[20] A Rolling Stone sentiu que a musicista aparenta não se preocupar muito com a resposta quando profere as linhas "Qual a sensação de ser / Diferente de mim?".[A 2][23]

"My Happy Ending" é uma canção power pop, que retrata um término de um relacionamento conturbado e sem um final feliz.

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Uma canção sonoramente influenciada pelo power pop cujas letras tratam a respeito de um término,[24] o sexto número, "My Happy Ending", mostra Lavigne dizendo adeus ao final feliz que poderia ter tido.[25] Ao decorrer da música, ela encontra-se abandonada e à procura de respostas, percebendo, ao final, que o seu amado não estava sendo sincero o tempo todo.[25] Não inspirada em aspectos da vida da intérprete, a balada poderosa "Nobody's Home" é quanto a uma jovem atormentada e impedida de viver tranquilamente por problemas pessoais.[19] Descrita pelo The New York Times como uma obra "sombria" sobre rejeição,[21] "Forgotten", cujas letras são reminiscentes ao Limp Bizkit, utiliza o som da guitarra para representar o sentimento de desespero.[19] O nono tema, "Who Knows", tem em sua melodia um tema otimista e jovial, enquanto que o décimo, "Fall to Pieces", é uma produção pop rock "açucarada",[19] na qual a cantora expõe um relacionamento dividido entre reatar ou simplesmente terminar.[26] A penúltima, "Freak Out", possuiu letras relacionadas à rebeldia, como demostrado pelos versos "Tente me dizer o que eu não deveria fazer / Você deveria saber agora / Que não vou ouvi-lo / Ando por aí com as minhas mãos para o ar / Porque não me importo".[A 3][27] "Slipped Away", que encerra a edição padrão do disco, foi composta pela cantora em memória ao seu avó, falecido ao decorrer da turnê de divulgação de Let Go.[28] A bônus "I Always Get What I Want" soa liricamente irônica, tendo Lavigne a ordenar que a obedeçam em todos os seus comandos.[29]

Repercussão[editar | editar código-fonte]

Crítica profissional[editar | editar código-fonte]

Críticas profissionais
Pontuações agregadas
Fonte Avaliação
Metacritic 65/100[30]
Avaliações da crítica
Fonte Avaliação
AllMusic 3 de 5 estrelas.[16]
Blender 4 de 5 estrelas.[18]
Entertainment Weekly B[17]
The Guardian 2 de 5 estrelas.[31]
IGN 4/10[27]
PopMatters Mista[32]
Rolling Stone 3.5 de 5 estrelas.[23]
Slant Magazine 2.5 de 5 estrelas.[33]
Yahoo! Music 6/10[29]

O agregador de resenhas Metacritic, baseado em catorze páginas especializadas, concedeu ao disco uma média de sessenta e cinco pontos numa escala que vai até cem, indicando opiniões "geralmente positivas".[30] Kelefa Sanneh, da Rolling Stone, elogiou os vocais da cantora e a sua imagem "imaculada". Segundo ela, "essa pureza é o que faz suas melhores músicas tão irresistíveis. Seja um punk falso ou uma balada, [Lavigne] canta tudo absolutamente direto". Sanneh concluiu que, apesar de "não incorpora[r] nenhuma nova ideia", o produto "é ao mesmo tempo mais satisfatório e mais estereotipado [do que Let Go]".[23] Apesar de reconhecer a temática mais adulta do álbum e distinta da "vibração de skatista punk" do antecessor e elogiar o bom desempenho da artista, o portal Entertainment.ie disse que sua música é "apenas superficial".[34] Annabel Leathes, da BBC Music, escreveu: "Os esforços de escrita [da cantora] combinados ao companheiro de banda, Evan Taubenfeld, ao ex-guitarrista do Evanescence, Ben Moody, e ao olhar atento do produtor do Linkin Park, Don Gilmore, infundem o álbum com uma [sonoridade] nu metal que pode levitar esse lançamento das cinzas do rock esquecível, mas até Avril aprender a levar-se um pouco menos a sério e administrar um vislumbre de um sorriso, ela continuará a soar como uma adolescente petulante com um grilhão".[35]

Escrevendo para a revista Entertainment Weekly, David Browne sugeriu que, em Under My Skin, "Lavigne tornou-se ainda mais complicada" e "parece mais sobrecarregada", descrevendo-a como "uma adolescente que parece ter passado muito tempo ouvindo Evanescence". O analista admitiu que "por mais artificial que seja o resultado, não há como negar o nível de habilidade no trabalho", o qual caracterizou como "sombriamente fascinante".[17] De maneira semelhante, Sal Cinquemani, da Slant Magazine, observou que o som de Lavigne era agora muito mais pesado e mais escuro e a comparou à Amy Lee, vocalista do Evanescence. Ele prezou os ganchos presentes no material, mas desfavoreceu as suas letras "muitas vezes vagas ou arquetípicas".[33] Carly Carioli, da Blender, opinou em concordância a Cinquemani, afirmando que "[a cantora] aprofundou e escureceu seu som sem sacrificar suas melodias banhadas a platina". Para Carioli, Under My Skin é "um retrato íntimo de uma garota que tenta sair da adolescência até a vida adulta, esperando que acerte".[18]

Críticos constantemente compararam o estilo musical de Under My Skin à vocalista Amy Lee e sua banda Evanescence.

Andrew Strickland, do Yahoo! Music, elogiou as habilidades vocais da intérprete e disse que o material distancia-se "das palhaçadas adolescentes de sua estreia", ainda que seja redundante em suas letras.[29] Stephen Thomas Erlewine, da base de dados AllMusic, ficou dividido em relação ao trabalho, o qual descreveu como "um pouco estranho, às vezes soando hesitante e inseguro", às vezes cheio de "atitude e ambição". O editor ainda chamou a cantora de "irmã caçula" de Morissette.[16] Tim O'Neil, da página PopMatters, afirmou que "as composições de Lavigne na maior parte de Under My Skin simplesmente parecem ser rotineiras" e finalizou a resenha chamando-o de um sucessor "um pouco decepcionante".[32] Caroline Bansal analisou o disco para o site musicOMH e declarou que aparentemente a cantora foi "instruída a escrever sobre o que sabe, com mais da metade das canções sendo divididas entre garotos, começando relacionamentos com garotos, saindo com garotos", citando ainda como desvantagens a grande aparição de temáticas para "adolescentes angustiados" e o esforço estressante da intérprete em seus vocais.[36]

O jornalista Alexis Petridis, do The Guardian, foi negativo em sua opinião, dizendo que "o som [de Under My Skin] é tão desesperadoramente familiar que o seu cérebro se desliga automaticamente", e chamou o conteúdo do disco de "anódino". Em contrapartida, "Don't Tell Me" foi vista como um destaque, pois, de acordo com Petridis, "pelo menos tem alguns conselhos relevantes para transmitir a suas fãs".[31] Para a Billboard, Katy Kroll escreveu que, enquanto Let Go é um disco diurno, Under My Skin é noturno e cheio de canções cativantes e que se assemelha em certo momento ao estilo da compatriota Alanis Morissette.[37] Em uma análise do projeto para o portal IGN, Chris Carle comentou que a "sonoridade de [Lavigne] ficou um pouco mais alta e tenta ser mais ousada, mas a ideia geral é a mesma [de Let Go]".[27] Colunista do The A.V. Club, Andy Battaglia apreciou os vocais "mais agudos e emotivos" da canadense, entretanto desfavoreceu o material em virtude do que ele chamou de "incoerências inconsistentes".[38] Jon Pareles, do jornal The New York Times, notou a troca da produção pop rock do The Matrix por "algo um pouco menos escorregadio, com guitarras mais resistentes" e disse que "há pouca sutileza" e muitos clichês na gravação.[21]

Reconhecimento[editar | editar código-fonte]

Ao invés de ser pornografia musical para garotos adolescentes, é pornografia musical para garotas adolescentes. [...] Mas isso é realmente tão diferente da música de Britney? Em intenção talvez, mas não em ação.

–Chris Carle, do IGN, ao questionar a autenticidade do rótulo "anti-Britney" de Lavigne.[27]

O material foi descrito pelo musicOMH como uma espécie de "metamorfose" e um "híbrido". O periódico justificou-se dizendo que Under My Skin representa um período de Lavigne entre "a adolescente complicada" (em referência ao single de estreia "Complicated", de 2002) e "a cantora/compositora adulta".[36] Em 2008, o The Guardian incluiu o registro num artigo sobre os álbuns mais mal-avaliados pelo crítico Petridis nos tempos modernos. O jornal chamou-o de "vírus carnívoro".[39] Em uma publicação do Gracenote, o álbum alcançou a 41.ª posição dentre os mais populares de todos os tempos.[40]

No quesito premiações, tanto o álbum como a intérprete receberam várias indicações, como a de World's Best Selling Pop/Rock Female Artist e a de World's Best Selling Canadian Artist, ambas vencidas durante o World Music Awards de 2004.[41] No mesmo ano, Lavigne venceu como Best Pop Artist – International pelo Los Premios MTV Latinoamérica,[42] e International Artist of the Year no Comet Music Awards,[43] e recebeu a indicação de Favorite Pop/Rock Female Artist no American Music Awards[44] e a de Best Female Artist no Radio Disney Music Awards.[45] Ademais, a artista foi nomeada a dois EMAs: Best Pop e Best Female.[46] No ano seguinte, ela foi premiada em três das cinco categorias em que recebeu indicação nos prêmios Juno — Artist of the Year,[47] Juno Fan Choice Award[48] e Pop Album of the Year,[49] esta última por Under My Skin, que também foi indicado em Album of the Year.[46] Ainda em 2005, a cantora foi a Favorite Female Artist no MTV Asia Awards,[46] Favorite Female Singer no Nickelodeon Kids' Choice Awards[50] e International Female Artist no NRJ Music Awards.[51] O disco foi eleito um dos dez melhores de 2004 pelo Gold Disc Award Hong Kong. Nos Premios Oye!, venceu como Best International Album, além de ser o Rock&Pop Album of the Year no Japan Gold Disc Awards.[52]

Singles[editar | editar código-fonte]

Oficiais[editar | editar código-fonte]

Lançada digitalmente em 1 de março de 2004, "Don't Tell Me" serviu como carro-chefe de Under My Skin.[53] Críticos de música em sua maioria avaliaram a canção com opiniões positivas; muitos deles notando a sua atmosfera radiofônica e adjetivando-a de "hino" feminista.[32][31][27] Comercialmente, desempenhou-se de forma moderada, alcançando a vigésima segunda posição na Billboard Hot 100 dos Estados Unidos,[54] enquanto logrou ao nono e décimo lugares, respectivamente, nas genéricas Pop Songs e Adult Pop Songs.[55][56] Alcançou a posição número oito no Brasil, Espanha e Países Baixos, e também se estabeleceu nas dez primeiras colocações em outras regiões, como Alemanha, Austrália, Escócia, Itália, Reino Unido e Suíça.[57][58][59][60] O videoclipe da obra, dirigido por Liz Friedlander, mostra Lavigne interpretando uma jovem abandonada pelo namorado no quarto de seu apartamento e que, em sequência, persegue-o até que decide deixá-lo ir embora.[61]

Avril em São Paulo durante uma de suas apresentações da The Bonez Eyes Tour, em 2005.

"My Happy Ending" foi escolhida como segundo foco de promoção do álbum e foi inicialmente lançado em 16 de junho de 2004 nas rádios mainstream dos Estados Unidos, onde conquistou a nona posição (por quatro semanas) como melhor na Billboard Hot 100 e é o sexto single mais vendido da cantora na era digital, com 1.2 milhões de cópias comercializadas até setembro de 2015.[62][54][63] Ademais, converteu-se na quarta obra da artista a atingir o topo da Pop Songs,[55] mediante chegou aos dez primeiros postos em outros países, como Austrália, Áustria, Espanha, Irlanda, Itália, Noruega e Reino Unido.[64][65] O videoclipe da canção foi redigido e dirigido por Meiert Avis e inicia-se com Avril correndo pela rua e entrando em um cinema, onde ela assiste um filme de suas memórias sobre um relacionamento dela com um rapaz; cenas iniciais exibem as memórias em cores e as finais, em tons esmaecidos.[66]

Selecionada como terceiro single de Under My Skin, "Nobody's Home" teve lançamento em 28 de outubro de 2004 para as rádios mainstream norte-americanas.[67] A obra recebeu críticas mistas devido suas letras e não obteve a mesma notabilidade de seus antecessores, ficando entre as primeiras trinta posições de lugares como Alemanha, Austrália e França.[33][68] Por outro lado, atingiu o ápice na região bélgica de Flandres e a sétima colocação em Valônia.[69] Nos Estados Unidos, ficou no quadragésimo primeiro lugar na Billboard Hot 100.[54] O vídeo musical acompanhante foi dirigido por Diane Martel e contém cenas em que cantora faz o papel de uma garota sem-teto que vaga pelas ruas em busca de abrigo.[70]

As duas últimas faixas de divulgação foram "He Wasn't" e "Fall to Pieces". Ao passo que a primeira saiu em território britânico em 28 de março de 2005 e não foi lançada nos Estados Unidos, a segunda foi lançada exclusivamente no último citado em 15 de abril de 2005, servindo como o quarto single apenas no país.[71][72] Ambas tiveram resultados desfavoráveis, com "He Wasn't" repercutindo apenas em Flandres e Valônia e "Fall to Pieces" fazendo entrada na Bubbling Under Hot 100 Singles.[73][74] Um vídeo musical foi gravado, sob direção dos Malloys, para "He Wasn't" e apresenta Lavigne e os músicos de sua banda tocando instrumentos numa sala branca, e termina com todos revoltados e sujos de tinta rosa.[75]

Promocionais[editar | editar código-fonte]

Antes do lançamento a nível mundial do disco, três singles promocionais foram lançados. O primeiro deles foi "Take Me Away", apresentado pela primeira vez como lado B no CD single de "Don't Tell Me", o qual foi lançado em muitas regiões, incluindo Austrália, Japão e Europa.[76] Posteriormente, a faixa foi relançada em formato digital em 24 de maio de 2004.[77] Na mesma data, "I Always Get What I Want" e "He Wasn't" foram lançadas digitalmente. Mais tarde, a última tornou-se um single oficial.[78][79]

Divulgação[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Mall Tour
Lavigne apresentando-se em Vancouver, Canadá.

Como parte da divulgação de Under My Skin, Avril apareceu em vários programas televisivos, premiações e festivais. Em 29 de fevereiro de 2004, ela realizou a primeira apresentação ao vivo para promoção do disco para uma AOL Session, tendo no repertório "Nobody's Home", "My Happy Ending", "He Wasn't", "Take Me Away", "Don't Tell Me" — todas até então inéditas —, "Sk8er Boi" e duas regravações: "Knockin' on Heaven's Door", de Bob Dylan, e "Fat Lip", do Sum 41.[80][81] Durante a semana de lançamento de "Don't Tell Me", ela embarcou numa turnê promocional chamada Mall Tour (ou Live by Surprise), na qual ocorreram apresentações em centros comerciais no Canadá e nos Estados Unidos.[82] Os locais e horários de cada mini-concerto eram revelados cerca de 48 horas antes através do site oficial de Lavigne, estações de rádios locais e do portal AOL, que os promoveu.[83] Com o apoio de Evan Taubenfeld,[84] Avril iniciou a série de shows em Bloomington, Minnesota, e finalizou-a em Lewisville, Texas; algumas gravações ao vivo foram lançadas no extended play (EP) Avril Live Acoustic, comercializado exclusivamente pelas lojas Target.[85][86]

"Don't Tell Me" voltou a ser apresentada no Juno Awards de 2004.[87] Ao decorrer de abril de 2004, a artista performou em várias regiões da Europa, como França, Inglaterra, Irlanda do Norte e Alemanha.[88] Em 1º de maio do mesmo ano, ela apareceu na versão italiana do Total Request Live e fez um pequeno concerto no Circolo degli Artisti, em Roma.[89] Mais tarde, retornou aos Estados Unidos, onde fez uma aparição no Saturday Night Live em 5 de maio, interpretando "Don't Tell Me" e "My Happy Ending",[90] e em divulgação ao lançamento de Under My Skin no país, apresentou-se gratuitamente no Webster Hall, em Nova Iorque, no dia 24 de maio.[80] No dia seguinte, Lavigne realizou uma performance no Total Request Live norte-americano, que se tornou controversa quando a cantora, ao ser questionada por Damien Fahey sobre os rótulos em torno de si, mostrou o dedo do meio em resposta; ela estaria cotada para mais tocar outra música, entretanto a MTV cortou a programação e, embora a equipe da musicista tenha minimizado o fato, um representante da emissora chamou o gesto de "totalmente inapropriado".[91] No dia 28, Lavigne tocou no Much Music Intimate and Interactive, em Toronto, Canadá.[92] No mês de junho, Avril apareceu no Jones Beach Theater, em Nova Iorque,[93] participou dos festivais alemães Rock im Park e Rock am Ring daquele ano, sendo em ambos uma das atrações principais,[94][95] e fez sua estreia em Portugal no Super Bock Super Rock.[96]

Lista de faixas[editar | editar código-fonte]

Edição padrão
N.º TítuloLetraMúsicaProdutor(es) Duração
1. "Take Me Away"  Avril LavigneEvan TaubenfeldDon Gilmore 2:57
2. "Together"  
  • Lavigne
  • Kreviazuk
Gilmore 3:14
3. "Don't Tell Me"  LavigneTaubenfeldButch Walker 3:21
4. "He Wasn't"  
  • Lavigne
  • Kreviazuk
  • Lavigne
  • Kreviazuk
Raine Maida 2:59
5. "How Does It Feel"  
  • Lavigne
  • Kreviazuk
  • Lavigne
  • Kreviazuk
Maida 3:44
6. "My Happy Ending"  
  • Lavigne
  • Walker
  • Lavigne
  • Walker
Walker 4:02
7. "Nobody's Home"  Lavigne
Gilmore 3:32
8. "Forgotten"  
  • Lavigne
  • Kreviazuk
  • Lavigne
  • Kreviazuk
Gilmore 3:16
9. "Who Knows"  
  • Lavigne
  • Kreviazuk
  • Lavigne
  • Kreviazuk
Maida 3:30
10. "Fall to Pieces"  
  • Lavigne
  • Maida
  • Lavigne
  • Maida
Maida 3:28
11. "Freak Out"  
  • Lavigne
  • Taubenfeld
Walker 3:11
12. "Slipped Away"  
  • Lavigne
  • Kreviazuk
  • Lavigne
  • Kreviazuk
Kreviazuk 3:33
Duração total:
40:57

Créditos[editar | editar código-fonte]

Desempenho comercial[editar | editar código-fonte]

Ao estrear no topo da Billboard 200, Under My Skin concedeu a Lavigne sua maior semana de vendas nos Estados Unidos, além de ter retirado Confessions, do norte-americano Usher, da liderança.

Under My Skin terminou o ano de 2004 no quinto lugar em vendas físicas e digitais em todo mundo, segundo dados comprovados pela Federação Internacional da Indústria Fonográfica (IFPI, sigla em inglês). O projeto ficou atrás somente de Confessions, do cantor Usher, Feels Like Home, da cantora Norah Jones, Encore, do rapper Eminem, e How to Dismantle an Atomic Bomb, da banda U2.[97] É estimado que tenham sido distribuídas mais de 10 milhões de cópias do disco em todo o globo.[98]

Nos Estados Unidos, durante a semana terminada em 12 de junho de 2004, estreou no topo da Billboard 200 com mais de 381 mil cópias comercializadas, tornando-se o primeiro trabalho de Lavigne a atingir tal feito e a sua maior semana de vendas no país. Com o cume, a artista tirou Confessions da liderança da tabela — posição em que se encontrava por oito semanas consecutivas — e barrou da primeira colocação Vol. 3: The Subliminal Verses, da banda Slipknot.[99] Na tabelas de fim de ano da Billboard 200, o registro estabeleceu-se no 22.º lugar em 2004 e 68.º em 2005.[100][101] Em janeiro de 2006, foi certificado com platina tripla pela Recording Industry Association of America (RIAA), o que equivale a venda de três milhões de réplicas em território norte-americano.[102] De acordo com a Nielsen SoundScan, o álbum havia vendido 3.2 milhões de cópias nos Estados Unidos até setembro de 2015.[63] No Canadá, Under My Skin atingiu o topo da Canadian Albums Chart, tirando do topo The Girl in the Other Room, da cantora Diana Krall, e novamente barrando Vol. 3: The Subliminal Verses na sua estreia.[103] Devido a 500 mil cópias distribuídas no país, o álbum foi certificado, em março de 2006, como platina quíntupla pela Canadian Recording Industry Association (CRIA).[102] No Brasil, o disco ganhou certificação de platina pelas 125 mil cópias vendidas pela Pro-Música Brasil; com isso, a canadense tornou-se a artista internacional com maior número de vendas daquele ano na nação.[104]

No Reino Unido, conquistou o ápice na semana terminada em 5 de junho de 2004, fazendo Hopes and Fears, da banda Keane, descer para a segunda colocação.[105] Ao final do ano, listou-se como o 31.º mais comercializado na região.[106] A British Phonographic Industry (BPI) certificou-o como platina dupla, equivalente a 600 mil cópias,[102] com a The Official Charts Company (OCC) avaliando que foram vendidos 667 mil e 206 exemplares até fevereiro de 2019.[107] Ao redor da Europa, liderou as paradas da Alemanha, Áustria, Espanha e Irlanda, entrou nas dez primeiras na Bélgica, Escócia, França, Grécia, Hungria, Itália, Portugal e Suíça, nas vinte melhores na Finlândia, Noruega, Países Baixos, Polônia e Suécia, e na 24.ª em território dinamarquês; como resultado, atingiu o topo da European Top 100 Albums e obteve uma certificação de platina pela IFPI, reconhecendo as 1 milhão de réplicas comercializadas no continente.[108][102]

Na Oceania, Under My Skin liderou a tabela de álbuns australiana e atingiu a sétima colocação como melhor na neozelandesa, obtendo uma certificação de platina e ouro nestes países, respectivamente.[102] No Japão, o registro teve um desempenho igualmente exitoso e estreou na primeira posição da Oricon Albums Chart com mais de 250 mil réplicas vendidas.[9] Posteriormente, recebeu uma certificação de diamante pela Recording Industry Association of Japan (RIAJ), representando mais de um milhão em número de vendas no território. Anteriormente, a cantora havia recebido um certificado de mesmo nível por Let Go.[102]

Posições[editar | editar código-fonte]

Histórico de lançamento[editar | editar código-fonte]

País Data Formato Gravadora
 Japão[10] 12 de maio de 2004 CD BMGファンハウス
 Irlanda[10] 21 de maio de 2004 Arista Records
 Alemanha[10] 24 de maio de 2004
 Reino Unido[10]
África do Sul[10] 25 de maio de 2004
 Brasil[149] Sony BMG
 Canadá[10]
 Estados Unidos[10]
 México[10] CD BMG Mexico
Taiwan[10] Arista Records
 Japão[10] 23 de fevereiro de 2005 CD+DVD BMGファンハウス

Notas

  1. No original: "Together, it doesn't feel right at all / Together, holding hands we'll fall".
  2. No original: "How does it feel to be / Different from me?".
  3. No original: "Try to tell me what I shouldn't do / You should know by now / I won't listen to you / Walk around with my hands up in the air/ 'Cause I don't care".

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