Cañaveral de pasiones

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Ambox grammar.svg
Esta página ou secção precisa de correção ortográfico-gramatical.
Pode conter incorreções textuais, podendo ainda necessitar de melhoria em termos de vocabulário ou coesão, para atingir um nível de qualidade superior conforme o livro de estilo da Wikipédia. Se tem conhecimentos linguísticos, sinta-se à vontade para ajudar.
Question book.svg
Esta página ou secção não cita fontes confiáveis e independentes, o que compromete sua credibilidade (desde julho de 2010). Por favor, adicione referências e insira-as corretamente no texto ou no rodapé. Conteúdo sem fontes poderá ser removido.
Encontre fontes: Google (notícias, livros e acadêmico)
Cañaveral de pasiones
Canavial de paixões (BR)
Informação geral
Formato Telenovela
Duração 50 min aprox.
Criador(es) Caridad Bravo Adams
País de origem  México
Idioma original Espanhol
Produção
Diretor(es) Claudio Reyes Rubio
Produtor(es) Humberto Zurita
Christian Bach
Elenco Daniela Castro
Juan Soler
Francisco Gattorno
Patricia Navidad
Azela Robinson
César Évora
Angélica Aragón
Roberto Ballesteros
María Eugenia Rios
Josefina Echánove
Jorge Russek.
Tema de abertura "Instrumental", por Amparo Rubín.
Exibição
Transmissão original 22 de abril de 1996 - 06 de setembro de 1996 (segunda a sexta ás 17:30, remanejada para ás 21:30 desde o 27 de maio 1996)
N.º de episódios 92
Cronologia
Último
Último
Morelia
Tú y yo
Próximo
Próximo

Cañaveral de pasiones (no Brasil Canavial de Paixões) é uma telenovela mexicana produzida por Humberto Zurita e Christian Bach para Televisa e exibida pelo Canal de las Estrellas entre 22 de abril e 6 de setembro de 1996.

É uma história original de Caridad Bravo Adams, com adaptação de Maria del Carmen Peña e Cuauthemoc Blanco

A trama foi protagonizada por Daniela Castro, Juan Soler, Francisco Gattorno e Patricia Navidad e antagonizada por Azela Robinson, Roberto Ballesteros e Angélica Aragón.

Foi exibida no Brasil pela CNT/Gazeta entre 28 de julho e 14 de novembro de 1997.[1]


Enredo[editar | editar código-fonte]

Nos belos canaviais do estado de Veracruz desenvolve-se esta história de amor, especificamente no povo de San Benito. Ali vive Fausto Santos junto com sua esposa Margarita e sua filha Julia, os três gozam de uma grande felicidade e união como família. Com eles vive Dinorah Fabermann, a irmã de Margarita, quem é uma mulher falsa que inveja a perfeita família de sua irmã. Dinorah mantém uma relação amorosa com um homem casado, sua irmã inteira-se e decide averiguar de quem se trata, este resulta ser Amador Montero, quem está casado com Josefina Montero, uma das mulheres mais respeitável do povo com uma moral inatacável.

Amador e Josefina, a diferença dos Santos Fabermann, passam discutindo e reprochándose mutuamente. Ambos são pais de Pablo, o melhor amigo de Julia. Eles jogam com Juan de Deus e Mireya, dois meninos que vivem no povo mas que não gozam da riqueza e o dinheiro que eles têm, ainda assim isso não lhes impede ser como irmãos. Dinorah convence a Amador de fugir do povo, e quando Margarita escuta isto, encerra a sua irmã e se dirige a onde se ia encontrar com Amador, e lhe pede que desista de seu plano e deixe de ver a Dinorah. Margarita e Amador sobem ao auto e conduzem directo ao povo, mas este perde o controle e se vira, mais tarde são encontrados sem vida.

Dinorah é das primeiras em inteirar-se, e cria um plano para ficar limpa e excluída de tal feito pois no povo começam a dizer que Margarita e Amador eram amantes. Dinorah confirma aquilo dizendo que ela o sabia de tempo atrás, mas que calou por lealdade a sua irmã. Josefina que é agora o alvo de fofocas e boatos, descarrega sua fúria contra Julia e lhe proíbe acercar a sua casa e a seu filho. Josefina sabe bem que seu filho não obedecerá, pelo que o manda a um internado na Cidade de México.

Fausto Santos, viúvo de Margarita, recebe a Dinorah em sua casa, esta começa a se relacionar com ele a fazendo-la assim sua legitima esposa, estando grávida de Amador dantes do casamento. Meses depois, a Dinorah adianta-se-lhe o parto ao escorregar e rodar pelas escadas ao tratar de reprender a Julia. O menino nasce mas morre aos poucos dias, e ela fica estéril, acordando a ira de Dinorah quem culpa a Julia da morte do bebé e conseguindo que Fausto se separe mais de sua filha ao meter na cabeça que é o fruto do amor que Margarita e Amador se tiveram.

10 anos depois, Julia já é toda uma mulher. Juan de Deus, quem tem crescido como amigo de Julia, se apaixona dela, mas Julia sabe que Mireya está apaixonada de Juan de Deus pelo que se começa a afastar dele. Após dez longos anos, a gente ainda vê a Julia como uma má mulher e a julgam de mulher fácil ao igual que sua mãe. Julia enfrenta a toda essa gente, mas sabe bem que por trás de tudo está Josefina, quem não se cansou de manchar o nome de sua mãe com inventos e calunias. Pablo regressa ao povo comprometido com Gina, uma rapariga bonita mas interessada e fria, que chega em procura da verdade a respeito de seu passado no povo. Julia acerca-se novamente a Pablo e ambos revivem aquele amor inocente que se tinham quando meninos, e agora Pablo está disposto a defender seu amor por Julia ainda na contramão da vontade de sua mãe. Quando Juan de Deus descobre que Julia e Pablo ainda se querem, começa a lutar pelo amor desta, sem suspeitar que Mireya lhe guarda um profundo amor desde a infância também.

A primeira pessoa em descobrir que Dinorah era a verdadeira amante de Amador, é Amalia, a esposa de dom Samuel Aldapa, graças a várias conjecturas e cabos soltos. Nesse mesmo instante, Rufino Mendoza, capataz do talento dos Montero, tem uma forte discussão com Pablo que agora administra do talento, por sair este à defesa de dom Samuel e reintegrar a seus labores, deixando sem autoridade a Rufino; de forma que este planeja assassinar a dom Samuel com ajuda de seu cúmplice Leopoldo Ramírez, mesmo ao que envia à sastrería de doña Amalia para lhe prender fogo ao local estando dentro dom Samuel. O crime leva-se a cabo horas depois que Amalia adverte a Dinorah que todas suas intrigas estão por se desplomar. Lamentavelmente Leopoldo equivoca-se e prende fogo ao local quando dom Samuel acabava de sair mas estando doña Amalia dentro, morrendo calcinada.

Enquanto, Julia e Juan de Deus dão-se a oportunidade de estar juntos; e Pablo e Gina fixam no dia para seu casamento. Quando Juan de Deus decide se casar com Julia, coincidem na data na que casar-se-á Pablo, mesmo que casar-se-á em sua fazenda, enquanto Julia fá-lo-á na capilla do povo. Dantes de entrar à cerimónia, Pablo arrepende-se e corre onde Julia lha levando em cavalo e apontando com um revólver a Juan de Deus; Pablo e Julia passam vários dias fosse do povo, e reconhecem que se amam, se entregando o um ao outro. Ao regressar, Julia conta-lhe o sucedido a Juan de Deus, o que causa sua ira total, desejando matar a Pablo.Ambos se encontram depois afora da igreja do pai Cuco, tio de Pablo; começam a golpear-se e Juan de Deus derruba a Pablo, e quando está a ponto de aplastarle a cabeça com uma rocha, chega o pai Cuco e detém a Juan de Deus, lhes revelando que ambos são filhos de Amador. Juan de Deus sai correndo atónito, e Pablo questiona a seu tio sobre o que acaba de dizer; este lhe contesta que não o tinha mencionado porque se tratava de um segredo de confissão, mas que decidiu o quebrantar para evitar uma desgraça. Após isso, o pai se sente com um grande sentimento de culpa, visita ao senhor bispo e este o manda a um retiro espiritual, o que ocasiona que chegue um sacerdote interino a San Benito que não é do agrado de ninguém do povo.

Não se dá outra oportunidade após muito tempo para tocar de novo o tema até que Fausto se dá conta que Dinorah lhe mentiu a respeito de sua paternidad sobre Julia, e então visita ao Dr. Cisneros, quem além de confirmar-lhe que ele é o verdadeiro pai de Julia, lhe confessa que o filho que Dinorah perdeu em verdade era de Amador. Fausto regressa furioso a sua casa, discute com Dinorah violentamente e a ameaça com exibí-la como o que realmente é, mas então Dinorah o assassina lhe disparando com sua espingarda directamente ao coração, e posterior a isso, lhe faz crer a todo mundo que Fausto se suicidou. Dinorah está em graves aprietos porque todo se lhe está saindo de controle, já que tanto Julia como Josefina sabem a verdade. Julia lho reprocha estando juntas em casa, mas Josefina, devido a sua a cada vez mais deteriorada saúde, o único que lhe diz a Pablo é que se decide fazer sua vida com Julia, já não impedi-lo-á mais.

Dinorah então decide fugir do povo junto com Rufino, mas quando decidem o fazer, doña Remédios os intercepta, casualmente numa noite chuvosa e a curandeira ao notar que são eles, os detém bloqueando a estrada com sua carreta, coisa que ocasiona que a camioneta se vire tal e como em seu momento sucedeu com Margarita e Amador. Rufino consegue escapar mas Dinorah fica atrepada nos escombros do veículo. Pablo, Juan de Deus e dom Samuel conseguem encontrar a Rufino e entregam-no às autoridades, enquanto Dinorah é levada de urgência ao hospital, onde têm que amputar-lhe a perna que lhe ficou atrepada entre os ferros da camioneta. Josefina inteira-se do acidente e chega a visitar a Dinorah, originalmente era para reclamar-lhe por todo o que lhe fez, mas ao inteirar da amputação decide lho mencionar indirectamente a humilhando. Dinorah dá-se conta que lhe falta uma perna, e teme viver assinalada por todos seus crimes, pelo que decide se suicidar não sem dantes lhe falar a Julia e lhe confessar que ela matou a Fausto, e que desde esse então só tem vivido em agonia por ter terminado com a vida do único homem que realmente amou e que a odeia por ser o fruto do amor que Fausto sentia por Margarita, após isto, se corta as veias e morre desangrada.

Pouco depois, Mireya e Juan de Deus fazem-se noivos e estando na cerimónia do casamento de Julia e Pablo, chega sorpresivamente o pai Cuco, e o sacerdote em turno cede-lhe o lugar para que ele os case. Josefina solicita ler a liturgia e dantes de fazê-lo, dirige-se a todo o povo reconhecendo que se equivocou ao julgar injustamente a Margarita. Após isto, o pai Cuco lhes dá a bênção a Julia e a Pablo, sendo agora marido e mulher.

Elenco[editar | editar código-fonte]

Equipa de produção[editar | editar código-fonte]

  • História Original - Caridade Bravo Adams
  • Versão livre para televisão - José Cuauhtémoc Blanco e Mª del Carmen Peña
  • Adaptação - María do Carmen Peña e José Antonio Olvera
  • Edição Literária - Ricardo Fallega
  • Música Original - Amparo Rubín
  • Arranjos Musicais - Alberto Nuñez Palácios
  • Musicalização - Ignacio López e Gerardo Reyes
  • Cenografia - María Teresa Ortiz
  • Desenho de Vestuário - Laura Simonín e Mónica Aceves
  • Ambientação - Gerardo Hernández
  • Coordenação de Foro - Luis Fernando Rojas
  • Coordenação de Produção - Janeth Wehbe e Oscar Valdez
  • Edição - Mónica Rodríguez C. e Javier Pérez Paz
  • Diretor Convidado de Câmaras - Manuel Barajas
  • Diretor Convidado de Cena - Benjamín Cann
  • Diretora Convidada de Cena - Angélica Aragón
  • Diretor de Câmaras - Manuel Ruiz Espalhe
  • Diretor de Cena - Claudio Reyes Rubio
  • Gerente de Produção - Martha Pérez Valdez
  • Produtor Sócio - Lic. Gerardo Zurita
  • Produtores - Christian Bach e Humberto Zurita

Prêmios e indicações[editar | editar código-fonte]

Prêmio TVyNovelas de 1997[editar | editar código-fonte]

CategorIa Indicado(a) Resultado
Melhor Novela Christian Bach
Humberto Zurita
Vencedores
Melhor atriz protagonista Daniela Castro Vencedora
Melhor ator protagonista Juan Soler Vencedor
Melhor Vilã Azela Robinson Indicada
Melhor Vilão Roberto Ballesteros Vencedor
Melhor Atriz Principal Angélica Aragón Indicada
Melhor Ator Principal Jorge Russek Vencedor
Melhor Atriz Coadjuvante Alma Delfina Vencedora
Melhor Ator Coadjuvante Leonardo Daniel Vencedor
Melhor Revelação Feminina Patricia Navidad Vencedora
Melhor História ou Adaptação Cuauhtémoc Blanco
Mª del Carmen Peña
Vencedores
Melhor Diretor Benjamín Cann
Claudio Reyes
Vencedores

Curiosidades[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]


  1. CNT/GAZETA ESTRÉIA MAIS UM DRAMALHÃO 'MADE IN MEXICO' Folha de São Paulo (27 de julho de 1997). Visitado em julho de 2010.