Problemas sociais dos Estados Unidos

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Skid Row, em Los Angeles, área com a maior concentração de sem-tetos dos Estados Unidos.[1]

Apesar de todo o seu desenvolvimento e riqueza, os Estados Unidos não estão livres de problemas: a questão étnica, a falta de matérias-primas e a manutenção de sua balança comercial estão entre os principais.

Segregação racial e imigração ilegal[editar | editar código-fonte]

Bebedouros distintos para "brancos" e "negros" nos EUA, em 1939.

Até a década de 1970 a questão étnica restringia-se praticamente à população negra e atingia mais os estados do Sul, onde os negros e outras minorias étnicas sofriam maiores restrições sociais. Esse problema foi se tomando mais grave na medida em que se avolumou o fluxo de imigrantes latino-americanos e asiáticos nas últimas décadas. As taxas de natalidade dessas minorias são, em geral, mais altas que a do restante da população, fazendo com que sua pressão demográfica torne seus problemas e reivindicações cada vez mais presentes e expressivos na sociedade norte-americana.Existem também problemas sobre a diversidade sexual.[2]

As maiores concentrações de imigrantes latinos e asiáticos estão em Nova Iorque, Miami, Los Angeles e nos estados do sul e sudeste do país.[2]

Embora em igualdade de condições legais e jurídicas, a população de origem negra encontra-se, social e economicamente, defasada em relação à população branca em geral. Calcada em razões históricas, a integração entre brancos e negros é lenta e difícil. Durante décadas houve sérios conflitos raciais especiaimente nos estados do sul, mas mesmo recentemente têm ocorrido explosões de violência como em 1992, em Los Angeles.[2]

Fronteira entre México e Estados Unidos, com patrulhas na fronteira do lado estadunidense

Procurando desestimular a entrada de novos imigrantes e dificultar a legalização dos milhares de clandestinos que já estão no país, governos de vários estados tem criado uma legislação mais dura e intensificado a fiscalização de fronteiras. Em 1994, o governo de Bill Clinton retirou benefícios de saúde e educação aos imigrantes ilegais, o que agravaria ainda mais as condições econômicas e sociais dessa parcela da população.[3]

Ver também[editar | editar código-fonte]

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Referências

  1. John Edwin Fuder, Training Students for Urban Ministry: An Experiential Approach. Eugene, OR: Wipf & Stock (2001).
  2. a b c ANTUNES, Celso. Geografia e participação, volume 3: as Américas e as regiões polares. São Paulo: Scipione, 1996. 129 pp. ISBN 85-262-2741-6
  3. ANTUNES, Celso. Geografia e participação, volume 3: as Américas e as regiões polares. São Paulo: Scipione, 1996. 130 pp. ISBN 85-262-2741-6

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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