Carcassonne

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Carcassona
Carcassonne
—  Comuna francesa França  —
Cidadela Carcassonne
Cidadela Carcassonne
Brasão de armas de Carcassona
Brasão de armas
Carcassona está localizado em: França
Carcassona
Localização na França
43° 13' N 2° 21' E
País  França
Região Blason région fr Languedoc-Roussillon.svg Languedoque-Rossilhão
Departamento Blason département fr Aude.svg Aude
Administração
 - Prefeito Gérard Larrat (UMP; 2014–2020)
Área
 - Total 65,08 km²
Altitude 100 m (328 pés)
Altitude máxima 250 m (820 pés)
Altitude mínima 81 m (266 pés)
População (2010)[1]
 - Total 47 419
    • Densidade 728,6/km2 
Gentílico: carcassonnais
Código Postal 11000
Código INSEE 11069
Sítio www.carcassonne.org

Carcassonne (em occitano: Carcassona, grafia também usada em português)[2] é uma comuna francesa do departamento de Aude na região do Languedoque-Rossilhão. Em 2010 a comuna tinha 47 419 habitantes (densidade: 728,6 hab./km²).[1] Em 2009, residiam na área urbana 96 420 pessoas.

A cidade situa-se numa região povoada desde o Neolítico, na planície do Aude, na encruzilhada de dois importantes eixos de circulação, usados desde a Pré-história, que ligam o Oceano Atlântico ao Mediterrâneo e o Maciço Central francês aos Pirenéus. Encontra-se 90 quilómetros a sudeste de Toulouse, 60 km a oeste de Narbona e cerca de 70 km a oeste da costa mediterrânica. É conhecida pela sua cidadela, construída ca. 890–910, para defesa contra os ataques dos normandos e inscritas na lista do Património Mundial desde 1997.[3]

Geografia[editar | editar código-fonte]

Localização[editar | editar código-fonte]

Carcassona situa-se no sul de França, na região natural conhecida como o Carcassès ou o Carcassonnais, uma planície limitada pela Montanha Negra a norte, o maciço das Corbières a leste, a planície do Lauragais a oeste e o vale do Aude a sul.

Em termos geológicos, planície é constituída por depósitos recentes trazidos pelo Aude e provenientes dos Pirenéus. Esses depósitos são chamados molassa de Carcassona, a qual se carateriza por uma alternância de arenito, conglomerados e margas arenosas fluviais datadas do Eoceno.

A cidade é cruzada por três cursos de água: o rio Aude, o Fresquel e o canal do Midi.

Comunas limítrofes de Carcassona
PennautierPezens Villemoustaussou VillalierVilledubert
Caux-et-Sauzens Rosa de los vientos.svg BerriacTrèbes
LavaletteRoullensAlairac CavanacCazilhacPalaja Montirat

A comuna é tradicionalmente dividida em duas, a cidade baixa, que ocupa as margens do rio Aude a ocidente, e a cidade alta (ou cité; cidadela), que ocupa a colina debruçada sobre o Aude. A cidadela ocupa uma pequena meseta formada pela erosão do Aude, a cerca de 150 metros de altitude. A cidade baixa situa-se ao nível do Aude, a 100 metros de altitude.

O Aude chega a Carcassona depois do seu périplo montanhoso nas gargantas do vale alto do Aude, no maciço do Carlit (parte dos Pirenéus). À sua passagem pela cidade já é um rio mais calmo, que passa na zona de Païcherou, ao longo do cemitério de Saint-Michel, e depois divide-se em dois braços formando a chamada "ilha do Rei". Há quatro pontes sobre o Aude: a Ponte Garigliano, a Pont-Vieux (Ponte Velha), acessível só a peões, a Pont Neuf (Ponte Nova) e a Pont de l'Avenir (Ponte do Futuro). O canal do Midi passa igualmente na cidade entre a estação ferroviária e o jardim André Chénier, ao lado da bastide[nt 1] Saint-Louis.

Clima[editar | editar código-fonte]

A estação meteorológica de Carcassona-Salvaza mede quotidianamente vários parâmetros meteorológicos desde 1948, mas há registos de medições regulares desde 1849, que se devem à colocação de um pluviómetro por iniciativa de Don de Cépian, um engenheiro do departamento.

Segundo a classificação climática de Köppen-Geiger, o clima de Carcassona é do tipo Cfa, subtropical húmido, uma ocorrência invulgar na França metropolitana, onde o clima fora das zonas altas é maioritariamente do tipo Cfb (oceânico ou Csa (mediterrânico).

O verão é relativamente quente e seco, principalmente em julho; o outono e inverno são amenos, com geadas e gelo relativamente raros. As chuvas repartem-se de forma mais ou menos equitativa entre os meses de outubro e maio. As precipitações mais intensas ocorrem no outono, no mês de outubro, e na primavera, no mês de abril. As chuvas de verão ocorrem geralmente sob a forma de trovoadas, por vezes violentas e com granizo, que são desastrosas para as vinhas abundantes na região. Em média ocorrem anualmente 19 trovoadas e 14 dias de nevoeiro. Neva ocasionalmente, em média sete dias por ano, entre dezembro e março. Durante o inverno de 2009/2010, a neve cobriu o solo durante 15 dias, o que não acontecia há mais de meio século. A 13 de janeiro a espessura da neve atingiu os 40 cm. Há notícias de que no inverno de 1913/1914 a neve teria atingido um metro de altura, mas os registos são incertos.

O recorde de temperatura máxima (41,9°C) foi registado em 13 de agosto de 2003 e o de temperatura mínima (-15,2°C]) ocorreu em 4 de fevereiro de 1963. Durante alguns invernos mais frios, como foi o caso dos de 1956, 1963, 1985 e 2012, o índice de resfriamento pode chegar a baixar aos -20°C ou até -25°C devidos aos ventos fortes de noroeste. A área é muito ventosa, registando-se anualmente em média mais de 117 dias com ventos superiores a 55 km/h. Os ventos dominantes são de leste, marítimos e de oeste, estes chamados de Cers. A insolação é elevada, superior a 2 190 horas por ano no período 1961—1990.

Entre as ocorrências meteorológicas excecionais destacam-se várias cheias do AUde em 1872, 1875 e 1891. Nestas últimas, as águas subiram oito metros, inundando toda a parte baixa da cidade. Em agosto de 2012 Carcassona foi fustigada por um tornado que provocou grandes estragos, como plátanos quebrados, telhados destruídos, etc.

Nuvola apps kweather.svg Dados climatológicos para Carcassonne Weather-rain-thunderstorm.svg
Mês Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Ano
Temperatura máxima absoluta (°C) 21,1 23,6 27,3 31 35,2 39,8 40,2 41,9 36,4 31 26,2 22,4 41,9
Temperatura máxima média (°C) 9,2 10,8 13,3 16,1 20 24,4 27,9 26,9 24,1 19 13 9,8 17,9
Temperatura média (°C) 5,9 7,2 9,1 11,7 15,3 19,1 22,1 21,5 19 14,8 9,6 6,7 13,5
Temperatura mínima média (°C) 2,7 3,7 4,9 7,4 10,5 13,8 16,3 16,1 13,9 10,7 6,7 3,5 9,1
Temperatura mínima absoluta (°C) -12,5 -15,2 -7,5 -1,6 0,9 6 8,4 8,2 2,9 -2 -6,8 -12 -15,2
Precipitação (mm) 67,3 67,7 64,8 71,5 62,3 43,0 29,1 43,2 46,1 74 56,7 69,4 695,1
Dias com precipitação 10 9,4 9,6 9,7 8,5 5,9 4,5 5,4 5,6 7,5 8,5 9,3 93,9
Dias com neve 2,1 2,1 0,9 0,3 0 0 0 0 0 0 0,6 1,4 7,4
Humidade relativa (%) 82 79 74 74 72 69 64 68 73 80 82 84 75,08
Horas de sol 97 120 173 188 215 240 275 260 213 145 102 92 2 120
Fonte: [4] [5] [6]

Urbanismo[editar | editar código-fonte]

Morfologia urbana[editar | editar código-fonte]

Os dois bairros mais importantes são a cidadela ou cidade alta e a bastide ou cidade baixa. Ambos são ligados pelo bairro da Trivalle, onde se situa a Ponte Velha que cruza o Aude. A cidadela ergue-se sobre um promontório elevado e é rodeada por espessas muralhas desde a Idade Média. O habitat urbano da cidadela é dense e antigo, e a circulação automóvel é difícil, regulamentada e interdita nos meses de julho e agosto. A cidade baixa é uma antiga bastide[nt 1] com planta regualr em hexágono cujos ângulos são flanqueados por bastiões. As ruas cruzam-se em ângulo reto e organizam-se em volta de uma praça central, a Praça Carnot. Em volta do conjunto da bastide há um boulevard que segue o percurso das antigas muralhas, destruídas em 1764 por ordem do bispo Armand Bazin de Bezons. Ao contrário das ruas da bastide, o boulevard é largo e aberto. Em muitas das ruas da bastide está interdito o trânsito automóvel.

Os outros bairros importantes da cidade são: La Conte et Joliot-Curie, Ozanam et Saint-Saëns, Saint-Georges, le Viguier, Saint-Jacques, la Cité Fleming, Grazailles-la Reille, la Cité la Prade, la Cité Albignac, le Palais, Gambetta, le Plateau, les Capucins, Bellevue e Pasteur. Na comuna há numerosas pequenas localidades rurais (em francês: hameaux), como Montlegun, Montredon, Grèzes, Herminis, Maquens e Villalbe.

Habitação[editar | editar código-fonte]

Em 2007 Carcassona tinha 25 632 fogos, a maioria deles construídos antes de 1990 — em 1999 só 8,9% das residências principais (primeira residência) eram posteriores a 1990 e as anteriores a 1949 representavam 29,2% do total. 86,6% das casas eram residências principais, 51,3% individuais e 47,8% apartamentos. 48% dos habitantes eram donos das casas onde residem; 49,8% eram arrendatários e 2,2% tinham alojamento gratuito.

Em 2013 a cidade respeitava as disposições legais vigentes em França sobre solidariedade social e renovação urbana que determinam que nas comunas mais importantes a percentagem de habitação social deve ser pelo menos 20% do total. Em 1999, 9,4% do parque habitacional da cidade estava desocupado. Em 1998 o gabinete de HLM (habitação de renda controlada)[nt 2] do governo do departamento de Aude participava em programas de melhoramento de habitações construindo casas que integravam domótica. Os prédios "l'étoile" e "Roosevelt" de Carcassona foram as primeiras construções HLM desse tipo em França. A maior parte das habitações sociais encontram-se nos bairros do Viguier e de La Conte. Os seus residentes são maioritariamente imigrantes ou descendentes de imigrantes.

A maior parte das residências tinha quatro divisões (62,4%); as de três divisões representavam 18,8%, as de duas 13,5% e os estúdios 5,3%. A cidade tem numerosas residências de dimensões relativamente grandes devido a não haver restrições no espaço imobiliário e à pouca procura por alojamentos de pequena dimensão. A maior parte das casas têm boas infraestruturas, como aquecimento central (89,9%), garagem individual, partilhada (box) ou parque de estacionamento (57,4%).

Toponímia[editar | editar código-fonte]

O primeiro topónimo conhecido da cidade é Carcasso. Plínio, o Velho (século I d.C.) cita esse nome, ou mais precisamente Carcaso Volcarum Tectosage, mas aparentemente o nome já existia no século VI a.C. O nome em occitano (Carcassona) deriva diretamente da forma latina. Os francos, que tomaram a cidade aos sarracenos no século VIII, chamaram à cidade Karkashuna. Outros nomes conhecidos são Carcasona e Carcassione.

Lenda da origem do nome

Segundo uma lenda local, o nome da cidade data do início do século IX, quando estava nas mãos dos sarracenos. A lenda reza que Carlos Magno cercou a cidade, mas a governante local, a Dama Carcas resistiu tenazmente. Os dois exércitos tinham poucos mantimentos e os soldados ficaram famintos. Quando não restava mais do que uma medida de trigo e um pequeno porco na cidade, a Dama Carcas teve uma ideia para desmoralizar os inimigos

O porco foi alimentado com o trigo e depois foi lançado por cima das muralhas para os sitiantes. Pensando que a cidade tinha ainda muitos mantimentos, Carlos Magno levantou o cerco. Nesse momento, a Dama Carcas fez soar as trompetas, o que fez o imperador franco voltar atrás e a Dama Carcas propôs-lhe então a paz. Daí vem a expressão "Carcas sonne" (lit: "Carcas soa").

Historicamente, a reconquista das terras do Languedoque ocorreu durante o reinado do pai de Carlos Magno, Pepino, o Breve, em meados do século VIII, quando Carlos era adolescente, pelo que é pouco provável que tivesse comandado um cerco a Carcassona.

História[editar | editar código-fonte]

A história de Carcassona está intimamente ligada á sua cidadela. Só em 1247 é que a cidade se expandiu de facto para fora da cidadela, com a criação da bastide[nt 1] Saint-Louis, primeiro núcleo da chamada cidade baixa. A sul da cidadela havia cinco castelos-fortaleza — de Termes, d'Aguilar, de Quéribus, de Peyrepertuse e de Puilaurens — conhecidos como os "cinco filhos de Carcassona" que defendiam a passagem do Languedoque contra os espanhóis e cujas ruínas ainda subsistem.

Origens[editar | editar código-fonte]

Machado de pedra polida do Neolítico em nefrita encontrado em Carcassona e atualmente no Museu de Toulouse

O local onde se situa a cidade já era habitado no Neolítico, como é atestado por objetos encontrados, dos quais o mais célebre é um machado de pedra polida em nefrita que pertenceu ao mineralogista Alexis Damour (1808–1902) e que se encontra no Museu de Toulouse.

Ali existiu desde cedo um sítio proto-histórico muito ativo situado junto ao rio Atax (o Aude), a que Plínio, o Velho se refere com o nome de "Carcasum dos Volca Tectosages".[nt 3] Esse povoado original situava-se no planalto onde passa atualmente a autoestrada A61. Por razões que se desconhecem, no século VI a.C. o povoado foi transferido para o local onde se ergue atualmente a cidadela. No fim do século II a.C. o local, povoado por Volca Tectosages, era já um ópido com fossos e habitações gaulesas, de que os romanos se apossaram e fortificaram em 118 a.C.

Ao romanos seguiram-se os visigodos, no século V d.C., e os sarracenos no século VIII, que ali permaneceram durante cerca de 30 anos antes de serem rechaçados pelos francos. Após a dissolução do Império Carolíngio no final do século IX, iniciou-se a época feudal, ficando Carcassona sob o domínio da família Trencavel, que governou a cidade como uma dinastia entre os séculos XI e XIII. Carcassona prosperou durante essa época e tornou-se um local estratégico de primeira importância no Languedoque.

Idade Média[editar | editar código-fonte]

O catarismo teve muitos adeptos em Carcassona. Os cátaros foram protegidos pelo visconde Raimundo Rogério Trencavel (1185–1209), o que fez com que a cidade fosse considerada terra de heresia pelo papa e consequentemente um dos alvos da Cruzada Albigense, liderada primeiro pelo legado papal Arnaldo Amalrico e depois por Simão de Monforte. Em agosto de 1209, o exército de cruzados sitiou Carcassona. Os dois burgos caíram rapidamente, tendo sido prontamente destruídos e incendiados. As muralhas e fortificações da cidadela resistiram aos atacantes, mas Trencavel descurou a defesa dos pontos de abastecimento de água situados fora das muralhas porque acreditava que os sitiados seriam socorridos rapidamente, pelo que a sede e a fome obrigaram o visconde de Carcassona a capitular ao fim de duas semanas de cerco. Trencavel foi preso e morreu pouco depois.

Após a tomada da cidadela, as terras dos Trencavel foram dadas a um dos barões do norte, o célebre Simão de Monforte. O filho deste e sucessor do viscondado de Carcassona, Amalrico VI, doou depois as suas terras ao rei de França, que as integrou no domínio real em 1224. Em 1234 foi instalado na cidade um tribunal da Inquisição.Em 1240, Raimundo II Trencavel, filho de Raimundo Rogério, liderou uma tentativa de revolta dos carcassonenses, o que levou o rei São Luís a perseguir a população da cidade, que foi depois autorizada a estabelecer-se na outra margem do Aude, onde foi fundada uma nova cidade. Foi então criada uma bastide por baixo da cidadela, tornando Carcassona uma cidade bicéfala onde cresceu uma rivalidade feroz entre a cidadela e a nova cidade baixa, tanto em termos sociais como em termos económicos. A bastide Saint-Louis prosperou gradualmente a ponto de ultrapassar a cidadela, que acaba por perder todo o poder e influência política.

Em 1248 a cidade baixa foi dotada de um consulado (governo municipal autónomo). A cidade passou então a ser governada por seis cônsules com a ajuda dos notáveis locais. No século XIV, a cidade era o principal centro de produção têxtil de França, que usava como matéria prima a proveniente dos rebanhos da Montanha Negra e das Corbières. Os têxteis eram exportados para os grandes entrepostos comerciais da época, como Constantinopla e Alexandria.

Em 1348 a peste assolou Carcassona e o resto do país pela primeira; a epidemia foi recorrente até ao século seguinte. No mesmo período, a Guerra dos Cem Anos provoca numerosos danos. O Príncipe Negro devastou a cidade baixa pelo fogo em 1355, mas poupou a cidadela, devido ao facto de que um cerco vitorioso seria muito longo e atrasaria as suas pilhagens. A bastide foi parcialmente reconstruída (apenas metade) e fortificada em 1359. A indústria de tecidos de lã foi também reiniciada e desenvolveu-se. Apesar de Carcassona nunca ter sido visitada pelo rei Luís XI (r. 1461–1483), este confirmou os privilégios da cidade e não hesitou em defendê-la em março de 1462.

Séculos XVI a XVIII[editar | editar código-fonte]

A partir do início do século XVI, a cidade baixa cresceu mais do que a cidadela, que perdeu o seu papel militar. Em 1531 o protestantismo faz a sua aparição na cidade, mas os calvinistas foram perseguidos na cidade baixa, a qual viu as suas fortificações reforçadas. A cidade tornou-se uma base para os católicos, que dali dirigem ataques contra as aldeias protestantes da região, como Limoux, Bram e outras. As rivalidades crescentes entre a cidadela e a cidade baixa provocam a destruições na cidade baixa. No início da década de 1560, os protestantes de Carcassona são massacrados. Carlos IX passa na cidade durante a sua volta a França (1564–1566), acompanhado pela corte e pelos Grandes do Reino: o seu irmão duque de Anjou, Henrique de Navarra e os cardeais de Bourbon e de Lorraine.

Notas[editar | editar código-fonte]

  1. a b c "Bastide" é a designação em francês de umas quantas centenas de novas povoações fundadas nos séculos XIII e XIV, principalmente no sudoeste de França, com características urbanísticas próprias.
  2. HLM é a sigla em francês de "habitation à loyer modéré" ("habitação de renda controlada"), um sistema que incentiva, mediante organizações públicas ou subsídios a privados, a construção de habitação de baixo custo.
  3. Os Volca Tectosages eram um povo celta da Gália.

Referências

  1. a b Populations légales des communes en vigueur au 1er janvier 2013 (em francês) www.insee.fr INSEE (dezembro de 2012). Visitado em 3 de abril de 2013.
  2. Fernandes, Ivo Xavier. Topónimos e Gentílicos. Porto: Editora Educação Nacional, Lda., 1941. vol. I.
  3. Cidade fortificada histórica de Carcassona. UNESCO World Heritage Centre - World Heritage List (whc.unesco.org). Em inglês ; em francês ; em espanhol. Páginas visitadas em 29 de julho de 2015.
  4. Normales climatiques 1981-2010 : Carcassonne (em francês) www.lameteo.org. Visitado em 29 de julho de 2015.
  5. Données climatiques de la station de Carcassonne (em francês) www.meteofrance.com. Visitado em 29 de julho de 2015.
  6. Normes et records 1961-1990. Carcassonne-Salvaza (11) - altitude 126m (em francês) www.infoclimat.fr. Visitado em 29 de julho de 2015.
O Commons possui uma categoria contendo imagens e outros ficheiros sobre Carcassona
Cidade fortificada histórica de Carcassona A cidade de Carcassona inclui o sítio Cidade fortificada histórica de Carcassona, Património Mundial da UNESCO. Welterbe.svg
Ícone de esboço Este artigo sobre Geografia da França é um esboço. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o.