Samba-reggae
| Samba-reggae | |
|---|---|
| Origens estilísticas | samba duro, reggae, funk, soul, merengue, salsa e ritmos do Candomblé, tais como vassi, agueré, alujá e avamunha |
| Contexto cultural | Década de 1980 e 1990 |
| Instrumentos típicos | Agogô, percussão, atabaque, tambor, pandeiro |
| Popularidade | Bastante popular na Bahia |
| Outros tópicos | |
| Axé music, pagode baiano | |
Na música, o samba-reggae é um sub-gênero musical nascido no estado da Bahia criado e difundido pelo maestro Neguinho do Samba,[1] pela fusão entre o samba brasileiro - mais especificamente o samba duro - e o reggae jamaicano.[1]
História
[editar | editar código]"Era o ano de 1986 e o mestre Neguinho do Samba regia a bateria do Olodum, no Pelourinho, centro histórico de Salvador. A música era Faraó, de Luciano Gomes, ainda hoje uma das mais tocadas no carnaval de Salvador e que é considerada a “célula máter” do samba- reggae."[2]
Os precursores do ritmo que se espalhou pelo Brasil e pelo mundo são os blocos afro Olodum e Muzenza. O samba-reggae é, ainda, um ritmo central nas obras de artistas e grupos como Margareth Menezes, Jau, Banda Didá, Malê Debalê, Carlinhos Brown, Timbalada, Banda Reflexus, entre outros, e também no universo da Axé music em geral.[3]
O samba-reggae, nasceu da fusão do samba duro[4] com o reggae, com influências do merengue, da salsa, do soul, do funk e de ritmos do Candomblé, tais como vassi, agueré, alujá e avamunha.[5][6]
Ver também
[editar | editar código]Referências
- ↑ a b Margareth Menezes (3 de abril de 2014). «A história do samba-reggae». Revista Raça Brasil. Consultado em 30 de abril de 2016
- ↑ Pinto, Tania Regina (11 de abril de 2022). «Samba-reggae, sagrado e profano». Primeiros Negros. Consultado em 3 de novembro de 2025
- ↑ Pinto, Tania Regina (11 de abril de 2022). «Samba-reggae, sagrado e profano». Primeiros Negros. Consultado em 3 de novembro de 2025
- ↑ Almerinda Guerreiro (2000). A trama dos tambores: a música afro-pop de Salvador. [S.l.]: Editora 34. 21 páginas. 8573261757, 9788573261752
- ↑ Adonay Ariza (2006). Eletronic samba: a música brasileira no contexto das tendências internacionais. [S.l.]: Annablume. pp. 306 a 309. 8574196037, 9788574196039
- ↑ IZQUIERDO, J. F. ; SILVA, G. S. ; BITTENCOURT, J. M. C. D. . AFROBOOK MAPEAMENTO DOS RITMOS AFRO BAIANOS. 1. ed. Salvador/Bahia: Associação Pracatum Ação Social - APAS, 2017.