TV Amazonas

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TV Amazonas
Rádio TV do Amazonas Ltda.
Manaus, Amazonas
Brasil
Tipo Comercial
Canais
05 VHF analógico
15 UHF e 5.1 Virtual digital
Outros canais 24 e 524 HD (Claro TV)
05 e 205 HD (Sky)
05 (Oi TV)
15 e 515 HD (NET)
Sede Bandeira de Manaus.svg Manaus, AM
Avenida André Araújo, 1555 - Aleixo
Slogan Sempre com você
Rede Rede Amazônica (Globo)
Rede(s) anterior(es) REI e Rede Tupi (1972-1975)
Rede Bandeirantes (1975-1986)
Fundador Phelippe Daou
Pertence a Rede Amazônica
Proprietário Phelippe Daou Jr.
Antigo proprietário Phelippe Daou (1972-2016)
Presidente Phelippe Daou Jr.
Fundação 1 de setembro de 1972 (45 anos)
CNPJ 04.387.825/0001-61
Prefixo ZYA 247
Emissoras irmãs
Cobertura Estado do Amazonas
Coord. do transmissor 3° 5' 50.3" S 59° 59' 36.9" O
Potência 15 kW
Página oficial redeglobo.globo.com/redeamazonica

TV Amazonas é uma emissora de televisão brasileira sediada em Manaus, capital do estado do Amazonas. Opera nos canais 5 VHF e 15 UHF digital e é afiliada à Rede Globo. A emissora faz parte da Rede Amazônica, um complexo de emissoras de rádio e televisão espalhadas pelo norte brasileiro (exceto nos estados do Pará e Tocantins), fundado pelo jornalista e empresário Phelippe Daou.

História[editar | editar código-fonte]

Antecedentes[editar | editar código-fonte]

Em 1968, os jornalistas e empresários Phelippe Daou, Milton Magalhães de Cordeiro, e Joaquim Margarido fundaram a Amazonas Publicidade (hoje Amazonas Distribuidora), com o objetivo de implantar um conglomerado de mídia no Amazonas. No mesmo ano, os empresários recebem a notícia de que o MiniCom iria abrir uma concorrência pública para implantar uma emissora de televisão na cidade de Manaus. Nesta época, existia a TV Ajuricaba (hoje Boas Novas Manaus), e entrava em fase de implantação a TV Baré (hoje TV A Crítica).

Em julho de 1969, após examinarem detalhadamente o edital de concorrência, os empresários Phelippe, Milton e Joaquim decidiram concorrer a licitação do canal 5. Em 1970, a Amazonas Publicidade venceu a licitação e ganhou a outorga do canal 5, tendo um prazo de dois anos para iniciar as suas operações. Foi dado ali o primeiro passo para a implantação da TV Amazonas.

Os primeiros estúdios da emissora funcionaram na Avenida Carvalho Leal, 1270, no bairro da Cachoeirinha, que hoje abriga a Fundação Rede Amazônica, desde o ano de 2003. O parque de transmissão da emissora foi construído na Avenida André Araújo, 1555, no bairro do Aleixo, onde hoje funciona a sede da emissora. No dia 10 de agosto de 1972, foi levado ao ar pela primeira vez o sinal do Canal 5, em fase experimental.[1]

O Começo (1972-1975)[editar | editar código-fonte]

A TV Amazonas foi fundada as 18 horas do dia 1º de setembro de 1972, sendo a terceira emissora de TV a ser fundada no estado do Amazonas. As 19h, entrou no ar o primeiro programa a ser apresentado pela emissora, o Jornal do Amazonas, ancorado pelo jornalista Paulo José. O telejornal está no ar até hoje, com a nomenclatura JAM.[2]

Durante os seus três primeiros anos de funcionamento, a TV Amazonas não era afiliada a nenhuma rede de televisão brasileira, ao contrário de suas concorrentes TV Ajuricaba (afiliada a REI, e posteriormente a Rede Globo) e TV Baré (emissora própria da Rede Tupi). Com isso, ela passou a usar as fitas dessas emissoras para compor a sua programação.[1]

Criação da Rede Amazônica[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Rede Amazônica

No mesmo ano de inauguração da TV Amazonas, o então ministro das comunicações, Hygino Corsetti, firmou uma parceria com a TV Amazonas para implantar uma série de repetidoras nos estados do Acre e Rondônia. Em 1975, foram criadas a TV Acre e a TV Rondônia, e no mesmo ano, foram adquiridas a TV Amapá e a TV Roraima dos governos desses respectivos estados. Foi criada assim a Rede Amazônica, o maior complexo de emissoras de televisão do norte brasileiro, e o maior do país em cobertura.

Rede Bandeirantes (1975-1986)[editar | editar código-fonte]

Em 1975, o Grupo Bandeirantes de Comunicação decidiu transformar a TV Bandeirantes São Paulo em uma nova rede de televisão. Assim foi criada a Rede Bandeirantes, que logo ganhou várias afiliadas por todo o país, entre elas a TV Amazonas. Como a emissora ainda não tinha um sinal de satélite, a programação da Band era enviada para a TV Amazonas em malotes por avião, o que gerava um atraso de 2 a 3 dias em relação a exibição original dos programas. O mesmo ocorria com a TV Rondônia e a TV Acre, que também recebiam a programação da TV Amazonas com atraso, visto que a mesma também não tinha sinal no satélite.

Esse problema só acabou em 1979, quando a Band implantou o seu sinal no satélite. Com isso, a TV Amazonas passou a exibir a programação da rede sem nenhum atraso, e também parou de enviar fitas para a TV Rondônia e a TV Acre, que passaram a captar também o sinal da Band no satélite. A TV Amapá e a TV Roraima deixaram de exibir a programação da REI e se juntaram as outras emissoras para transmitir o sinal da Band, unificando assim a afiliação da Rede Amazônica.

No mesmo ano, a TV Amazonas inicia um processo de expansão no estado do Amazonas, implantando repetidoras em vários municípios do estado, sendo algumas delas de parceria com as prefeituras de alguns municípios. Visto que havia muitos espaços cedidos pela Band a produções locais de suas afiliadas, a TV Amazonas estreou vários programas locais, alguns deles notórios como o Teledisco, apresentado por Beto de Paula, o talk-show Encontro com o Povo, e o Programa Consuelo Nunes, sobre o universo feminino.

Em 1985, visto que a TV Amazonas tinha uma cobertura maior no estado do que a TV Ajuricaba, a Rede Globo começa a ter o interesse de se afiliar com a emissora. Pouco tempo depois disso, as duas fecharam o contrato de afiliação. Um dos motivos que levaram a Rede Globo a deixar a TV Ajuricaba, foi o fato da direção da emissora ser de ordem político-ideológica, visto que o Brasil estava se livrando da Ditadura Militar naquele ano e a emissora sempre esteve contra os ditadores, que forçaram a rede a trocar de afiliação.

Rede Globo (Desde 1986)[editar | editar código-fonte]

1986 a 1999[editar | editar código-fonte]

Em 20 de abril de 1986, a TV Ajuricaba foi vendida para o Grupo Simões, e estava encerrada ali a afiliação da emissora com a Rede Globo. A partir dali, a TV Amazonas passaria a ser afiliada da Rede Globo, após quase 11 anos de afiliação com a Rede Bandeirantes. Da mesma maneira que a TV Amazonas, as outras emissoras da Rede Amazônica passaram a ser afiliadas da Globo.

Com a nova afiliação, a TV Amazonas teve que extinguir vários de seus programas locais para se adequar ao "Padrão Globo de Qualidade". Mudanças significativas ocorreram na emissora, principalmente no setor de jornalismo, que agora passaria a ser o carro-chefe da emissora.

Em 1988, a Amazonas Distribuidora lançou o Amazon Sat, que era responsável pela transmissão do sinal da TV Amazonas para as outras emissoras da Rede Amazônica. Com a inauguração do sinal, as emissoras da Rede Amazônica passaram a retransmitir toda a programação gerada em Manaus, além de preencher os intervalos comerciais da Rede Globo com propagandas geradas para todo o norte brasileiro. O sinal do Amazon Sat também podia ser captado via satélite por qualquer antena parabólica no país inteiro, até a sua codificação em 2004.

Entre os anos de 1994 a 1999, a TV Amazonas passou a ser a emissora oficial do Festival Folclórico de Parintins, sendo a detentora única dos direitos de transmissão do festival. Porém tudo era limitado, devido as exigências da Rede Globo para a transmissão da programação nacional. Além disso, qualquer outra emissora de rádio ou televisão era proibida de utilizar imagens do evento, mesmo sendo de uma maneira jornalística. Caso isso fosse descumprido, a emissora poderia sofrer um processo judicial. Isso não só limitou a divulgação do evento, como também rendeu várias críticas negativas a TV Amazonas. Em 2000, a TV A Crítica adquiriu os direitos de transmissão do festival.

Década de 2000[editar | editar código-fonte]

No ano de 2004, a TV Amazonas desintegrou a sua programação do Amazon Sat, passando a ter um sinal exclusivo de satélite. Dessa forma, o Amazon Sat passou a gerar uma programação independente da Rede Amazônica, produzindo os seus próprios programas. Porém, devido a uma exigência da Rede Globo, a Amazonas Distribuidora codificou o sinal do Amazon Sat, restringindo a cobertura do canal apenas a área de cobertura da Rede Amazônica, e não mais ao país inteiro.

Ver artigo principal: Rede Fuso

Em 8 de abril de 2008, o Ministério Público forçou a Rede Globo a reclassificar a telenovela Duas Caras, em função do enredo da novela não se adequar ao horário em que ela era exibida. Com isso, a Rede Globo passou a gerar um sinal alternativo para as emissoras dos estados com uma hora a menos em relação ao horário de Brasília, sendo as exceções os telejornais, as transmissões esportivas e a programação do domingo, em razão da maioria dos programas serem de classificação livre ou para maiores de 10 anos.

Assim como a TV Amazonas, todas as outras emissoras da Rede Amazônica passaram a aderir a Rede Fuso, como forma de atender as exigências do Ministério Público. Apenas a TV Amapá foi a exceção, pois o estado do Amapá segue o horário de Brasília. Isso durou até o fim do horário de verão de 2016-2017, quando apenas a TV Acre passou a exibir sua programação com delay de uma hora.

Em 2009, o Amazônia TV passa a ser gerado por cada uma das emissoras da Rede Amazônica. Com isso, a TV Amazonas passou a gerar o telejornal apenas para o estado do Amazonas, enquanto as outras emissoras passaram a gerar o telejornal para a sua respectiva área de cobertura.

Década de 2010[editar | editar código-fonte]

Durante o ano de 2010, a Rede Amazônica regionalizou os sinais de cada uma das emissoras em seus respectivos estados. A partir daí, a TV Amazonas (geradora da Rede Amazônica) deixou de gerar a programação para os estados cobertos pela emissora. Sendo assim, as emissoras locais (no caso, a TV Acre, a TV Rondônia, a TV Amapá e a TV Roraima) passaram a ter o seu próprio sinal no satélite e gerar a sua própria programação local.[3]

Em 1º de setembro de 2010, a TV Amazonas reformula os cenários dos seus telejornais locais, seguindo a padronização do Bom Dia Praça e do Praça TV. No mesmo dia, toda a programação local da emissora passou a ser transmitida em alta definição, além de ter sua programação incluída nos line-ups da SKY e da Claro TV.

Em 19 de agosto de 2011, a TV Amazonas foi incluída no line-up da NET, substituindo o sinal da Rede Globo exibido na operadora. Em 3 de outubro, a TV Amazonas, em parceria com as Organizações Globo, passou a disponibilizar as versões locais do portal G1 e do globoesporte.com, com intuito de divulgar as notícias da região e publicar os vídeos das reportagens dos telejornais. Além disso, a Rede Amazônica ganhou um espaço no site da Rede Globo, para divulgação da programação local. Mesmo com a criação do novo site, o Portal Amazônia não deixou de ser utilizado.

Em 16 de março de 2012, a TV Amazonas lançou a sua nova logomarca, em comemoração aos 40 anos da emissora. No dia 1º de setembro de 2012, a TV Amazonas completou 40 anos de existência. Para comemorar o aniversário da emissora, foram organizados vários Flash mobs em vários pontos da cidade, como o Studio 5, o Terminal 5 e a Orla da Ponta Negra. Nesses Flash mobs, vários grafiteiros fizeram painéis com impressões sobre a emissora, além de grupos de dança fazendo performances.[4] Além disso, a emissora lançou o seu novo slogan: Sua escolha, nossa história.

Em 29 de novembro, a TV Amazonas criou o "Prêmio Milton Cordeiro de Jornalismo", que tem esse nome em homenagem ao diretor de jornalismo da emissora, Milton de Magalhães Cordeiro. O concurso conta com as categorias: Jornalismo, Impresso, Radiojornalismo, Telejornalismo e Webjornalismo, nos quais apenas jornalistas dos estados do Acre, Amapá, Amazonas, Rondônia e Roraima podem concorrer.

Em 7 de fevereiro de 2013, o Boi Caprichoso assinou um contrato de exclusividade com a Rede Amazônica para a transmissão de suas apresentações oficiais no Festival Folclórico de Parintins por um período de cinco anos. O contrato prevê cobertura jornalística na programação local da TV Amazonas, nos sites G1 Amazonas e Portal Amazônia, transmissão na íntegra das apresentações do Caprichoso no Festival Folclórico de Parintins através do Amazon Sat, inserção dos itens do Caprichoso nos programas da Rede Globo, divulgação do CD e DVD do Caprichoso pela gravadora Som Livre, entre outros itens. O Boi Garantido, por sua vez, chegou a assinar protocolo de intenções com a emissora, porém posteriormente decidiu por assinar contrato de exclusividade com a TV A Crítica.[5]

Em 20 de junho, a TV Amazonas emite uma nota através de seu site oficial de que não mais iria transmitir o Festival Folclórico de Parintins, a despeito do contrato assinado entre o Boi Caprichoso e a Rede Amazônica. A apresentação do Boi Caprichoso foi transmitida somente pelo canal Amazon Sat.[6]

Em 4 de outubro, a ex-jornalista da TV Verdes Mares, Luana Borba, voltou a fazer parte da equipe de jornalismo da TV Amazonas após dois anos como âncora do Bom Dia Ceará na emissora cearense. De volta a Manaus, Luana passará a apresentar a edição amazonense do Bom Dia Amazônia.[7]

Em junho de 2014, durante a Copa do Mundo FIFA de 2014, a TV Amazonas lança um novo cenário para seus telejornais. Também inaugura duas novas câmeras panorâmicas, uma na Avenida Djalma Batista (no topo do edifício Amazonas Flat) e outra no topo do Park Suites Hotel, na Praia da Ponta Negra.

Em 3 de janeiro de 2015, a TV Amazonas e todas as emissoras da Rede Amazônica deixam de utilizar o nome de suas filiais, passando a utilizar apenas a nomenclatura da rede. O objetivo disto é integrar todas as emissoras, de forma a fortalecer a marca e padronizar a qualidade da programação. Com a unificação da marca, as emissoras da Rede Amazônica deixam de utilizar seu nomes próprios nas vinhetas e na divulgação dos seus programas, sem no entanto mudar de nome. Em 31 de janeiro, o Amazônia Repórter deixa a grade da emissora.

Em 25 de abril, com a reformulação da grade da Rede Globo aos sábados, a Rede Amazônica estreou uma nova programação aos fins de semana. O programa Zappeando ganhou uma nova temporada, e estreou também o Paneiro, que mostra os ritmos musicais da região.

Em 2016, a primeira geração de proprietários da emissora e da Rede Amazônica acaba falecendo. Em 5 de outubro, morreu Joaquim Margarido, vítima de um câncer.[8] No dia 30 do mesmo mês, morreu Milton Magalhães de Cordeiro, vítima de uma pneumonia.[9] E em 14 de dezembro, o então presidente do grupo e último remanescente, Phelippe Daou, morreu vítima de falência múltipla dos órgãos.[10]

Em 3 de julho de 2017, a emissora passou a gerar os primeiros 30 minutos do Bom Dia Amazônia em rede estadual, com os 60 minutos restantes gerados apenas para sua área de cobertura no Amazonas.

Em 30 de setembro, a emissora deixa de exibir o Amazonas TV na hora do almoço, que é substituído pelo Jornal do Amazonas 1ª edição. A emissora também deixa de exibir o Amazônia em Revista, que é extinto da programação.

Sinal digital[editar | editar código-fonte]

Canal virtual Canal digital Resolução de tela Programação
5.1 15 UHF 1080i Programação principal da TV Amazonas / Globo

A emissora iniciou suas transmissões digitais em 31 de agosto de 2009, através do canal 15 UHF, sendo a primeira emissora de Manaus e do Amazonas a transmitir com a nova tecnologia. Em 1º de setembro de 2010, toda a programação da emissora passou a ser exibida em alta definição.

Como forma de promover a nova tecnologia e seus benefícios em relação ao sinal analógico para os telespectadores, a emissora instalou aparelhos de TV de 70 polegadas no Terminal de Ônibus T3, no bairro da Cidade Nova, em Manaus, em 1º de setembro de 2014,[11] e também no Terminal de Ônibus T4, no Jorge Teixeira, em 30 de outubro.[12]

Transição para o sinal digital

Com base no decreto federal de transição das emissoras de TV brasileiras do sinal analógico para o digital, a TV Amazonas, bem como as outras emissoras de Manaus, irá cessar suas transmissões pelo canal 05 VHF em 30 de maio de 2018, seguindo o cronograma oficial da ANATEL.[13]

Programação[editar | editar código-fonte]

Além de retransmitir a programação nacional da Rede Globo, a Rede Amazônica produz os seguintes programas:

  • Bom Dia Amazônia: Telejornal, com José Carlos Amorim e Luana Borba;
  • Jornal do Amazonas 1ª edição: Telejornal, com Cléo Pinheiro;
  • Globo Esporte AM: Jornalístico esportivo, com Thiago Guedes;
  • Jornal do Amazonas 2ª edição: Telejornal, com Natália Teodoro;
  • Zappeando: Programa de variedades, com Isabela Monteiro, Jacqueline Santos e Moacyr Massulo;
  • Paneiro: Programa musical, com Oyama Filho;
  • Amazônia Rural: Jornalístico sobre agronegócio, com Breno Cabral e Raquel Mendonça;
  • Amazonas Notícia: Boletim informativo, durante a programação
Transmissões esportivas
  • Copa Rede Amazônica de Futsal: Transmissão dos jogos de futsal. Torneio realizado pela emissora.

Equipe[editar | editar código-fonte]

Membros atuais[editar | editar código-fonte]

Jornalistas e apresentadores
  • Breno Cabral
  • Cléo Pinheiro
  • Isabela Monteiro
  • Jacqueline Santos
  • José Carlos Amorim
  • Luana Borba
  • Moacyr Massulo
  • Natália Teodoro
  • Oyama Filho
  • Raquel Mendonça
  • Thiago Guedes
Repórteres e videorrepórteres
  • Adauto Silva
  • Caio Fonseca
  • Carmem Silva
  • Catiane Moura
  • Daniela Branches
  • Eduardo Monteiro de Paula
  • Flávia Rezende
  • Franciele Cardoso
  • Luciano Abreu
  • Marcos Lima
  • Marilene Silva
  • Maritana Santos
  • Rafael Campos
  • Ruthiene Bindá
  • Samira Benoliel
Correspondentes em Brasília
  • Ana Paula Cunha
  • Gabriela Lafetá
  • Rossana Gasparini
  • Wellinton Lopes

Membros antigos[editar | editar código-fonte]

  • Beto de Paula
  • Camila Seixas
  • Consuelo Nunes
  • Clayton Pascarelli (hoje na TV A Crítica)
  • Débora Holanda
  • Laura Lys
  • Nilsandro Junior
  • Paulo José
  • Ronaldo Menezes
  • Roseane Chagas
  • Thiago Herculano
  • Vandré Fonseca

Retransmissoras[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. a b «Portal Amazonas - Rede Amazônica». 1 páginas. Consultado em 28 de abril de 2013. Arquivado do original em 1 de setembro de 2009. Rede Amazônica - Nossa história é com você 
  2. «Jam - Jornal do Amazonas». 9 páginas. Consultado em 28 de abril de 2013. Arquivado do original em 1 de setembro de 2009. Quem Somos 
  3. Andressa Lifsitch (28 de abril de 2010). «Rede Amazônica implanta programação regionalizada em quatro estados do Norte». Portal Amazônia. Consultado em 27 de abril de 2013 
  4. Juçara Menezes (1 de setembro de 2012). «TV Amazonas completa 40 anos de jornalismo na região». Portal Amazônia. Consultado em 1 de setembro de 2012 
  5. Anderson Severiano (7 de fevereiro de 2013). «Caprichoso assina contrato com Rede Amazônica para Festival de Parintins». G1 - Amazonas. Consultado em 27 de abril de 2013 
  6. Redação (20 de junho de 2013). «TV Amazonas não transmitirá o Festival Folclórico de Parintins». Rede Amazônica. Consultado em 24 de julho de 2013 
  7. Gabriel Vaquer (4 de outubro de 2013). «Em despedida, apresentadora do "Bom Dia Ceará" chora no ar; assista». NaTelinha. Consultado em 7 de outubro de 2013 
  8. «Morre Joaquim Margarido, um dos fundadores da Rede Amazônica». G1. 5 de outubro de 2016. Consultado em 15 de dezembro de 2016 
  9. «Morre aos 84 anos Milton Cordeiro, vice-presidente da Rede Amazônica». G1. 31 de outubro de 2016. Consultado em 15 de dezembro de 2016 
  10. «Morre jornalista Phelippe Daou, fundador da Rede Amazônica». G1. 14 de dezembro de 2016. Consultado em 15 de dezembro de 2016 
  11. «Programação da Rede Amazônica será exibida em terminal de Manaus». redeglobo.globo.com. Consultado em 31 de outubro de 2015 
  12. «T4 recebe monitores para exibição de programas da Rede Amazônica». redeglobo.globo.com. Consultado em 31 de outubro de 2015 
  13. Higa, Paulo (15 de fevereiro de 2016). «Quando a TV analógica será desligada na sua cidade». Tecnoblog. Consultado em 30 de janeiro de 2017 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Ver também[editar | editar código-fonte]