Cidade da Música Roberto Marinho
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A Cidade da Música Roberto Marinho, com previsão de inauguração entre agosto e novembro de 2008, será a nova sede da Orquestra Sinfônica Brasileira e o principal centro de espetáculos musicais do Estado do Rio de Janeiro. Localizada no Trevo das Palmeiras, na Barra da Tijuca (Zona Oeste da cidade), abrigará a maior sala de concertos de orquestra sinfônica e ópera da América Latina, com até 1.800 lugares.
O projeto, de autoria do arquiteto francês Christian de Portzamparc e bancado pela Prefeitura do Rio de Janeiro, foi apresentado em outubro de 2002, prevendo gastos de R$ 80 milhões e inauguração no fim de 2004[1]. Entretanto, tanto o orçamento quanto os prazos de conclusão sofreram grandes aumentos.
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[editar] Atrasos e aumentos
A previsão da Prefeitura do Rio de Janeiro é de inaugurar a Cidade da Música em agosto de 2008, apesar de alguns contratos com empreiteiras preverem obras até novembro[1]. De qualquer maneira, a inauguração ocorrerá com cerca de 4 anos de atraso em relação ao projeto original.
Parte dos atrasos se deve à detecção de falhas no terreno, exigindo mudanças no projeto, e também à prioridade dada à conclusão das instalações dos Jogos Pan-americanos de 2007, o que desviou os recursos da Prefeitura e interrompeu a obra por mais de 1 ano[1].
O orçamento final também deve ficar muito acima do inicialmente planejado, chegando a R$ 466,8 milhões, quase 6 vezes o valor previsto no projeto original. Uma pequena parte desse aumento também se deve à detecção de falhas no terreno, que demandou reforços nas fundações de algumas colunas. Mudanças no projeto feitas após o início da obra também contribuíram para o aumento: em um dos casos, foram gastos R$ 19,3 milhões no aluguel de estruturas metálicas para sustentar paredes em construção[1].
[editar] Homenagem
O nome da Cidade da Música é uma homenagem ao jornalista e empresário Roberto Marinho, das Organizações Globo, falecido semanas antes do início das obras. O decreto (n° 23243) que deu nome à Cidade da Música foi expedido pelo prefeito Cesar Maia em 7 de agosto de 2003, um dia após a morte de Roberto Marinho.
[editar] Infra-estrutura
- Área do terreno: aproximadamente 95 mil m²
- Área construída: 87.403 m²
- Grande Sala de concertos com 1.800 lugares (adaptável para ópera, neste caso para 1.300 lugares)
- Sala secundária com 800 lugares
- Sala de música de câmara com 500 lugares
- 13 salas de ensaio
- 13 salas de aula
- 3 salas de cinema
- 3 lojas
- mídiateca
- restaurante
- cafeteria
- foyer musical
- 738 vagas de estacionamento

