Epístola aos Gálatas

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A Epístola aos Gálatas (conhecida também apenas como Gálatas) é a epístola que o apóstolo S. Paulo redigiu aos gálatas.[1] [2]

Foi escrita, provavelmente, por volta dos anos 55-60 depois de Cristo (foi provavelmente a primeira carta que Paulo escreveu). E era endereçada inicialmente às igrejas da Galácia, uma região da Ásia Menor.

Seu propósito era combater os "judaizantes" (judeus que afirmam que os gentios para serem salvos, tinham que ser circuncidados e guardar todas as leis de Moisés). A epístola é uma defesa da doutrina da justificação pela fé, advertências contra a reversão ao judaísmo, e a vindicação do apostolado de Paulo.

Esta carta tem sido chamada de A carta magna da igreja por alguns escritores. Seu principal argumento é a defesa da liberdade cristã em oposição ao ensino dos judaizantes. Estes falsos mestres insistiam que a observância das cerimônias da lei era parte essencial do plano de salvação.

Estrutura[editar | editar código-fonte]

1. Na parte pessoal é semelhante a II Coríntios – Conta sua conversão, defende o seu apostolado, os falsos mestres etc.
2. Na parte doutrinária e prática é semelhante à Epístola aos Romanos – defende a justificação pela fé, explica a função da lei e ensino sobre a santificação.
Epístola aos Gálatas.
Edição do Novo Testamento de 1524.

Referências

  1. Pearlman, Myer. Através da Bíblia: Livro por Livro (em português). 23 ed. São Paulo: Editora Vida, 2006. 439 pp. ISBN 9788573671346
  2. Echegary, J. González et ali. A Bíblia e seu contexto (em português). 2 ed. São Paulo: Edições Ave Maria, 2000. 1133 pp. 2 vol. ISBN 9788527603478
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