Antália

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Turquia Antália
Antalya, Adália, Ataleia
 
—  Área metropolitana (büyükşehir)  —
Colagem de Antália
Colagem de Antália
Localização da área metropolitana de Antália na província de Antália
Localização da área metropolitana de Antália na província de Antália
Antália está localizado em: Turquia
Antália
Localização de Antália na Turquia
36° 54' N 30° 41' E
Região Mediterrâneo
Província Antália
Fundação ca. 150 a.C.
Fundador Átalo II
Administração
 - Governador (vali) Ahmet Altıparmak
 - Prefeito (belediye başkanı) Mustafa Akaydın
Área
 - Total 1 417 km²
Altitude 30 m (98 pés)
Altitude mínima 0 m (0 pés)
População (2009)[1]
 - Total 955 573
    • Densidade 674,36/km2 
Código postal 07xxx
Prefixo telefónico 0242
Sítio Governo distrital: www.antalya.gov.tr
Prefeitura: www.antalya.bel.tr

Antália (em grego: Αττάλεια; transl.: Attaleia; em turco: Antalya), antiga Adália, é uma cidade do sul da Turquia situada região do Mediterrâneo (Akdeniz Bölgesi), capital da área metropolitana (büyükşehir belediyesi) e da província de Antália. De acordo com o censo de 2009, a população do conjunto dos distritos urbanos era de 955 573.[1] A altitude média da cidade é 30 m. Foi fundada cerca de 150 a.C.

Construída sobre falésias à beira-mar, a cidade está rodeada de montanhas. Os investimentos feitos a partir dos anos 1970 transformaram a cidade num centro turístico de fama internacional.[nt 1]

Etimologia[editar | editar código-fonte]

Segundo a lenda, no século II a.C. Átalo II, rei de Pérgamo ordenou ao seus homens que encontrassem o paraíso na terra. Depois de uma intensa busca, eles descobriram a região de Antália. O rei reconstruiu a cidade, dando-lhe o nome de Ataleia (em grego: Αττάλεια), que com o passar do tempo mudou para Adália em turco e finalmente Antália. Ataleia era igualmente o nome de um festival em Delfos[2] e Attalis (Ἀτταλίς) era o nome de uma antiga tribo grega de Atenas.[3]

História[editar | editar código-fonte]

Não se sabe ao certo quando o local onde se encontra a cidade foi habitado pela primeira vez. Átalo II, rei de Pérgamo teria fundado a cidade cerca de 150 a.C., e tornando-a uma base naval para a sua poderosa frota. No entanto, em 2008 foram descobertos vestígios do século III a.C. em escavações no distrito de Doğu Garajı, o que sugere que a cidade é mais antiga do que se supunha. Antália passou a fazer parte da República Romana quando o último rei de Pérgamo, Átalo III deixou em testamento o seu reino a Roma. A cidade prosperou durante o período romano.

O cristianismo começou a espalhar-se na região depois do século II d.C. Antália foi visitada por Paulo de Tarso (São Paulo):

Partindo de Perga, Paulo e Barnabé foram a Atália e daí navegaram para Antioquia depois de pregarem na Pisídia e Panfília
 
Atos dos Apóstolos 14:25-26,

Antália foi uma cidade importante do Império Bizantino, sendo a capital do Tema Carabisiano (em grego: Θέμα Kαραβησιάνων - Thema Karabisianoi), o qual ocupava as costas sul da Ásia Menor e as ilhas do Mar Egeu. Aquando da subida ao trono de João II Comneno, em 1118, Antália era uma cidade isolada, um posto avançado nos territórios sob domínio turco, só acessível por mar.[4] No ano seguinte, com a ajuda do seu comandante-em-chefe João Axuch, João II expulsou os turcos das rotas terrestres até Antália e a cidade voltou a estar ligada ao resto do império.

A cidade e a região em voltar foi conquistada no início do século XIII pelos turcos seljúcidas, tendo-se transformado na capital do Beylik de Teke (em turco: Tekeoğulları Beyliği), que existiu entre 1321 e 1423, ano em que foi conquistado pelo Império Otomano. O viajante árabe-berbere Ibn Battuta, que visitou a cidade entre 1335 e 1340 escreveu:

O minarete flautado (século XIII), da Mesquita Yivli Minare, um dos símbolos da cidade e uma das construções islâmicas mais antigas da cidade.
De Alanya fui para Antaliya (Adalia), uma cidade muito bela. Cobre uma área imensa, mas apesar do seu tamanho é uma das cidades mais atraentes que já vi, além de ser muito populosa e bem construída. Cada comunidade vive em bairros separados. Os mercadores cristãos vivem num bairro conhecido como a Mina (o porto), e estão rodeados de uma muralha cujas portas são fechadas por fora à noite e durante os serviços religiosos de sexta-feira. Os gregos, que eram os seus antigos habitantes, vivem sozinhos noutro bairro, os judeus noutro, e o rei, a sua corte e os mamelucos noutro. O resto dos muçulmanos habita a parte principal da cidade. À volta de toda a cidade e dos bairros mencionados, existe outra grande muralha. A cidade tem pomares e produz fruta excelente, incluindo uma variedade admirável de damasco, a que chamam Qamar ad-Din, cujo caroço tem uma amêndoa doce no seu interior. Este fruto é seco e exportado para o Egipto, onde é considerado um grande luxo.
 
Ibn Battuta[5] ,

Na segunda metade do século XVII o viajante Evliya Çelebi descreveu uma cidade de ruas estreitas contendo 3 000 casas em vinte bairros turcos e quatro bairros gregos. A cidade tinha crescido para fora das muralhas e dizia-se que o porto podia comportar 200 barcos.

Sarcófago romano do século II d.C. no Museu de Antália.

No século XIX, à semelhança da maior parte da Anatólia, o soberano era um "dere bey" (senhorio). A família Teke Oglu, residente próximo de Perga, embora submetida em 1812 por Mahmud II, continuou a ser um poder rival do governador otomano até à atual geração, sobrevivendo por muitos anos à queda dos outros grandes beys da Anatólia. Os registos da Companhia do Levante (Turquia), que manteve uma agência em Antália até 1825, documentaram os bere beys locais.

No século XX a população de Antália cresceu com a vinda de turcos vindos do Cáucaso e dos Balcãs na sequência das turbulências que marcaram o fim do Império Otomano e o início da república turca. Em 1911 a cidade tinha 25 000 habitantes, incluindo muitos judeus e cristãos, os quais ainda viviam em bairros separados à volta da mina (porto) muralhada. O porto era servido por barcos a vapor costeiros de companhias locais. Antália, chamada então Adália, era pitoresca, mas era muito pouco desenvolvida e as suas construções eram de má qualidade. A principal atração para os visitantes era a muralha e um passeio ao longo dela. Uma parte desse passeio ainda existe na atualidade. As repartições estatais e as residências das classes mais altas eram todas fora das muralhas.[6]

A cidade foi ocupada por forças italianas entre o fim da Primeira Guerra Mundial e 1923, aquando da fundação da República Turca.

Demografia[editar | editar código-fonte]

Em 2007 a população da área metropolitana era de 913 568 habitantes segundo algumas fontes,[7] ou 775 157 segundo outras.[8] Em 2009 tinha aumentado para 955 573 habitantes.[1]

Estátua de Átalo II, o fundador oficial de Antália.
Variação da população entre 1911 e 2009 [nt 1] [carece de fontes?]
Ano habitantes var.   Ano habitantes var.
1911 25 000   1965 72 000  +41,2%
1927 17 000  -32% 1970 95 000  +31,9%
1935 23 000  +35,3% 1985 258 139  +171,7%
1940 25 000  +8,7% 1990 378 208  +46,5%
1945 26 000  +4% 2000 603 190  +59,5%
1950 28 000  +7,7% 2007 775 157  +28,5%
1955 36 000  +28,6% 2009 1 098 507  +41,7%
1960 51 000  +41,7%

Geografia[editar | editar código-fonte]

Vista da beira-mar de Antália.

Antália fica no sudoeste da Anatólia, à beira do Golfo de Antália (Mar Mediterrâneo). Dista aproximadamente 550 km de Ancara e de Adana, 450 km de Esmirna e 730 km de Istambul.

A cordilheira dos Montes Tauro corre paralela à costa, de leste para oeste e praticamente rodeia as estreitas planícies costeiras onde a cidade se encontra. Em algumas partes da costa, as montanhas mergulham a pique sobre o mar, formando pequenas baías e penínsulas. A cidade encontra-se sobre duas zonas planas formadas por rocha travertina, a uma altitude média de 35 metros. O centro encontra-se na planície rochosa mais perto do mar, estendendo-se a zona urbana para a planície de Kepezüstü, mais para o interior.

Clima[editar | editar código-fonte]

A área da cidade é protegida dos ventos frios do norte pelas montanhas e tem um clima carateristicamente mediterrânico, com verões quentes e secos e invernos chuvosos e relativamente amenos. Há aproximadamente 300 dias de sol por ano. A temperatura da água do mar oscila entre 15 °C e 28 °C. A temperatura do ar pode chegar aos 40 °C em julho e agosto, mas é mais frequente que as temperaturas máximas rondem os 30 °C, com a brisa marítima a contribuir para tornar o calor mais suportável.

Dados climatológicos para Antália
Mês Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Ano
Temperatura máxima média (°C) 14,9 15,4 17,7 21,2 25,4 30,5 33,8 33,7 30,9 26,4 21,2 16,7 21,9
Temperatura mínima média (°C) 5,9 6,2 7,8 11,1 15,0 19,4 22,4 22,3 19,1 15,0 10,7 7,6 13,5
Precipitação (mm) 232,4 160,7 96,8 46,2 30,0 9,6 2,2 2,5 12,3 67,7 131,9 263,3 1 055,6
Dias de chuva 12,6 10,8 8,9 6,4 5,3 2,6 0,6 0,7 1,8 5,8 7,6 12,3 77
Fonte: World Weather Information Service[9] 2009-01-01

Economia[editar | editar código-fonte]

A avenida Konyaalti.

A economia de Antália depende principalmente do turismo, agricultura, comércio e alguma indústria ligeira. Entre os produtos agrícolas destacam-se os citrinos, bananas, algodão, flores, azeitona e azeite. 65% da procura de fruta fresca e vegetais é satisfeita pelo complexo do mercado municipal grossista de Antália.[nt 1]

Turismo[editar | editar código-fonte]

O centro histórico, na zona denominada Kaleiçi, conserva um certo ambiente de outros tempos com as suas ruas empedradas estreitas, as casas tradicionais gregas e turcas, os seus hotéis, bares, discotecas, restaurantes e lojas. O seu restauro recebeu o prémio Golden Apple Tourism. Os grandes hotéis mais modernos situam-se junto à costa, acima de das praias de Konyaaltı e Lara.

A arquitetura da cidade conserva vestígios das culturas que passaram pela cidade — lícia, panfília e helénica e, principalmente, romana, bizantina, seljúcida e otomana.

A principal praça da cidade, a Cumhuriyet Meydan, por vezes acolhe exposições e espectáculos ao ar livre.

Educação[editar | editar código-fonte]

Em 2008 a cidade havia 275 000 estudantes e 12 000 professores na cidade. A Universidade Akdeniz é a principal instituição de ensino superior da província.

Cultura[editar | editar código-fonte]

Vendedor de rua de sumo de laranja e romã.
Vista do porto.
Vista do porto.

Gastronomia[editar | editar código-fonte]

Alguns dos pratos tradicionais de Antália são:

Outros pratos são os domates civesi, à base de tomate, şakşuka e uma variedade de pratos frios mediterrânicos onde o azeite é um ingrediente obrigatório. Um dos aperitivos tradicionais locais é o tremoço. Um dos peixes comuns na cozinha local é o mero ou garoupa branca (Epinephelus aeneus), conhecido localmente como grida.

Festividades e eventos[editar | editar código-fonte]

Antália é palco de diversos campeonatos desportivos, que incluem ralis e o Campeonato Mundial de Halterofilismo de 2010. Entre os eventos anuais destacam-se:

Locais a visitar[editar | editar código-fonte]

Antália é famosa pelas suas praias, nomeadamente as de Konyaaltı, Lara e Karpuzkaldıran. No inverno pode praticar-se ski nas estâncias próximas de Beydağları e Saklikent.

A cidade tem muitas mesquitas, igrejas e madraçais (escolas islâmicas), caravançarais (conhecidos na Turquia como hans) e hamams (banhos turcos). As áreas de Kaleiçi e do porto, rodeadas de muralhas, são as mais antigas da cidade e ainda conservam muitas casas de arquitetura tradicional grega e turca.

Locais históricos no centro[editar | editar código-fonte]

  • Kaleiçi, o centro histórico
  • Muralhas
Torre Hıdırlık (Hıdırlık Kulesi).
Torre do relógio otomana.
  • Torre Hıdırlık (Hıdırlık Kulesi), originalmente construída no período helénico, foi reconstruída no século II d.C. pelos romanos e restaurada pelos seljúcidas e otomanos; serviu tanto como fortificação como farol.
  • Porta de Adriano, foi construída no século II d.C. em honra do imperador romano Adriano, que visitou a cidade em no ano 130.
  • Kesik Minare (minarete partido), começou por ser um templo romano construído no século II; no século VII foi conertida numa igreja bizantina em honra da Virgem Maria; sofreu grandes estragos durante as invasões árabes do século VIII; foi restaurada no século X e convertida em mesquita pelos seljúcidas. A mesquita foi destruída por um incêndio em 1846, tendo sobrevivido apenas o minarete.
  • Mesquita Yivli Minare ou Ulu Camii, é um dos edifícios islâmicos mais antigos de Antália, embora possa ter sido originalmente uma igreja bizantina. Foi construído pelos seljúcidas em 1230. A torre que lhe dá o nome (minarete em forma de flauta) tem 38 m de altura e é um dos símbolos da cidade. A mesquita original foi destruída no século XIV, dando lugar a um dos exemplos mais antigos de construções com cúpulas múltiplas da Anatólia. Atualmente acolhe o Museu de Etnografia de Antália.
  • Outros edifícios islâmicos importantes são o madraçal Karatay Medresesi e as mesquitas Ahi Yusuf Mescidi, Iskele, Murat Paşa, Tekeli Mehmet Paşa, Balibey, Musellim, Seyh Sinan Efendi e Osman Efendi.

Outros locais[editar | editar código-fonte]

  • Cascatas de Karpuzkaldıran
  • Tünek Tepe, colina a oeste da cidade.
  • Parque Karaalioğlu, parque situado a sul da zona histórica de Kaleiçi onde se encontra a Torre Hıdırlık.
  • Ponte de Arapsu, ponte romana a cerca de 5 km a oeste do centro da cidade.

Museus[editar | editar código-fonte]

Transportes[editar | editar código-fonte]

Elétrico.

Antália tem um aeroporto internacional (IATA: AYTICAO: LTAI), cujo movimento em 2007 foi de cerca de 18 milhões de passageiros[13] (15 milhões internacionais). O porto principal é a sul de Konyaaltı, mas por enquanto o transporte marítimo de passageiros é praticamente inexistente, embora haja planos para o desenvolver, nomeadamente a criação de rotas locais para Kemer.

Autocarros[editar | editar código-fonte]

O sistema urbano de autocarros que serve a área metropolitana é operado por uma empresa privada. O pagamento dos transportes públicos era feito com dinheiro até 2007, ano em que foi introduzido um sistema com cartões, o Antkart, o qual acabou por ser cancelado em junho de 2009 devido aos protestos.

Além de autocarros, há uma rede de dolmuş (espécie de táxis partilhados), usualmente mini-autocarros.

Ferrovias[editar | editar código-fonte]

Antália não é servida por comboios, embora desde os tempos otomanos que haja planos para dotar a cidade de ligações ferroviárias.

A cidade dispõe de carros elétricos que vão desde o Museu de Antália e os hotéis Sheraton Voyager e Falez até ao centro da cidade, em Kalekapisi, Porta de Adriano, Parque Karaalioğlu, percorrendo a avenida principal e terminando em Talya Oteli. Os elétricos partem de meia em meia-hora do terminal e demoram entre 10 e 15 minutos a chegar a Kalekapisi. Em desembro de 2009, foi aberta uma linha metropolitano de superfície de 11 km de extensão entre o principal terminal de autocarros a noroeste, e o jardim zoológico e outras zonas suburbanas.

Cidades-irmãs[editar | editar código-fonte]

Antália está geminada com as seguintes cidades:

 Alemanha, Nuremberga

Cazaquistão, Taldykorgan

 Chipre, Famagusta

 Estados Unidos, Muskegon

 Israel, Bat Yam

 Rússia, Cheboksary

 Rússia, Cazã

 Rússia, Rostov do Don

Personalidades famosas ligadas a Antália[editar | editar código-fonte]

Notas

  1. a b c Texto inicialmente baseado no artigo «Antalya» na Wikipédia em inglês (acessado nesta versão).

Referências

  1. a b c Address based population registration system (ABPRS) database (2009) (em inglês). www.tuik.gov.tr. TURKSTAT (2009). Página visitada em 2010-07-02.
  2. Liddell, Henry George; Scott, Robert. Ἀττα^λεῖον. A Greek-English Lexicon. Projeto Perseu, Universidade Tufts (www.perseus.tufts.edu). Página visitada em 2010-07-01.
  3. Liddell, Henry George; Scott, Robert. Ἀτταλίς. A Greek-English Lexicon. Projeto Perseu, Universidade Tufts (www.perseus.tufts.edu). Página visitada em 2010-07-01.
  4. Norwhich, John Julius. Byzantium: The Decline and Fall (em inglês). Nova IorqueAlfred A. Knopf, 1996. 68 p.
  5. Gibb, H.A.R.; editado por Ross, E. Denison e Power, Eileen. Ibn Battuta: Travels in Asia and Africa 1325-1354 (em inglês). Nova Iorque: Robert M. McBride & Company. Disponível online em: Halsall, Paul (fevereiro 1996). Medieval Sourcebook: Ibn Batuta (1307-1377 CE): Travels (em inglês). Internet Medieval Source Book. Universidade de Fordham, Nova Iorque. Página visitada em 2010-07-01. Cópia arquivada em 2010-07-01. "O limão ainda hoje é chamado de Addaliya no Egipto"
  6. "Adalia". (em inglês) Encyclopædia Britannica. (1911). Consultado em 2010-07-01. 
  7. Districts of Turkey (em inglês). www.statoids.com. Administrative Divisions of Countries ("Statoids") (2 de fevereiro de 2008). Página visitada em 26 de maio de 2010. Cópia arquivada em 26 de maio de 2010.
  8. Address based population registration system (ABPRS) database (2007) (em inglês). www.tuik.gov.tr. TURKSTAT (2007). Página visitada em 2010-07-02.
  9. Antalya (em inglês). World Weather Information Service (www.worldweather.org). Organização Meteorológica Mundial. Página visitada em 2010-07-02. Cópia arquivada em 2010-07-02.
  10. Antalya Museum (em inglês). www.kultur.gov.tr. Ministério do Turismo da Turquia. Página visitada em 2010-07-02. Cópia arquivada em 2010-07-02.
  11. Suna & İnan KIRAÇ Kaleiçi Müzesi - Antalya (flash) (em inglês). Página visitada em 2010-07-02.
  12. Adalya - The Annual of the Suna & İnan KIRAÇ Research Institute on Mediterranean Civilizations (em inglês). Página visitada em 2010-07-02.
  13. ACI Europe Ranking 2007 (Excel) (em inglês). Airports Council International Europe. Página visitada em 2010-07-02.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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