Google Earth

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Google Earth
Captura de tela
Screenshot do Google Earth.
Desenvolvedor Estados UnidosGoogle Inc.
Lançamento 28 de junho de 2005 (9 anos)
Versão estável 7.1.4.1529 (13 de Abril de 2015)
Versão em teste [+/-]
Idioma(s) 45 idiomas
Sistema operativo Microsoft Windows, Mac OS X e Linux
Gênero(s) Globo Virtual
Licença Freeware
Estado do desenvolvimento Ativo
Tamanho 24,08 MB (Windows)
24,7 MB (Linux)
54,8 MB (Mac OS X)
Página oficial Google Earth.

Google Earth é um programa de computador desenvolvido e distribuído pela empresa estadunidense do Google cuja função é apresentar um modelito tridimensional do globo terrestre, construído a partir de mosaico de imagens de satélite obtidas de fontes diversas, imagens aéreas (fotografadas de aeronaves) e GIS 3D. Desta forma, o programa pode ser usado simplesmente como um gerador de mapas bidimensionais e imagens de satélite ou como um simulador das diversas paisagens presentes no Planeta Terra. Com isso, é possível identificar lugares, construções, cidades, paisagens, entre outros elementos. O programa é similar, embora mais complexo, ao serviço também oferecido pelo Google conhecido como Google Maps.

Anteriormente conhecido como Earth Viewer, o Google Earth foi desenvolvido pela Keyhole, Inc, uma companhia adquirida pelo Google em 2004. O produto, renomeado de Google Earth em 2005, está disponível para uso em computadores pessoais rodando Microsoft Windows 2000, XP, Vista, 7,Windows 8 e 8.1 Mac OS X 10.3.9 e superiores, e Linux (lançado em 12 de Junho de 2006) e FreeBSD.

O programa está disponível em duas diferentes licenças: Google Earth, a versão grátis mas com funções limitadas; e o Google Earth Pro (Gratuito), que se destina a uso comercial. O Google Earth Plus (R$20 por ano), que dispunha de recursos adicionais foi cancelado em 2008 por motivos comerciais;[1]

Aspectos gerais[editar | editar código-fonte]

Anteriormente conhecido como Earth Viewer, o Google Earth foi desenvolvido pela empresa Keyhole, Inc, uma companhia que a Google adquiriu em 2004. O nome do produto foi alterado para Google Earth em 2005 e está actualmente disponível para uso em computadores pessoais com Mac OS X 10.3.9 ou superior, Microsoft Windows 2000 ou XP e no dia 12 de Junho de 2006 foi lançada uma versão beta para Linux. A Google fez melhorias ao cliente Keyhole e adicionou as imagens de satélite da base de dados para o seu software de mapeamento baseado na Internet.

A maioria das grandes cidades do planeta já está disponível em imagens com resolução suficiente para visualizar edifícios, casas ou mesmo detalhes mais próximos como automóveis. Todo o globo terrestre já está coberto com aproximação de pelo menos 15 quilômetros.

Recursos[editar | editar código-fonte]

Atualmente, o programa permite girar uma imagem, marcar os locais que você conseguiu identificar para visitá-los posteriormente, medir a distância entre dois pontos e até mesmo ter uma visão tridimensional de uma determinada localidade. No mês de maio de 2006 as imagens de satélite sofreram uma atualização e uma grande parte do Brasil já está em alta resolução. Mesmo pequenas cidades encontram-se disponíveis em detalhes.

O Google Earth faz a cartografia do planeta, agregando imagens obtidas de várias fontes, incluindo imagens de satélite, fotografia aérea, e sistemas de informação geográfica sobre um globo em 3D.

Também é possível ver mapas antigos do planeta todo, com o recurso Featured Content, nas layers (camadas).

Google Sky[editar | editar código-fonte]

A google criou a nova versão do Google Earth, a partir da versão (Google Earth 4.2 - Sky), O Novo google sky permite navegar pela terra e pelo universo.

  • Dentro do modo terra pode-se navegar por toda a parte como, Paris, Londres, etc.
  • No modo Sky podemos navegar pelo universo, Marte, Urano, etc.

O google Earth é uma boa ferramenta quando o assunto é pesquisa de lugares via satélite.

Google Marte[editar | editar código-fonte]

A partir da versão 5 do programa, o Google Earth disponibiliza um recurso com o qual o planeta Marte pode ser visualizado em alta resolução do mesmo modo que a Terra.

Google Lua[editar | editar código-fonte]

A partir da 2ª atualização da versão 5 do programa, o Google Earth disponibilizou um novo recurso com o qual o nosso satélite a Lua pode ser visualizada em alta resolução da mesma forma que a Terra e Marte.

Titanic[editar | editar código-fonte]

Nesse novo Google Earth, é possível visitar o navio RMS Titanic. Se você pesquisar (Titanic) na busca de endereços, você irá direto ao navio. Deem mais zoom até chegarem ao fundo.

Oceano[editar | editar código-fonte]

Trata-se de uma atualização majoritária disponível a partir da versão 5 e criada para atender a solicitação por mais recursos relacionados aos oceanos.[2] Este recurso adiciona uma nova camada que possibilita a visualização elementos ligados a superfície e ao fundo dos oceanos, como locais de mergulho, naufrágios, pontos de surf e áreas de proteção marinha.

Para essa adição a Google contou com vários parceiros de peso, dentre eles a California Academy of Sciences, Monterey Bay Aquarium Research Institute e a National Geographic Society.[3]

Imagens históricas[editar | editar código-fonte]

Com este recurso o Google Earth permite a comparação, caso estejam disponíveis em seus arquivos, de imagens de um mesmo local ao longo do tempo.

Simulador de voo[editar | editar código-fonte]

Este simulador une as imagens de satélite do google earth com um simulador de voo podendo até fazer pousos e decolagens em aeroportos. Existem dois modelos o SR22 e o F-16.

Busca de endereços[editar | editar código-fonte]

O Google Earth permite aos usuários a busca de endereços. Basta digitar o nome da cidade, e caso existam mais cidades com o mesmo nome as outras opções estarão logo abaixo. Pode-se procurar também pelas coordenadas geográficas (e isso pode ser feito em dois formatos) ou mesmo pelo CEP (inclusive no Brasil).

Topografia[editar | editar código-fonte]

Tem dados terrestres digitais recolhidos pela missão SRTM. Isto significa que podemos ver o Grand Canyon ou o Monte Evereste em três dimensões. Para além disso, o Google Earth providencia uma camada (layer) com edifícios modelados em 3D de algumas das maiores cidades dos EUA. Layers - 3d Buildings. Algumas construções da cidade de São Paulo já podem também ser visualizadas.

Muitos usuários costumam adicionar os seus próprios dados e tornando-os disponíveis, através de várias fontes tais como os BBS ou blogs e até o próprio Orkut, com as comunidades relacionadas. Outros pontos de referência podem ser acessados ativando o layer Google Earth Community.

Edifícios em 3D[editar | editar código-fonte]

Uma nova ferramenta implementada pelo Google após a sua aquisição da Keyhole, Inc é um conjunto de dados 3D de 48 cidades estadounidenses (Junho de 2006). Esta informação é fornecida pelo Sanborn Citysets.[4] No entanto, muitos destes edifícios ainda são visualizados como simples volumes sem detalhamento. Em 14 de Março de 2006, Google adquiriu a At Last Software, empresa que produziu o SketchUp e criou plug-in para modelos 3D no Google Earth. Esse software permite modelar edificações em 3D, agregar texturas, e compartilhar os arquivos gerados na comunidade do Google Earth na Internet. As maiores estruturas em 3D no Google Earth são o Burj Khalifa e o Dubai Mall localizados em Dubai, Emirados Árabes Unidos.[carece de fontes?]

Licença[editar | editar código-fonte]

O Google Earth está disponível numa versão gratuita para uso privado e em versões licenciadas para o uso comercial. Actualmente está disponível oficialmente em Windows XP e Mac OS X. A versão Linux, que era esperada em 2005, foi lançada uma versão beta em junho de 2006. Agora a versão do Google Earth está disponível para o Linux na seção estável (5.2) ou Beta (6.0).[5]

Quando o programa começa, a vista do Google Earth está centrada em Lawrence, Kansas, no entanto é possível fazer com que inicie no lugar desejado.

O director de engenharia do Google Earth chama-se Brian McClendon[6] e a sua biografia online diz que ele licenciou-se em 1986 na Universidade do Kansas.

Produtos Google Earth[editar | editar código-fonte]

A família de produtos disponíveis em janeiro de 2009 é composta dos seguintes programas[7] [8]

Controvérsias[editar | editar código-fonte]

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O Google Earth têm sido duramente criticado por organizações secretas e até por alguns governos que alegam que o software contenha informações ultrasecretas que podem por em risco alguns objetivos e planejamentos de alguns países. Abaixo seguem algumas controvérsias expostas ao público mundial sobre o software:

  • O ex-presidente da Índia, A.P.J. Abdul Kalam se manifestou contra a disponibilidade de imagens de satélites de alguns lugares secretos do governo indiano. Em resposta o Google resolveu censurar estas imagens.[9]
  • O governo sul-coreano protestou contra o Google alegando que as imagens do palácio presidencial de Seul disponibilizadas no Google Earth seriam de total importânica para os inimigos norte-coreanos, que a um certo tempo vêm tentando localizar o chefe-de-estado da Coreia do Sul.
  • Em 2006, um usuário afirmou ter visualizado uma réplica da região do Caracórum, atualmente sobre o controle da China, porém reivindicado pelo estado indiano.
  • Em outubro de 2007, o The Guardian relatou que as Brigadas dos Mártires de Al-Aqsa estavam usando o software para promover e planejar ataques terroristas contra o estado de Israel.[10]
  • Heidy Um criminoso sobrevivente dos Atentados de Bombaim de 2008 admitiu usar o software do Google para planejar os ataques.[11]

Curiosidades[editar | editar código-fonte]

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  • Com o seu lançamento, vários usuários se interessaram em adquirir o programa, que é constituído por imagens da NASA e outros fornecedores, feitas por satélites artificiais. Várias associações de usuários foram criadas na internet para troca de informações. A cada dia o software vem se atualizando para melhores e mais amplas descobertas, até então desconhecidas da humanidade.[12] Muitos usuários conseguem imagens inusitadas, inclusive de pessoas nuas tomando sol, com isso o programa já foi alvo de processos.[13]
Descobertas
  • Um espanhol, usuário amador conseguiu perceber supostas crateras na África que podem ter sido provocadas por um impacto de um meteoro.[14]
  • Na Itália um usuário conseguiu descobrir ruínas romanas, até então desconhecidas.[15]
  • Várias pessoas ao tomar sol nuas em suas casas e quintais foram registradas nas fotos e entraram com processo contra o Google.[16] [17]

Referências

Ver também[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]