Igreja Presbiteriana Viva

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Igreja Presbiteriana Viva
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Classificação Protestante
Orientação Episcopal Pentecostal
Líder Bispo José Elias[1]
Área geográfica Brasil, Argentina, Níger, Equador, Bolívia, Portugal, Espanha[2] e nos Estados Unidos[3][4]
Origem 2000 (18 anos)
Volta Redonda, Rio de Janeiro
Separado de Igreja Presbiteriana Independente do Brasil
Congregações 130[5]
Site oficial chamaviva.com.br/new/

A Igreja Presbiteriana Viva é uma igreja cristã protestante restauracionista, trinitariana, não-sabatista, continuísta, e apesar de ter sido criada em 1993, foi fundada oficialmente sete anos mais tarde em 2000, em Volta Redonda, no Rio de Janeiro,[6][7] a partir de um grupo de membros da Igreja Presbiteriana Independente do Brasil. A Igreja Presbiteriana Viva adota o governo episcopal, ou seja, tem no Bispo a autoridade máxima exercida dentro da igreja, reconhecendo que o título de Apóstolo restringiu-se apenas a era apóstolica, com o objetivo de formar e edificar a Igreja primitiva. A igreja é adepta da visão MDA (Modelo de Discipulado Apostólico) e o formato de igrejas em células (pequenos grupos de 10 até 12 pessoas de reuniões semanais em casa, com o objetivo de estudo bíblico, orações, e comunhão). Conta hoje com mais de 130 congregações espalhadas por todo o Brasil e também em toda a América do Sul, Península Ibérica, Níger e Estados Unidos[5].

Doutrina[editar | editar código-fonte]

As crenças da igreja pode ser dividida em 13 tópicos:

1. Em um único Deus, eternamente subsistente em três Pessoas: Pai, Filho e Espírito Santo. (Dt. 6.4; Mt. 28.19; Mc. 12.29)

2. Na inspiração Divina das Sagradas Escrituras, a qual é inerrante nas línguas originais e infalível única regra de fé normativa para vida e caráter cristão. (II Tm. 3.14 -17)

3. Na natureza pecaminosa de todos os homens, que os destitui da glória de Deus e que somente o arrependimento e a fé na obra expiatória e redentora de Jesus Cristo o pode restaurar e levá-lo de volta a comunhão com Deus. (Rm. 3.23; At. 3.19)

4. No nascimento virginal de Jesus Cristo, em sua morte vicária e expiatória, em sua ressurreição corporal e em sua ascensão aos céus em corpo glorificado. (Is. 7.14; Rm. 8.34; At. 1.9)

5. Na necessidade absoluta do novo nascimento pela fé em Cristo e pelo poder atuante do Espírito Santo e da Palavra de Deus, tornando o homem digno do Reino dos Céus. (Rm. 3.23; At. 3.19)

6. No perdão dos pecados, na salvação presente e perfeita e na eterna justificação da alma recebidos gratuitamente de Deus pela fé no sacrifício efetuado por Jesus em nosso favor. (At. 10.43; Rm. 10. 13; 3.24-26; Hb. 7.25; 5.9)

7. No batismo bíblico em suas três formas de aplicação, imersão, aspersão e afusão, em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, conforme ensinou Jesus Cristo e em uma só vez, sendo comumente por nós praticado o batismo por imersão. (Mt. 28.19; Jo. 3.23; Rm. 6.1; Cl. 2.12)

8. Na necessidade e na possibilidade que temos de viver uma vida santa mediante a obra expiatória e redentora de Jesus no calvário, através do poder regenerador, inspirador e santificador do Espírito Santo, e nos capacita a viver como fiéis testemunhas do poder de Cristo. (Hb. 12.14; 9. 14; I Pe. 1.15,16)

9. No batismo com Espírito Santo que nos é dado por intermédio de Cristo, como evidência clara, conforme a Sua vontade, de que tal aconteceu: Línguas estranhas ou dons espirituais. (At. 1.5; 2.4; 10.44-46; 19.6)

10. Na necessidade de permanecermos cheios do Espírito Santo, o que é reconhecido pelos frutos. (Ef. 5.18; Gl. 5.22: Mt. 7.20)

11. Na atualidade dos dons espirituais distribuídos pelo Espírito Santo à Igreja, para sua edificação, conforme a Sua soberana vontade, diferenciados em operações, ministérios e dons espirituais. (I Co. 12. 1-12; Rm. 12. 3-8; Ef. 4.11)

12. Na segunda vinda pré- milenial de Cristo, em duas fases distintas: Primeira – invisível ao mundo, para arrebatar Sua Igreja fiel na terra antes da grande tribulação, e, segundo – visível e corporal, para reinar sobre o mundo durante mil anos, com o Seu Israel. (I Ts. 4.16,17; I Co. 15.51-54; Ap. 20.4; Zc. 14.5; Jd. 14)

13. Que todos os cristão compareceremos ante o tribunal de Cristo, para recebermos a recompensa dos nossos feitos em favor da causa de Cristo na terra. (II Co. 5.10)

14. No juízo final que separará os fiéis e condenará os infiéis e na vida eterna de gozo e felicidade para os fiéis e de tristeza e tormento eterno para os infiéis. (Ap. 20. 11-15; Mt. 25.46).

Expansão mundial[editar | editar código-fonte]

A igreja tem congregações em 13 estados brasileiros, no Níger, Equador, Argentina, Bolívia, Portugal, Espanha e nos Estados Unidos. A igreja tornou-se conhecida por ter igrejas atacadas durante revolta no Níger, porém relatou em 2015 que todos os seus membros no país estão seguros.[2][8][9][10][11][12] A IPV possui um seminário, o Seminário Teológico Kairós.[13]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

Ligações Externas[editar | editar código-fonte]