Muawiya I

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Arrows-move.svg
Em 21 de janeiro de 2014 foi proposta a renomeação deste artigo para Moáuia I. Se não concorda, use a página de discussão.
Obs.: grafia presente em dicionário de arabismos
Wiki letter w.svg
Por favor melhore este artigo ou secção, expandindo-o. Mais informação pode ser encontrada no artigo «Muʿāwiya Ier» na Wikipédia em francês e também na página de discussão. (novembro de 2011)
Muawiya I
Califa Omíada
Governo
Reinado 661680
Antecessor Ali
(Hasan ibn Ali para os xiitas)
Herdeiro Yazid I
Sucessor Yazid I
(Abd Allah ibn al-Zobair também se declarou califa)
Dinastia Omíadas
Títulos Governador do al-Sham (Síria ou Levante)
Vida
Nome completo ʾAbū ʿAbd Ar-Raḥmān Muʿāwiya ibn ʾAbī Sufyān
Nascimento 602
Hejaz
Morte 6 de maio de 680 (78 anos)
Damasco
Pai Abu Sufyan ibn Harb
Mãe Hind bint Utbah
A Qubbat al-Khazna (Cúpula do Tesouro), na Mesquita dos Omíadas, em Damasco, capital de Muawiya I

Muawiya I (nome completo: ʾAbū ʿAbd Ar-Raḥmān Muʿāwiya ibn ʾAbī Sufyān ou Mu'awiya ibn Sakhr ibn Harb bin Abd Shams ibn Abd Manaf Al Qurashi Umayyad; em árabe: معاوية ابن أبي سفيان‎; transl.: Muʿāwiyah ibn ʾAbī Sufyān; Hejaz, 602Damasco, 6 de maio de 680), chamado também de Moáuia I[1] , foi o primeiro califa omíada de Damasco. Era cunhado de Maomé e foi seu escriba. Durante os reinados do primeiro e segundo califas, Abu Bakr e Omar, combateu nos exércitos muçulmanos com os bizantinos na Síria.

Muawiya era filho de Hind bint Utbah, filha de Utba ibn Rabi'ah, um líder tribal coraixita (Quraysh), e de Abu Sufyan ibn Harb, outro líder coraixita de Meca. Tanto pai como a mãe, além do avô materno, foram ativistas da guerra que a sua tribo moveu contra Maomé e os seus seguidores. A irmã de Muawiya, Ramlah bint Abi Sufyan, casou com Maomé em 623 (ano 1 da Hégira), depois depois de se ter divorciado de Ubayd-Allah ibn Jahsh, um dos primeiros convertidos do Islão, que depois se converteu ao Cristianismo.[carece de fontes?]

Quando Uthman ibn Affan (Otman), primo de Muawiya, se tornou o terceiro califa, nomeou-o governador da Síria. No entanto, quando Ali ascendeu a califa, o quarto e último dos Rashidun, Muawiya foi destituído, o que não foi aceite por Muawiya, que se rebelou. A revolta teve algum apoio dos sírios, entre os quais o governador destituído era popular.[2] Ali apelou a que Muawiya fosse combatido militarmente, e apesar da classe política de Medina, a capital Rashidun, não mostrar muito entusiasmo, Ali acabaria por marchar sobre Damasco e travar a batalha de Siffin com os partidários de Muawiya entre 26 e 28 de julho de 657, a qual foi inconclusiva. O filho de Ali, Hasan ibn Ali, acordou tréguas com Muawiya e retirou-se para Medina, abandonando a vida pública. Muawiya estabeleceu então o Califado Omíada, fundando a dinastia homónima, que governou a partir de Damasco, na Síria, em vez de Medina, na Arábia.[3] [4] [5] [6]

Muawiya é uma personagem mal amada pelos xiitas por várias razões, nomeadamente pelo seu envolvimento na batalha de Siffin contra Ali, para quem os xiitas era o verdadeiro sucessor de Maomé. Além disso, acusam-no de ter rompido o acordo que fez com Hasan ibn Ali ao ter nomeado como seu sucessor o filho Yazid ibn Muawiya (Yazid I), e de ter responsabilidades no assassinato de Hasan por ter convencido a mulher deste, Ja'dah binte Ash'as,[nt 1] a envenenar o marido. Muawiya é também acusado de estar por detrás da morte de vários companheiros do Profeta (Sahaba).[7] [8] [9] [10] [11] [12] [13] [14]

Primeiros anos[editar | editar código-fonte]

Muawiyah bin Abi-Sufyan nasceu em 602 na região do Hejaz, na Arábia Ocidental, no seio do clã dos Banu Umayya, um ramo do clã Banu Abd-Shams, da tribo dos coraixitas (Quraysh). Os coraixitas controlavam a cidade de Meca (atualmente parte da Arábia Saudita) e os Banu Abd-Shams um dos clãs mais influentes entre eles. Muawiya e a sua família eram oponentes dedicados dos muçulmanos antes da ascensão de Maomé.

Em 630, Maomé e os seus seguidores conquistaram Meca e a maior parte dos habitantes da cidade, incluindo o clã Abd-Shams, aceitaram formalmente Maomé e o Islão. Muawiya e o seu pai Abu Sufyan converteram-se então ao Islão, quando a resistência aos muçulmanos se tornou claramente impossível.[15] [16] Alguns estudiosos são de opinião que Muawiya se converteu depois do pai, tendo este convencido o filho a fazê-lo.[carece de fontes?]

Maomé acolheu os seus antigos oponentes, integrou-os no seu exército e atribuí-lhes cargos importantes no que viria a ser o Califado. Depois da morte do Profeta em em 632, Muawiya serviu no exéercito islâmico enviado contra as tropas bizantinas na Síria, detendo um posto elevado no exército comandado pelo seu irmão Yazid ibn Abi Sufyan.[carece de fontes?]

Governador da Síria[editar | editar código-fonte]

O califa Omar (Umar ibn al-Khattab) nomeou Muawiya governador da Síria (al-Sham) em 640, em substituição do irmão deste, Yazid, que morreu em consequência de uma epidemia de peste. O novo governador foi gradualmente consolidando o seu controlo sobre a sua província, estendendo o controlo sobre áreas menos submissas e incutindo um sentimento notável de lealdade pessoal entre as suas tropas e o povo da região. Em 647, Muawiya já tinha criado um exército sírio suficientemente poderoso para repelir um ataque bizantino e nos anos seguintes, tomar a ofensiva contra os bizantinos em campanhas que resultaram na conquista do Chipre em 649 e de Rodes em 654.[nt 2] [carece de fontes?]

Em 655, a armada muçulmana criada por Muawiya e Abdullah ibn Saad e comandada por este último infligiu uma derrota arrasadora à então todo-poderosa marinha bizantina na batalha dos Mastros (de Phoenix nos registos bizantinos e Dhat al-sawari nos registos árabes), travada ao largo da costa de Phoenicus, na Lícia.[17] [18] Durante esses anos, Muawiya lançou expedições militares terrestres periódicas nos territórios bizantinos no interior da Anatólia.[carece de fontes?]

Todas estas campanhas pararam quando Ali ascendeu a califa, o que marcou o início de uma nova fase decisiva da carreira de Muawiya.

Conflito com Ali[editar | editar código-fonte]

Muawiya promoveu uma longa campanha contra Ali, alegadamente por querer que se fizesse justiça sobre o assassinato do califa Otmam. Aicha (Aisha bint Abu Bakr), viúva de Maomé, Talha ibn Ubayd Allah e al-Zubayr ibn al-Awwam concordavam com Muawiya que os assassinos de Otman deviam ser levados à justiça. No entanto, Ali alegava que não era capaz de prender e punir os assassinos por temer infiltrações rebeldes entre as altas patentes muçulmanas. Esta situação levou a que Muawiya se recusasse a reconhecer Ali como califa. Muawiya não participou na campanha de Aicha, Talhah e al-Zubayr contra Ali que acabou na batalha do Camelo (ou de Baçorá), que se saldou numa vitória de Ali e na morte de Talhah e al-Zubayr. Ali perdoou Aicha e mandou-o sob escolta para Medina.[19]

Cavalaria dos carijitas numa reconstituição moderna da batalha de Nahrawan, travada em julho de 657 entre os carijitas e Ali

Depois disso, Ali virou a sua atenção para a Síria, onde Muawiya continuava a opor-se-lhe abertamente. Marchou para o Eufrates e enfrentou as tropas de Muawiya na famosa batalha de Siffin em 657. Os registos históricos do conflito são contraditórios, mas aparentemente nenhum dos lados saiu realmente vitorioso, pois os sírios pediram que o conflito fosse arbitrado, argumentando que a guerra civil iria encorajar os bizantinos.[20] Segundo uma das versões da história da batalha, o exército de Muawiya adornou as pontas das suas espadas com páginas do Alcorão, afim de confundir as tropas de Ali e impedi-las de ganhar o combate. Em resultado disso, os soldados de Ali pararam de lutar para não fazerem mal ao Alcorão. Muawiya propôs um cessar-fogo e Ali concordou, tendo-se decidido acabar com o conflito através de negociações pacíficas.[carece de fontes?]

Entretanto, surgiram divisões no campo de Ali, devido aos seus anteriores apoiantes, posteriormente conhecidos como carijitas, encararam as negociações com Muawiya como uma traição por parte de Ali. Este retirou-se para reprimir os carijitas. Sensivelmente ao mesmo tempo, no Egito começou a fermentar alguma agitação. O governador local, Qais, foi chamado de volta e substituído por Muhammad ibn Abi Bakr, irmão de Aicha e filho do primeiro califa Abu Bakr. A nomeação do novo governador aumentou ainda mais a agitação no Egito, onde a rebelião se espalhou.

Pressentindo que revolta contra Ali no Egito poderia ser aproveitada a seu favor, Muawiya tinha-se aproximado de Amr ibn al-As, convidando-o para ir para Damasco, a sua capital. Amr tinha comandado a invasão muçulmana do Egito,e tinha sido o primeiro governador muçulmano da região, onde ainda tinha alguma influência. Amr tinha-se ressentido de ter sido demitido do seu cargo de governador por Otman e especula-se se não teria estado envolvido, pelos menos indiretamente, no seu assassinato, mas ficou desiludido por Ali o ter preterido, primeiro em favor de Qais e depois em favor de Muhammad bin Abu Bakr, o que deve ter contribuído para se tornar apoiante de Muawiya. Seguindo as ordens deste, Amr invadiu então o Egito.

Quando Ali foi assassinado em 661, como comandante do maior exército do Império Muçulmano, Muawiya era o pretendente a califa mais bem posicionado. O filho de Ali, Hasan ibn Ali assinou tréguas com ele e retirou-se da vida pública em Medina. Muawiya disse depois: «Nunca lutei contra Ali, mas pela morte Otman.»[21]

Na guerra [...] Quando encontramos pessoas de al-Sham, parece que o nosso deus é um, o nosso profeta é o mesmo, o nosso chamamento é o mesmo, e ninguém é mais crente que o outro acerca de crer em Alá ou no Profeta. Os mal entendidos são acerca do sangue de Otman, e nós não temos nada a ver com isso.
 
al-Sharif al-Radi [22] ,

Os conflitos que culminaram na ascensão de Muawiya a califa ficaram conhecidos como "Primeira Fitna" ou "Primeira Guerra Civil Islâmica".

Reinado como califa[editar | editar código-fonte]

Mapa da expansão dos califados árabes
  Expansão até à morte de Maomé, 622-632
  Expansão durante o Califado Rashidun, 632-661
  Expansão durante o Califado Omíada, 661-750
Nota: os países e suas fronteiras não são os da época, mas os atuais

Em 661 Muawiya foi coroado como califa numa cerimónia em Jerusalém.[23] O império muçulmano estendia-se então do Egito, a ocidente, até ao Irão ao oriente. Muawiya transferiu a capital do califado para Damasco e fortaleceu o poder dos seus aliados nos territórios recém-conquistados. Colocou vários cristãos em altos cargos da administração governamental emergente. Alguns desses cristãos pertenciam a famílias que tinham servido a administração bizantina. O emprego de cristãos fez parte de uma política mais genérica de tolerância religiosa que era necessária devido às numerosas populações cristãs nas províncias conquistadas, especialmente na própria Síria. Esta política aumentou-lhe a popularidade e a base de poder.

De forma semelhante às práticas administrativas bizantinas, Muawiya instituiu vários departamentos governamentais, chamados divan, para o apoiarem no seu governo e na centralização do califado e do império. As fontes muçulmanas mais antigas atribuem a Muawiya a criação de dois divans em particular: o Diwan al-Khatam (chanceleria) e o Barid (serviço postal); ambos melhoraram consideravelmente as comunicações dentro do império.

De acordo com o historiador árabe do século XIV Ibn Kathir:

No auge da tensão, quando os combates estavam prestes a entrar em erupção em Siffin entre o Imã Ali e Muawiya, este foi informado que o imperador bizantino[nt 3] tinha reunido um enorme exército e andava perto das fronteiras do estado muçulmano. Ele escreveu-lhe avisando claramente, "Por Deus, se não parares com os teus desígnios não voltares para o teu lugar, eu acabarei a minha disputa com o meu primo e expulsar-te-ei de toda o território que governas, até fazer a terra muito apertada para ti." O imperador bizantino ficou apavorado e e abandonou os seus planos.
 
Ibn Kathir, al-Bidayah wal-Nihayah,

No entanto, outros académicos contrapoem que ele simplesmente aplacou o imperador bizantino com ofertas de terras, ouro e escravos.[24] [25] [26] [27] [28] [29]

Durante o seu governo, Damasco foi muito embelezada e desenvolveu uma corte que pretendia rivalizar com a de Constantinopla. As fronteiras foram expandidas, numa ocasião chegando a aproximar-se da capital bizantina, mas os fizeram-no recuar e Muawiya não logrou conservar nenhum território na Anatólia. Os muçulmanos sunitas atribuem-lhe a salvação da titubeante nação muçulmana da anarquia do pós-guerra civil, enquanto que os xiitas o acusam de ser um dos instigadores dessa guerra civil, de ter enfraquecido a nação muçulmana e de ter divido a Umma (comunidade), inventando heresias para se auto-engrandecer[30] , caluniar a família do Profeta,[31] e até chegou a vender como escravos aos bizantinos muçulmanos que o criticavam.

Muawiya morreu a 6 de maio de 680, alegadmente devido a um ataque cardíaco causado pelo seu peso excessivo. Foi sucedido pelo seu filho Yazid I. Muawiya tinha conservado a coesão do seu império em expansão pela força da sua personalidade e através de alianças pessoais, ao estilo dos xeques árabes tradicionais. No entanto, a sua tentativa de fundar uma dinastia falhou porque tanto o seu filho Yazid como o seu neto Muawiya II morreram prematuramente e o califado acabou por ir parar às mãos de Marwan I, um descendente de outro ramo do clã de Muawiya.

Notas[editar | editar código-fonte]

  1. Ja'dah binte Ash'as era filha de Ash'as bin Qays, um chefe tribal iemenita e de Um e Farwa, a irmã de Abu Bakr.
  2. Segundo o cronista bizantino Teófanes, o Confessor, após ter conquistado Rodes, Muawiya vendeu os restos do Colosso de Rodes a um mercador de Edessa (atual cidade turca de Şanlıurfa). O comprador mandou despedaçar a estátua e transportou os bocados de bronze para a sua cidade em 900 camelos. Os pedaços do colosso continuaram a aparecer à venda durante muitos anos, depois de serem descobertos ao longo da rota da caravana.
  3. Constante II

Referências

  1. Dicionário de Arabismos da Língua Portuguesa de Adalberto Alves
  2. Ashraf 2004, p. 180
  3. Cavendish 2006, p. 186
  4. La Monte 1949, p. 105
  5. Reilly 1993, p. 55
  6. Academic American Encyclopedia, p. 47
  7. Mas'oodi. vol. 2. pp. 47
  8. Fida, p. 182
  9. Rabbah, p. 11
  10. Shahnah, p. 133
  11. Dayarbakri, p. 238
  12. Dinawari, p. 400
  13. al-Isfahani
  14. al-Barr
  15. The History of al-Tabari, p. 32
  16. Hisham 597
  17. ?Abd Allah ibn Sa?d ibn Abi Sar? (em inglês). www.britannica.com. Encyclopædia Britannica. Página visitada em 24 de outubro de 2011. Cópia arquivada em 24 de setembro de 2010.
  18. Journal asiatique (em francês). [S.l.]: Société asiatique; Centre national de la recherche scientifique, 1826.
  19. Ali, p. 169-206
  20. Bewley 2002, p. 169-206
  21. Mu'awiya ibn Abi Sufyan: Escritor Mehdi da Revelação (em árabe). IslamicWeb.com. Página visitada em 13 de novembro de 2011. Cópia arquivada em 25 de julho de 2011.
  22. al-Radi
  23. Avi-Yonah
  24. Qadri, p. 216-218
  25. AlTirmidhi 1963
  26. Habib Alseer Rabiyah Alabrar
  27. Sanai, p. 65-67
  28. Sialkoti 1939, p. 66-67
  29. Puri 1924
  30. The phantom merits of Mu'awiya (em inglês). Answering-Ansar.org. Página visitada em 13 de novembro de 2011. Cópia arquivada em 4 de junho de 2011.
  31. Mu'awiya instituted the bid'ah of cursing Imam Ali (as) (em inglês). Answering-Ansar.org. Página visitada em 13 de novembro de 2011. Cópia arquivada em 4 de junho de 2011.

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • (em inglês) Academic American Encyclopedia 10. (1994). Grolier. 
  • Ali, Maulana Muhammad. The Early Caliphate. [S.l.]: Al-Jadda Printers.
  • AlTirmidhi, Syed Mohammed Subh-e-Kashaf (trad.). Kokab wa Rifi Fazal-e-Ali Karam Allah Wajhu (em urdu). Lahore: Aloom AlMuhammed, 1963.
  • Ashraf, Shahid. Encyclopaedia of Holy Prophet and Companions (em inglês). [S.l.]: Anmol, 2004.
  • Avi-Yonah, Michael; Peres, Shimon. History of Israel and the Holy Land (em inglês). [S.l.: s.n.].
  • al-Baladhuri. Ansab al Ashraf (Futuh al-Buldan). [S.l.: s.n.].
  • Bewley, Aisha. Mu'awiyah: Restorer of the Muslim Faith (em inglês). [S.l.]: Dar al Taqwa, 2002.
  • Cavendish, Marshall. World and Its Peoples: The Middle East, Western Asia, and Northern Africa (em inglês). [S.l.: s.n.], 2006.
  • Dinawari, Abu Hanifa. Akbarut Tiwal. [S.l.: s.n.].
  • Fida, Abul. Tarikh (História). [S.l.: s.n.]. vol. 1.
  • Habib Alseer Rabiyah Alabrar. [S.l.: s.n.], 1152. vol. 1 - Alama JarulAllah Zamik (530 Hijri).
  • Hisham, Ibn. Vida de Maomé (em urdu). [S.l.: s.n.]. vol. 2.
  • The History of al-Tabari (em inglês). [S.l.]: Suny Press. vol. IX - The Last Years of the Prophet.
  • Khallikan, Ibn; Ibn Khallikan. Al Wafat Al Ayan Imam. [S.l.: s.n.]. (Na biografia de al-Nasa'i, secção sobre o seu assassinato)
  • La Monte, John L. The world of the Middle Ages: a reorientation of medieval history (em inglês). [S.l.]: Appleton-Century-Crofts, 1949.
  • Puri, Syed Shah Mohamed Kabir Abu Alalaiyi Dana. Tazkarah Tul-Aikram Tarikh-e-Khulafa Arab-Wa-Islam. Lucknow: Le Kishwar Press, 1924.
  • Qadri, Hazrat Khuwaja Mehboob Qasim Chishti Mushrrafi. Musharriful Mahbubin. [S.l.: s.n.].
  • Rabbah, Ibn Abd. Iqdul Farid. [S.l.: s.n.]. vol. 2.
  • Reilly, Bernard F. The medieval Spain (em inglês). [S.l.]: Cambridge University Press, 1993.
  • Sanai, Hakim. Hadoiqa Sanai. [S.l.: s.n.].
  • Shahnah, Ibne. Rawzatul Manazir. [S.l.: s.n.]. vol. 2.
  • Sialkoti, Agha Hashim. Namoos Islam. Lahore: [s.n.], 1939.