Zenóbia

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Última Contemplada da Rainha Zenóbia Sobre Palmira, Herbert Schmalz

Septímia Zenóbia (Tibur - hoje Tívoli -, 274), foi uma rainha de Palmira (Síria). Depois da morte do marido (Odenato), reinou em nome do filho (Vabalato) e fez de Palmira uma brilhante capital no Oriente Médio. Em 272, o imperador romano Aureliano sequestrou-a e levou-a para Roma. Depois de a expor, numa parada triunfal, acorrentada a cadeias de ouro, manteve Septímia Zenóbia presa em cativeiro na vila de Tibur (hoje, Tivoli, Itália) onde continuou a ter um papel politico durante anos.

O marido de Zenóbia era o nobre palmiriano Odenato, que em 258 foi promovido ao posto de cônsul de Roma, por causa da sua campanha bem-sucedida contra o Império Sassânida a favor do Império Romano. Dois anos depois, Odenato recebeu do imperador romano Galiano o título de corrector totius Orientis (governador de todo o Oriente). Isto foi em reconhecimento da sua vitória sobre o rei Sapor I, da Pérsia. Por fim, Odenato autodenominou-se "rei dos reis". Esses êxitos de Odenato podem em grande parte ser atribuídos à coragem e cautela de Zenóbia.

"Ela tinha pele morena . . . Seus dentes eram brancos como pérolas, e seus grandes olhos negros brilhavam como fogo, suavizados pelo mais atraente encanto. Sua voz era forte e harmoniosa. O entendimento brioso dela era fortalecido e adornado pelo estudo. Não desconhecia o latim, mas era igualmente perfeita nas línguas grega, siríaca e egípcia." Foi assim que o historiador Edward Gibbon louvou Zenóbia, a rainha guerreira da cidade síria de Palmira.

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