Destiny (jogo eletrônico)

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Destiny
Desenvolvedora Bungie[1]
Publicadora(s)
Escritor(es) Joshua Rubin[2]
Joseph Staten
Dave Mongan[3]
Compositor(es) Martin O'Donnell[4]
Michael Salvatori[4]
C. Paul Johnson[4]
Paul McCartney[4] [5] [6]
Motor motor caseiro[7]
Umbra 3[8]
Plataforma(s) PlayStation 3[9]
PlayStation 4[10]
Xbox One[11]
Xbox 360
Data(s) de lançamento
  • JP 11 de Setembro de 2014[13]
Gênero(s) Role playing de acção, Tiro em primeira pessoa
Modos de jogo Um jogador (parcial),[14] [15]
multijogador
Mídia Disco óptico, distribuição digital

Destiny é um videojogo multijogador online de tiro na primeira pessoa, com elementos de um role playing game de acção, jogado num mundo aberto e persistente dentro de um ambiente "mítico de ficção cientifica". Foi produzido pela Bungie e publicado pela Activision como parte de um acordo de publicação de dez anos entre as duas empresas. Um dos jogos mais aguardados do ano, Destiny foi editado a 9 de Setembro de 2014 para PlayStation 3, PlayStation 4, Xbox 360 e Xbox One. Foi dada uma demonstração durante a conferencia de imprensa da Sony na E3 2013. Uma versão beta esteve aberta de 17 a 27 de Julho de 2014 e teve a participação de mais de 4,6 milhões de jogadores.

Destiny teve uma recepção variada por parte dos críticos. Enquanto a qualidade dos gráficos, a jogabilidade e o som foram muito elogiados, recebeu muitas criticas por as missões terem uma estrutura muito repetitiva e pelo enredo descrito como muito pobre e vago. Nos sites de criticas agregadas GameRankings e Metacritic detém uma média de 75.68% e 76/100 para a versão PlayStation 4 e de 78.19% e 79/100 para a versão Xbox One, respectivamente.

Dois dias depois de Destiny ser editado, a Activision revelou que foi o lançamento mais bem sucedido de sempre para uma nova série de videojogos, isto porque o jogo vendeu mais de $500 milhões de dólares respeitante às cópias que foram vendidas às lojas de retalho. De acordo com a empresa, Destiny teve também o maior numero de vendas de sempre em formato digital durante o primeiro dia.

Jogabilidade[editar | editar código-fonte]

O mapa de Destiny é um mundo aberto. Os jogadores podem usar o Sparrow, um veículo que permite atravessar grandes distâncias rapidamente.

A Bungie tem realçado que o universo de Destiny é "vivo", jogado em mundo aberto e persistente[nota 1] num ambiente "mítico de ficção cientifica".[16] Os eventos podem acontecer no jogo sem serem necessariamente controlados pelos produtores, tal irá criar uma experiência dinâmica na produção para a Bungie e uma experiência de jogo dinâmica para os jogadores. O estilo do jogo tem sido descrito como um first person shooter sempre online que incorpora elementos de jogos em massively multiplayer online (MMO), no entanto a Bungie tem evitado definir Destiny como um jogo em estilo com os tradicionais jogos MMO.[17] Em vez disso, o jogo tem sido referido como um "shooter de mundo-compartilhado,"[18] porque tem em falta muitas das características de um jogo MMO tradicional. Por exemplo, em vez de os jogadores serem capazes de ver e interagir com todos os outros jogadores no jogo ou num servidor específico — como em muitos dos MMO convencionais — Destiny cria jogos no imediato, permitindo aos jogadores ver e interagir apenas com outros jogadores com quem estão "combinados" pelo jogo.[17]

Destiny incorpora um novo motor de jogo que permite que iluminações globais e luzes dinâmicas em tempo real ocorram juntos. Uma inovação na tecnologia da Bungie, que foi a espinha dorsal no sistema criação de jogos online na série Halo, irá permitir criar melhores jogos e fazer uma experiência mais natural no multijogador, tanto no modo cooperativo como no modo competitivo.[19]

Os jogadores têm a oportunidade de criar um personagem, escolhendo tanto a raça como a classe. Ao contrário da raça, a escolha da classe tem um efeito enorme sobre a forma como Destiny é jogador e na progressão do personagem. Cada classe tem o seu próprio 'foco', uma habilidade especial que pode ser usada em missões cooperativas e em torneios competitivos. Estas habilidades podem ser ofensivas, defensivas ou melhorias na equipa de três homens do jogador. A mais eficiente habilidade destes focos é a 'super', um movimento especifico que um Guardião pode usar em batalha. Cada super pode ser melhorada.[20]

Sinopse[editar | editar código-fonte]

Cenário[editar | editar código-fonte]

Tudo mudou com a chegada do Viajante. Marcou a Era Dourada quando a nossa civilização se espalhava pelo Sistema Solar, mas não durou muito. Algo nos atingiu. Os sobreviventes criaram uma cidade por baixo do Viajante, e começaram a explorar os nossos mundos antigos, apenas para encontrarem inimigos mortais. Tu és o Guardião da última cidade segura na Terra, capaz de exercer um enorme poder. Defende a Cidade. Derrota os nossos inimigos. Reclama o que perdemos. Fracassa e a última luz da nossa civilização irá se apagar.
Seja bravo."
Descrição oficial da Bungie.[21]

Destiny decorre num período de setecentos anos no futuro, num ambiente pós-apocalíptico, depois de um enorme período de prosperidade na exploração, paz e de avanços tecnológicos; tal período ficou conhecido como a Era Dourada.[22] Num universo onde os humanos se espalharam e começaram a colonizar planetas no Sistema Solar, um evento conhecido como "o Colapso" fez as colónias desaparecerem misteriosamente, pondo um fim à Era Dourada, e colocando a humanidade muito perto da extinção. Os únicos sobreviventes conhecidos do Colapso vivem na Terra, salvos pelo "Viajante": um corpo celestial branco e esférico, cuja aparência tem séculos, ainda antes de ser permitido aos humanos alcançar as estrelas.[23] "O Viajante" agora flutua sobre a única cidade humana existente, e a sua presença permite aos "Guardiões da Cidade" — os últimos defensores da raça humana — a habilidade de ter um poder conhecido apenas como "A Luz".

Após a primeira tentativa da humanidade de repovoar e reconstruir após o colapso, descobriu-se que as raças alienígenas hostis têm ocupado as ex-colónias e civilizações da humanidade e estão agora a tentar invadir a Cidade. O jogador assume o papel de um Guardião da Cidade, e é encarregue de investigar e destruir essas ameaças antes que a humanidade fique completamente exterminada.

Personagens[editar | editar código-fonte]

Destiny centra-se ao redor da história dos Guardiões, os últimos defensores da humanidade, destinados a proteger a ultima cidade na Terra. Os Guardiões estão divididos em três raças distintas: Humanos, Despertos e Exos.[24] Os Humanos são descritos como sendo relacionáveis​​, resistentes e descomplicados. A Bungie inspirou-se nos militares, nos atletas profissionais e nos heróis de acção para criar a raça Humana. Os Despertos são descritos como exóticos, lindos e misteriosos e foram inspirados em elfos, vampiros, fantasmas e anjos. Os Exos são descritos como sinistros, poderosos e incansáveis. Os Exos foram inspirados nos mortos-vivos, em Master Chief de Halo e no personagem titulo de The Terminator.[25] [26] [27]

Os jogadores também podem escolher uma "classe" juntamente com a raça. Existem três classes em Destiny: Hunters (caçadores), Warlocks (feiticeiro) e Titans (titãs). Os Hunters são uma classe baseada em reconhecimento, pretendendo ser uma reminiscência do clássico "caçador de recompensas". Bungie usou como influências Han Solo de Star Wars e personagens de filmes clássicos western, como por exemplo o Pistoleiro sem Nome, interpretado por Clint Eastwood. Os Warlocks combinam armas com os poderes especiais do "Viajante", e são uma espécie de "bruxos do espaço". A classe Warlock é influenciada pelos Jedi Knights da série Star Wars, Gandalf da série The Lord of the Rings e Morpheus dos filmes The Matrix. os Titans, que usam armas pesadas e ataques de corpo a corpo têm a intenção de ser reminiscentes do clássico "soldado do futuro". Os Titans foram inspirados no personagem Master Chief da série Halo, os Stormtroopers de Star Wars e outros "militares espaciais" da ficção cientifica.[25] [26] [27] Os jogadores são acompanhados por Ghosts, um robot com voz de Peter Dinklage.[28] Os personagens são uma combinação das raças dos Guardiões com as classes.[25] [26] [27]

Existem quatro espécies de inimigos: Cabal, Decaídos, Colmeia e os Vex. Os Cabal são uma raça de humanóides gigantes bípedes que residem em Marte. O seu império é um complexo que combina industria e meios militares. São caracterizados pelo seu tamanho enorme desde os soldados, o equipamento e os seus veículos. Os Decaídos são uma raça humanóide nómada, bípedes de quatro braços armados. São piratas e mercenários e residem entre a Terra e a Lua. Os Colmeia são uma raça antiga que lutaram contra a Humanidade no fim da sua Era Dourada e residem predominantemente na Lua. Têm estado escondidos e silenciosos durante séculos, juntamente com os seus terríveis e sombrios segredos, enquanto crescem cada vez mais fortes. Os Vex são uma espécie alienígena parcialmente robótica que viaja no tempo. Sediados em Vénus, os Vex lançam ondas intermináveis ​​de exércitos de metal em direcção às civilizações humanas numa jornada enigmática para a dominação. Apesar de todas as raças serem hostis para com o jogador, elas também se atacam entre si para deterem o domínio do planeta.[29] [30]

Desenvolvimento[editar | editar código-fonte]

Algumas ideias para o desenvolvimento de Destiny foram exibidas no documentário do 20º aniversário da Bungie, O Brave New World. O nome "Tiger" foi usado inicialmente, mas informações recentes informam que o nome do novo projeto é "Destiny". O nome "Tiger" foi apresentado por Jason Jones no documentário. Ele disse no vídeo, "Uma das razões de Tiger ser tão intrigante para tantas pessoas no estúdio é que está alcançando os jogadores de uma maneira que nunca vimos antes."[31] O escritor da Bungie Joseph Staten falou sobre o jogo: "Nós nos sentimos responsáveis não apenas por contar uma estória isolada, mas por construir um universo que em algum ponto irá tornar-se mais dos fãs do que nosso. Algo que terá uma vida própria."[32] O produtor executivo Joseph Tung também adicionou, "Acredito que será algo que mudará os jogos de uma forma como Halo também o fez."[31]

Em 27 de novembro de 2012, a IGN revelou detalhes da estória e arte conceitual de Destiny, vazadas de um documento preparado por uma agência de publicidade.[33] Mais tarde no mesmo dia, a Bungie lançou uma imagem de Destiny no próprio website.[33] [34]

A 17 de Fevereiro de 2013, a Bungie lançou um documentário em video revelando mais informação sobre Destiny e algumas das ideias chave por detrás do jogo,[35] [22] incluindo a filosofia da companhia dos "sete pilares", identificando os sete elementos da produção que adoptaram para tornar o jogo o mais apetecível possível a uma vasta audiência,[35] [22] dando uma ênfase particular ao tornar o jogo acessível ao jogador casual, jogadores novatos e fãs do género.[16]

O jogo foi confirmado primeiro para PlayStation 4 e PlayStation 3 durante o evento de revelação da PS4 a 20 de Fevereiro de 2013. A Bungie também já revelou que as versões PS3 e PS4 terão conteúdo exclusivo.[36] Mais tarde foi confirmado que o jogo também será editado para Xbox 360 e Xbox One.[37] Meses depois, em Junho, foi dada uma demonstração durante a conferencia de imprensa da Sony na E3 2013.[38]

Também foram revelados planos para incorporar média social em Destiny, permitindo aos jogadores manterem-se ligados uns aos outros mesmo quando estão offline. Como o universo em-jogo está num estado de mudança perpétua, a Bungie está a explorar o potencial de se usar uma aplicação móvel para manter os jogadores informados sobre novas missões e sobre o que os seus amigos estão a fazer no jogo.[16]

A 11 de Abril de 2014, Bungie terminou o contrato com o seu compositor de longa data, Martin O'Donnell. Os fãs ficaram preocupados se a ausência de O'Donnell poderia afectar a música de Destiny, no entanto, Pete Parsons da Bungie confirmou que a música já estava feita e que a ausência de O'Donnell não iria afectar a produção do jogo.[39] A 28 de Abril de 2014, a Bungie anunciou via Twitter que a plataforma base para a produção era a PlayStation 4.[40]

De acordo com o CEO da Activision, Robert A. Kotick, o orçamento para o marketing e produção de Destiny é de $500 milhões, o que ultrapassa Grand Theft Auto V como o jogo mais dispendioso de sempre,[41] no entanto, tal foi subsequentemente negado por Pete Parsons da Bungie, que numa entrevista disse que o preço de produção do jogo não chega nem perto do valor estimado.[42]

A Sony Computer Entertainment anunciou que Destiny é um exclusivo PlayStation no Japão.[43] [44]

A 23 de Agosto de 2014, a Bungie e a Activision confirmaram que Destiny estava na fase ouro, significando que a produção tinha terminado e que o jogo estava pronto para ser editado.[45]

Versões alpha e beta[editar | editar código-fonte]

Na Electronic Entertainment Expo 2014, a 9 de Junho, a Bungie anunciou uma versão alpha do jogo para PlayStation 4, que esteve aberta de 12 a 16 de Junho. Também foi revelada a versão beta que esteve aberta para as plataformas PlayStation a partir de 17 de Julho de 2014, e a 23 de Julho para as consolas Xbox, com final a 27 do mesmo mês.[46] [47] Um dos objectivos da Bungie era fazer com que Destiny tivesse uma resolução nativa de 1080p tanto na Xbox One como na PlayStation 4,[48] no entanto foi confirmado que a versão beta para Xbox One não teve essa resolução, apenas a terá no lançamento oficial do jogo. Já a versão PS4 da beta correu a 1080p.[49] A Activision referiu que a beta de Destiny teve a participação de mais de 4,6 milhões de jogadores.[50] [51] [52]

Música[editar | editar código-fonte]

A banda sonora foi composta por Martin O'Donnell, gravada com uma orquestra de 106 pessoas nos estúdios Abbey Road em Londres. Ao contrário das músicas de 2-3 minutos encontradas na série Halo, Martin referiu que a banda sonora de Destiny não tem restrições de tempo, com as peças a durar "o tempo que for necessário".[16] Michael Salvatori, C. Paul Johnson e Paul McCartney também contribuíram para a banda sonora,[4] [5] [6] [16] [53] com McCartney a escrever e a desempenhar a canção do fim do jogo, Hope for the Future,[54] que será editada em single pelo músico.[55]

Lançamento[editar | editar código-fonte]

Destiny foi editado mundialmente para PlayStation 3, PlayStation 4, Xbox One e Xbox 360 a 9 de Setembro de 2014.[12] A Sony Japão anunciou para aquele território um pacote especial que incluia uma cópia do jogo e uma PlayStation 4 de cor branca com o logótipo oficial de Destiny.[56] Em Junho, durante a Electronic Entertainment Expo 2014, foi confirmado um outro pacote especial que estaria disponível para a América do Norte, América Latina e Europa. Incluia, para além do jogo, uma PlayStation 4 branca (“Glacier White”), um comando DualShock 4 branco e 30 dias gratuitos no serviço PlayStation Plus.[57]

Conteúdo da “Ghost Edition”.

A Sony criou uma parceria com a Bungie por forma a trazer temporariamente conteúdo exclusivo para as consolas PlayStation.[58] O conteúdo inclui um mapa, uma missão cooperativa e várias armas, armaduras e naves para as várias classes do jogo.[59] A 4 de Setembro de 2014, a Sony Computer Entertainment anunciou e mostrou um video sobre uma missão temporariamente exclusiva para a PlayStation 4, a ‘Dust Palace Strike’.[60] A Activision revelou que conteúdo exclusivo estava disponível para aqueles que pré-reservaram o jogo Call of Duty: Advanced Warfare.[61]

Em Julho de 2014 foram reveladas as Edições Especiais de Destiny: a “Ghost Edition”, a “Limited Edition” e a “Digital Guardian Edition”. A “Ghost Edition” inclui uma caixa de metal com uma cópia do disco do jogo, um manual com notas "escritas à mão", mapa das estrelas estilo antigo, um portefólio Guardian, 4 cartões postais da Idade de Ouro, um passe para a Expansão de Destiny (válido para a Expansão I e II), conteúdos Digitais da Edição de Coleccionador (uma skin Ghost, um emblema e uma skin para uma nave) e uma réplica em tamanho real do robô Ghost, completa com luzes e alguns dos diálogos usados no jogo por Peter Dinklage. A “Limited Edition” tem os mesmos conteúdos da “Ghost Edition”, excepto a réplica do robô Ghost. A “Digital Guardian Edition”, contém alguns bónus para usar em jogo, as duas expansões e os conteúdos digitais da “Ghost Edition”.[47] [62] [63] As versões PlayStation têm conteúdos adicionais temporariamente exclusivos para as Expansões I e II.[47] [62] [63]

Marketing[editar | editar código-fonte]

Tanto os jogadores como muitos jornalistas da especialidade fizeram notar que o anúncio de Destiny criou uma antecipação significativa na indústria dos videojogos, isto por ser a nova propriedade intelectual (PI) da Bungie, a empresa criadora da popular série de videojogos Halo.[64] O CEO da Activision Blizzard, Bobby Kotick, afirmou que espera que Destiny seja "a nova PI de videojogos mais vendida de sempre".[65] Uns dias antes do lançamento oficial do jogo, a Activision lançou o Destiny Planet View, um site construído com a tecnologia usada pelo Google Street View e que permite ao visitante explorar os mundos do jogo incluindo três locais na Terra, a Lua, Marte e Vénus.[66] [67] A 4 de Setembro foi revelado o video "Become Legend", realizado por Joseph Kosinski, director dos filmes Oblivion e Tron: Legacy. Com cerca de dois minutos, e utilizando a canção "Immigrant Song" da banda Led Zeppelin, o video mostra uma equipa de Guardiões a viajar pelo Sistema Solar. Uma versão de 90s foi estreada no mesmo dia no canal NBC durante o jogo que marcou a abertura da época da National Football League.[68] [69]

Recepção[editar | editar código-fonte]

Recepção critica[editar | editar código-fonte]

 Recepção
Resenha crítica
Publicação Nota
Computer and Video Games 8/10[70]
Electronic Gaming Monthly 6.5/10[71]
The Escapist 3 de 5 estrelas.Star full.svgStar full.svgStar empty.svgStar empty.svg[72]
Eurogamer 8/10[73]
Game Informer 8.75/10[74]
GameSpot 6/10[75]
GameTrailers 8/10[76]
HardcoreGamer 4/5[77]
IGN 7.8/10[78]
IGN Portugal 8.4/10[79]
Joystiq 4 de 5 estrelas.Star full.svgStar full.svgStar full.svgStar empty.svg[80]
Polygon 6/10[81]
Pontuação global
Publicação Nota média
GameRankings (PS4) 75.68%[82]
(XONE) 78.19%[83]
Metacritic (PS4) 76/100[84]
(XONE) 79/100[85]

A Bungie publicou no seu site oficial um aviso a dizer que as análises que forem publicadas no dia do lançamento de Destiny não serão representativas da verdadeira experiência do jogo. No sentido de dar uma avaliação adequada, Destiny deverá ser apenas pontuado quando os seus aspectos sociais estiverem operacionais e povoados com "milhares de jogadores".[86] [87]

Destiny teve uma recepção muito variada por parte dos críticos. Uma das razões do desapontamento foi que as missões têm uma estrutura muito repetitiva.[71] [75] [77] [81] Foi consensual que a banda sonora e o som são dos pontos mais fortes do jogo, e referido também que os gráficos e os mundos de Destiny são bonitos mas com falta de personalidade e com uma história vaga e pobre para lhes puder dar vida. A jogabilidade e o modo como o personagem do jogador evolui foi elogiada apesar de alguns referirem que as três classes disponíveis são muito similares.[71] [75] [77] [81] Entretanto, a falta de elementos de exploração e sociais também foi motivo de desilusão visto que as análises esperavam uma experiência mais rica em MMO e de mundo aberto do que aquela oferecida.[71] [75] [77] [81] Nos sites de criticas agregadas GameRankings e Metacritic detém uma média de 75.68% e 76/100 para a versão PlayStation 4 e de 78.19% e 79/100 para a versão Xbox One, respectivamente.[82] [83] [84] [85]

Vendas[editar | editar código-fonte]

Dois dias depois de Destiny ser editado, a Activision revelou que foi o lançamento mais bem sucedido de sempre para uma nova série de videojogos, isto porque o jogo vendeu mais de $500 milhões de dólares respeitante às cópias que foram vendidas às lojas de retalho e em que $325 milhões dizem respeito às unidades vendidas ao consumidor.[88] De acordo com a empresa, Destiny teve também o maior numero de vendas de sempre em formato digital durante o primeiro dia.[89] [90] Segundo os dados da Chart-Track, Destiny é o maior lançamento de sempre de uma nova propriedade intelectual no Reino Unido, roubando o título que pertencia desde Maio de 2014 a Watch Dogs da Ubisoft.[91] No Japão, onde é exclusivo para as plataformas PlayStation, o jogo vendeu 140,780 cópias durante a primeira semana.[92]

Notas

  1. Um mundo persistente é um mundo virtual que continua a existir mesmo depois do utilizador o ter deixado.

Referências

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