Seropédica

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Município de Seropédica
Campus da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro

Campus da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro
Bandeira de Seropédica
Brasão de Seropédica
Bandeira Brasão
Hino
Aniversário 12 de outubro
Fundação 12 de outubro de 1995 (18 anos)
Gentílico seropedicense
Prefeito(a) Alcir Fernando Martinazzo (PSB)
(2009–2012)
Localização
Localização de Seropédica
Localização de Seropédica no Rio de Janeiro
Seropédica está localizado em: Brasil
Seropédica
Localização de Seropédica no Brasil
22° 44' 38" S 43° 42' 28" O22° 44' 38" S 43° 42' 28" O
Unidade federativa  Rio de Janeiro
Mesorregião Metropolitana do Rio de Janeiro IBGE/2008 [1]
Microrregião Itaguaí IBGE/2008 [1]
Região metropolitana Rio de Janeiro
Municípios limítrofes Itaguaí, Japeri, Nova Iguaçu, Paracambi, Queimados e Rio de Janeiro
Distância até a capital 75 km
Características geográficas
Área 283,794 km² [2]
População 78 183 hab. Censo IBGE/2010[3]
Densidade 275,49 hab./km²
Altitude 26 m
Clima Não disponível
Fuso horário UTC−3
Indicadores
IDH-M 0,713 (RJ: 42º) – alto PNUD/2010 [4]
PIB R$ 566 385,427 mil IBGE/2008[5]
PIB per capita R$ 7 297,09 IBGE/2008[5]
Página oficial
Rua de Seropédica
Bairro Campo Lindo
Rio Guandu, visto de ponte na divisa entre Seropédica e Nova Iguaçu
Rua José Eleotério
Commons
O Commons possui multimídias sobre Seropédica

Seropédica é um município da Microrregião de Itaguaí, na Mesorregião Metropolitana do Rio de Janeiro, no estado do Rio de Janeiro, no Brasil. Localiza-se a 75 quilômetros da capital do estado. Ocupa uma área de 283,794 km², e sua população foi estimada no ano de 2011 em 78 183 habitantes pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, sendo, então, o 31º mais populoso do estado e o segundo mais populoso de sua microrregião. Faz divisa com os municípios de Itaguaí, Nova Iguaçu, Japeri, Queimados e Paracambi.

Topônimo[editar | editar código-fonte]

O nome da cidade veio da antiga fazenda "Seropédica do Bananal", onde eram produzidos diariamente cerca de 50.000 casulos de Bombyx mori, o bicho-da-seda.

"Seropédica" é um neologismo formado por duas palavras: uma de origem latina, "sericeo" ou "serico", que significa "seda"; e outra grega, παιδεία, ας, translit. paideía, as, que significa "nutrição, criação, cultivo". Portanto, "Seropédica" significa "local onde se cultiva seda".

O nome da antiga fazenda de seda foi dado à cidade em 1875. Naquela época, a terra era conhecida como o "segundo distrito" de Itaguaí.

História[editar | editar código-fonte]

Ocupação indígena[editar | editar código-fonte]

O atual território brasileiro já era habitado desde pelo menos 10000 a.C. por povos provenientes de outros continentes (possivelmente, da Ásia e da Oceania[6] ). Por volta do ano 1000, a maior parte do litoral brasileiro, inclusive a região do atual município de Seropédica, foi invadida por povos tupis procedentes da Amazônia que expulsaram as tribos locais tapuias para o interior do continente[7] .

Século XVI: a chegada dos europeus[editar | editar código-fonte]

No século XVI, a região de Seropédica era dominada pelos índios tamoios, também chamados tupinambás[8] . Em 1536, com o crescente tráfico de peles e madeiras (principalmente pau-brasil) praticado, em sua maioria, por franceses, desde o litoral do atual estado de Pernambuco, onde montaram um fortim, até Cabo Frio, a coroa portuguesa instituiu uma forma de ocupar e defender as terras já há algum tempo descobertas. Para isso, criou as capitanias hereditárias, modelo já utilizado nas ilhas de Cabo Verde, e as distribuiu entre fidalgos, para que estes ocupassem os lotes cedidos, promovendo sua colonização e defendendo-os. O atual município de Seropédica está na área que pertencia à capitania de São Vicente, cujo donatário era Martim Afonso de Sousa.

Cristóvão Monteiro, ouvidor do Rio de Janeiro, enviou, em 1567, requerimento a Martim Afonso de Sousa, donatário da capitania, solicitando uma gleba de terras na margem direita do rio Guandu. A posse foi efetivada em 30 de dezembro daquele ano.

Em 7 de dezembro de 1589, a marquesa Ferreira, viúva de Cristóvão Monteiro, atendendo à vontade do finado marido, doou parte das terras aos jesuítas. A outra parte coube, por herança, a sua filha Catarina Monteiro. Então a região foi efetivamente explorada por, entre outros, Garcia Aires e pelo filho do bandeirante Fernão Dias Pais Leme, Garcia Paes Leme. A busca visava, principalmente, à descoberta de esmeraldas. Os dois exploradores ocuparam terras na margem esquerda do rio Guandu. Foram responsáveis, por exemplo, pela fundação do atual município de Nova Iguaçu.

Século XVII[editar | editar código-fonte]

Em 30 de maio de 1612, Catarina Monteiro e seu marido José Adorno transferiram, aos jesuítas, as terras herdadas em troca de terras na Capitania de Santo Amaro (em Bertioga, em São Paulo). Por essa ocasião, a região era conhecida por "Brejaes de São João Grande" (grafia da época), devido ao fato de, ali, se encontrarem grandes alagadiços, principalmente no período das fortes chuvas, responsáveis pelas cheias periódicas no rio Guandu.

Os jesuítas adquiriram, por doação, compra ou permuta, imensa quantidade de terras. Esta área compreende hoje aos seguintes municípios: parte do Rio de Janeiro (Santa Cruz e Campo Grande), Seropédica, Itaguaí, Mendes, Nova Iguaçu, Paracambi, Japeri, Engenheiro Paulo de Frontin, Piraí, Rio Claro, Vassouras e Volta Redonda.

Século XVIII[editar | editar código-fonte]

Em 25 de outubro de 1729, os jesuítas encarregaram uma equipe, liderada por Manuel Maia da Hora, de medir tão extensa propriedade. Tais medições só podiam ser realizadas entre junho e novembro, fora do período das chuvas. Em meados de novembro, subindo a margem direita do rio Guandu, a equipe encontra um vilarejo conhecido como Bananal. A ocupação do local se deu numa dessas explorações realizada no final do século XVI. Era comum que, para evitar serem acometidos pela fome em seus deslocamentos, os exploradores plantassem roças ao longo do caminho e deixassem alguém de vigília no local. Com o fim da expedição, muitos retornavam para os locais de roça e ali se estabeleciam. A palavra Bananal não se refere a uma plantação de bananas, como seria lógico deduzir, mas a um termo indígena, Mb’-a-nâ-n-á, que significa torcido, fazer voltas e é alusivo à correnteza do rio Guandu.

Por volta de 1758, o povoado do Bananal ganha em importância com a descoberta de ouro na região de Vila Rica, atual Ouro Preto. Por ali, passava uma pequena estrada que ligava o caminho velho de São Paulo (que deu origem à atual rodovia Rio-São Paulo) ao caminho das Minas ou estrada real (saindo da Baía da Guanabara, na altura de Duque de Caxias até Ouro Preto). Esta pequena estrada, após passar pelo povoado de Bananal, cruzava o rio Guandu e continuava por uma trilha árdua até atingir a Estrada Real. Ela ficou conhecida como "caminho das minas do Guandu", pois se acreditava que, nas serras próximas, havia ouro. Isto fazia, do lugar, uma importante rota de aventureiros em direção às Minas Gerais. Mais tarde, a estrada funcionou como uma alternativa para se retirar o ouro sem passar pelos postos de controle da Coroa portuguesa e, com isso, fugir dos pesados tributos, o que levou a coroa a instalar o registro do rio Itaguaí. Já nessa época, funcionavam, nas áreas do povoado do Bananal, duas feitorias da Fazenda de Santa Cruz. A feitoria do Peripery destinava-se à produção de arroz, feijão, milho, anil e aguardente. A feitoria do Bom Jardim, localizada nas margens do Ribeirão da Lages, destinava-se, principalmente, à extração de madeira para diversas finalidades.

Século XIX[editar | editar código-fonte]

Em 1817, foi erguida, no povoado de Bananal, uma capela em homenagem a Nossa Senhora da Conceição. A doação do terreno para a construção partiu de Francisco do Amor Divino e Maria Rosa do Nascimento Pereira de Sousa. Também foram doados terrenos para a construção de um cemitério e de um logradouro público.

Século XX[editar | editar código-fonte]

Em 1938, foi aberta a estrada Rio-São Paulo. Em 1938, começou a ser construída a Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro utilizando-se um dos prédios da antiga fábrica de seda. Em 1948, a universidade transferiu seu campus para as margens da antiga Rodovia Rio-São Paulo, hoje BR-465, iniciando-se, então, o desenvolvimento urbano de Seropédica. A região permaneceu inexpressiva por muito tempo em vista das dificuldades de acesso, pois só era servido por uma linha férrea, com pouca movimentação de trens, sendo ligado ao município do Rio de Janeiro por uma estrada não pavimentada. A abertura da Rodovia Rio-Santos, em 1985, no entanto, mudou esse cenário, facilitando o deslocamento para diversos municípios vizinhos.

Emancipação do município[editar | editar código-fonte]

Em 1995, face à edição da Lei n.º 2 446 de 12 de outubro, Seropédica tornou-se município independente de Itaguaí, sendo inaugurado em 1º de janeiro de 1997. Com a emancipação, Seropédica teve sua economia movimentada e ganhou grandes obras de infraestrutura, assim como incremento do comércio local.

Geografia[editar | editar código-fonte]

Localiza-se a 22° 44′ 38″ de latitude sul, 43° 42′ 28″ de longitude oeste, na região oeste da Baixada Fluminense a uma elevação de 26 metros do nível do mar. Está a uma distância de 75 quilometros da capital do estado. Limita-se a oeste com os municípios de Nova Iguaçu, Queimados e Japeri, ao sul com o município do Rio de Janeiro, ao norte faz divisa com Paracambi e a leste com o município de Itaguaí. De acordo com a contagem da população de 2010, realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, a cidade possui 78 183 habitantes.[9] O território municipal estende-se por 283,794 km².

Clima[editar | editar código-fonte]

A temperatura média anual da região é de 22,7° Celsius e a precipitação anual, de 1 291,7 mm. O clima é tropical subúmido com pouco ou nenhum déficit hídrico e mesotérmico com calor bem distribuído o ano todo. É classificado como Aw segundo o modelo de Köppen[10]

Relevo e hidrografia[editar | editar código-fonte]

Os principais rios de Seropédica são o rio Guandu e o rio das Lajes.

Demografia[editar | editar código-fonte]

De acordo com o censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2010, Seropédica era o 21º município mais populoso do Estado do Rio de Janeiro, com 78 186 habitantes, dos quais 38 433 eram homens e 39 753 eram mulheres.[3] Ainda de acordo o mesmo censo, 64,285 habitantes (82%) viviam na zona urbana, e 13,901 (18%) na zona rural. A densidade demográfica era de 275,53 habitantes por quilômetro quadrado.[3] [11] A população estimada pelo IBGE para 2011 era de 79 178 habitantes.[9]

Religião[editar | editar código-fonte]

Os dados do Censo 2010 do IBGE mostraram que, em Seropédica, os evangélicos eram o maior grupo religioso (44% da população), seguidos pelos católicos romanos (27%). As pessoas sem religião representavam 22%.[12]

Política[editar | editar código-fonte]

O poder executivo do município de Seropédica é representado pelo prefeito e seu gabinete de secretários, seguindo o modelo proposto pela Constituição Federal.[13] O primeiro prefeito eleito municipal foi Anabal Barbosa de Sousa, que esteve no cargo entre 1997 e 2004 por duas gestões. Em 2004 foi eleito Gedeon Antunes - cassado em 2006 por decisão do Tribunal Regional Eleitoral. Darci dos Anjos, o segundo mais votado nas eleições de 2004, quando foi apoiado por Anabal, assumiu o cargo com a cassação de Gedeon. Nas eleições municipais de 2008, Darci foi o mais votado, permanecendo no poder. No entanto, assim como Gedeon, Darci também foi cassado e quem atualmente ocupa a cadeira é Alcir Fernando Martinazzo, o segundo mais votado. Assim sendo, 4 prefeitos já governaram o município, sendo o mais recente deles Alcir Fernando Martinazzo.[14]

O poder legislativo é representado pela câmara municipal, composta por DEZ Vereadores eleitos para cargos de quatro anos (em observância ao disposto no artigo 29 da Constituição[15] ) e está composta da seguinte forma:[16]

De acordo com o Tribunal Superior Eleitoral, Seropédica possuía, em novembro de 2011, 52 873 eleitores, o que representa % dos eleitores do estado do Rio de Janeiro.[17] Esse número, por ser inferior a duzentos mil, faz com que não haja segundo turno no município.[18]

Subdivisões[editar | editar código-fonte]

O município de Seropédica possui apenas um distrito, o distrito-sede de Seropédica. Porém, este é subdividido em vários bairros, sendo eles (em ordem alfabética): Boa Esperança, Cabral, Campo Lindo, Canto do Rio, Carretão, Chaperó, Ecologia, Fazenda Caxias, INCRA, Jardim Maracanã, Jardins, Nazareth, Parque Jacimar, Piranema, Santa Alice, Santa Sofia, São Miguel e UFRRJ. Diversos outros bairros, existentes quando Seropédica era distrito de Itaguaí, tiveram seus nomes descontinuados ou foram agregados aos bairros supracitados, tornando-se sub-bairros, em virtude da reestruturação estabelecida recentemente pela Prefeitura.

Economia[editar | editar código-fonte]

Exploração vegetal em Sá Freire

O município tem pouca autonomia econômica, sendo sua principal atividade a extração de areia, para uso na construção civil. A atividade extrativa é praticada por várias empresas mineradoras da região, provocando grandes danos ambientais, incluindo a formação de enormes crateras em antigas áreas mineradas, onde os veios de areia foram esgotados. O lençol freático formou lagos saturados de sedimentos minerais, que deixam a água de cor verde-esmeralda e incapaz de sustentar qualquer forma de vida.

Boa parte da economia do município também gira em torno da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, e da comunidade universitária. Dada a baixa oferta de emprego local, considerável parte da população economicamente ativa do município trabalha no Rio de Janeiro, o que caracteriza Seropédica como cidade-dormitório.

A cidade conta com um polo industrial, situado às margens da BR 116, com uma área de aproximadamente 19 milhões de metros quadrados, destinado a empresas de médio e grande porte. Dentre elas, estão a Usina Termoelétrica Barbosa Lima Sobrinho[19] e a alimentícia Panco.

Todavia, na avaliação de especialistas, Seropédica tende a se tornar um polo logístico, já que está situada a poucos quilômetros do Porto de Itaguaí, além de ser cortada, de leste a oeste, pela Rodovia Presidente Dutra, com acesso a Queimados e Paracambi. Além disso município também é atendido pela BR-465, antiga estrada Rio-São Paulo, que dá acesso à BR 116, à Rodovia Presidente Dutra e a Nova Iguaçu, chegando à Avenida Brasil, no Rio de Janeiro, na altura de Campo Grande. A RJ 099 liga a cidade a Itaguaí ao sul, e, através da RJ 125, é possível o acesso a Japeri, ao norte. O município é, ainda, atravessado de norte a sul pelo ramal ferroviário Japeri-Mangaratiba. O Arco Rodoviário do Rio de Janeiro fará a ligação do Porto de Itaguaí à BR 101, em Itaboraí.[20]

Infraestrutura[editar | editar código-fonte]

Segurança Pública[editar | editar código-fonte]

Educação[editar | editar código-fonte]

Em 2012, foram registrados no município de Seropédica 20,608 matrículas em 106 estabelecimentos de ensino (pré-escolar, fundamental e médio).[21]

Saúde[editar | editar código-fonte]

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, Seropédica possuía, em 2012, 31 estabelecimentos de saúde, sendo 23 da rede pública.[21]

Serviços e Comunicações[editar | editar código-fonte]

Nem todo o município possui ruas com calçamento, energia elétrica, água encanada, telefone fixo e telefone móvel das cinco maiores operadoras (Oi, Claro, Vivo, Tim e Nextel). O código de área (DDD) de Seropédica é o 21. Somente algumas áreas do município contam com internet banda larga ADSL. O município conta com serviço de sinal de tevê digital, captado da estação de transmissão na Serra do Mendanha, mas poucos canais digitais são recebidos.

O município desfruta de diversos serviços públicos, prestados pelas diversas esferas do governo e por particulares, como: hospitais e postos de saúde; a 48ª Delegacia de Polícia de Seropédica; um destacamento do Corpo de Bombeiros Militar; a Maternidade de Seropédica; o Fórum da Comarca de Seropédica; a 225º zona eleitoral do TRE-RJ; o Centro de Triagem de Animais Silvestres de Seropédica (CETAS); o Horto Florestal (FLONA), a PESAGRO e a Embrapa Agrobiologia.

Transportes[editar | editar código-fonte]

O município de Seropédica tem seu transporte e ligações feita pela rodovia BR-465. Até 1982, não existia transporte para a cidade do Rio de Janeiro. Foi o vereador Carlos Albuquerque que solicitou e inaugurou, no governo de Leonel Brizola, sendo secretário de transporte Brandão Monteiro, a primeira linha de ônibus Seropédica-Central do Brasil. Hoje, ainda é a única linha para a cidade do Rio de Janeiro, sendo os ônibus intermunicipais do Rio de Janeiro, Itaguaí, Nova Iguaçu, Paracambi e Volta Redonda a principal ligação com Seropédica, juntamente com o transporte alternativo entre o município e Itaguaí.

A rodovia Presidente Dutra corta o município de leste a oeste, alcançando, respectivamente, Queimados e Paracambi. A RJ-099 liga Seropédica a Itaguaí, ao sul, e a RJ-125 dá acesso a Japeri, ao norte.

O município é, ainda, atravessado de norte a sul pelo ramal ferroviário Japeri-Mangaratiba. O Arco Rodoviário do Rio de Janeiro fará a ligação do Porto de Itaguaí à BR-101, em Itaboraí.

A frota municipal no ano de 2012 era de 14.974 veículos, sendo 9.497 automóveis, 988 caminhões, 107 caminhões-trator, 888 caminhonetes, 567 camionetas, 62 micro-ônibus, 2.249 motocicletas, 355 motonetas, 225 ônibus e 36 utilitários. [22]

Cultura[editar | editar código-fonte]

Turismo[editar | editar código-fonte]

As principais atrações turísticas de Seropédica são:

Feriados municipais[editar | editar código-fonte]

Em seu calendário de eventos, destacam-se a festa da Padroeira Santa Teresinha, em 1º de outubro e a festa de aniversário do Município, dia 12 de outubro.

Referências

  1. a b Divisão regional. p. 56. Por Adma Hamam de Figueiredo. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Página visitada em 6 de dezembro de 2013.
  2. IBGE (10 de outubro de 2002). Área territorial oficial. Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Página visitada em 5 de dezembro de 2010.
  3. a b c Rio de Janeiro » Seropédica » infográficos: evolução populacional e pirâmide etária. Censo Populacional 2010. Cidades@ IBGE (2010). Página visitada em 6 de dezembro de 2013.
  4. Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil. Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) (2010). Página visitada em 29 de Julho de 2013..
  5. a b Produto Interno Bruto dos Municípios 2004-2008. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Página visitada em 11 de dezembro de 2010.
  6. BUENO, E. Brasil: uma história. 2ª edição. São Paulo. Ática. 2003. p. 12.
  7. BUENO, E. Brasil: uma história. 2ª edição. São Paulo. Ática. 2003. p. 19.
  8. BUENO, E. Brasil: uma história. 2ª edição. São Paulo. Ática. 2003. p. 19.
  9. a b ESTIMATIVAS DA POPULAÇÃO RESIDENTE NOS MUNICÍPIOS BRASILEIROS COM DATA DE REFERÊNCIA EM 1º DE JULHO DE 2011 (PDF). Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (30 de agosto de 2011). Página visitada em 31 de agosto de 2011.
  10. UNIVAP (2009). Comportamento de coleópteros degradadores de madeira em plantio de Mimosa caesalpiniaefolia (sabiá) Seropédica, RJ..
  11. Tabela 2.7 - População residente, por situação do domicílio e sexo, segundo os municípios – 2010. IBGE (2010). Página visitada em 23 de dezembro de 2011.
  12. Censo 2010 - Lista municípios e religiões: Seropédica - RJ. Página visitada em 6 de dezembro de 2013.
  13. Governo Municipal. Guia de direitos. Página visitada em 24 de outubro de 2011.
  14. RESULTADO DA ELEIÇÃO 2011. Tribunal Superior Eleitoral (2011). Página visitada em 8 de outubro de 2011.
  15. DJI. Constituição Federal - CF - 1988 / Art. 29. Arquivado do original em 27 de fevereiro de 2011. Página visitada em 27 de fevereiro de 2011.
  16. Apuração 1º turno (Vereadores). Terra (6 de outubro de 2008). Arquivado do original em 27 de outubro de 2011. Página visitada em 24 de outubro de 2011.
  17. Eleitorado WEB. TSE (setembro de 2011). Página visitada em 27 de outubro de 2011.
  18. Thales T.P.L.P. CERQUEIRA (3 de julho de 2007). O candidato único precisa de quantos votos para ser eleito prefeito ?. Portal ClubJus. Arquivado do original em 10 de outubro de 2011. Página visitada em 27 de outubro de 2011.
  19. UTE-Barbosa Lima Sobrinho será o novo nome da termelétrica Eletrobolt. Setorial News Energia, 19 de dezembro de 2005.
  20. Nova fábrica da P&G - Investimento de R$ 150 milhões. Empresa assegura que mais de 200 empregos serão gerados com implantação de sua planta industrial na cidade. Jornal Atual, 23 de março de 2012.
  21. a b Cidades@IBGE. Rio de Janeiro » Seropédica » infográficos: escolas, docentes e matrículas por nível. Página visitada em 6 de dezembro de 2013.
  22. IBGE - Cidades@. Rio de Janeiro » Seropédica » Infográficos: Frota municipal de veículos

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Tópicos relacionados[editar | editar código-fonte]