GRES Estação Primeira de Mangueira

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Mangueira
Fundação 28 de abril de 1928 (86 anos)
Cores

Verde

Rosa
Símbolo Um tambor surdo com ramos de louro em volta
Bairro Mangueira
Presidente Chiquinho da Mangueira
Presidente de honra Nelson Sargento
Carnavalesco Cid Carvalho
Intérprete oficial Luizito
Diretor de carnaval Júnior Schall
Diretor de harmonia Edson Goes (Edinho)
Diretor de bateria Vítor Art
Rodrigo Explosão
Rainha da bateria Evelyn Bastos
Mestre-sala e porta-bandeira Raphael e Squel
Coreógrafo Carlinhos de Jesus
Desfile de 2015
Enredo Agora chegou a vez vou cantar: Mulher de Mangueira, Mulher Brasileira, em primeiro lugar
Horário 15 de Fevereiro
Entre 22h05 e 22h22
www.mangueira.com.br

O Grêmio Recreativo Escola de Samba Estação Primeira de Mangueira é uma das mais tradicionais escolas de samba do Rio de Janeiro e uma das mais populares do Brasil. Foi fundada em 28 de abril de 1928, no Morro da Mangueira, próximo à região do Maracanã, pelos sambistas Carlos Cachaça, Cartola, Zé Espinguela, entre outros. Sua quadra está sediada na Rua Visconde de Niterói, no bairro do mesmo nome.

A Mangueira foi a primeira escola que criou a ala de compositores, incluindo mulheres. Mantém, desde a sua fundação, uma única marcação, com o surdo de primeira, na sua bateria. Marcelino Claudino, o Maçu, introduziu as figuras do mestre-sala e da porta-bandeira no Carnaval. No símbolo da escola, o surdo representa o samba; os louros, as vitórias; a coroa, o bairro imperial de São Cristóvão; e as estrelas, os títulos.

Foi campeã do Grupo Especial do Carnaval em 1932, 1933, 1934, 1940, 1949, 1950, 1954, 1960[1] , 1961[2] , 1967[3] , 1968[4] , 1973[5] , 1984[6] 1984 SUPER1, 1986[7] , 1987, 1998 e 2002.

Ganhou, ainda, 1 Super-Campeonato, exclusivo, oferecido no ano de 1984, na inauguração do Sambódromo. A Verde-e-Rosa fora a campeã da segunda-feira de carnaval, e a Portela do domingo. Três escolas foram para o sábado das campeãs disputar o Super-Campeonato, e a Mangueira foi aclamada a Super-Campeã com um desfile memorável em que a escola,ao chegar à Praça da Apoteose, retornou pela avenida, carregando uma multidão de foliões.

Uma das figuras mais emblemáticas da Mangueira é o sambista Jamelão, que foi o intérprete oficial da escola de 1949 até 2006, e que tornou-se uma verdadeira autarquia do samba carioca, com seu jeito mal-humorado e sua voz potente - o maior intérprete de Samba-Enredo de todos os tempos.

Após parceria com a Xerox do Brasil e a Petrobras, na década de 1990 a Mangueira também montou uma Vila Olímpica e passou a disputar campeonatos esportivos, principalmente no Atletismo e no Basquete, onde disputou o Campeonato Brasileiro de Basquete Feminino [8] [9]

História[editar | editar código-fonte]

Quando o samba ainda não tinha reconhecimento cultural e nem se pensava em escolas de samba, a comunidade da Mangueira já despontava como pioneira dos carnavais cariocas através dos seus cordões, onde um grupo de mascarados conduzidos por um mestre com um apito acompanhava uma orquestra de percussão. Na Mangueira existiam pelo menos dois cordões: o Guerreiros da Montanha e o Trunfos da Mangueira.

Menos primitivos que os cordões, surgiram os ranchos, que se destacaram por permitir a participação das mulheres nos cortejos carnavalescos e por trazerem inovações tais como: alegorias, uso do enredo, instrumentação de sopro e cordas e o casal de dançarinos baliza e porta-estandarte, hoje conhecidos como mestre-sala e porta-bandeira. Três ranchos se destacaram em Mangueira: Pingo de Amor, Pérola do Egito e Príncipes da Mata.

Por volta de 1920, surgiram os blocos com os elementos dos cordões e dos ranchos reunindo os "bambas" do batuque e que atuaram como células para mais tarde darem origem às escolas de samba. Somente na localidade conhecida como Buraco Quente havia os blocos da Tia Fé, da Tia Tomázia, do Mestre Candinho e o mais famoso de todos, o Bloco dos Arengueiros. Foi Cartola, que aos 19 anos, sentiu que era a hora de canalizar o dom natural dos malandros do bloco, a fim de mostrá-los de uma forma mais civilizada, com todo o potencial rítmico e coreográfico herdados do ancestral africano.

No dia 28 de abril de 1928, reunidos na Travessa Saião Lobato, nº 21, os arengueiros Zé Espinguela, "Seu" Euclides, Saturnino Gonçalves (pai de Dona Neuma), Massu, Cartola, Pedro Caim e Abelardo Bolinha fundaram o Bloco Estação Primeira. Este bloco esteve presente no primeiro concurso entre sambistas na casa de Zé Espinguela, em 1929, sendo um dos preMangueira (bairro do Rio de Janeiro)#cursores das escolas de samba, junto com a Deixa Falar e a Portela.[10]

Cartola, que mais tarde casou com Zica, foi o primeiro mestre de harmonia da agremiação e deu a palavra definitiva na escolha do nome e das cores: Estação Primeira, porque era a primeira estação de trem a partir da Estação Central do Brasil onde havia samba; verde e rosa como forma de homenagem a um rancho que existia em Laranjeiras, Os Arrepiados. Aos poucos todos os outros blocos do morro foram se agregando e nos anos 1930 e 40, com o surgimento da categoria carnavalesca, a Mangueira já figurava no rol das "grandes" escolas de samba da cidade.

Venceu os três primeiros concursos oficiais, foi vice-campeã em outros dois. Não desfilou em 1937, pois o desfile foi cancelado por ordem do delegado de polícia Dulcídio Gonçalves. Neste ano, o morro da Mangueira foi representado pela azul e rosa Unidos de Mangueira, que somente participou do desfile oficial por quatro anos.

Com o racha entre os sambistas no ano de 1949, a Mangueira, juntamente com a Portela, decide seguir com a UGESB, acusada de ser uma organização simpatizante do Comunismo, enquanto outras escolas, como o Império Serrano, decidiram seguir a liga paralela estimulada pelo governo municipal, a FBES. Foi neste ano que Jamelão assumiu o posto de cantor oficial na escola, ocupando o lugar de Xangô da Mangueira. Logo em seu primeiro desfile, no posto, a escola sagrou-se campeã.

Em 1950, a Mangueira seguiu para a UCES, onde foi novamente campeã, retornando à UGESB em 1951, até a reunificação das entidades no ano seguinte. Em 1980, obteve sua pior colocação até então, quando foi a oitava colocada.

Em 1984, ano de inauguração do Sambódromo, protagonizou um dos momentos mais marcantes da história do Carnaval Carioca. Após desfilar, a escola retornou pela Sapucaí, sendo aclamada pelo público. Naquele ano, o primeiro onde houve dois dias de desfile para as escolas de samba, a primeira divisão acabou sendo dividida em dois grupos, sendo cada um, um concurso diferente. Mangueira e Portela, duas das escolas mais tradicionais, venceram, um o desfile de domingo, e outra o de segunda-feira. Um novo concurso foi realizado no sábado seguinte ao Carnaval, entre as melhores escolas de cada dia de desfile, além das melhores do grupo de acesso também. Por fim, a Mangueira sagrou-se "supercampeã".

Após ser bicampeã em 1986/1987, e vice em 1988, a agremiação obteve algumas colocações ruins, como o 11º lugar em 1989, e o 12º lugar em 1991 e 1994. Apesar da má colocação, o samba enredo de 1994, de autoria de David Correa, Paulinho, Carlos Sena e Bira do Ponto, é considerado por parte da crítica como um dos mais empolgantes da década [11] A composição, que possuía o refrão "me leva que eu vou, sonho meu, atrás da verde e rosa só não vai quem já morreu", falava dos chamados "doces bárbaros", Gilberto Gil, Caetano Veloso, Gal Costa e Maria Bethânia.

Data também dessa época as primeiras parcerias de sucesso da escola com grandes empresas, e do início de grandiosos projetos, como da Vila Olímpica [12]

Em 1995, sucedendo o conhecido presidente Álvaro Caetano, o Alvinho, assumiu a presidência da escola Elmo José dos Santos [13] , que ocuparia o posto por dois mandatos. Sob sua presidência,a Mangueira conquistaria o título duas vezes.

Baiana da Mangueira, no desfile de 1998.

Em 1998, ao escolher Chico Buarque como tema de seu carnaval, a Mangueira escolheu em sua eliminatória interna um samba-enredo de uma parceria de compositores paulistanos, membros da escola de samba Morro da Casa Verde, o que gerou alguma polêmica devido à rivalidade entre cariocas e paulistas. Apesar da polêmica, a escola empatou com a Beija-Flor, voltando a conquistar um campeonato após um jejum que já durava onze anos. Logo após o carnaval, em 19 de abril de 1998, foi criada a Academia Mangueirense do Samba [14]

Ainda a Mangueira voltaria a vencer o Carnaval novamente em 2002 com um enredo que falava sobre o Nordeste, perdendo no ano seguinte para a Beija-Flor. Nesse ano, 2003, a Mangueira trouxe como tema a história de Moisés e da libertação do povo hebreu, narrada no Antigo Testamento[15] , trazendo um samba de autoria de Marcelo Dáguiã, Bizuca, Gilson Bernini e Clóvis Pê[16] , que começava com o refrão "Quem plantar a paz, vai colher amor, um grito forte, de liberdade, na Estação Primeira ecoou", considerado muito bonito pela crítica [17] . Gerou polêmica naquele ano o fato de a comissão de frente, coreografada por Carlinhos de Jesus, não obter a nota máxima, o que sempre vinha acontecendo nos anos anteriores.

Em 2006, a Mangueira escolheu sua nova diretoria, onde numa eleição disputada, Percival Pires derrotou Ivo Meirelles, sendo eleito o novo presidente da escola. Ivo, no entanto, mais adiante ficou com o cargo de presidente da bateria, cargo este que não costuma existir na maioria das escolas de samba, sendo quase uma exclusividade da verde e rosa.

Para 2007, a Mangueira mexeu com vários tabus: ao comemorar seus oitenta anos, pela primeira vez permitiu a presença de mulheres na bateria, ideia esta que partiu do próprio presidente da bateria, Ivo Meirelles, ideia esta que gerou polêmica. Além disso, Preta Gil veio como rainha de bateria da escola, quebrando uma tradição de ter rainhas somente vindas da própria comunidade, eleitas através de um concurso. Porém o fato que causou maior comoção, não só na escola, mas em todo o meio dos sambistas aquele ano, foram os problemas de saúde do intérprete Jamelão, que sofreu um acidente vascular cerebral (AVC) isquêmico e não gravou o samba-enredo da Mangueira para o CD oficial das escolas do carnaval de 2007 nem pôde desfilar com a escola. O então desconhecido cantor de apoio Luizito substituiu o Mestre Jamelão, impossibilitado de cantar, mas também sofreu problemas de saúde pouco tempo antes do desfile e quase foi vetado pelos médicos. Uma sequeência de fatos negativos começaram a recair sobre a entidade a partir de então.

No dia do desfile, Beth Carvalho foi impedida de desfilar e praticamente expulsa do carro alegórico dos baluartes, sendo agredida com um chapéu pelo baluarte Raymundo de Castro.[18] O baluarte Nélson Sargento também preferiu não desfilar, já que possivelmente a roupa de sua mulher, não tinha sido entregue.[19] Estes fatos geraram um certo mal-estar no meio do samba e muitas críticas às diretorias de escolas de samba da atualidade, principalmente à da própria Mangueira.

Ainda em 2007, seu presidente foi eleito para a Academia Mangueirense do Samba, ocupando a cadeira de tia Miúda, e que foi ocupada até dezembro de 2006 pelo compositor Jurandir da Mangueira[14] .

Em 2008, a Mangueira passou por aquela que muitos consideram a sua pior crise. Primeiramente, ainda em 2007, quando todos esperavam um enredo sobre o centenário de Cartola, a diretoria fechou um acordo de patrocínio com a Prefeitura do Recife, ao qual a escola teria como enredo o centenário do frevo. Além de polêmicas relativas à escolha da rainha de bateria, por fim surgiram denúncias de envolvimento da diretoria da entidade com o tráfico do morro. Durante a escolha do samba-enredo, em outubro de 2007, a parceria escolhida foi a de Lequinho, Jr. Fionda, Francisco do Pagode, Silvão e Aníbal, sendo "Francisco do Pagode" o nome artístico de Francisco Paulo Testas Monteiro, o Tuchinha, que passou 17 anos preso por crimes relacionados ao tráfico de drogas. Na final da eliminatória interna, seu samba, mesmo considerado favorito, derrotou outros três fortes concorrentes, como Gilson Bernini e a parceria de Pedrinho do Cavaco e Índio da Mangueira[20] As críticas ao fato de um criminoso estar na parceria vencedora foram duramente rebatidas por Lequinho, que encabeçava o samba campeão. Para o compositor, que elogiou seu parceiro de samba, as críticas seriam resultado de um comportamento preconceituoso da sociedade [21]

As polêmicas não pararam por aí: em dezembro, Percival Pires renunciou à presidência, após aparecer num vídeo onde confraternizava com a mulher de Fernandinho Beira-Mar, presa dias depois [22] Em seu lugar, assumiu Eli Gonçalves da Silva, a Chininha, neta de Saturnino Gonçalves, então vice-presidente. Com muitos problemas no dia do desfile, a Estação Primeira terminou na décima colocação, sendo um dos quatro piores resultados de sua história. O ex-presidente da agremiação, Elmo José dos Santos, lamentou profundamente os acontecimentos e o resultado final.[23]

No dia 14 de junho de 2008, a escola perde um de seus maiores ícones: Jamelão, vítima de falência múltipla dos órgãos. Sua morte causou grande comoção no meio do samba. Para muitos, a perda do intérprete deixou uma lacuna enorme não só na escola, como também para todo o samba.[24] [25] [26]

Para 2009, após oito anos, o carnavalesco Max Lopes deixou a escola, que contratou o Roberto Szaniecki para seu lugar. O enredo escolhido foi uma homenagem ao povo brasileiro, baseando-se no livro "O Povo Brasileiro, Formação e Sentido do Brasil", do professor, antropólogo e político Darcy Ribeiro. Novamente com muitos problemas no início de 2009, a preparação das fantasias e alegorias atrasou e até semanas antes do Carnaval, quase nada havia sido feito. Torcedores assumiram o barracão da agremiação, trabalhando em regime de mutirão, para colocar o carnaval na avenida. Por fim, a sexta colocação foi vista com um misto de surpresa e alívio, pois muitos chegaram a temer o rebaixamento.

Após o Carnaval de 2009, após nova eleição, Ivo Meirelles foi aclamado novo presidente, decidindo rever a estrutura dos últimos anos na escola. A primeira alteração foi a contratação da carnavalesca Márcia Lage. Também foi contratado novo casal de Mestre Sala e Porta Bandeira: Raphael e Marcella Alves. Além disso, para o posto de intérpretes, foi criado um trio apelidado de "os três tenores", formado por Luizito, Zé Paulo e Rixxah. além da bela Renata Santos, que deu um show de sensualidade a frente da bateria comandada pelo Mestre Jaguará Filho. O enredo escolhido foi Mangueira é a Música do Brasil, muito parecido com o tema de 2008 do Império de Casa Verde. No decorrer do ano, a carnavalesca foi afastada e substituída por Jaime Cezário e Jorge Caribé, o que resultou novamente numa sexta colocação.

Em 2011, a Mangueira levou para a avenida o enredo "Filho fiel, sempre Mangueira" de autoria da própria escola, que foi desenvolvido Por Mauro Quintaes e Wagner Gonçalves. além disso continua com os três tenores, agora formado Luizito, Zé Paulo e Ciganerey que entra no lugar de Rixxah, sendo que devido a briga com um suposto torcedor do Fluminense durante a comemoração do título brasileiro na quadra, Luizito acabou suspenso [27] e logo depois iria se desligar da escola[28] , mas após conversa com Ivo Meirelles, voltou atrás e retornou ao trio [29] . Também houve uma mudança no comando da bateria. Aílton Nunes um dos autores do samba-enredo campeão daquele ano, passou a ser o mestre.[30]

No ano 2012, a Mangueira apresentou na avenida o enredo "Vou festejar, sou Cacique,Sou Mangueira", uma homenagem ao bloco Cacique de Ramos, que completou 50 anos em 2011. O enredo foi desenvolvido pelo carnavalesco Cid Carvalho, sendo este contratado pela escola ainda em 2011. O samba enredo escolhido é da parceira de Igor Leal, Lequinho, Junior Fionda e Paulinho Carvalho. Embora tenha ficado em sétimo lugar, a mídia e o público em geral consideraram que a escola realizou um desfile histórico,[quem?] inovando a chamada "paradinha" da bateria, para um tempo superior a 2 minutos. A "paradinha repercutiu e muito, e se tornou uma "paradona", que realmente alegrou e conquistou o público. A Cada ano, a bateria Surdo Um inova mais a mais, mas não foi apenas a bateria que conquistou o público. A cantora Alcione se marcou presente no carro de pagode dentre a bateria, e Beth Carvalho veio abrilhantando a comissão de frente como a madrinha dos orixás.

Acreditou-se que todas as paradinhas foram planejadas. Mas isso não aconteceu. A primeira paradinha foi a única não planejada. Ela aconteceu devido a um defeito na aparelhagem que fez com que a bateria por alguns segundos, não pudesse ser ouvida. Mas depois, o desfile seguiu normalmente. Acredita-se que plasticamente o desfile de 2012 foi melhor que o apresentado em 2011, que deu a Mangueira o terceiro lugar, sua melhor posição dos últimos anos.[quem?]

Em 2013, após uma eleição conturbada e ainda sem definição, o candidato a reeleição e ainda presidente Ivo Meirelles definiu que o enredo da escola será a cidade de Cuiabá no Mato Grosso, e que este será desenvolvido pelo carnavalesco Cid Carvalho assim como no ano anterior. Apos a grande parada da bateria em 2012, a Mangueira promete uma nova inovação, levará duas baterias para a avenida em 2013, e segundo o presidente da agremiação, Ivo Meirelles, as duas baterias já irão se apresentar juntas no ensaio técnico da escola [31] , além disso a escola levará também dois carros de som, o primeiro sendo comandado por Luizito, Zé Paulo e Ciganerey e o segundo por Agnaldo Amaral. Neste ano, a escola apresentou um bom desfile, carros e fantasias muito bem acabados, como há muito tempo não se via na Mangueira, apesar do atraso de seis minutos causado por um erro no último carro alegórico, que trazia uma borboleta gigante que a princípio, daria uma volta na torre onde ficam os jornalistas, localizada quase no final da avenida, mas um problema na manipulação das barras que sustentavam a borboleta, fez com que ela se chocasse com a torre, o problema só foi resolvido depois, com a ajuda dos próprios jornalistas, que empurraram as barras para que o carro pudesse continuar o trajeto na avenida, com esse problema, a Mangueira perdeu seis décimos, um por minuto, uma das principais causas da escola não ter ficado entre as campeãs. Veio também com uma comissão de frente emocionante, que trazia índias, bandeirantes e o mestre Delegado, bailando entre as encenações sobre a história de Cuiabá.

Em seu aniversário de 85 anos - 28 de abril de 2013 - a escola passou pelo processo eleitoral que vinha adiado desde 2012 para eleição seu novo presidente, já que Ivo Meirelles não foi candidato á reeleição. Nessa eleição foi eleito o Deputado Chiquinho da Mangueira,[32] que ficará a frente da escola de até 2016. Além da mudança na presidencia, para o carnaval de 2014 a Mangueira mudou também a composição do casal de mestre-sala e porta bandeira e o carnavalesco, já Marcella Alves foi para o Salgueiro e Cid Carvalho se dirigiu para a Unidos de Vila Isabel respectivamente; para substituír Cid foi contratada a veterana carnavalesca Rosa Magalhães, então campeã do carnaval e para a composição do casal de mestre-sala e porta-bandeira, Raphael que antes teria saído da escola, está mantido no cargo e agora fará par com Squel;[33] Luizito foi mantido como interprete oficial, contando com Eraldo Caê que retorna a agremiação como interprete de apoio; chegou a ser especulado também o nome do consagrado interprete Preto Jóia[34] , que entretanto acabou não acertando com a agremiação.

O enredo escolhido para carnaval foi "A festança brasileira cai no samba da Mangueira" de autoria da carnavalesca e da propria escola. A Mangueira foi quarta escola a desfilar no domingo de carnaval e apresentou um desfile leve, colorido e com uma qualidade plastica que a muito não ser via na escola, entretando com erros que custaram lhe pontos consideraveis na apuração, dentre eles, o acidente com o quinto carro da escola, O ritual da Pajelança, alusivo ao Fetival de Parintins, que devido à sua altura acabou preso na torre de televisão e teve parte de uma escultura quebrada para poder prosseguir para a dispersão; a escola, ao contrario do ano anterior que contou com um infortunio parecido, conseguiu passar dentro do tempo previsto no regulamento (82 minutos), mas a coloção foi a mesma.

Segmentos[editar | editar código-fonte]

Presidentes[editar | editar código-fonte]

1928-1935 Saturnino Gonçalves [35]
1935 a 1937 Júlio Dias Moreira [35]
1937 a 1938 Agenor Murilo de Castro [35]
1938 a 1940 Arlindo Rodrigues [35]
1940 a 1942 Francisco Honorato do Nascimento [35]
1942 a 1950 Marcelino José Claudino [35]
1950 a 1952 Arlindo Maximiano dos Santos [35]
1952 a 1958 Macelino José Claudino [35]
1958 a 1960 Oswaldo Holanda [35]
1960 a 1962 Roberto Paulino [35]
1962 a 1964 Manoel Pereira Filho [35]
1964 a 1970 Juvenal Lopes [35]
1970 a 1974 Djalma dos Santos [35]
1974 a 1976 Darque Dias Moreira [35]
1976 a 1978 Ubirajara Maxmino Rosário [35]
1978 a 1980 Ed Miranda Rosa [35]
1980 a 1983 Percival Pires [35]
1983 a 1986 Djalma dos Santos [35]
1986 a 1988 Carlos Alberto Dória [35]
1988 a 1989 Elísio Dória Filho [35]
1989 a 1992 José Ananias de Marcelos [35]
1992 a 1995 Roberto Firmino dos Santos [35]
1995 a 2001 Elmo José dos Santos [35]
2001 a 2006 Alvaro Luiz Caetano (Alvinho) [35]
2006 a 2007 Percival Pires [35]
2008 a 2009 Eli Gonçalves da Silva (Chininha) [35]
2010 a 2013 Ivo Meirelles [35]
2013 - atualmente Chiquinho da Mangueira [32]

Presidentes de honra[editar | editar código-fonte]

Entre os ex-ocupantes do cargo de presidente de honra estão Delegado, Roberto Paulino, Jamelão, Carlos Cachaça e Juvenal Lopes. Após a morte de Delegado, em 2013, o título passou a caber a Nelson Sargento.[36]

Diretores[editar | editar código-fonte]

Ano Diretor de Carnaval Diretor de harmonia Mestre de bateria Ref.
2010 Jeferson Carlos Jaguara Filho [30]
2011 Jeferson Carlos Aílton Nunes [30]
2012 Jeferson Carlos Aílton Nunes
2013 Jeferson Carlos Aílton Nunes e Marrom [37]
2014 Comissão de Carnaval Edson Goes (Edinho) Aílton Nunes [38]
2015 Júnior Schall Vitor Art e Rodrigo Explosão

Coreógrafo[editar | editar código-fonte]

Ano Nome Ref.
2014 - Carlinhos de Jesus

Casal de Mestre-sala e Porta-bandeira[editar | editar código-fonte]

Ano Nome Ref.
2014 - Raphael e Squel

Rainhas de Bateria[editar | editar código-fonte]

Carnavais[editar | editar código-fonte]

Estação Primeira de Mangueira
Ano Colocação Grupo Enredo Carnavalesco Intérprete Ref./Nota
1929 Concurso de sambistas Chega de demanda e Beijos Sr. Armando [10]
1930 Não houve concurso
1931 Não houve concurso
1932 Campeã ÚNICO Sorrindo e Na floresta Sr. Armando [49]
1933 Campeã ÚNICO Uma segunda-feira do Bonfim na Ribeira Sr. Armando [50] [51]
1934 Campeã ÚNICO República da Orgia Sr. Armando [51] [52]
1935 Vice-campeã ÚNICO O regresso de uma colheita na primavera Sr. Armando [53]
1936 Vice-campeã ÚNICO Não quero mais amar a ninguém Sr. Armando [54]
1937 Não desfilou [55] [56]
1938 Não houve concurso [57]
1939 Vice-campeã ÚNICO O Jardim Sr. Armando [58]
1940 Campeã ÚNICO Prantos, pretos e poetas Sr. Armando [59]
1941 Vice-campeã ÚNICO Pedro Ernesto Sr. Armando [60]
1942 3º lugar único A vitória do Samba nas Américas' Sr. Armando [61]
1943 Vice-campeã ÚNICO Samba no Palácio do Itamarati Sr. Armando [62]
1944 Vice-campeã ÚNICO Glória ao Samba Sr. Armando [63]
1945 Vice-campeã ÚNICO Nossa História Sr. Armando [64]
1946 Vice-campeã ÚNICO Carnaval da Vitória Sr. Armando [65]
1947 Vice-campeã ÚNICO Brasil, Ciências e Artes Sr. Armando [66]
1948 4º lugar ÚNICO Brasil, Tesouro Invejado
(Samba-enredo gravado com o título: Vale de São Francisco)
Sr. Armando Xangô da Mangueira [67]
1949 Campeã UGESB Apoteose aos Mestres Funcionários da Casa da Moeda Jamelão [68]
1950 Campeã UCES Plano SALTE - Saúde, alimentação, transporte e energia Funcionários da Casa da Moeda Jamelão [69]
1951 3º lugar UGESB Unidade Nacional Funcionários da Casa da Moeda Jamelão [69]
1952 Não houve concurso Gonçalves Dias Funcionários da Casa da Moeda Jamelão [69]
1953 3º lugar 1 Unidade Nacional Funcionários da Casa da Moeda Jamelão [70]
1954 Campeã 1 Rio de Janeiro, de ontem e de hoje Funcionários da Casa da Moeda Jamelão [71]
1955 Vice-campeã 1 Cântico à Natureza
(Samba-enredo gravado com o título: As Quatro estações do ano)
Funcionários da Casa da Moeda Jamelão [72] [73]
1956 3º lugar 1 O Grande Presidente Funcionários da Casa da Moeda Jamelão [74]
1957 3º lugar 1 Emancipação Nacional - Rumo ao progresso Funcionários da Casa da Moeda Jamelão [75]
1958 3º lugar 1 Canção do exílio Funcionários da Casa da Moeda Jamelão [76]
1959 3º lugar 1 Brasil através dos tempos Funcionários da Casa da Moeda Jamelão [77]
1960 Campeã 1 Carnaval de todos os tempos Roberto Paulino e Darque Dias Moreira Jamelão [78]
1961 Campeã 1 Reminiscências do Rio Antigo Roberto Paulino e Darque Dias Moreira Jamelão [79]
1962 4º lugar 1 Casa-grande e senzala Roberto Paulino e Darque Dias Moreira Jamelão [80]
1963 Vice-campeã 1 Exaltação à Bahia Júlio Mattos Jamelão [81]
1964 3º lugar 1 História de um preto velho Júlio Mattos Jamelão [82]
1965 4º lugar 1 Rio através dos séculos Júlio Mattos Jamelão [83]
1966 Vice-campeã 1 Exaltação à Villa-Lobos Júlio Mattos Jamelão [84]
1967 Campeã 1 O mundo encantado de Monteiro Lobato Júlio Mattos Jamelão [85]
1968 Campeã 1 Samba, festa de um povo Júlio Mattos Jamelão [86]
1969 Vice-campeã 1 Os Mercadores e suas tradições Júlio Mattos Jamelão [87]
1970 3º lugar 1 Um Cântico à natureza
(Título semelhante ao enredo de 1955, mas com outro samba)
Júlio Mattos Jamelão [88]
1971 4º lugar 1 Os Modernos bandeirantes Júlio Mattos Jamelão [89]
1972 Vice-campeã 1 Rio, Carnaval dos Carnavais Carlos Alberto Jamelão [90]
1973 Campeã 1 Lendas do Abaeté Júlio Mattos Jamelão [91]
1974 4º lugar 1 Mangueira em tempo de folclore Júlio Mattos Jamelão [92]
1975 Vice-campeã 1 Imagens poéticas de Jorge Lima Elói Machado Jamelão [93]
1976 Vice-campeã 1 No reino da Mãe do Ouro Elói Machado Jamelão [94]
1977 7º lugar 1 Panapanã, o segredo do amor Júlio Mattos Jamelão [95]
1978 Vice-campeã 1 Dos carroceiros do imperador ao Palácio do Samba Júlio Mattos Jamelão [96]
1979 4º lugar 1-A Avatar… e a selva transformou-se em ouro Júlio Mattos Jamelão [97]
1980 8º lugar 1-A Coisas nossas Liana Silveira e Ecila Cirne Jamelão [98]
1981 4º lugar 1-A De Nonô a JK Alcione Barreto e Elói Machado Jamelão [99]
1982 4º lugar 1-A As mil e uma noites cariocas Fernando Pinto Jamelão [100]
1983 5º lugar 1-A Verde que te quero rosa… semente viva do samba Max Lopes Jamelão [101]
1984 Campeã/super 1-A Yes, Nós Temos Braguinha Max Lopes Jamelão [102] [102]
1985 9º lugar 1-A Abram Alas que eu quero passar Eloy Machado e Bia Dumont Jamelão [103]
1986 Campeã 1-A Caymmi Mostra ao Mundo o que a Bahia e a Mangueira Têm Júlio Mattos Jamelão [104]
1987 Campeã 1-A O Reino dos Palavras, Carlos Drummond de Andrade Júlio Mattos Jamelão [105]
1988 Vice-campeã 1 Cem Anos de Liberdade, Realidade ou Ilusão? Júlio Mattos Jamelão [106]
1989 11ºlugar 1 Trinca de Reis Júlio Mattos Jamelão [107]
1990 8ºlugar Especial Deu a Louca no Barroco Ernesto Nascimento e Cláudio Rodrigues Jamelão [108]
1991 12ºlugar Especial As Três Rendeiras do Universo Ernesto Nascimento e Cláudio Rodrigues Jamelão [109]
1992 6ºlugar Especial Se Todos Fossem Iguais a Você Ilvamar Magalhães Jamelão [110]
1993 5ºlugar Especial Dessa Fruta Eu Como até o Caroço Ilvamar Magalhães Jamelão [111]
1994 11ºlugar Especial Atrás da Verde-e-Rosa Só Não Vai Quem Já Morreu Ilvamar Magalhães Jamelão [112]
1995 6ºlugar Especial A Esmeralda do Atlântico Ilvamar Magalhães Jamelão
1996 4ºlugar Especial Os Tambores da Mangueria na Terra da Encantaria Oswaldo Jardim Jamelão
1997 3ºlugar Especial
(primeira divisão)
O Olimpo é Verde e Rosa Oswaldo Jardim Jamelão
1998 Campeã Especial Chico Buarque da Mangueira Alexandre Louzada Jamelão
1999 7ºlugar Especial O Século do Samba Alexandre Louzada Jamelão
2000 7ºlugar Especial Dom Obá II, Rei dos Esfarrapados, Príncipe do Povo Alexandre Louzada Jamelão
2001 3ºlugar Especial A Seiva da Vida Max Lopes Jamelão
2002 Campeã Especial Brazil com 'Z' é para Cabra da Peste, Brasil com 'S' é a Nação do Nordeste Max Lopes Jamelão
2003 Vice-campeã Especial Os Dez Mandamentos: O Samba da Paz Canta a Saga da Liberdade Max Lopes Jamelão
2004 3ºlugar Especial Mangueira Redescobre a Estrada Real…E Desse Eldorado Faz seu Carnaval Max Lopes Jamelão
2005 6ºlugar Especial Mangueira Energiza a Avenida. O Carnaval é Pura Energia e a Energia é o Nosso Desafio Max Lopes Jamelão
2006 4ºlugar Especial Das Águas do Velho Chico, Nasce um Rio de Esperança Max Lopes Jamelão
2007 3ºlugar Especial Minha Pátria é Minha Língua, Mangueira Meu Grande Amor. Meu Samba Vai ao Lácio e Colhe a Última Flor
Compositores:Lequinho, Junior Fionda, Aníbal e Amendoim.
Max Lopes Luizito
2008 10ºlugar Especial 100 Anos do Frevo, é de Perder o Sapato. Recife Mandou me Chamar…
Compositores:Lequinho, Jr. Fionda, Francisco do Pagode, Silvão e Aníbal.
Max Lopes Luizito
2009 6ºlugar Especial A Mangueira Traz Os Brasis do Brasil Mostrando a Formação do Povo Brasileiro
Compositores:Lequinho, Jr.Fionda, Gílson Bernini e Gusttavo Clarão.
Roberto Szaniecki Luizito
2010 6°lugar Especial Mangueira é Música do Brasil
Compositores:Alemão do Cavaco, Cesinha Maluco, Xavier, Ailton Nunes, Rifai e Pê Baianinho.
Jaime Cezário e Jorge Caribé Luizito, Zé Paulo e Rixxah
2011 3º lugar Especial O Filho Fiel, Sempre Mangueira
Compositores:Alemão do Cavaco, Cesinha Maluco, Xavier, Ailton Nunes, Rifai e Pê Baianinho.
Mauro Quintaes e Wagner Gonçalves Luizito, Zé Paulo e Ciganerey
2012 7º lugar Especial Vou festejar! Sou Cacique, sou Mangueira
Compositores:Junior Fionda, Igor Leal, Lequinho da Mangueira e Paulinho Carvalho.
Cid Carvalho Luizito, Zé Paulo e Ciganerey
2013 8º lugar Especial Cuiabá: Um paraíso no Centro da América
Compositores:Junior Fionda, Igor Leal, Lequinho da Mangueira e Paulinho Carvalho.
Cid Carvalho Luizito, Zé Paulo, Ciganerey e Agnaldo Amaral
2014 8° lugar Especial A festança brasileira cai no samba da Mangueira
Compositores: Igor Leal, Junior Fionda, Lequinho, Flavinho Horta e Paulinho Carvalho.
Rosa Magalhães Luizito
2015 Especial Agora chegou a vez vou cantar: Mulher de Mangueira, Mulher brasileira em primeiro Lugar Cid Carvalho Luizito

Premiações[editar | editar código-fonte]

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Títulos[editar | editar código-fonte]

Grupo Especial: 1932, 1933, 1934, 1940, 1949 (UGESB), 1950 (UCES), 1954, 1960, 1961, 1967, 1968, 1973, 1984, 1984 (Super Campeonato), 1986, 1987, 1998 e 2002

Estandartes de Ouro[editar | editar código-fonte]

Total de 78 prêmios:

Estrela do carnaval[editar | editar código-fonte]

  • Mestre-Sala e Porta-Bandeira: 2013

Troféu Samba Rio[editar | editar código-fonte]

Categoria Grupo Anos Ref.
Melhor Samba Enredo Especial 2002
Melhor Enredo Especial 2002
Melhor Samba Enredo Especial 2003
Melhor Abre Alas Especial 2003
Melhor Enredo Especial 2007
Melhor Samba Enredo Especial 2010
Troféu J30 Especial 2013

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • Nélson da Nóbrega Fernandes. Escolas de Samba: Sujeitos Celebrantes e Objetos Celebrados. Rio de Janeiro: Coleção Memória Carioca, vol. 3, 2001. [2]
  • Estatuto da escola

Referências

  1. Academia do Samba. Grupo Especial 1960. Visitado em 14/11/2013.
  2. Academia do Samba. Grupo Especial 1961. Visitado em 14/11/2013.
  3. Academia do Samba. Grupo Especial 1967. Visitado em 14/11/2013.
  4. Academia do Samba. Grupo Especial 1968. Visitado em 14/11/2013.
  5. Academia do Samba. Grupo Especial 1969. Visitado em 14/11/2013.
  6. Academia do Samba. Grupo Especial 1984. Visitado em 14/11/2013.
  7. Academia do Samba. Grupo Especial 1986. Visitado em 14/11/2013.
  8. Esporte UOL. [1]. Visitado em 08/05/2010.
  9. CBB. Confederação Brasileira de Basquete. Visitado em 08/05/2010.
  10. a b Portal Academia do Samba. 1929. Visitado em 08/05/2010.
  11. Rede Bom dia. Mangueira, 1994 (publicado em Quarta-feira, 03 de fevereiro de 2010). Visitado em 08/05/2010.
  12. Revista Veja. 16 de fevereiro de 1994 - A Nação Verde e Rosa. Visitado em 08/05/2010.
  13. ALERJ. Sessão Solene. Visitado em 08/05/2010.
  14. a b Alberto João, para SRZD Carnavalesco. Presidente Percival Pires é eleito baluarte da Mangueira. Visitado em 08/05/2010.
  15. Veja Rio. Desfile faraônico. Visitado em 08/05/2010.
  16. Samba Rio Carnaval. Mangueira 2003. Visitado em 08/05/2010.
  17. Samba Rio Carnaval. Os sambas de 2003. Visitado em 08/05/2010.
  18. Alícia Uchôa, para o G1. BETH CARVALHO CHORA AO SER EXPULSA DE CARRO DA MANGUEIRA. Visitado em 08/05/2010.
  19. Leandro Colon, para o G1. NELSON SARGENTO TAMBÉM FICA FORA DE DESFILE DA MANGUEIRA. Visitado em 08/05/2010.
  20. O Dia. Favorito, samba de Tuchinha e Lequinho vence disputa na Mangueira. Visitado em 08/05/2010.
  21. Alberto João, para SRZD Carnavalesco. Lequinho ataca o comportamento da socidade na questão da presença de Tuchinha no samba da Mangueira. Visitado em 08/05/2010.
  22. Alberto João, para O Globo. Após polêmica sobre amizade com mulher de Beira-Mar, presidente da Mangueira renuncia. Visitado em 08/05/2010.
  23. O Globo. "Coração do Mangueirense está sangrando", diz Elmo José dos Santos, ex-presidente da Mangueira. Visitado em 08/05/2010.
  24. Terra - Música. Corpo de Jamelão é enterrado ao som da bateria da Mangueira. Visitado em 08/05/2010.
  25. UOL. Aplausos e samba marcam enterro de Jamelão no Rio. Visitado em 08/05/2010.
  26. O Globo. Jamelão, despedida digna de bamba. Visitado em 08/05/2010.
  27. Rodrigo Coutinho, para o Carnaval Brasil. Luizito briga na quadra da Mangueira e está afastado da escola. Visitado em 14.12.2010.
  28. Rodrigo Coutinho, para o Carnaval Brasil. Luizito critica Ivo Meireles e anuncia saída da Mangueira. Visitado em 14.12.2010.
  29. O Dia na Folia (20.12.2010). Presidente da escola, Ivo Meirelles se reconcilia com o principal intérprete, Luizito. Visitado em 22.12.2010.
  30. a b c Autor do samba-enredo da Mangueira assume bateria e fala em rever as paradinhas. Visitado em 25/08/2014.
  31. Mangueira levará duas baterias para a Sapucaí em 2013
  32. a b ODia na Folia (29.04.2013). Chiquinho da Mangueira é o novo presidente da Estação Primeira 03h57. Visitado em 30.04.2013.
  33. O Dia na Folia (02.05.2013). Mangueira confirma contratação da porta-bandeira Squel 16h25. Visitado em 02.05.2013.
  34. O Dia na Folia (10.05.2013). Mangueira contrata intérprete Preto Joia para reforçar carro de som 17h19. Visitado em 10.05.2013.
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  37. http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/carnaval/2013/noticia/2013/02/mangueira-inova-com-2-baterias-mas-estoura-o-tempo-para-falar-de-cuiaba.html
  38. Aiton não é mais mestre de bateria da Mangueira (01/06/2014). Cópia arquivada em 25/08/2014.
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  40. a b c G1 (09/12/2013). Mangueira retoma a tradição e tem rainha de bateria da comunidade 19h18. Visitado em 14/12/2013.
  41. a b Bisteca: fama súbita com a participação em No Limite
  42. As deusas do samba
  43. A Mangueira vive um confuso enredo
  44. Cardiologistas recomendam alimentação leve e caminhada para o folião não passar mal na Avenida
  45. Mangueira escolhe madrinha da bateria
  46. Caras (22/12/2006). PRETA GIL, A BELA RAINHA DE BATERIA DA MANGUEIRA. Visitado em 09/05/2013.
  47. Confirmado: Renata Santos não é mais rainha de bateria da Mangueira
  48. a b EGO (28/04/2013). Gracyanne Barbosa não é mais rainha de bateria da Mangueira 0:00. Visitado em 28/04/2013.
  49. Portal Academia do Samba. 1932. Visitado em 08/05/2010.
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  51. a b CABRAL, Sérgio, As Escolas de Samba do Rio de Janeiro, Lumiar Editora, Rio de Janeiro, 1996
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  55. Portal Academia do Samba. 1937. Visitado em 08/05/2010.
  56. O site da Mangueira diz que o enredo foi Cinco continentes, no entanto esta fonte pode não ser correta, uma vez que a mesma contabiliza a colocação obtida pela Unidos de Mangueira como sendo sua.
  57. Portal Academia do Samba. 1938. Visitado em 08/05/2010.
  58. Portal Academia do Samba. 1940. Visitado em 08/05/2010.
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  92. Portal Academia do Samba. 1974. Visitado em 08/05/2010.
  93. Portal Academia do Samba. 1975. Visitado em 08/05/2010.
  94. Portal Academia do Samba. 1976. Visitado em 08/05/2010.
  95. Portal Academia do Samba. 1977. Visitado em 08/05/2010.
  96. Portal Academia do Samba. 1978. Visitado em 08/05/2010.
  97. Portal Academia do Samba. 1979. Visitado em 08/05/2010.
  98. Portal Academia do Samba. 1980. Visitado em 08/05/2010.
  99. Portal Academia do Samba. 1981. Visitado em 08/05/2010.
  100. Portal Academia do Samba. 1982. Visitado em 08/05/2010.
  101. Portal Academia do Samba. 1983. Visitado em 08/05/2010.
  102. a b Portal Academia do Samba. 1984 (segunda). Visitado em 08/05/2010.
  103. Portal Academia do Samba. 1985. Visitado em 08/05/2010.
  104. Portal Academia do Samba. 1986. Visitado em 08/05/2010.
  105. Portal Academia do Samba. 1987. Visitado em 08/05/2010.
  106. Portal Academia do Samba. 1988. Visitado em 08/05/2010.
  107. Portal Academia do Samba. 1989. Visitado em 08/05/2010.
  108. Portal Academia do Samba. 1990. Visitado em 08/05/2010.
  109. Portal Academia do Samba. 1991. Visitado em 08/05/2010.
  110. Portal Academia do Samba. 1992. Visitado em 08/05/2010.
  111. Portal Academia do Samba. 1993. Visitado em 08/05/2010.
  112. Portal Academia do Samba. 19991. Visitado em 08/05/2010.