GRES Acadêmicos do Salgueiro

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Salgueiro
Bandeira do GRES Acadêmicos do Salgueiro.jpg
Salgueiro
Fundação 5 de março de 1953 (61 anos)
Escola-madrinha Mangueira
Cores

Vermelho

Branco
Símbolo Instrumentos de percussão
Bairro Andaraí
Presidente Regina Celi
Carnavalesco Renato Lage e Márcia Lage
Intérprete oficial Quinho
Leonardo Bessa
Serginho do Porto
Xande de Pilares
Diretor de carnaval Dudu Azevedo
Diretor de harmonia Jomar Casemiro [CCH]
Alda Alves [CCH]
Siromar Carvalho [CCH]
Diretor de bateria Mestre Marcão
Rainha da bateria Viviane Araújo
Mestre-sala e porta-bandeira Sidcley e Marcella Alves
Coreógrafo Hélio Benjani
Desfile de 2014
Enredo Gaia - a vida em nossas mãos
Horário 2 de março
Entre 01:20 e 02:26
www.salgueiro.com.br

Grêmio Recreativo Escola de Samba Acadêmicos do Salgueiro é uma escola de samba, das mais populares do Rio de Janeiro, atualmente está sediada na Rua Silva Teles, no bairro do Andaraí.[1] . Anteriormente era sediada na Rua dos Junquilhos, no bairro da Tijuca, então originária do Morro do Salgueiro.

Foi campeã do Grupo Especial do Carnaval em 1960[2] , 1963[3] , 1965[4] , 1969[5] , 1971[6] , 1974[7] , 1975[8] , 1993[9] e 2009[10] .

Trata-se de uma das escolas que compunhava o grupo das "quatro grandes" ao lado de Império Serrano, Portela e Mangueira. Até meados dos anos 70, somente estas escolas atingiram o título de Campeã do Carnaval do Rio de Janeiro, revezando-se entre elas próprias. Este bloqueio foi furado a partir de 1976, quando a Beija-Flor de Joãosinho Trinta, o então carnavalesco bicampeão e recém-saído do próprio Salgueiro, levou a escola de Nilópolis ao seu primeiro título.

História[editar | editar código-fonte]

Foi fundado em 5 de março de 1953 a partir da união de duas escolas de samba do Morro do Salgueiro: Azul e Branco[11] e Depois eu Digo. A Unidos do Salgueiro[12] , terceira escola existente naquela localidade e que tinha como representante maior o sambista Joaquim Calça Larga, não concordou com a fusão e, por esse motivo, ficou de fora. Mais tarde, desapareceu. Em seu primeiro desfile, com o enredo "Romaria à Bahia" em 1954, a Acadêmicos do Salgueiro surpreendeu o público e alcançou a terceira colocação, à frente da Portela.

O primeiro presidente do Salgueiro foi Paulino de Oliveira e nos anos que se seguiram, a escola ousou ao tratar de enredos que colocassem os negros em destaque, e não como figurantes. É exemplo marcante desse novo estilo, Navio Negreiro (1957). Mas foi em 1958, sob a presidência de Nélson Andrade, que a agremiação adotou o lema que traz até hoje: nem melhor, nem pior, apenas uma escola diferente. Foi Nélson Andrade o responsável pela ida do carnavalesco Fernando Pamplona para o Salgueiro, em 1960, dando início a uma grande mudança no visual da escola. Pamplona criou uma equipe formada por ele, o casal Dirceu e Marie Lousie Nery, Arlindo Rodrigues e Nilton Sá, revolucionou a estética dos desfiles das escolas de samba.Essa tendência foi reforçada com a chegada de Fernando Pamplona e, posteriormente, de Arlindo Rodrigues, que resgataram personagens negros que enriqueceram a história do Brasil, embora fossem pouco retratados nos livros escolares, como Zumbi dos Palmares (Quilombo dos Palmares - 1960), Xica da Silva (Xica da Silva - 1963) e Chico Rei (Chico Rei - 1964).

Na década de 1970, a escola consagra o jovem artista plástico Joãosinho Trinta, que foi aluno de Pamplona, nos memoráveis desfiles de 1971 Festa para um Rei Negro (samba composto por Zuzuca, tendo como carnavalesco Joãosinho Trinta com o qual obtém seu 5º título) e o bicampeonato em 74/75 com Rei de França na Ilha da assombração (samba composto em 1974 por Zé Di e Malandro tendo como carnavalesco Joãosinho Trinta que lhe rendeu seu 6º título do carnaval carioca) e As minas do rei Salomão (samba composto em 1975 por Nininha Rossi, Dauro Ribeiro, Zé Pinto e Mário Pedra e tendo como carnavalesco Joãosinho Trinta com o qual conquistou seu 7º título).

Em 1978 entre as 10 escolas de samba no Grupo Principal, Salgueiro termina na sexta colocação e escapa por pouco do rebaixamento, a uma posição de Império Serrano.

Nos anos 1980 a escola amarga uma série de insucessos, disputas internas causaram afastamento de salgueirenses históricos e vê a ascensão de escolas como: Beija-Flor , Imperatriz e Mocidade Independente, cujos desfiles eram confeccionados por ex carnavalescos do Salgueiro, como Joãosinho Trinta, Arlindo Rodrigues e Rosa Magalhães.

O jejum de títulos é quebrado em 1993 com o surpreendente Peguei um Ita no Norte, de Mário Borriello e composto por: Demá Chagas, Arizão, Celso Trindade, Bala, Guaracy e Quinho, sendo esse desfile foi responsável por um dos momentos mais inesquecíveis do carnaval carioca e por um dos melhores samba-enredo que a Sapucaí ouviu.

Nos últimos anos seu carnaval foi feito pelo carnavalesco Renato Lage que foi discípulo de Fernando Pamplona e Arlindo Rodrigues. Com a morte dos patronos Maninho[13] e Miro Garcia, a vermelho-e-branca precisou mais do que nunca se unir para apresentar um grande desfile com o enredo Do fogo que ilumina a vida, Salgueiro é chama que não se apaga. O desafio foi vencido. O excelente desenvolvimento do enredo de Renato Lage e Márcia Lavia contava a história e a importância do fogo para a humanidade. A plástica do tema iluminou os carnavalescos a criarem um belíssimo trabalho de cores quentes e formas originais inspirados no elemento. O Salgueiro desfilou com uma garra que há muito tempo não se via. Exceto por problemas em duas alegorias, que tiveram dificuldade de passar pelas árvores não podadas da Presidente Vargas, a escola foi extrema em sua excelência e incendiou a avenida, credenciando-se ao título[14] . Porém, na abertura dos envelopes, apenas a 5ª colocação foi reservada à escola.

Golpe maior a escola sofreria no ano seguinte, quando levou para a avenida o enredo Microcosmos, o que os olhos não veem, o coração sente, criado por Renato Lage e Márcia Lávia. Já contando com a estrutura do barracão na Cidade do Samba, a escola sentiu o peso de abrir o desfile do Grupo Especial, com um público ainda frio e pouco receptiv[15] o. O resultado final foi a 11ª colocação, a pior da história do Salgueiro.

Para se reerguer, em 2007 o Salgueiro foi em busca de suas raízes para encontrar, na África Oriental, a história das Candaces, rainhas negras que governaram o Império Meroe, sete séculos antes de Cristo. Tudo pareceu perfeito para mais uma vitória - ou pelo menos o vice-campeonato. A escola fez um desfile brilhante e saiu aclamada pelo público[16] e pela imprensa como postulante ao título[17] . Essa expectativa durou apenas até a leitura das primeiras notas, na quarta-feira de cinzas. Inexplicavelmente os jurados deram notas baixas à escola. Afastada da luta pelo campeonato, o Salgueiro terminou a apuração em 7º lugar. Em 2008, falando sobre a cidade do Rio de Janeiro, o Salgueiro conquista o vice-campeonato[18] .

Após o vice-campeonato, o Salgueiro realizou eleições para a escolha da diretoria executiva, responsável pelo comando da escola no triênio 2008/2010. A vencedora foi a candidata da situação, Regina Celi Fernandes Duran, segunda mulher na história a presidir a escola[19] .

Para 2009, a escola escolheu o enredo Tambor[20] , de Renato Lage. O samba enredo vencedor foi composto por Moisés Santiago, Paulo Shell, Leandro Costa e Tatiana Leite.[21] Graças a a esse enredo, o Salgueiro ganhou o campeonato[22] deste ano, com um ponto de diferença da vice Beija-Flor e quebrando um jejum que durava 16 anos.

Para o carnaval de 2010, o Salgueiro desenvolveu com o carnavalesco Renato Lage, o enredo "Histórias sem fim" contado a história do livro, que vem da Antiguidade até os tempos modernos[23] . no entanto terminou a apuração na 5º colocação.

Em 2011, o Salgueiro contou a história do cinema no Rio de Janeiro . O enredo foi desenvolvido por Renato Lage e com a volta de sua mulher, Márcia Lage. Além disso a direção resolveu fazer igual a escola-madrinha, com 3 intérpretes: com efetivação de Leonardo Bessa e Serginho do Porto, que antes eram apoio do carro de som, ao lado de Quinho. Ronaldinho que estava na escola a 10 anos, foi substituido[24] por Sidcley, ex-mestre sala da Grande Rio. Maz fez um de seus piores desfiles, com problemas na entrada de três grandes carros, congestionamentos de alegorias na dispersão, comprementendo sua evolução e, principalmente, gerando uma punição de 1 ponto pelo estouro do tempo máximo em 10 minutos. Mesmo assim, a escola terminou na 5ª colocação, voltando para o desfile das campeãs. No ano de 2012 a escola levou para a avenida o enredo "Cordel branco e encarnado" falando sobre a literatura do nordeste[25] [26] e foi a vice-campeã do carnaval, ficando a apenas dois décimos da campeã Unidos da Tijuca.

Em 2013, a escola apresentou na Marquês de Sapucaí o enredo "Fama", no qual foi patrocinado pela revista Caras. A agremiação foi a 2ª escola a desfilar no primeiro dia de desfiles (Domingo). tendo Xande, do Grupo Revelação como participação especial, integrando junto com Quinho, Leonardo Bessa e Serginho do Porto[27] . O desfile foi sem erros porém não empolgou o público presente no sambódromo[28] . Devido a rigorosidade dos jurados nesse ano muitas escolas, incluindo a vermelho e branca, não obtiveram muitas notas "Dez". Porém, devido ao equilíbrio das escolas, o Salgueiro conseguiu a 5ª colocação credenciado-a ao Desfile das Campeãs.

No último dia 29 de abril, a Academia do Samba anunciou seu enredo para 2014: "Gaia: A vida em nossas mãos". Após cinco anos do carnaval campeão "Tambor", o Salgueiro retoma a estética afro tão associada à sua história. O enredo abordou a criação do universo sob a ótica da lenda africana de Olorum, com um toque de apelo pela sustentabilidade nos dias atuais (um desejo já demonstrado pelos orixás em suas lendas e ideais)[29] [30] . Nas redes sociais, a manifestação dos torcedores tem sido bastante positiva, uma vez que o Salgueiro sempre se sai muito bem ao abordar temas sobre a cultura afro-brasileira. e Xande, do Grupo Revelação, junto com compositores experientes, vencedores na escola. como: Dudu Botelho e Marcelo Motta. tendo sido o samba desse ano[31] . O desfile recebeu vários prêmios como o estandarte de ouro de melhor escola, melhor samba e melhor bateria, consagrou-se vice campeã com uma diferença de apenas 1 décimo da campeã.

Presidentes[editar | editar código-fonte]

Dentre os grandes presidentes do Salgueiro, podemos destacar dois. O primeiro foi o bicheiro Miro Garcia, que transformou a escola. Miro foi presidente do Salgueiro entre 1988 a 1993. e ainda fez seu sucessor, Waldemir Paes Garcia (Maninho). anos depois os dois foram presidente de honra e patrono. O segundo é Osmar Valença, que dirigiu a escola de 1978 a 1981.

Ano Presidente Ref.
1955 a 1956 Paulino de Oliveira [32]
1956 a 1958 Nelson de Andrade [32]
1958 a 1960 Manoel Carpinteiro [32]
1960 José Nicolau Nachef [32]
1960 a 1962 Mário Pinheiro [32]
1962 a 1976 Osmar Valença [32]
1976 Euclides Pannar (China Cabeça Branca) [32]
1976 a 1978 Moacyr Nascêncio de Carvalho (Moacyr Lord) [32]
1978 a 1981 Osmar Valença [32]
1981 a 1982 Sillos de Oliveira [32]
1982 a 1984 Régis Cardoso [32]
1984 a 1986 Milton de Souza [32]
1986 a 1988 Elizabeth Nunes [32]
1988 a 1993 Waldemir Garcia (Miro) [32]
1993 a 1994 Waldemir Paes Garcia (Maninho) [32]
1994 a 2000 Paulo César Mangano [32]
2001 a 2008 Luiz Augusto Laje Duran (Fú) [32]
2008 - atual Regina Celi Fernandes [32]


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Nomes históricos[editar | editar código-fonte]

Os Artistas da Academia[editar | editar código-fonte]

Salgueirenses famosos[editar | editar código-fonte]

Rainhas de bateria[editar | editar código-fonte]

Carnavais[editar | editar código-fonte]

Acadêmicos do Salgueiro
Ano Colocação Grupo Enredo Carnavalesco Intérprete Ref.
1954 3°lugar 1 Romaria à Bahia [nota 1] Hildebrando de Moura [37] [38] [39]
1955 4°lugar 1 Epopéia do samba [nota 2] Hildebrando de Moura [37] [38] [39]
1956 4°lugar 1 Brasil, fontes das artes [nota 3] Hildebrando de Moura [37] [38] [39]
1957 4°lugar 1 Navio negreiro [nota 4] Hildebrando de Moura [40] [38] [39]
1958 4°lugar 1 Um século e meio de progresso a serviço do Brasil [nota 5] Hildebrando de Moura [41]
1959 Vice-Campeã 1 Viagem pitoresca através do Brasil - Debret [nota 6] Marie Louise e Dirceu Néri [37] [38] [39]
1960 Campeã 1 Quilombo dos Palmares [nota 7] Fernando Pamplona [42] [37] [2] [38] [39]
1961 Vice-Campeã 1 Vida e obra de Aleijadinho [nota 8] Fernando Pamplona [37] [38] [39]
1962 3°lugar 1 O Descobrimento do Brasil [nota 9] Arlindo Rodrigues [37] [38] [39]
1963 Campeã 1 Xica da Silva [nota 10] Arlindo Rodrigues [43] [44] [37] [3] [38] [39]
1964 Vice-Campeã 1 Chico-Rei [nota 11] Fernando Pamplona [37] [38] [39]
1965 Campeã 1 História do carnaval carioca - Eneida [nota 12] Fernando Pamplona e Arlindo Rodrigues [4] [37] [38] [39]
1966 5°lugar 1 Os amores célebres do Brasil [nota 13] Clóvis Bornay [37] [38] [39]
1967 3°lugar 1 História da liberdade no Brasil [nota 14] Fernando Pamplona [37] [38] [39]
1968 3°lugar 1 Dona Beja, a feiticeira de Araxá [nota 15] Fernando Pamplona [37] [38] [39]
1969 Campeã 1 Bahia de todos os deuses [nota 16] Fernando Pamplona [45] [5]
1970 Vice-Campeã 1 Praça XI carioca da gema [nota 17] Fernando Pamplona [46] [38] [39]
1971 Campeã 1 Festa para um rei negro [nota 18] Fernando Pamplona [6] [37] [38] [39]
1972 5°lugar 1 Nossa madrinha, Mangueira querida [nota 19] Fernando Pamplona [37] [38] [39]
1973 3°lugar 1 Eneida, amor e fantasia [nota 20] Maria Augusta e Joãosinho Trinta [37] [38] [39]
1974 Campeã 1 O Rei da França na ilha da assombração [nota 21] Joãosinho Trinta [7] [37] [38] [39]
1975 Campeã 1 O segredo das minas do rei Salomão [nota 22] Joãosinho Trinta [8] [37] [38] [39]
1976 5°lugar 1 Valongo [nota 23] Edmundo Braga [37] [38] [39]
1977 4°lugar 1 Do Cauim ao Efó, moça branca, branquinha [nota 24] Fernando Pamplona [37] [38] [39]
1978 6°lugar 1 Do Yorubá à luz, a aurora dos deuses [nota 25] Fernando Pamplona [37] [38] [39]
1979 6°lugar 1A O Reino encantado da mãe natureza contra o rei do mal [nota 26] Ivan Jorge [37] [38] [39]
1980 3°lugar 1A O bailar dos ventos, relampejou, mas não choveu [nota 27] Ney Ayan e Jorge Nascimento [37] [38] [39]
1981 5°lugar 1A Rio de Janeiro [nota 28] Geraldo Sobreira [37]
1982 8°lugar 1A No reino do faz de conta [nota 29] José Félix [37] [38] [39]
1983 8°lugar 1A Traços e troças [nota 30] Augusto Vannucci e Lan [37] [38] [39]
1984 4°lugar 1A Skindô, Skindô [nota 31] Arlindo Rodrigues [37] [38] [39]
1985 6ºlugar 1A Anos Trinta, Vento Sul - Vargas [nota 32] Edmundo Braga e Paulino Espírito Santo [47]
1986 6ºlugar 1 Tem que se Tirar da Cabeça Aquilo que Não se Tem no Bolso - Tributo a Fernando Pamplona [nota 33] Comissão de Carnaval
(Ney Ayam, Mário Monteiro e Yarema Ostrower)
[37] [38] [39]
1987 5ºlugar 1 E por que não? Renato Lage e Lílian Rabello [nota 34] Rixxah [48] [38] [39]
1988 4ºlugar 1 Em Busca do Ouro Mário Monteiro e Chico Spinoza [nota 35] Rixxah [37] [38] [39]
1989 5ºlugar 1 Templo Negro em Tempo de Consciência Negra [nota 36] Luiz Fernando Reis e Flávio Tavares [49] [38] [39]
1990 3ºlugar Especial Sou Amigo do Rei [nota 37] Rosa Magalhães [50] [38] [39]
1991 Vice-Campeã Especial Me Masso se Não Passo pela Rua do Ouvidor [nota 38] Rosa Magalhães [51] [38] [39]
1992 4ºlugar Especial O Negro que Virou Ouro nas Terras do Salgueiro [nota 39] Mário Borriello [52] [38] [39]
1993 Campeã Especial Peguei um Ita no Norte [nota 40] Mário Borriello Quinho [53] [54] [55] [56] [9] [38] [39]
1994 Vice-Campeã Especial Rio de Lá para Cá [nota 41] Roberto Szaniecki Quinzinho [57] [38] [39]
1995 5ºlugar Especial O Caso do por Acaso [nota 42] Roberto Szaniecki Quinho [58] [38] [39]
1996 5ºlugar Especial Anarquistas Sim, Mas Nem Todos [nota 43] Fábio Borges Quinho [59] [38] [39]
1997 7ºlugar Especial De Poeta, Carnavalesco e Louco… Todo Mundo tem um Pouco [nota 44] Mário Borriello Quinho [60]
1998 7ºlugar Especial Parintins, A Ilha do boi-bumbá: Garantido X Caprichoso, Caprichoso X Garantido. [nota 45] Mário Borriello Quinho [61] [38] [39]
1999 5ºlugar Especial Salgueiro é Sol e Sal nos Quatrocentos Anos de Natal [nota 46] Mauro Quintaes Quinho [62] [38] [39]
2000 6ºlugar Especial Sou Rei, Sou Salgueiro, meu Reinado é Brasileiro [nota 47] Mauro Quintaes Wander Pires [63] [38] [39]
2001 4ºlugar Especial Salgueiro no mar de Xarayés, é Pantanal, é Carnaval [nota 48] Mauro Quintaes Nêgo [64] [38] [39]
2002 6ºlugar Especial Asas de um sonho, Viajando com o Salgueiro, O orgulho de ser brasileiro [nota 49] Mauro Quintaes Nêgo [65] [66] [38] [39]
2003 7ºlugar Especial Salgueiro, Minha Paixão, Minha Raiz - 50 Anos de Glórias [nota 50] Renato Lage e Márcia Lávia Quinho [67] [68] [38] [39]
2004 6ºlugar Especial A Cana que aqui se planta, tudo dá… Até energia. Álcool – o combustível do futuro [nota 51] Renato Lage e Márcia Lávia Quinho [69] [70] [38] [39]
2005 5ºlugar Especial Do fogo que ilumina a vida, Salgueiro é chama que não se apaga [nota 52] Renato Lage e Márcia Lávia Quinho [71] [72] [38] [39]
2006 11ºlugar Especial Microcosmos: O que os olhos não vêem o coração sente [nota 53] Renato Lage e Márcia Lávia Quinho [73] [38] [39]
2007 7ºlugar Especial Candaces Renato Lage e Márcia Lávia [nota 54] Quinho [74] [38] [39]
2008 Vice-Campeã Especial O Rio de Janeiro continua sendo… [nota 55] Renato Lage e Márcia Lávia Quinho [75] [18] [38] [39]
2009 Campeã Especial Tambor [nota 56] Renato Lage Quinho [76] [20] [22] [10] [38]
2010 5ºlugar Especial Histórias sem fim [nota 57] Renato Lage Quinho [77] [78] [23] [38]
2011 5ºlugar Especial Salgueiro Apresenta: O Rio no Cinema! [nota 58] Renato Lage e Márcia Lage Quinho
Serginho do Porto
Leonardo Bessa
[79] [38]
2012 Vice-Campeã Especial Cordel Branco e Encarnado [nota 59] Renato Lage e Márcia Lage Quinho
Serginho do Porto
Leonardo Bessa
[80] [25] [26] [38]
2013 5ºlugar Especial Fama Renato Lage e Márcia Lage Quinho
Serginho do Porto
Leonardo Bessa
Xande de Pilares
[81] [82] [83] [28]
2014 Vice-Campeã Especial Gaia - a vida em nossas mãos Renato Lage e Márcia Lage Quinho
Serginho do Porto
Leonardo Bessa
Xande de Pilares
[29] [30]
2015 Especial

Premiações[editar | editar código-fonte]

Estandartes de Ouro[editar | editar código-fonte]

Categoria Anos Ref.
Escola 1974, 1993,1994, 2000 , 2003, 2009 e 2014 [84]
Enredo 1973, 1974, 1990, 1991, 1993, 2006 e 2009 [85]
Samba-enredo 1978 e 2014 [86]
Bateria 1973, 1975, 1984, 1993, 1998, 2000, 2003, 2008 e 2014 [87]
Mestre-sala 1986, 1988, 1998, 2001, 2003 e 2004 [88]
Porta-bandeira 1986, 1988, 1998, 2001, 2003 e 2004 [89]
Intérprete 1989 [90]
Comissão de frente 1990, 1996, 2003 , 2005 e 2013 [91]
Destaque feminino [estandarte1 1] 1976, 1977 e 1980 [92]
Destaque masculino [estandarte1 1] 1973 e 1984 [93]
Ala 2008 e 2011 [94]
Fantasia [estandarte2 1] 1974 [95]
Personalidade 1979, 1982, 1983, 1986, 1992, 1994 e 2003 [96]
Revelação 1992 e 2010 [97]
Passista feminino 1978, 1983, 1985, 1987 e 2007 [98]
Passista masculino 1981 e 2005 [99]
Ala de baianas 1986, 1988, 1989, 2005, 2007 e 2010 [100]
Ala de crianças [estandarte3 1] 1993 [101]

Tamborim de Ouro[editar | editar código-fonte]

Categoria Anos Ref.
Escola da Alegria 2007 [102]
Samba no Pé masculino 2006 [103]
Samba no Pé feminino 1999 [104]
Samba do ano 2003 [105]
Batuque do povo 2004, 2009 [106] [107]

Estrela do Carnaval[editar | editar código-fonte]

Categoria Anos Ref.
Desfile do ano 2008, 2009 [108] [109]
Melhor Carnavalesco 2009 [109]
Melhor Carnavalesco 2009 [109]
Comissão de Frente 2008 [108]

Troféu Samba Rio[editar | editar código-fonte]

Categoria Grupo Anos Ref.
Melhor Abre Alas Especial 2001
Melhor Abre Alas Especial 2002
Melhor Enredo Especial 2008
Melhor Abre Alas Especial 2009
Melhor Enredo Especial 2009
Melhor Samba Enredo Especial 2011
Troféu Enredo Especial 2011

Lema da escola[editar | editar código-fonte]

Cquote1.svg Nem melhor nem pior, apenas uma escola diferente. Cquote2.svg

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • Salgueiro: Academia de Samba, Haroldo Costa, Rio de Janeiro: Editora Record, 1984. [110]
  • Salgueiro: 50 Anos de Glória, Haroldo Costa, Rio de Janeiro: Editora Record, 2003.[110]
  • Explode, Coração — Histórias do Salgueiro, Leonardo Bruno, Rio de Janeiro: Cadernos de Samba, 2013.[111]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. Samba Rio Carnaval. Salgueiro. Página visitada em 20/10/2010.
  2. a b Academia do Samba. Grupo Especial 1960. Página visitada em 31/10/2013.
  3. a b Academia do Samba. Grupo Especial 1963. Página visitada em 31/10/2013.
  4. a b Academia do Samba. Grupo Especial 1965. Página visitada em 31/10/2013.
  5. a b Academia do Samba. Grupo Especial 1969. Página visitada em 31/10/2013.
  6. a b Academia do Samba. Grupo Especial 1971. Página visitada em 31/10/2013.
  7. a b Academia do Samba. Grupo Especial 1975. Página visitada em 31/10/2013.
  8. a b Academia do Samba. Grupo Especial 1975. Página visitada em 31/10/2013.
  9. a b Academia do Samba. Grupo Especial 1993. Página visitada em 31/10/2013.
  10. a b Academia do Samba. Grupo Especial 2009. Página visitada em 31/10/2013.
  11. Galeria do Samba. G.R.E.S. AZUL E BRANCO DO SALGUEIRO. Página visitada em 15/11/2013.
  12. Galeria do Samba. G.R.E.S. DEPOIS EU DIGO. Página visitada em 15/11/2013.
  13. Extra (10/02/2010). Saiba que foi o bicheiro Maninho do Salgueiro. Página visitada em 28/10/2013.
  14. UOL (07/02/2005). Salgueiro encerra o terceiro desfile do Carnaval do Rio. 1h08. Página visitada em 28/10/2013.
  15. Salgueiro abre desfile na Sapucaí sem muita empolgação. 02h48 (27/02/2006). Página visitada em 27/10/2010.
  16. Globeleza 2007 (20/02/2007). SALGUEIRA ENTRA NA AVENIDA AOS GRITOS DE "É CAMPEÃ". 0h13. Página visitada em 27/10/2013.
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  27. Salgueiro: Xande de Pilares é convidado para integrar o carro de som
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  88. Academia do Samba. título=Estandarte de Ouro - Melhor Mestre Sala. Página visitada em 07/11/2013.
  89. Academia do Samba. título=Estandarte de Ouro - Melhor Porta Bandeira. Página visitada em 07/11/2013.
  90. Academia do Samba. título=Estandarte de Ouro - Melhor Intérprete. Página visitada em 07/11/2013.
  91. Academia do Samba. Estandarte de Ouro - Melhor Comissão de Frente. Página visitada em 07/11/2013.
  92. Academia do Samba. Estandarte de Ouro - Destaque Feminino. Página visitada em 07/11/2013.
  93. Academia do Samba. Estandarte de Ouro - Destaque Masculino. Página visitada em 07/11/2013.
  94. Academia do Samba. Estandarte de Ouro - Melhor Ala. Página visitada em 07/11/2013.
  95. Academia do Samba. Estandarte de Ouro - Melhor Fantasia. Página visitada em 07/11/2013.
  96. Academia do Samba. Estandarte de Ouro - Personalidade. Página visitada em 07/11/2013.
  97. Academia do Samba. Estandarte de Ouro - Revelação. Página visitada em 07/11/2013.
  98. Academia do Samba. Estandarte de Ouro - Melhor Passista Feminino. Página visitada em 07/11/2013.
  99. Academia do Samba. Estandarte de Ouro - Melhor Passista Masculino. Página visitada em 07/11/2013.
  100. Academia do Samba. Estandarte de Ouro - Melhor Ala de Baianas. Página visitada em 07/11/2013.
  101. Academia do Samba. Estandarte de Ouro - Melhor Ala de Crianças. Página visitada em 07/11/2013.
  102. Academia do Samba. Tamborim de Ouro 2007. Página visitada em 07/11/2013.
  103. Academia do Samba. Tamborim de Ouro 2006. Página visitada em 07/11/2013.
  104. Academia do Samba. Tamborim de Ouro 1999. Página visitada em 07/11/2013.
  105. Academia do Samba. Tamborim de Ouro 2003. Página visitada em 07/11/2013.
  106. Academia do Samba. Tamborim de Ouro 2004. Página visitada em 07/11/2013.
  107. Academia do Samba. Tamborim de Ouro 2009. Página visitada em 07/11/2013.
  108. a b Academia do Samba. Estrela do Carnaval 2008. Página visitada em 07/11/2013.
  109. a b c Academia do Samba. Estrela do Carnaval 2009. Página visitada em 07/11/2013.
  110. a b Hatoldo Costa. Página visitada em 15/11/2013.
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Notas

  1. Abelardo Silva, Duduca e José Ernesto Aguiar.
  2. Bala, Duduca e José Ernesto Aguiar.
  3. Djalma Sabiá e Armando Régis.
  4. Djalma Sabiá e Armando Régis.
  5. Djalma, Carivaldo da Mota e Graciano Campos.
  6. Djalma, Carivaldo da Mota e Graciano Campos.
  7. Noel Rosa de Oliveira e Anescar Rodrigues.
  8. Juca, Duduca e Bala.
  9. Geraldo Babão.
  10. Noel Rosa de Oliveira e Anescar Rodrigues.
  11. Geraldo Babão, Djalma Sabiá e Binha.
  12. Geraldo Babão e Valdelino Rosa.
  13. Bala, Zuzuca e Nilo.
  14. Aurinho da Ilha.
  15. Aurinho da Ilha.
  16. Bala e Manuel Rosa.
  17. Duduca e Romildo Souza Bastos.
  18. Zuzuca.
  19. Zuzuca.
  20. Zuzuca.
  21. Zé Di e Malandro.
  22. Zé Di e Malandro.
  23. Djalma Sabiá.
  24. Geraldo Babão, Renato de Verdade.
  25. Renato de Verdade.
  26. Bala, L. Marinheiro, Caíca.
  27. Zé di Zuzuca, Edinho, Haydée, Moacir Arantes, Pompeu.
  28. Buguinho, Henrique Rodrigues Filho, Mauro Torrão.
  29. Zedi e César Veneno.
  30. Celso Trindade e Bala.
  31. David Corrêa e J. Macêdo.
  32. Bala, Jorge Melodia e Jorge Moreira.
  33. Jorge Melodia, Paulo Emílio, Bicho de Pena e Marcelo Lessa.
  34. Didi, Bala e Cezar Veneno.
  35. Arizão, Alaor Macedo, Rolando Medeiros, Jorginho da Cadeira, Gilberto Tobias, Buguinho, Henrique do Salgueiro, Mauro Torrão e Rixxah.
  36. Alaor Macedo, Helinho do Salgueiro, Arizão, Demá Chagas e Rubinho do Afro.
  37. Alaor Macedo, Arizão, Demá Chagas, Pedrinho da Flor e Fernando Baster.
  38. Sereno, Luiz Fernando, Diogo.
  39. Bala, Efealves, Preto Velho, Sobral e Tiãozinho do Salgueiro.
  40. Demá Chagas, Arizão, Bala, Guaracy e Celso Trindade
  41. Celso Trindade, Demá Chagas, Bala, Arizão e Guaracys
  42. Márcio Paiva, Adalto Magalha e Eduardo Dias
  43. Márcio Paiva, Adalto Magalha e Eduardo Dias
  44. Márcio Paiva, Adalto Magalha, Eduardo Dias, Tico do Gato, Guaracy
  45. Compositor:Paulo Onça
  46. Compositor:Celso Trindade, Demá Chagas, Eduardo Dias e Líbero
  47. Compositor:Fernando Baster, J.C. Couto, João da Valsa e Touro
  48. Compositor:Augusto, Zé Carlos do Saara e Rocco Filho
  49. Leonel, Luizinho Professor, Serginho 20, Sidney Sã e Claudinho
  50. Leonel, Luizinho Professor, Serginho 20, Sidney Sã e Claudinho
  51. Leonel, Luizinho Professor, Serginho 20, Sidney Sã e Professor Newtão
  52. Moisés Santiago, Waltinho Honorato, Fernando Magaça, Luiz Antonio e Quinho
  53. Moisés Santiago, Waltinho Honorato, Fernando Magaça, Paulo Shell, Tiãozinho do Salgueiro, Abs, Leonel, Luizinho Professor e Quinho
  54. Dudu Botelho, Marcelo Motta, Zé Paulo e Luiz Pião
  55. Compositor:Dudu Botelho, Marcelo Motta, Josemar Manfredini, João Conga e Luiz Pião
  56. Moisés Santiago, Paulo Shell, Leandro Costa e Tatiana Leite
  57. Josemar Manfredini, Brasil do Quintal, Jassa, Betinho do Ponto e Fernando Magaça
  58. Dudu Botelho, Miudinho, Anderson Benson e Luiz Pião
  59. Dudu Botelho, Miudinho, Anderson Benson e Luiz Pião
  1. a b Esta categoria foi extinta em 1986
  1. Esta categoria foi extinta em 1975.
  1. Esta categoria foi extinta em 1994.