Capitania-geral

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Saltar para a navegação Saltar para a pesquisa

Capitania-geral é a denominação dada as divisões administrativas dos antigos territórios ultramarinos do Império Espanhol e do Império Português, à frente dos quais estava um capitão-general.

Portugal[editar | editar código-fonte]

No Império Português as capitanias-gerais eram territórios administrados directamente pela Coroa, em contraste com as donatarias, atribuídas, a título hereditário, a ricos senhores comerciantes amigos do rei. A partir do governo do Marquês de Pombal, todas as donatarias, ainda existentes, foram substituídas por capitanias-gerais.

Em Portugal as capitanias-gerais duraram, nos Açores e na Madeira, até 1832, altura em que aqueles arquipélagos foram transformados em províncias, governadas por prefeitos.

Espanha[editar | editar código-fonte]

Uma capitania-geral consistia numa forma de administração utilizada nas colônias espanholas de ultramar, com o fim de exercer domínio sobre zonas que tinham importância militar ou estratégica e não tanto por seu papel econômico ou comercial para a metrópole.

As capitanias, ademais, caracterizavam-se por serem zonas de importância estratégica para a luta contra potências estrangeiras, contra a pirataria, assim como a luta contra tribos indígenas de difícil submissão.

As capitanias-gerais no Novo Mundo foram:

As capitanias-gerais na Ásia foram:

Ver também[editar | editar código-fonte]

{{Navbox |name = Império Espanhol |title = Império Espanhol |image = A América sob o Império Espanhol no século XVIII.

|group1 = Instituições
administrativas |list1 = Casa de Contratação · Conselho das Índias

|group2 = Vice-reinos |list2 = Nova Granada · Nova Espanha · Peru · Rio da Prata

|group3 = Reais Audiências |list3 = Charcas · Lima · Quito

|group4 = Capitanias-Gerais |list4 = Guatemala · Filipinas · Venezuela </noinclude>