Fazenda Grande do Retiro

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Vista aérea de conjunto habitacional, no bairro

A Fazenda Grande do Retiro é um bairro da cidade de Salvador no estado da Bahia.[1]

Este bairro, localizado na zona Norte de Salvador, é um morro cortado por uma rua de aproximadamente 7 quilômetros que recebeu o nome do intelectual Alexandre José Mello Morais Filho, paralelo a BR-324 e é vizinho aos bairros do Alto do Peru, Pitangueiras, Bom Juá e São Caetano, recebeu esse nome porque realmente era uma fazenda, que pertencia ao Sr. Justino. Na década de 1940, este senhor decidiu arrendar a sua propriedade e vender pequenos lotes para pessoas que queriam morar na região.

Neste bairro encontramos a Empresa Gráfica da Bahia (EGBA), onde é impresso o Diário Oficial da Bahia e fabrica MFX da Bahia onde se fabrica acrílicos. Dizem lendas, que o bairro Fazenda Grande ganhou esse nome por ser uma grande fazenda. Quanto a origem posso dizer que além da propriedade mencionada, outros proprietários possuíam fazendas na localidade que veio a ser bairro da Fazenda Grande, a exemplo do Sr. Gama, Sr.Genésio Gomes da Silva, e de Antonio Machado da Silva, que trabalhava no matadouro do Retiro e que já em 1901 adquiriu uma grande quantidade de terras que iniciava na Melo Morais Filho e terminava na Avenida San Martin.

Alto do Peru[editar | editar código-fonte]

Alto do Peru é um subdistrito do bairro de Fazenda Grande do Retiro. Fica localizado entre a Fazenda Grande e o Largo do Tanque, tendo como rua principal a Rua do Oriente.[2]

No Alto do Peru encontramos um dos postos da Empresa Baiana de Águas e Saneamento (Embasa) junto com uma caixa d'água da mesma e também o Centro Social Urbano Dom Lucas Moreira Neves, onde são ministrados vários cursos para os moradores adjacentes.

Segundo a história, foi no Alto do Peru que os portugueses subiam para vigiar o mar quando os holandeses invadiram Salvador, por ser um local alto e próximo do mar. A visão da parte mais alta do bairro permitia aos portugueses que iniciaram moradia na região, a visão ampla de toda a península itapagipana. Na época existiam fazendas de café e cana de açúcar e o trabalho era escravo com os escravos vindos da África e os imigrantes italianos, holandeses, franceses que trabalhavam em sistema de parceria.Com o passar dos tempos, o bairro foi subdividindo-se tomando ares urbanos. Para ter acesso ao bairro era preciso atravessar o largo do tanque de canoa, pois toda a região era um dique que desembocava na praia da calçada, mares e Roma. Outro meio de transporte da época era o bonde por volta de 1905, porém só chegava ate a calçada o demais percurso seguia-se de canoa ou barco. Por volta de 1920 os primeiros moradores do Alto do Peru Sr. Galdino Silva Melo, Sr Leonila Barros de Melo com ajuda de outros moradores construíram a igreja católica de Nossa Senhora de Guadalupe, foi construída de taipa e palha de coqueiro, mas tarde de frande, para a construção da igreja s idealizadores vendiam jornal local para arrecadar fundos pra a construção da igreja. Na rua principal, rua do oriente, ainda e possível encontrar alguns imóveis do tempo Brasil colônia, casas ainda com a arquitetura da época. Durante todos esses anos o bairro passou por altos e baixos.

Referências

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