Língua mongolesa

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
(Redirecionado de Língua mongol)
Ir para: navegação, pesquisa
NoFonti.svg
Esta página ou secção cita fontes confiáveis e independentes, mas que não cobrem todo o conteúdo (desde dezembro de 2015). Por favor, adicione mais referências e insira-as corretamente no texto ou no rodapé. Material sem fontes poderá ser removido.
Encontre fontes: Google (notícias, livros e acadêmico)
Mongol (Khalkha, Buryat, Mongol)
Falado em: Mongólia

 China (Mongólia Interior e Sinkiang)

 Rússia
Total de falantes: cerca de 5.700.000
Família: Altaica
 Mongólico
  Grupo do Oriente, ou Ramo Mongólico Oriental
   Mongol
Estatuto oficial
Língua oficial de: Mongólia
Códigos de língua
ISO 639-1: mn
ISO 639-2: mon
Ásia - Idioma Mongol.PNG

A língua mongolesa ou mongol (oficialmente khalkha-mongol) é a mais conhecida das línguas mongólicas.[1] É o idioma oficial da República da Mongólia e também é falada em regiões adjacentes na República Popular da China e na Rússia. Desde 1921, por influência soviética, é escrita com o alfabeto cirílico[1] na Mongólia, apesar de ainda ser escrito com o alfabeto mongol em Mongólia Interior, na China.

Na China, a partir de 1973 começou o ressurgimento interno da língua quando seu uso e desenvolvimento foram encorajados por políticos como Deng Xiaoping, favorecendo minorias de oito províncias e regiões autônomas do norte do país.[2]

Classificação[editar | editar código-fonte]

Ainda existe controvérsia entre linguistas sobre classificar-se ou não as línguas mongois entre as línguas altaicas, família à qual também pertencem as línguas turco-tártaras, as línguas tungúsicas (faladas na Sibéria) e provavelmente também o coreano e o japonês. Sabe-se, porém, que o mongol é aparentado à língua buriata, falada pela etnia buriata do leste da Sibéria. É também relacionado com as línguas mongólicas do Afeganistão.

Alguns sítios webs especializados, como o Ethnologue, consideram o mongol falado na Mongólia (Khaklha Mongol) e o mongol falado na China (mongol periférico) como duas línguas diferentes, atribuíndo-lhes códigos diferentes.[1]

Referências

  1. a b c Juha Janhunen. The Mongolic Languages. [S.l.]: Routledge, 2006. 464 p. ISBN 9781135796907
  2. Minglang Zhou. Multilingualism in China: The Politics of Writing Reforms for Minority Languages 1949-2002. [S.l.]: Walter de Gruyter, , 2003. 480 p. ISBN 9783110924596

Ver também[editar | editar código-fonte]

Ícone de esboço Este artigo sobre linguística ou um linguista é um esboço relacionado ao Projeto Ciências Sociais. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o.