Tupy Sport Club

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Tupy
Escudo do Tupy SC.jpg
Nome Tupy Sport Club
Mascote Índio
Fundação 1 de janeiro de 1922 (95 anos)
Estádio Oswaldo Delgado de Moraes
Capacidade 1.000
Presidente Brasil Lawrence
Competição Rio de Janeiro Campeonato Carioca - Série B2
Website http://www.tupysc.com.br/
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Uniforme
titular
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Uniforme
alternativo
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Tupy Sport Club é uma agremiação esportiva da cidade de Paracambi, estado do Rio de Janeiro, fundada a 1 de janeiro de 1922.

Formação do Tupy no princípio do século XX

História[editar | editar código-fonte]

Surge da divisão de outro clube da cidade, o Brasil Industrial Esporte Clube, que seria o seu grande rival.

Atletas do Tupy

Começa suas atividades disputando o antigo Campeonato Estadual Fluminense, entre outros torneios. Esteve, por exemplo, em 1954, na 2ª Zona, quando não consegue a classificação para a segunda fase, que teve Brasil Industrial Esporte Clube, Central Sport Club e Royal Sport Club, ambos de Barra do Piraí. Mas o campeão foi o Clube dos Coroados, e vice o Royal Sport Club.

Sede do Tupy

Em 1956, participou do Campeonato Fluminense Extra, ficando na sexta posição. O vencedor da competição foi o Adrianino Atlético Clube, de Engenheiro Paulo de Frontin, e vice foi o Central Sport Club.

Com o advento da fusão dos estados do Rio de Janeiro e Guanabara, estreia na Terceira Divisão de Profissionais em 1983, no Grupo "B", se classificando para a fase final em segundo lugar, atrás do Nacional FootBall Club, de Duque de Caxias, e à frente do também habilitado Esporte Clube Miguel Couto. Tomazinho Futebol Clube, Heliópolis Atlético Clube e Esporte Clube Nova Cidade foram eliminados. Já na fase final, por pontos corridos, o Nacional sagrou-se campeão e ascendeu à Segunda Divisão na companhia da vice-campeã Associação Atlética Cabofriense. O Clube Esportivo Rio Branco foi o terceiro colocado, Miguel Couto, o terceiro, Tamoyo Futebol Clube, de Cabo Frio, o quinto, União Esportiva Coelho da Rocha, o sexto, e o próprio Tupy ficou na lanterna do certame.

Em 1984, o Tupy integrou a chave "A", que ao final da fase inicial, contou com a liderança do Tomazinho Futebol Clube. O Royal Sport Club foi o segundo colocado, ficando a Associação Atlética Volantes, na terceira posição. O Cruzeiro de Pendotiba foi o quarto, o Tupy, o quinto, e na última posição ficou o Central Sport Club. Os classificados para a segunda divisão naquele ano foram Rio Branco e Royal.

Após a disputa, houve um período de ausência dos gramados que perdurou até 1987. Naquela oportunidade a equipe integrou na primeira fase o Grupo "B", ficando na segunda posição, atrás do Esporte Clube Miguel Couto. O Heliópolis Atlético Clube foi o terceiro e o Itaguaí Atlético Clube, o último, pela perda de cinco pontos ao utilizar atletas em condição irregular. Na segunda fase do certame, o time ficou em último lugar e acabou eliminado da competição. Se classificaram Esporte Clube Miguel Couto e Tamoio Futebol Clube. Os eliminados foram Canto do Rio Foot-Ball Club, Heliópolis Atlético Clube e o Nacional. Naquele ano subiram Paduano Esporte Clube e Esporte Clube Miguel Couto.

Em 1988, o Tupy foi eliminado na fase inicial, no Grupo "A", liderado pelo América de Três Rios. Frigorífico Atlético Clube e Itaguaí Atlético Clube ficaram à frente da equipe de Paracambi. Naquele ano América-TR e União Nacional Futebol Clube, que estavam em chaves diferentes foram declarados campeões da divisão e classificados para o módulo imediatamente superior.

Em 1989, o Tupy disputou o Grupo "B" e ficou na quarta colocação, não chegando à segunda fase. Entrerriense Futebol Clube, Céres Futebol Clube e Tamoio Futebol Clube se classificaram. Portela Atlético Clube, Pavunense Futebol Clube, Itaguaí Atlético Clube, Associação Atlética Volantes e Associação Atlética Caxias foram eliminados. Naquele ano os campeões foram Rio das Ostras Futebol Clube e Tamoio.

Em 1990, a equipe alviverde de Paracambi finalmente promoveu a sua melhor campanha historicamente em âmbito profissional. Sagrou-se vice-campeã da terceira divisão, ao perder a final para o Céres Futebol Clube. Na primeira fase se classificou em segundo, atrás do Pavunense Futebol Clube e à frente do próprio time de Bangu que o derrotaria na decisão. O Itaguaí Atlético Clube foi o outro time classificado. Na fase final, o Tupy a liderou, mas o regulamente previa o confronto contra o segundo colocado, o próprio Céres. Na terceira posição ficou o Esporte Clube Maricá, seguido de Pavunense Futebol Clube, Itaguaí Atlético Clube, Carapebus Esporte Clube, Canto do Rio Foot-Ball Club e Colégio Futebol Clube.

Disputou os anos de 1991 e 1994 já na Segunda Divisão. Após esse período, se licenciou.

Mascote do Tupy

Volta em, 1999, na Terceira Divisão, porém sem alcançar o acesso à Segunda Divisão. Contudo, a campanha foi excelente, pois quase chegou à fase final. Em 2000, chegou a disputar a seletiva para a Segunda Divisão, porém sem obter sucesso. Desde então se encontra licenciado das competições profissionais, apenas disputando o campeonato amador de sua cidade.

Sua maior conquista no profissionalismo foi o vice-campeonato em 1990 da Terceira Divisão, quando perdeu o título para o Céres Futebol Clube. Suas cores são o verde e preto e seu estádio é o Oswaldo Delgado de Moraes, de capacidade para 1.000 pessoas.

Estádio Oswaldo Delgado de Moraes

Títulos[editar | editar código-fonte]

  • 1990 - Vice-campeão da Terceira Divisão de Profissionais;
  • 2001 - Campeão da Copa Roberto Dinamite - Sub-17;
  • 2003 - Vice-campeão de Adultos - Liga Desportiva de Paracambi;
  • 2009 - Eneacampeão Juvenil - Liga Desportiva de Paracambi;
  • 2009 - Campeão Mirim - Liga Desportiva de Paracambi;
  • 2009 - Campeão Pré-Mirim - Liga Desportiva de Paracambi;
  • 2009 - Campeão Master - Liga Desportiva de Paracambi;
  • 2010 - Campeão Júnior - Liga Desportiva de Paracambi;
  • 2011 - Vice-campeão Juvenil - Liga Desportiva de Paracambi;
    • 2017 - Campeão do Campeonato Iguaçuano - Liga de Desportos de Nova Iguaçu

Ver também[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Fonte[editar | editar código-fonte]

  • VIANA, Eduardo. Implantação do futebol Profissional no Estado do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro: Editora Cátedra, s/d.