Heliópolis Atlético Clube

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Heliópolis
Heliópolis.png
Nome Heliópolis Atlético Clube
Alcunhas Alvi-anil, azulão
Fundação 1 de maio de 1950 (67 anos)
Estádio José de Alvarenga
Capacidade 4.000
Website Página oficial (em português)
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Uniforme
titular
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
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Uniforme
alternativo
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Heliópolis Atlético Clube é uma agremiação esportiva da cidade de Belford Roxo, no estado do Rio de Janeiro, fundada a 1º de maio de 1950.

História[editar | editar código-fonte]

José Bento da Silva (Bento Kojak), fundador do Heliópolis
Equipe profissional do Heliópolis em 2009

Tradicional agremiação esportiva da Baixada Fluminense, o Heliópolis, fundado a 1 de Maio de 1950, sob a denominaçăo de Heliópolis Futebol Clube, passou à atual a 20 de Março de 1955. Localiza-se no bairro de mesmo nome em Belford Roxo.

Profissionalizou-se em 1983 e estreiou no Campeonato Carioca da Terceira Divisão. A equipe ficou em sexto lugar do seu grupo na fase inicial, não se classificando assim para a fase final. No ano seguinte fica em quinto da sua chave e novamente não se classifica para a fase final.

Em 1985 se classifica pela primeira vez para a fase final, ficando em terceiro lugar do seu grupo. Acabou terminando em sexto lugar geral do torneio. Em 1986 se licencia do torneio pela primeira vez.

Retorna em 1987 e fica em terceiro lugar de seu grupo se classifica assim para a segunda fase. Na segunda fase fica em quarto lugar e não se classifica para a fase final.Em 1988 novamente fica em terceiro e passa para a segunda fase, na qual fica em terceiro e é eliminado. Em 1989 se licencia pela segunda vez.

Retorna novamente em 1990, ficando apenas em sexto na sua chave, e não se classificando para a fase final. Em 1991 se licencia pela terceira vez.

Na terceira divisão de 1992 faz a sua melhor campanha em todos os tempos. Fica em quarto lugar no seu grupo, se classificando para a fase seguinte, na qual fica em primeiro na chave "A". Na fase final fica em segundo no seu grupo, perdendo a vaga para o Serrano Foot Ball Club, que vai para a final contra o Esporte Clube Barreira, e se sagra campeão.

Em 1993 fica em terceiro na sua chave no primeiro turno. No segundo, é o quinto. Acaba sendo penalizado com a perda dos pontos em uma partida, à qual não compareceu contra o Barra Mansa Futebol Clube.Em 1994 fica em primeiro lugar em seu grupo, se classificando para a fase final, na qual fica em quinto lugar. O campeão e vice foram respectivamente Goytacaz Futebol Clube e Nova Iguaçu Futebol Clube.

A então chamada Segunda Divisão (na prática, a Terceira) ganha o nome de Módulo Intermediário em 1995. O clube alvianil de Belford Roxo, é apenas o oitavo em seu grupo. Participa da Copa Rio, grupo 4, seção Interior, mas é eliminado na primeira fase ao ficar na quarta colocação, última, na sua chave, atrás de Barra Mansa Futebol Clube, Nova Iguaçu Futebol Clube e Mesquita Futebol Clube. Em 1996 disputa novamente a Divisão Intermediária. Fica em oitavo no primeiro turno e em segundo lugar no returno, não se classificando para a final.

Em 1997 é convidado a disputar a Divisão Especial, na prática a Segunda Divisão de Profissionais, o módulo abaixo da divisão de elite. Pela primeira vez em sua história o clube se aproxima da divisão principal do futebol do Rio de Janeiro. A campanha, porém, é ruim e o alvi-anil é o último em sua chave no término da primeira fase do campeonato, sendo logo eliminado da competição. Participa da Copa Rio, mas é eliminado na primeira fase ao ficar em quarto na sua chave, atrás dos classificados Duquecaxiense Futebol Clube e Rodoviário Piraí Futebol Clube, além do eliminado União Esportiva Coelho da Rocha. Entre 1998 e 1999 se licencia pela quarta vez.

Retorna em 2000 com uma campanha ruim. Fica em último na sua chave, sendo eliminado na primeira fase da competição. Em 2001, no Módulo Extra - Série A2, fica em segundo em sua chave, se classificando para a fase seguinte, na qual fica em sétimo, não chegando às finais.

Em 2002 houve uma diminuição no número de participantes da Segunda Divisão e o Heliópolis voltou para a Terceira. Nesse ano faz uma péssima campanha, ficando em último em sua chave, na primeira fase, sendo logo eliminado da competição. Em 2003 se licencia pela quinta vez.

Retorna em 2004 e fica em quinto na sua chave, sendo eliminado da competição. Em 2005 se licencia pela sexta vez.

Retorna em 2006 e é o segundo em sua chave, atrás somente do Esporte Clube Nova Cidade. Na fase seguinte é eliminado em jogos de ida e volta pelo Resende Futebol Clube, que começava a sua trajetória vitoriosa rumo à Primeira Divisão. Entre 2007 e 2008 se licencia pela sétima vez.

Em 2009 disputa a Terceira Divisão de Juniores, competição à qual não consegue a classificação para a segunda fase. Participa da categoria profissional do Campeonato Estadual da Terceira Divisão, conseguindo a classificação para a segunda fase, ao se habilitar em seu grupo na segunda colocação, atrás somente do Clube Atlético Castelo Branco, superando Rubro Social Esporte Clube, Clube de Futebol Rio de Janeiro e o estreante Esporte Clube Marinho. Na segunda fase, faz campanha irregular e não consegue marcar um único gol, empatando três partidas seguidas em 0 a 0. Se classificam, nessa fase, Santa Cruz Futebol Clube e Leme Futebol Clube Zona Sul, ficando o Heliópolis e o Bela Vista Futebol Clube eliminados da competição.

Em 2010 disputa a Terceira Divisão do Rio de Janeiro, onde é eliminado na primeira fase do campeonato, na qual fica em último atrás do primeiro colocado, Associação Desportiva Itaboraí, do segundo, Esporte Clube São João da Barra, do terceiro, Serra Macaense Futebol Clube e do também eliminado Canto do Rio Football Club. Desiste, já com a tabela montada, de disputar a categoria de Juniores do Campeonato Estadual da Série C. Entre 2011 e 2012 se licencia pela oitava vez.

Na Terceira Divisão do Rio de Janeiro de 2013 é eliminado na primeira fase do campeonato, ao ficar em terceiro no seu grupo, que classificava dois times para a segunda fase.Fica em terceiro em seu grupo da Terceira Divisão do Rio de Janeiro e não se classifica para a segunda fase. Termina a competição em 15º de 23 clubes em 2004.

Em 26 de julho de 2014, com o empate sem gols diante do Ginga Brasil, o Heliópolis conquistou o titulo de campeão da Taça Cidade de Nova Iguaçu, categoria Sub 20, competição promovida pela Liga de Desportos de Nova Iguaçu. A partida de volta da final aconteceu no Estádio José de Alvarenga, em Belford Roxo. Apesar da chuva, um bom público compareceu ao Alvarengão. A vitória conquistada no jogo de ida pelo placar de 2 a 1 deixou o Heliópolis bem à vontade e com a vantagem do empate para ser campeão.

O maior ídolo da história do clube é o jogador João Marcos Gomes, que morreu em dezembro de 2016. A família do atleta colocou o time na justiça, pois Buiu, como era conhecido, foi espancado até a morte pelo preparador físico Nino Paraíba. Até hoje a história não foi esclarecida.

Em 2017 disputa a Quarta Divisão do Rio de Janeiro

Sedes e estrutura[editar | editar código-fonte]

Estádio José de Alvarenga[editar | editar código-fonte]

Estádio José de Alvarenga
Ver artigo principal: Estádio José de Alvarenga

O clube possui um estádio próprio, o José de Alvarenga com capacidade de 4.000.[1]

Sede[editar | editar código-fonte]

Fachada da Sede do Heliópolis

A sede do Heliópolis no bairro de São Francisco de Assis, em Belford Roxo.

Títulos[editar | editar código-fonte]

  • 1976 - Campeão da Liga de Desportos de Nova Iguaçu (Categoria Adultos);
  • 2014 - Campeão da Taça Cidade Nova Iguaçu (Categoria Sub 20);
  • 2014 - Campeão da Taça Cidade Nova Iguaçu (Categoria Sub 16);

Ver também[editar | editar código-fonte]


Referências

  1. «CNEF - Cadastro Nacional de Estádios de Futebol (Rev. 6)» (PDF). CBF. 18 de janeiro de 2016. Consultado em 2 de junho de 2016 
  • VIANA, Eduardo. Implantação do futebol Profissional no Estado do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro: Editora Cátedra, s/d.