Renovação carismática

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O Movimento de Renovação Carismática, originalmente protestante, é um movimento teológico e missionário cristão dos anos 1950 que deu origem a movimentos como o neopentecostalismo e a Renovação carismática católico-romana a partir dos anos 1960[carece de fontes?].

Influenciado pelo pentecostalismo, o movimento se diferenciava deste por rejeitar as doutrinas pentecostais que ensinam que o batismo no Espírito Santo de Deus necessariamente acompanha a conversão; e que todos os crentes têm o dom de línguas estranhas, que seria o principal dom do Espírito Santo, devendo praticá-lo no culto público mesmo que simultaneamente. Os carismáticos, ou renovados, originalmente ensinavam que a conversão pode ocorrer sem o batismo no Espírito, que pode se constituir numa segunda bênção; e que, de acordo com a Primeira carta de Paulo aos Coríntios, o dom de línguas é o menor dos dons, devendo ser praticado somente em circunstâncias bem delimitadas e controladas, e nunca simultaneamente a outros eventos do culto público, a não ser o exercício do dom de tradução de línguas estranhas[carece de fontes?].

[editar] História

Nascido na igreja episcopal nos Estados Unidos da América do Norte nos anos 50, logo se espalhou por outras denominações, inclusive a igreja presbiteriana, as igrejas batistas, metodista e, notavelmente, a romanista nos anos 60. O movimento foi considerado, por seus aderentes, um avivamento, o Avivamento carismático, na tradição de avivamentos como a Reforma do século XV, o pietismo do século XVI, o avivamento metodista do século XVII, o Grande Despertar do século XVIII, o avivamento evangélico do século XIX ou o avivamento galês da início do século XX[carece de fontes?].

Associado a um grande movimento missionário e a numerosas conversões, reuniu-se na inicialmente Associação Missionária Evangélica (sigla Amém), interdenominacional. Deu origem, ao longo dos anos 60, período de apogeu do avivamento carismático, a várias denominações protestantes no Brasil, tendo sido rejeitado pelas lideranças ditas tradicionais. As mais notáveis são as igrejas batistas renovadas da Convenção Batista Nacional, saídas da Convenção Batista Brasileira; a Igreja Maranata e a Igreja Presbiteriana Renovada, oriundas da Igreja Presbiteriana do Brasil; e o movimento das comunidades, formado por igrejas independentes[carece de fontes?].

Na sua forma original, praticamente desapareceu do meio protestante. Muitos de seus aderentes se tornaram, sob influência do pentecostalismo, neopentecostais, com alguns retornando ao evangelicalismo tradicional inclusive, por vezes, calvinista[carece de fontes?].

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