Joker (DC Comics)

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Joker

O Joker
Arte de Alex Ross
Dados da publicação
Publicado por DC Comics
Primeira aparição Batman #1 (1940)
Criado por Jerry Robinson (conceito)
Bill Finger
Bob Kane
Características do personagem
Alter ego Jack Napier[1]
Joseph "Joe" Kerr[2]
Espécie Humano
Terra natal Gotham City
Afiliações Liga da Injustiça, Gangue da Injustiça, Sociedade Secreta dos Super Vilões, Clube do Vilões
Base de operações Gotham City
Codinomes conhecidos Palhaço do Crime, O Flagelo de Gotham, Arlequim do Ódio, Capuz Vermelho
Habilidades Intelecto genial
Alto conhecimento de artes, química, engenharia e genética
Conhecimento de combate corpo-a-corpo
Alta capacidade de improvisação
.
Projecto Banda desenhada  · Portal da Banda desenhada

Coringa (nome no Brasil) ou Joker (nome em Portugal) (no original, The Joker) é um supervilão fictício que aparece nos livros de banda desenhada norte-americanos publicados pela DC Comics. Foi criado por Jerry Robinson, Bill Finger e Bob Kane e apareceu pela primeira vez em Batman #1 (Abril de 1940). Parcialmente inspirado em Gwynplaine, um dos personagens principais do romance L'Homme qui rit (O Homem que Ri) de Vitor Hugo, os créditos para a criação do Joker são disputados; Kane e Robinson reclamam responsabilidade pelo seu desenho, apesar de reconhecerem a contribuição de Finger na escrita. De acordo com o plano inicial, o Joker deveria ter morrido na sua primeira aparição, mas foi poupado por uma intervenção editorial, permitindo assim que o personagem fosse progredindo como o célebre arqui-inimigo do super-herói Batman.[3] O Joker também é conhecido por outros nomes, incluindo "Clown Prince of Crime" (Príncipe Palhaço do Crime), o "Jester of Genocide" (Bobo do Genocídio), o "Scourge of Gotham" (Flagelo de Gotham), o "Harlequin of Hate" (Arlequim do Ódio) e o "Ace of Knaves" (Ás de Valetes).

Nas suas aparições nos livros de banda desenhada, o Joker é retratado como um génio do crime. Introduzido como um psicopata com um sentido de humor sádico e doentio, o personagem tornou-se no final da década de 1950 um ladrão pateta e brincalhão, como resposta à regulação do "Código dos Quadrinhos" (Comics Code Authority), antes de regressar às suas raízes mais negras durante os anos de 1970. Como o nemesis de Batman, o Joker tem feito parte de algumas histórias que definem o super-heroi, incluindo o assassinato de Jason Todd (o segundo Robin sobre a tutela de Batman) e a paralisia de um dos aliados de Batman, Barbara Gordon. Durante as décadas em que tem aparecido, o Joker tem tido várias histórias sobre a sua origem. A mais comum delas apareceu pela primeira vez em Detective Comics #168 (Fevereiro de 1951), e envolve a sua queda para dentro de um tanque de desperdícios químicos que branqueia a sua pele, torna o seu cabelo verde e os seus lábios vermelhos; o resultado da sua desfiguração leva-o à loucura e adoptou o nome "Joker", a partir da figura das cartas de jogo que ele veio a assemelhar-se.[4] [5] Como a antítese da personalidade e da aparência de Batman, o Joker é considerado pelos críticos como o seu adversário perfeito.

O personagem não tem habilidades sobre-humanas, em vez disso, usa a sua experiência em engenharia química para desenvolver misturas tóxicas e/ou letais, bem como armamento temático, incluindo cartas de jogo com pontas cortantes, campainhas de brinquedo mortais e flores de lapela que projectam ácido. Apesar do Joker por vezes trabalhar com outros super-vilões, como o Penguin e o Two-Face, e em grupos como Injustice Gang e Injustice League, tais relações acabam muitas vezes por entrar em colapso devido ao constante desejo do Joker em procurar o caos desenfreado. A década de 1990 introduziu um interesse romântico no Joker na forma da sua ex-psiquiatra, Harley Quinn, que se torna inclusive na sua parceira no crime. Apesar da sua grande obsessão ser o Batman, o Joker já foi adversário de outros heróis como o Superman e a Wonder Woman.

Um dos mais icónicos, se não o mais reconhecido, personagens da cultura popular,[6] [7] o Joker tem sido citado como um dos maiores vilões e personagens da banda desenhada alguma vez criados,[8] [9] e "muito possivelmente mais interessante que o seu homólogo super-herói."[10] A enorme popularidade da personagem já o fez aparecer numa grande variedade de produtos, como roupa e objectos de coleccionismo, videojogos, estruturas reais (como atracções de parques temáticos) e várias outras referencias noutros media, para além de ser o primeiro vilão a ter a sua própria série de banda desenhada, The Joker (1975-1976). As revistas Wizard e Complex colocaram-no em #1 nas suas listas dos "Melhores Vilões da Banda Desenhada".[4] Numa publicação semelhante, o IGN posicionou-o em #2, atrás de Magneto,[10] e a Empire em #8 na sua lista dos "50 Melhores Personagens de Sempre da Banda Desenhada".[11] O Joker tem servido como adversário do Batman no cinema, na animação e nos videojogos, incluindo na série de televisão da década de 1960, Batman, (interpretado por Cesar Romero), no cinema por Jack Nicholson em Batman (1989), por Heath Ledger em The Dark Knight (2008) e por Jared Leto em Suicide Squad (2016). Mark Hamill, Michael Emerson, Troy Baker, entre outros, já deram a sua voz ao personagem animado.

Poderes e habilidades[editar | editar código-fonte]

O Joker é basicamente um humano comum, sem nenhuma capacidade sobre-humana aparente. Embora consiga lutar consideravelmente bem quando necessário e apresente a resistência sobre-humana muitas vezes encontrada em pessoas insanas como ele, ao contrário do arqui-inimigo Batman, não é perito em técnicas de luta e nem mestre em qualquer arte marcial. Suas grandes armas não são físicas, mas intelectuais. O Coringa possui um conhecimento vastíssimo e muito aprofundado em diversas áreas da ciência, especialmente a química. Além disso, apesar de mentalmente desequilibrado, o vilão apresenta inteligência e estrategismo a nível genial. Além de ter grandes conhecimentos em química e outras ciências, ele possui uma grande quantia em dinheiro, produto acumulado de seus arrojados crimes. O Coringa é um mestre da improvisação, podendo achar meios para matar qualquer um, ou, ao menos atacar para livrar-se de inimigos e conseguir fugir, em praticamente qualquer situação. Seus novos objetivos e ataques são praticamente imprevisíveis, ora por serem construídos sobre grande lógica, ora por serem absurdos. Por isso tudo, mesmo sem nenhum poder sobre-humano, ele é uma ameaça perigosíssima a qualquer polícia, super-herói ou mesmo a uma equipe inteira, como a Liga da Justiça.

Sua mais célebre arma é o Gás do Riso, um tóxico que, ao ser inalado, leva a vítima à morte quase instantânea, deixando como marca típica, a pele embranquecida e os músculos faciais grotescamente esticados em um sorriso histérico idêntico ao do próprio Coringa. Ele também usa ainda, eventualmente, flores de lapela que esguicham ácido, e luvas que dão choque com tensões altas e mortais. Porem em Os Novos 52 é mostrado que o coringa é imortal na revista "Batman 37" (Agosto de 2015)

História do Príncipe Palhaço do Crime[editar | editar código-fonte]

Origem desconhecida[editar | editar código-fonte]

Apesar de haver diversos relatos e histórias, a real origem do Joker - assim como seu verdadeiro nome ainda é um mistério. A versão mais conhecida é que a pessoa que futuramente se tornaria o psicopata criminoso, participou de uma tentativa de assalto a uma Fábrica de Cartas de Baralho em Gotham City, disfarçado como o então criminoso Capuz Vermelho, ao lado de mais outros dois comparsas. Tal invasão e assalto fracassaram, ele acabou perseguido pelo próprio Batman,e na fuga, cercado sobre um tonel de produtos químicos desconhecidos, preferiu se jogar nele a ser preso pelo Cavaleiro das Trevas. Ele conseguiu escapar livre e sobreviver ao pesado banho químico, mas sua pele restou com a pigmentação absolutamente branca, enquanto seu cabelo ficou definitivamente verde, e os músculos faciais ligados à boca foram deformados definitivamente, ganhando um eterno aspecto de sorriso. O choque , ao perceber a aberração em que havia sido transformado, o enlouqueceu de tal modo que ele se tornou o assassino psicopata, anárquico que se auto batizou Coringa.

A partir dessa versão, há várias outras possíveis, que complementam ou mesmo se chocam com esta, nenhuma, no entanto, sendo jamais comprovada. Embora muitas histórias tenham sido relacionadas, uma origem contada diretamente nunca foi estabelecida para o Coringa nos quadrinhos e seu verdadeiro nome nunca foi confirmado. O próprio vilão se diz confuso quanto ao que realmente aconteceu, como em A Piada Mortal: "Às vezes eu lembro que uma maneira, ora outro... se eu vou ter um passado, prefiro que seja de múltipla escolha Ha! ha ha!".

A versão mais aceita foi a contada na graphic novel "Batman: A Piada Mortal" de 1988, escrita por Allan Moore e desenhada por Brian Bolland[12] . Nela, o futuro Príncipe Palhaço do Crime era um químico, que saiu do seu emprego na Fabricante de Cartas de Baralho, para realizar seu sonho de viver como Comediante Stand-up. No entanto, ele fracassa, o que o leva a uma situação financeira dramática pra ele e pra sua esposa Jeannie, grávida de seu filho. Desesperado, ele aceita trabalhar com dois assaltantes, auxiliando-os a invadir e roubar sua ex-empregadora. No entanto, em um único dia terrível, sua esposa morre junto com seu filho não nascido em um acidente doméstico. Ele então é ainda coagido a realizar o assalto já marcado, o qual, como já relatado, acaba em fracasso e mais uma tragédia sem volta para ele, ficando deformado irremediavelmente. Todas as tragédias acumuladas deste dia o transtornam e o enlouquecem drasticamente, transformando-o no Coringa, mas ao final da HQ essa versão é desmentida pelo próprio Coringa, que diz que se lembra de várias origens diferentes com certa frequência.

Alan Moore, o autor daquela história de 1988, se baseou numa primeira versão que contava que o bandido era um ex-engenheiro químico com uma família para sustentar, e que após ser demitido descobriu que sua mulher tinha câncer. Ele então buscou dinheiro para um tratamento, trabalhando como piadista, mas ninguém achava graça nele. Então se juntou com um grupo de ladrões e foi roubar uma fábrica química. Assumiu nesse dia o disfarce de um criminoso conhecido como Capuz Vermelho. Tentava assaltar uma fábrica e quando Batman e Robin invadiram o lugar, o Capuz Vermelho cai acidentalmente num tonel de produtos químicos. Foi dado como morto mas 10 anos depois ressurge completamente louco, com pele branca e cabelos verdes.

Em uma outra versão o Coringa era Joseph Kerr, uma criança problemática: vivia psicologicamente no seu mundo isolado após a separação de seus progenitores. Seu pai, em um momento de raiva, ao ver Joseph chorar, perguntou porque ele estava tão serio, e logo depois cortou a boca de seu próprio filho, deixando-o com uma cicatriz no lado esquerdo do rosto. As crianças com quem estudava o consideravam estranho, mas ele dizia que não era assim mas todos os demais eram. Em resposta, sua colega disse que se todos eram estranho e ele era único normal, ele continuaria sendo considerado estranho. No mesmo dia, ele arrumou briga com um colega de escola e fez o garoto ir para o hospital e levar 12 pontos na cabeça. Após ter sido expulso de 3 escolas, desistiu dos estudos. Foi levado ao psiquiatra, mas nunca mudou sua personalidade estranha. Seu pai o considerava louco e desconsiderava ele como filho. Um dia, já atingida sua adolescência, ele fugiu de casa e a incendiou com seus pais dentro. Enquanto olhava a casa queimar cortou a outra parte de sua boca formando um sorriso completo em seu rosto. Não se sabe o que fez em seguida: acredita-se que virou ladrão de joalherias e assumiu o nome de Jack Napier até se transformar no Coringa. Esta versão soa um tanto desapropriada. Pois no seu rosto mundialmente conhecido, não vemos cicatrizes como nessa versão.

Há ainda uma terceira versão, amplamente aceita, e também amplamente questionada em que o Coringa tem seus problemas de infância (como contado na segunda versão), e ao crescer, decide roubar uma fábrica da companhia de cartas, para se vingar de sua demissão do cargo de engenheiro químico, e, ao tentar fugir, se joga em um duto que levava lixo tóxico proveniente do material de tintura das cartas. O resultado é o desconhecimento de seu paradeiro ao mesmo tempo que surge a nova figura: Cabelos verdes, lábios vermelhos e pele branca tornam-se a nova marca registrada do personagem.

Em Arkham Asylum: Uma Casa Séria na Terra Séria, escrito por Grant Morrison, é dito que o Coringa não pode ser louco, mas tem algum tipo de "super-sanidade", no qual ele se recria a cada dia para lidar com a fluxo caótico da vida urbana moderna.

Um primeiro conto de origem foi em Detective Comics # 168 (fevereiro de 1951), quando foi revelado que o Coringa tinha sido um criminoso conhecido como Capuz Vermelho. Na história, ele é um engenheiro químico que ficou vigiando para roubar a empresa que o empregou, e adotou a personalidade do Capuz Vermelho. Depois de cometer o roubo, o que frustra o Batman, ele cai em um tonel de resíduos químicos. Surge pouco depois com a pele branca, lábios vermelhos, cabelos verdes e um sorriso persistente.

A identidade do Coringa como Capuz Vermelho é confirmada em Batman # 450, quando o bandido encontra um velho traje de capa que Capuz Vermelho manteve e coloca-o para ajudar na sua recuperação após os eventos de Uma Morte em Família. Mas isso não é o suficiente para se dar como fato, pois essa não é a primeira origem que foi "confirmada" posteriormente em histórias canônicas.

A história "Pushback" (Batman: Gotham Knights # 50-55) suporta parte desta versão da história de origem do Coringa. Nele, uma testemunha (que por coincidência acaba por ser Edward Nigma) relata que a mulher do Coringa foi sequestrada e assassinada por um policial corrupto que trabalhava para os criminosos, a fim de forçar o engenheiro a realizar o crime. O Coringa tenta localizar o policial corrupto que cometeu o assassinato, mas depois que seus capangas são assassinados por Prometeu, apenas para depois ser duramente espancado por Silêncio, e em seguida, expulso de Gotham antes de isso acontecer. "Payback", também mostra imagens do Coringa pré-desfigurado - identificado como "Jack" - com sua esposa, dando mais suporte a esta versão.

A história de Paul Dini-Alex Ross "Case Study", propõe uma teoria muito diferente. Esta história sugere que o Coringa era um gângster sádico que trabalhou à sua maneira a cadeia alimentar do crime de Gotham até que virou o líder de uma máfia poderosa. Ainda buscando as emoções que o trabalho sujo permitia, criou a identidade do Capuz Vermelho para si mesmo para que pudesse cometer pequenos crimes. Eventualmente, ele teve seu fatídico encontro com o primeiro Batman, resultando em sua desfiguração. No entanto, a história sugere que o Coringa ficou são, e planejou para que seus crimes parecessem com o trabalho de uma mente doentia, a fim de prosseguir a sua vingança contra Batman e fosse capaz de evitar o encarceramento permanente alegando insanidade. Infelizmente, o relatório escrito encontrado explicando esta teoria é descoberto que foi escrito pela Dra. Harleen Quinzel, também conhecida como Harley Quinn, ajudante / amante insana do Coringa, o que invalida qualquer credibilidade que poderia ter em tribunal.

O segundo arco de Batman Confidential (# 7-12) re-imagina o Coringa como um criminoso talentoso que abandona a identidade do Capuz Vermelho, também chamado Jack, e é quase suicida devido ao tédio com o seu "trabalho". Ele fala com uma garçonete, Harleen Quinzel, que convence-o a encontrar algo para viver. Jack torna-se obcecado com o Batman depois que ele sai de um de seus empregos, levando Jack a atrair a atenção do Batman em um baile. Jack fere Lorna Shore (quem Bruce Wayne está namorando), levando o herói a desfigurar o seu rosto com um batarangue. Jack escapa e Batman dá informações dele aos mafiosos, que o torturam com uma planta química. Jack mata vários de seus agressores depois de fugir, mas cai em um tonel vazio como punções de tiros selvagens dos tanques químicos acima dele, e a inundação resultante de produtos químicos antidepressivos alteram sua aparência para a de um palhaço, completando sua transformação no Coringa.

Então se o Coringa já teve um nome, ou o mais próximo de um alter-ego, esse seria é Joseph "Joe" Kerr, ou, como mostrado no filme de 1989 e na série de animação Batman: The Animated Series, Jack Napier. Na maioria das adaptações a que se referem ao passado do personagem, seu nome é Jack. Mas ainda sim nada pode ser dado como certeza se tratando do Coringa.

Coringa pré-Crise nas Infinitas Terras[editar | editar código-fonte]

Em sua primeira aparição nos quadrinhos, em 1940, o Coringa era um ladrão de joalherias, que matava as pessoas presentes no local do assalto. Nos anos 1940 e 50 o Coringa sempre aparentava morrer mas nunca recuperavam seu corpo. O personagem se alterou para uma versão mais amena em 1960 devido ao Comics Code Authority, que vigiava o conteúdo das histórias em quadrinhos. Voltou a uma versão próxima a original em 1973, quando Dennis O'Neil e Neal Adams criaram um Joker maníaco homicida obcecado com Batman.

Em 1953, a Editora Brasil-América Ltda., a EBAL, do Rio de Janeiro, que lançou as histórias em quadrinhos do Batman no Brasil decidiu que a palavra Curinga, o sinônimo correto para o Joker (em inglês), era muito feia e trocou-a por Coringa.

O Joker na capa de Batman: The Man Who Laughs (Fevereiro de 2005). Arte por Doug Mahnke e David Baron.

O Coringa foi ainda responsável pela separação da Dupla Dinâmica original, ao quase matar o Robin Dick Grayson, baleando-o no ombro. Robin sobrevive, mas a quase morte de seu pupilo levou Bruce Wayne a perder a confiança nele, até por temer perdê-lo em combate. Bruce começa a agir cada vez mais solitariamente, isolando Dick. Quando este se junta aos Novos Titãs algum tempo depois, a Dupla Dinâmica praticamente chega ao fim.

O Coringa pós-Crise[editar | editar código-fonte]

O Coringa pós Crise ficou definido como um psicopata extremamente cruel e perigoso, anárquico em praticamente todos seus atos e objetivos, sendo por isso, imprevisível. Na verdade, sua única motivação repetida é causar dor e morte a outras pessoas, em especial ao Batman e seus aliados, sempre rindo e fazendo piadas das desgraças alheias.

Entre suas maiores atrocidades, em A Piada Mortal, O Coringa invadiu o lar da Família Gordon, baleando e deixando paraplégica Barbara Gordon, a Batgirl original, e sequestrando o Comissário Gordon, com o objetivo de torturá-lo e levá-lo à insanidade, mas fracassando aí. Pouco tempo depois, em Morte em Família, o Coringa tentou vender uma ogiva nuclear a terroristas e, na sequência, ao capturar Jason Todd, o segundo Robin, espancou-o com um pé-de-cabra até deixá-lo quase morto, por fim deixando-o junto a uma bomba que o matou com sua explosão. Ainda nessa saga, ele tentou um assassinato em massa dos diplomatas e líderes mundiais presentes a uma Assembléia Geral da ONU.

Certa vez, o Coringa, ao perceber a importância de Lois Lane para o Superman, envenenou-a, afirmando conhecer o antídoto, sem pretender revelá-lo. Ao ver Lois quase morta, Superman se desesperou estando prestes a matar o Coringa, mas Batman o impediu, ao deduzir que na verdade, tudo era um engenhoso plano para transformar o maior dos super-heróis em um assassino, maculando o que simbolizava, especialmente quando, depois do assassinato, Lois sarasse repentinamente, pois na verdade, o veneno era temporário e não letal, fato que tornaria ainda mais injustificável e degradante o ato violento do Kryptoniano. E o Coringa, em sua loucura, considerava valer a pena e estava disposto a morrer pra macular o Super-herói.

Ao fim da saga Batman: Terra de Ninguém, o Coringa sequestrou e ameaçou matar um grupo de bebês recém-nascidos. Para impedi-lo, a esposa do Comissário Gordon, Sarah Essen-Gordon acabou sendo assassinada.

O Coringa é mais inteligente e perigoso do que aparenta e não perdoa quem o menospreza. Durante a saga Superman: Imperador Coringa, Mr. Mxyzptlk, quis dar uma pequena parcela de seus poderes mágicos ao Coringa, mas acabou ludibriado pelo Palhaço, o qual roubou quase todos seus poderes. O Coringa ganhou poderes supremos com os quais simplesmente dominou e brincou á sua mera vontade com todo o Universo, subjugando Liga da Justiça, Darkseid e os Novos Deuses, e todos os mundos existentes que quis, só sendo detido após o Superman mostrar como sua fixação doentia pelo Batman era uma fraqueza, temor e submissão ao qual ele não conseguia contornar, muito menos derrotar.

A relação com o Cavaleiro das Trevas[editar | editar código-fonte]

O Palhaço do Crime é o arqui-inimigo do Cavaleiro das Trevas, o que já é muito se pensarmos que Batman tem uma da maiores galeria de vilões dos quadrinhos, que conta com a Mulher-Gato (Selina Kyle), Pinguim, Charada, Duas-Caras e outros. A relação de ódio entre ambos é, por sinal, única entre todos os inimigos do Homem-Morcego;Em algumas situações o próprio Coringa afirma que ele e Batman são dois andarilhos que se completam pois enquanto os outros apenas o odeiam querendo matá-lo, ou evitá-lo, o Coringa parece não querer exatamente o mesmo. Por várias vezes, teve a chance real de matar ao Homem-Morcego, mas nunca foi adiante, sem, no entanto, ser tão clemente com as pessoas que o rodeiam, como Jason Todd, Bárbara Gordon ou Sarah Essen Gordon.

Na verdade, a crueldade e insanidade de seus ataques, parece buscar, isso sim, enlouquecer o Batman, como no clássico A Piada Mortal. Muitos veem nisso, que o objetivo do Coringa não é matá-lo, mas sim derrotar ao único homem que crê rivalizar com ele em genialidade, convertendo um dos maiores e mais simbólicos heróis em apenas mais um enlouquecido do Asilo Arkham, igual a ele. Assim o objetivo do Palhaço Príncipe do Crime não é roubar, enriquecer, dominar o mundo, se vingar, mas apenas levar sua loucura a tudo e todos e derrotar o único adversário que considera à sua altura, o Cavaleiro das Trevas.

Tem sido repetidamente analisado pelos críticos como o adversário perfeito para o Batman, cujo longo relacionamento, muitas vezes se assemelha ao conceito de yin e yang: Batman é um personagem sério com um traje de cores escuras e o Coringa é colorido e louco.

Graphic novels[editar | editar código-fonte]

The Killing Joke[editar | editar código-fonte]

Uma possível e mais bem escrita origem do Palhaço do Crime foi contada na graphic novel intitulada Batman: The Killing Joke (br: Batman: A Piada Mortal), de 1988. Escrita por Alan Moore e desenhada por Brian Bolland, é considerada uma das melhores histórias de super-heróis já escritas. Nela acompanhamos a origem do personagem sendo contada através de flashbacks. Após fugir do Asilo Arkham, o Coringa decide provar ao Batman que basta apenas um momento de intensa pressão psicológica para que um indivíduo escolha a loucura como meio de subjugar uma realidade de intenso sofrimento. Para isso o Coringa e seus comparsas invadem a casa do Comissário James Gordon, para sequestrá-lo. Além disso, o Coringa dá um tiro na barriga da filha do Comissário, Barbara Gordon, a Batgirl, deixando-a incapacitada, em seguida ele a violenta sexualmente (sugerido pelos autores) registrando tudo em fotos. Posteriormente o Coringa leva o Comissário a um parque de diversões macabro e o coloca numa montanha-russa que circula em meio a projeções de fotos de sua filha sendo violentada. Com isso ele tenta provar sua tese, deixando Gordon louco.

Após intervenção do Batman, salvando Gordon e prendendo o Coringa, a tese deste não é provada conclusivamente, pois vê-se que Gordon não enlouqueceu, apesar de toda a tortura psicológica a que fora submetido. Isso levanta a questão: Por que será que alguns escolhem a loucura como refúgio de uma realidade massacrante (como o Coringa e o próprio Batman), e outros não? O final da inquietante Graphic Novel, se dá com uma piada contada por Coringa ao Batman.

"Tinham dois caras no hospício... Uma noite eles decidiram que não queriam mais viver lá... e resolveram escapar pra nunca mais voltar. Aí eles foram até a cobertura do lugar e viram, ao lado, o telhado de um outro prédio apontando pra lua... apontando para a liberdade! Então um dos sujeitos saltou sem problemas pro outro telhado, mas o amigo dele se acovardou... É, ele tinha medo de cair. Aí, o primeiro cara teve uma ideia. Ele disse:
-Ei! Eu estou com minha lanterna aqui. Vou acendê-la pelos vãos dos prédios e você atravessa sobre o facho de luz!
Mas o outro sacudiu a cabeça e disse:
- O que você acha que eu sou? Louco??? E se você apagar a luz quando eu estiver no meio do caminho?!"

Nisto, o Coringa começa a rir. De repente, o Batman esboça um sorriso e depois solta uma gargalhada junto com seu maior inimigo. Afinal, quem é o certo nesta história: "O Coringa que quer provar a loucura comum a todos" ou "O Batman que tenta mostrar o "LADO CORRETO" da justiça"?

The Dark Knight Returns[editar | editar código-fonte]

Frank Miller em sua primeira graphic novel sobre o Batman, The Dark Knight Returns (br: O Cavaleiro das Trevas / pt: O Retorno do Cavaleiro das Trevas), de 1986, deixa a loucura meio de lado e mostra um Coringa extremamente violento e frio, como um assassino em massa assustador, mas sem o viés cômico.

Outras Mídias[editar | editar código-fonte]

Televisão[editar | editar código-fonte]

O ator Cesar Romero, interpretou o personagem no seriado dos anos 1960 e no primeiro filme de Batman.

No seriado dos anos 1960, Cesar Romero interpretou o Coringa, em uma versão cômica, mas não homicida. Seus planos inusitados incluíam transformar os reservatórios de água de Gotham em gelatina. Romero recusou-se a raspar o bigode para o seriado, sendo parcialmente vísivel sob a maquiagem branca.

Nas primeiras séries animadas, o Coringa aparece em um episódio de The New Scooby Doo Movies e um de Superamigos, e cinco episódios da série da Filmation The New Adventures of Batman. No seriado Os Trapalhões, o vilão também apareceu em um epísódio da serie, ele foi interpretado por Rogério Cardoso.

Em Batman: The Animated Series, o Coringa é o vilão com mais aparições, tendo uma origem distinta, sendo originalmente um assassino da Máfia. Esta versão também foge da morte muitas vezes, tendo sido atacada por tubarões, caído de uma montanha russa e pega numa colisão aérea. A série também cria sua suposta "namorada" (ou somente funcionária dele, pois o amor entre os dois é meio confuso) Harley Quinn. Fora dublado por Mark Hamill (no Brasil, por Darcy Pedrosa, que também havia dublado o personagem no filme Batman (1989), do diretor Tim Burton).

Em Liga da Justiça, o Coringa aparece em três episódios, ("Injustiça para Todos", "Cartas Selvagens" e "Um Mundo Melhor") também dublado por Mark Hamill (no Brasil, por Isaac Schneider, uma vez que Pedrosa já havia falecido).

Em The Batman, uma versão diferente do Coringa aparece, com pele em tom azul-celeste, olhos vermelhos, cabelos bem mais longos e arrepiados e movendo-se de forma mais curvada. Sua voz é a de Kevin Michael Richardson (no Brasil, por Júlio Chaves).

Em Batman: The Brave and the Bold, o personagem é baseado na versão criada por Dick Sprang. Em um dos episódios dessa série de animação, "Deep Cover for Batman!", Batman viaja para um universo alternativo aonde luta contra sua versão maligna, Homem-Coruja, ele acaba recebendo ajuda do primeiro Capuz Vermelho, que neste universo em particular é a versão boa do Coringa. Assim como o Coringa, o Capuz do universo alternativo também ficou desfigurado após cair num tanque de produtos químicos, mas neste caso, em vez de cair acidentalmente, ele foi jogado de propósito pelo Homem-Coruja (versão maligna do Batman). Sua sanidade, embora abalada, não ficou quebrada como a do Coringa original. Ele utiliza como armas dardos em forma do naipe de espadas (referência ao tema de cartas de baralho de sua contraparte no universo "normal" da série). O Capuz Vermelho agradece ao Batman pela ajuda e espera que sua contraparte possa retribuir o favor. Isto acaba acontecendo no episódio seguinte, quando o Batman se vê numa aliança forçada com o Coringa para derrotar o Homem-Coruja, que havia se libertado e personificado o Batman no universo normal para arruinar sua reputação. Tanto o Capuz quanto o Coringa foram dublados no Brasil por Márcio Simões, que também dublou o personagem em Batman: O Cavaleiro das Trevas os jogos da série Arkham.

O Coringa ainda aparece nos filmes animados Batman - A Máscara do Fantasma (voz de Mark Hamill), Batman Beyond: Return of the Joker, (novamente voz de Mark Hamill), Batman vs. Drácula (voz de Kevin Michael Richardson) e Batman: Assault on Arkham (voz de Troy Baker).

Cinema[editar | editar código-fonte]

Estátua de cera do personagem no filme de 1989.
  • Em Batman, de 1989, dirigido por Tim Burton, Jack Nicholson interpretou o Coringa, com grande aclamação crítica[13] [14] . O filme criou uma identidade, Jack Napier, colaborador do chefe da Máfia de Gotham, Carl Grissom. Eckhardt, um policial corrupto (como muitos em Gotham), a mando de Grissom, arma uma emboscada para Napier durante um assalto às Indústrias Axis. Enfurecido após descobrir a armação, Napier mata Eckhardt, mas, quando tenta atirar em Batman (que na ocasião ainda era desconhecido da polícia e da mídia de Gotham), a bala ricocheteia na armadura do Homem-Morcego e destroça o vidro do contador de um dos tanques, produzindo estilhaços que acertam em cheio as suas próprias bochechas. Gritando de dor e desorientado, ele cai acidentalmente em um tonel de resíduos químicos. Julgando-o morto, todos, inclusive Batman, deixam o local. Napier, porém, sobrevive, e após uma cirurgia improvisada para retirar os estilhaços de seu rosto, seus nervos faciais acabam seccionados, deixando sua fisionomia contorcida em um permanente e histérico sorriso. Transtornado e desequilibrado emocionalmente após ver seu reflexo no espelho(que revela também as consequências do banho de produtos químicos, ou seja, pele branca e cabelos verdes), adota o nome de Coringa, matando Grissom por sua traição e tomando posse da Máfia de Gotham. Porém, adota um estilo bem diferente do austero antecessor, chegando a distribuir dinheiro à população para ganhar a simpatia da mídia, e armando planos criminosos com características de piadas infames. Mais tarde é revelado que Napier matara os pais do Batman, Thomas e Martha Wayne, sendo assim o responsável pelo trauma de infância do então garoto, que o motivou a criar o herói (O que não acontece nos quadrinhos). Esta versão, possuia diversas características diferentes do personagem nos quadrinhos. E foi o papel mais rentável de Jack Nicholson.
  • Em Batman Forever, de 1995, dirigido por Joel Schumacher, David Hodges U. interpretou o assassino dos pais de Bruce Wayne (Val Kilmer), em cenas de flashbacks, enquanto Bruce sofria pesadelos. Embora o nome do assassino nunca seja citado, é bem estabelecido que Batman Forever é de fato uma continuação dos filmes de Burton, o que deixa bem claro que o assassino é Jack Napier (Coringa), como revelado no filme de 1989.
O ator Jared Leto interpretou o personagem no filme O Esquadrão Suicida (filme) e ao lado a atriz Margot Robbie no papel de Arlequina.
  • Em The Dark Knight, de 2008, também dirigido por Nolan, é introduzida a personagem, interpretada por Heath Ledger (que faleceu com apenas 28 anos em Janeiro de 2008, vitimado por uma overdose de tranquilizantes, antes mesmo da estréia do filme).[15] [16] Este novo Coringa possui um visual mais psicótico e sombrio, com apenas o rosto maquiado, ao contrário de todas as demais versões, nas quais toda a pele de seu corpo é branca (por maquiagem ou ácido), cabelos mais longos que os da versão "clássica" (similar à sua versão em Asilo Arkham), tingidos de verde, além de um sorriso construído com cicatrizes. A origem das mesmas não fica bem clara no filme (como nos quadrinhos, onde sua origem é incerta), pois o próprio Coringa apresenta duas versões para o seu surgimento. Ao mafioso Gambol, afirma que seu pai, drogado e bêbado, cortara sua boca e bochechas. Porém, para Rachel Dawes, diz que ele próprio as produzira, para tentar consolar sua mulher, desfigurada por agiotas, o que acabou por provocar o fim de seu casamento. Ao contrário da interpretação de Jack Nicholson, que mostra um Coringa essencialmente debochado e cômico, Heath Ledger o interpreta de uma forma bem mais dramática e agressiva (similar à versão violenta dada por Frank Miller). Muitos fãs e críticos citam esse Coringa como a melhor representação de todas. Sua personalidade é alucinada e violenta, baseada em personalidades como Sid Vicious e personagens como Alexander DeLarge de "Laranja Mecânica".[carece de fontes?] e no próprio Coringa (mais especificamente na sua versão pós-Crise). Segundo registro da revista Superinteressante, ele foi tão convincente em sua atuação que o consagrado ator Michael Caine, que interpreta o mordomo Alfred, disse que, sem ter conhecido Ledger antes do filme, ficou tão assustado ao contracenar com o novo Coringa que chegou a esquecer suas falas.[17] O marcante desempenho foi premiado pela Associação de Correspondentes Estrangeiros de Hollywood e pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas que lhe concederam tanto o Globo de Ouro[18] como o Oscar[19] de Melhor Ator Coadjuvante, em 2009, prêmios recebidos postumamente.
  • O ator e vocalista da banda 30 Seconds to Mars, Jared Leto, irá interpretar o personagem no filme Esquadrão Suicida que começará a ser gravado em abril de 2015 e tem data de estreia prevista para 05 de agosto de 2016 com direção de David Ayer. O filme integra o Universo Cinematográfico DC.

Video Games[editar | editar código-fonte]

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Coringa é também o vilão principal do jogo Batman: Arkham Asylum. No jogo sua personalidade é mais próxima àquela dos quadrinhos, mostrando um vilão cruel e sádico, ao invés de sua representação mais amena dos desenhos animados. No final do jogo, o Coringa injeta em si mesmo a toxina Titan, uma toxina criada através do Venon do Bane, para matar Batman, porém o morcego derrota o Coringa, acabando com o caos no Asilo Arkham.

Na sequência do jogo, Batman: Arkham City, que se passa um ano depois, o Coringa está morrendo em consequência da toxina. Em certo momento do jogo, Batman invade o esconderijo do Coringa e é enganado com um Coringa falso morto (na qual se descobre ser o Cara de Barro mais tarde). Coringa injeta seu próprio sangue no Batman para que o detetive ache a cura. Caso contrário, os dois e centenas de pessoas nos hospitais de Gotham com o sangue do Coringa morrerão. Após Batman ir atrás do Mr. Freeze para conseguir a cura, e Harley Quinn roubá-la do cofre do Mr. Freeze no prédio do DPGC, Talia Al Ghul leva o Coringa para o Poço de Lázaro na promessa de mostrá-lo "o segredo da imortalidade". Batman, após salvar Gotham City, vai atrás de Talia, que está sendo feita refém do Coringa no Monarch Theatre. Lá, o Coringa revela o segredo dos dois Coringas (o verdadeiro e o Cara de Barro) e mata Talia, que roubou a cura de Harley. Batman trava uma batalha com Cara de Barro e bebe a cura, deixando um pouco para o Coringa. O Coringa esfaqueia Batman para conseguir o frasco. A cura cai no chão e Coringa culpa Batman por deixá-lo morrer. Batman o diz que mesmo depois de tudo que o Coringa fez, ele o salvaria. Rindo, o Palhaço do Crime morre. Batman carrega o corpo do arqui-inimigo para fora de Arkham City, onde encontra oComissário Gordon. De luto, Batman sai calado, sem responder aos chamados de Gordon.

Em 2013, em Batman: Arkham Origins, é contada a origem do Coringa.

Em Batman: Arkham Knight, último da série Arkham lançado em 2015, o sangue do Coringa distribuído em Arkham City adoece algumas pessoas, as quais o Batman deixa em cativeiro em um de seus esconderijos espalhados pela cidade. Entretanto, inclusive ele próprio está sendo afetado pelo Coringa, um fantasma que assombra suas ações, destruindo a sua sanidade mental. Também em 2011, o Coringa apareceu no jogo DC Universe Online.

Nos jogos de luta Mortal Kombat vs. DC Universe e Injustice: Gods Among Us,[20] ambos da NetherRealm Studios, o Coringa aparece como um personagem jogável.

O Coringa também aparece na série de jogos Lego Batman, e em outros diversos jogos do Batman, incluindo adaptações de filmes (Batman: The Video Game) e desenhos (Batman: The Animated Series, The Adventures of Batman and Robin, Batman: Vengeance), bem como títulos originais (Batman: Return of the Joker, Batman: The Caped Crusader).

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Referências

  1. Batman
  2. The Dark Knight
  3. Matt Hunt (4-12-2013). «How the Joker Works». HowStuffWorks. Consultado em 3-8-2015. 
  4. a b Serafino, Jason (3-9-2013). «The 25 Greatest Comic Book Villains of All Time». Complex. Consultado em 3-8-2015. 
  5. Mark Ginocchio (23-2-2015). «5 Essential Joker First Appearance/Origin Stories». ComicBook.com. Consultado em 3-8-2015. 
  6. Phillips, Daniel (8-12-2008). «Why So Serious?: The Many Looks of Joker». IGN. Arquivado desde o original em 12-10-2013. Consultado em 12-10-2013. 
  7. Serafino, Jason (8-9-2013). «The 25 Greatest Comic Book Villains of All Time». Complex. Arquivado desde o original em 9-11-2013. Consultado em 11-10-2013. 
  8. Boucher, Geoff (6-5-2009). «'Joker' creator Jerry Robinson reflects on Gotham and the golden age». Los Angeles Times. Arquivado desde o original em 19-1-2014. Consultado em 12-9-2013. 
  9. Esposito, Joey (9-12-2011). «Hero Worship: The Appeal of the Joker». IGN. Arquivado desde o original em 16-1-2014. Consultado em 16-12014. 
  10. a b «Top 100 Comic Book Villains - #2 Joker». IGN. 2009. Consultado em 3-8-2015. 
  11. «The 50 Greatest Comic Book Characters». Empire. Consultado em 3-8-2015. 
  12. http://www.batmanatrajetoria.gothamcity.com.br/coringatrajetoria.html
  13. «Batman (1989) — Rotten Tomatoes». Rotten Tomatoes. 10 de abril de 2013. 
  14. «Batman (1989) — IMDb». IMDb. 19 de setembro de 2002. 
  15. «Ator australiano Heath Ledger é encontrado morto em Nova York». UOL. 22 de janeiro de 2008. 
  16. «Heath Ledger morreu por abuso de medicamentos». G1. Globo.com. 6 de fevereiro de 2008. 
  17. «THE DARK KNIGHT: MICHAEL CAINE ELOGIA HEATH LEDGER E ENTREGA CENA CURIOSA DO FILME». Omelete. 5 de outubro de 2007. 
  18. «Globo de Ouro: Heath Ledger ganha prêmio póstumo por 'Batman'». O Globo. 12 de janeiro de 2009. 
  19. «Heath Ledger ganha Oscar póstumo de Melhor Ator Coadjuvante». Reuters Brasil. 23 de fevereiro de 2009. 
  20. "Injustice: Gods Among Us" (em pt).

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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