Alan Moore

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Alan Moore
Pseudônimo(s)
  • Curt Vile
  • Jill de Ray
  • Translucia Baboon
  • The Original Writer
Nascimento 18 de novembro de 1953 (63 anos)
Northampton, Inglaterra
Nacionalidade Reino Unido britânico
Cônjuge
Filho(s)
Ocupação Roteirista, escritor, romancista, contista, músico, cartunista
Principais trabalhos

Alan Moore (Northampton, 18 de novembro de 1953) é um escritor britânico conhecido principalmente por seu trabalho em histórias em quadrinhos, incluindo obras que foram adaptadas para o cinema como Watchmen, V de Vingança e Do Inferno. Frequentemente descrito como o melhor escritor de quadrinhos de toda história,[1] ele também já foi descrito como um dos escritores britânicos mais importantes dos últimos cinquenta anos.[2] Moore ocasionalmente usa pseudônimos como Curt Vile, Jill de Ray, Translucia Baboon e The Original Writer.

Politicamente, o autor descreve a si mesmo como alinhado ao anarquismo.[3]

Juventude[editar | editar código-fonte]

Moore nasceu em 18 de novembro de 1953,[4] no hospital St. Edmond's em Northampton. Sua família era de classe operária e Moore acreditava que eles viviam na cidade há várias gerações.[1] Moore cresceu numa parte de Northampton conhecida como The Boroughs, uma área indigente, com altos índices de analfabetismo. Ele, contudo, "amava lá. Eu amava as pessoas. Amava a comunidade e... Eu não sabia que existia outra coisa além daquilo."[1] Na casa de seus pais, moravam Moore, sua mãe, Sylvia Doreen, que trabalhava numa gráfica, seu pai, Ernest Moore, que trabalhava numa cervejaria, seu irmão caçula, Mike, e sua avó materna.[1] Ele "lia onivoramente" desde os cinco anos de idade, pegando livros emprestados na biblioteca local e, mais tarde, ele estudou na escola primária Spring Lane.[1] No mesmo período, começou a ler tirinhas, inicialmente, tirinhas inglesas, como Topper e The Beezer, mas, eventualmente, também leu HQs americanas como The Flash, Detective Comics, Fantastic Four e Blackhawk.[1] Depois, ele passou no exame 11-plus (teste aplicado ao final do ensino primário) e foi admitido na Northampton Grammar School,[5] onde, pela primeira vez, ele encontrou pessoas de classe média e mais instruídas. Ele se chocou pela maneira como se transformou num dos piores alunos da classe no ensino médio depois de ter sido um dos melhores alunos no ensino primário. Mais tarde, não gostando da escola e não tendo "nenhum interesse em estudos acadêmicos", ele acreditava que havia um "currículo secreto" sendo ensinado, cujo objetivo era doutrinar crianças com "pontualidade, obediência e aceitação da monotonia".[1]

No final dos anos 1960, Moore começou a publicar sua própria poesia e ensaios em fanzines, eventualmente montado seu próprio fanzine, Embryo. Por meio dele, Moore se envolveu com o grupo Northampton Arts Lab. Este, mais tarde, fez consideráveis contribuições à revista.[1] Moore começou a traficar LSD na escola, sendo expulso por fazê-lo em 1970. Mais tarde, ele se descreveu como "um dos mais ineptos traficantes de LSD do mundo".[6] Depois disso, Moore relata que o diretor da escola "entrou em contato com vários outros estabelecimentos acadêmicos nos quais me inscrevi e disse a eles que não me aceitassem porque eu era um perigo para o bem-estar moral do resto dos estudantes, o que possivelmente era verdade."[1]

Por alguns anos, Moore ainda morou na casa de seus pais ao mesmo tempo que passou por diversos empregos, incluindo limpador de banheiros e curtidor de couro. No final de 1973, ele conheceu e iniciou um relacionamento com a também nativa de Northampton Phyllis Dixon, com quem ele se mudou para um "pequeno flat de um cômodo na área da Barrack Road em Northampton".[2] Eles se casaram logo em seguida e mudaram-se para uma council house no distrito leste da cidade. Ao mesmo tempo, Moore estava trabalhando no escritório de um sub-contractor para o conselho de combustível local. Moore não se sentiu realizado por este trabalho, então decidiu tentar ganhar a vida fazendo algo mais artístico.[1]

Carreira[editar | editar código-fonte]

Primeiros trabalhos[editar | editar código-fonte]

Alan Moore trabalhou em 1979 para a revista semanal musical Sounds. Como cartunista, escreveu e desenhou uma história de detetive chamada Roscoe Moscou, utilizando o pseudônimo Curt Vile.[1] Avaliando seus trabalhos, Moore concluiu que não era um bom ilustrador, o que o fez centrar seu trabalho em escrever histórias.[1] Suas primeiras contribuições de ficção foram para a revista Doctor Who Weekly e o famoso título 2000 A.D., onde criou várias séries populares, como D.R. & Quinch, A Balada de Halo Jones e SKIZZ. Em seguida, trabalhou para revista britânica Warrior. Nela, começou a escrever duas importantes séries: V de Vingança, que trata da luta pela dignidade e liberdade numa Inglaterra dominada pelo fascismo, e Marvelman, conhecido nos Estados Unidos como Miracleman. Ambas as séries conferiram a Moore o British Eagle Award de melhor escritor de quadrinhos em 1982 e 1983.[1]

DC Comics[editar | editar código-fonte]

Alan Moore ficou conhecido no mercado estadunidense quando começou a escrever para a DC Comics, assumindo a série mensal do Monstro do Pântano, o que ampliou o alcance de sua obra. Com total liberdade criativa, Moore virou o personagem do avesso, iniciando um trabalho longo e marcante para os quadrinhos modernos. Nesta HQ, introduziu o personagem John Constantine, que posteriormente teria sua própria revista, Hellblazer,[1] com roteiros de Jamie Delano. Esses títulos foram fundamentais para o estabelecimento da linha Vertigo, selo especializado em HQs mais adultas e ousadas da DC, como A Piada Mortal, com roteiro de Moore e arte de Brian Bolland, em que a relação entre o Batman e o Coringa é tratada com rara profundidade psicológica.

Watchmen[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Watchmen

No início de 1985, a DC Comics propôs a Alan Moore uma série com personagens recém adquiridos da extinta Editora Charlton. Dentro de semanas, Moore apresentou a Dick Giordano, editor da DC Comics à época, um esboço do enredo provisoriamente intitulado Watchmen ("Vigilantes"), propondo uma parceria com o desenhista Dave Gibbons. O título é inspirado na frase quis custodiet ipsos custodes ("Quem vigia os vigilantes?") da Sátira VI de Juvenal (60-127 a.C.). Moore, assim, transpôe a crítica da sociedade romana para um universo no qual combatentes do crime despertam a ira e a desconfiança da própria população civil que almejam proteger.[1]

A premissa da HQ já havia sido explorada por Moore em Miracleman: qual seria o real impacto da presença de vigilantes e super humanos em nosso mundo? Ao levar tal questionamento às últimas consequências, o autor britânico surpreendeu os próprios editores da DC, que decidiram deixar intocados os personagens da Charlton, criando seus próprios. A proposta de Moore era tão revolucionária que, após a conclusão da série, seria incongruente reinserir os personagens no universo DC. No quadrinho, são explorados temas como paranóia, determinismo, megalomania e relativismo moral.

Gtk-paste.svg Aviso: Este artigo ou se(c)ção contém revelações sobre o enredo.

Em Watchmen, Moore caracteriza seus personagens de forma realista e implacável, expondo ao leitor uma galeria de combatentes do crime detentores de distúrbios mentais e sexuais, solitários, confusos e aterrorizados quanto à impotência de suas ações frente a um iminente holocausto nuclear.

A série se estende desde a década de 1930, com o advento dos primeiro super-heróis, até o ano de 1985, no qual se passa maior parte da história.

O enredo se inicia com o mundo à beira de uma guerra nuclear, tendo como pano de fundo o ápice da guerra fria. Neste universo, os Estados Unidos venceram a Guerra do Vietnã, graças ao super-herói conhecido como Dr. Manhattan, que é fruto de um acidente nuclear e único personagem da série com poderes sobre-humanos. Além disso, Richard Nixon sobreviveu ao escândalo Watergate, modificou a Constituição e foi reeleito duas vezes.

No mundo de Watchmen, em 1977, é aprovada a Lei Keene, fruto de sucessivas greves da polícia e manifestações da população civil, que torna os vigilantes ilegais, exceto o Dr. Manhattan e o psicopata e amoral Comediante, que passam a trabalhar para o governo dos Estados Unidos. Após o implemento da lei, a maioria dos vigilantes se aposenta, como Adrian Veidt, vulgo Ozymandias, considerado o homem mais inteligente do planeta, que sai de cena para se tornar líder de um bilionário império multinacional. Apenas Rorschach, um herói com tendências fascistas de extrema direita, mantém solitariamente suas atividades às margens da lei, como sua investigação do assassinato do diplomata americano Edward Blake.

Moore insere no enredo diversos elementos realistas, como o presidente Richard Nixon, a candidatura de Ronald Reagan à presidência dos EUA, modificando pontualmente o universo da HQ em consequência dos efeitos, naquela realidade, do surgimento dos super–heróis.

Gtk-paste.svg Aviso: Terminam aqui as revelações sobre o enredo.

Ao abordar temas habitualmente alheios ao terreno das HQs de super-heróis — como metalinguagem, matemática fractal e teoria do caos — e se utilizando de diversas referências literárias e musicais, Moore expandiu os limites da mídia a confins anteriormente inexplorados.

A série ganhou vários prêmios Eisner e o prêmio Hugo, de ficção científica, que, até então, era limitado exclusivamente à literatura. Além disso, a HQ também foi incluída na Lista da revista Time dos 100 melhores romances publicados em língua inglesa entre 1923 e 2005.

Watchmen tornou-se um fenômeno da cultura pop, arremessando seu autor, a contra gosto, à posição de celebridade instantânea. Alan Moore passou a conceder entrevistas à programas televisivos, shows de variedades e até revistas de pornografia. Diversas vezes, chegou a ser encurralado por multidões de fãs em convenções de quadrinhos, motivo pelo qual nunca mais voltou a frequentá-las.

Talvez o elemento mais significativo da série seja não apenas o desenrolar da história, mas sim a complexidade do roteiro elaborado pelo autor. Moore, conhecido no meio por sua obsessão meticulosa por detalhes (diversas vezes descrevendo um único quadro por páginas a fio), permeia o roteiro com nuances, níveis de interpretação e imagens recorrentes dignas de um fractal, exibindo um intricado caos semiótico.

Em qualquer outra mídia, o sucesso de Watchmen teria tornado seus autores milionários. Na época da publicação, eles assinaram um contrato em que os direitos da HQ seriam a eles revertidos quando a mesma deixasse de ter novas edições. Contudo, a série tornou-se um dos produtos mais rentáveis da história da DC Comics e vem sendo editada anualmente pelos últimos vinte anos. Logo, pertence integralmente à editora. Recentemente, Moore solicitou que seu nome fosse retirado das novas edições, afirmando que sua criação lhe havia sido roubada.

Outras questões relacionadas ao pagamento de royalties na época da publicação levaram ao rompimento do autor com a DC, passando a trabalhar para editoras independentes, vindo a fundar sua própria, Mad Love Publishing, em 1989.

Mad Love e Image Comics[editar | editar código-fonte]

Após Watchmen, Moore se viu livre para seguir seus interesses longe da DC. Isso incluiu histórias mais calcadas na realidade, como From Hell (com Eddie Campbell), A Small Killing (com Oscar Zarate), Brought to Light (com Bill Sienckiewicz) e Big Numbers (também com Sienckiewicz). Esta última é considerada uma obra-prima inacabada, visto que só teve dois números publicados.

Durante os anos 90, Moore ensaiou um retorno aos super-heróis. O mercado tinha passado pela reviravolta do surgimento da Image Comics e Moore chegou a escrever algumas histórias para HQs da editora como Spawn, WildC.A.T.S. e Supremo.

America's Best Comics[editar | editar código-fonte]

A saga do Supremo foi um dos destaques, com uso de muita metalinguagem e referências à clássicos quadrinhos de super-herói e adicionando novos níveis de complexidade ao super-herói. Esses trabalhos e a colaboração com desenhistas como Chris Sprouse ajudaram Moore a atingir novos conceitos, preparando o terreno para o lançamento da sua própria linha: a America's Best Comics. Por meio dela, ele lançou diversas séries ao mesmo tempo:

Top 10, com arte de Gene Ha, foi uma mistura de seriado policial de TV com super-heróis, numa cidade inteiramente habitada por super-heróis.

Tom Strong, com arte de Chris Sprouse, foi uma tentativa de oferecer ao mundo moderno um herói inspirado na literatura pulp.

Tomorrow Stories foi uma antologia de histórias curtas com ênfase no humor e na sátira, em que Moore colaborou com Melinda Gebbie, Rick Veitch, Jim Baikie, Kevin Nowlan, Hilary Barta e outros.

Promethea, com arte de J. H. Williams III, trouxe um universo com elementos de alquimia, magia xamã e outros tipos de mágica, eivando a obra de simbolismo. A série foi uma das mais estimadas pelo autor, dado seu interesse pelo tema, e foi a mais consistente de todas as revistas mensais que ele fez na época, com intensa experimentação formal.

A Liga Extraordinária, com arte de Kevin O'Neill, foi o grande sucesso de público desta época. Nela, Moore retoma vários personagens clássicos da literatura numa trama de espionagem e crítica social na era vitoriana. A equipe inicial era formada por Mina Murray (Drácula), Allan Quatermain (As Minas do Rei Salomão), Mr. Hyde (O Médico e o Monstro), Griffin (O Homem Invisível) e Capitão Nemo (20.000 Léguas Submarinas). A série teve continuidade em vários volumes que vão avançando pelas décadas e aproveitando os personagens literários de cada época.

Outras Mídias[editar | editar código-fonte]

Literatura[editar | editar código-fonte]

Alan Moore vem se dedicando cada vez mais à literatura. Em 1996, publicou o romance A Voz do Fogo (Voice of the Fire), o qual foi bastante elogiado por sua inusitada conjunção de história e ficção. A história se desenvolve em Northampton ao longo de milhares de anos. Em setembro de 2016, publicou seu segundo romance, Jerusalém.

Cinema[editar | editar código-fonte]

A primeira adaptação cinematográfica de uma história de Alan Moore foi o filme Do Inferno (2001), sucesso de público e crítica.

Depois, veio a A Liga Extraordinária (2003), que não foi bem recebido por público ou crítica.

Em seguida, foi lançado Constantine (2005), com boas críticas, mas nem tanto de público. Interpretado por Keanu Reeves, a caracterização do personagem é diferente de sua versão nos quarinhos: no filme, Constantine é estadunidense, vive em Los Angeles, tem cabelos negros e usa um casaco preto. Nos quadrinhos, Constantine é loiro, mora na Inglaterra e usa um sobretudo bege.

V de Vingança (2005) foi um sucesso de crítica e público. Moore requisitou que seu nome não fosse incluído nos créditos.

A última adaptação de uma obra de Moore foi Watchmen (2009), dirigido por Zack Snyder, com roteiro do diretor e Alex Tse.

Prêmios e indicações[editar | editar código-fonte]

O trabalho de Moore no âmbito dos quadrinhos tem sido amplamente reconhecido por seus pares e pela crítica. Como resultado, o autor conquistou uma enorme gama de prêmios e indicações ao longo dos anos. Abaixo estão listados os Prêmios Eisner, mas o autor ganhou também outros prêmios, como o Harvey Award, o Hugo Award, o Prometheus Award e vários Jack Kirby Awards.

Ano Prêmio Categoria Indicação Resultado Ref
1988
Eisner Award
Melhor Escritor
Watchmen
Venceu [7]
1989
Batman: The Killing Joke
Venceu [8]
1991
Miracleman
Indicado [9]
1992
From Hell e Lost Girls
Indicado [10]
1993 Indicado [11]
1994
1963, Spawn #8 e A Small Killing
Indicado [12]
1995
From Hell
Venceu [13]
1996 Venceu [14]
1997 Venceu [15]
2000
League of Extraordinary Gentlemen, Promethea, Tom Strong, Tomorrow Stories e Top Ten
Venceu [16]
2001 Venceu [17][18]
2004
League of Extraordinary Gentlemen, Promethea, Smax e Tom Strong
Venceu [19][20]
2006
Promethea e Top Ten: The Forty-Niners
Venceu [21][22]

Referências

  1. a b c d e f g h i j k l m n o Khoury, George (25 de agosto de 2003). The Extraordinary Works of Alan Moore. Raleigh, Carolina do Norte: TwoMorrows Publishing. ISBN 9781605490090 
  2. a b Parkin, Lance (Janeiro de 2002). Alan Moore: The Pocket Essential. Hertfordshire, Inglaterra: Trafalgar Square Publishing. ISBN 9781842432846 
  3. MacDonald, Heidi (1 de novembro de 2005). «A for Alan, Pt. 1: The Alan Moore interview». The Beat. Mile High Comics/Comicon.com. Consultado em 26 de setembro de 2008. Cópia arquivada em 5 de maio de 2006 
  4. Miller, John Jackson (10 de junho de 2005). «Comics Industry Birthdays». Comics Buyer's Guide. Iola, Wisconsin. Arquivado do original em 29 de outubro de 2010 
  5. Groth, Gary (1990). «Big Words, Part 1». The Comics Journal (138): 56–95 
  6. Rigby, Nic (21 de março de 2008). «Comic legend keeps true to roots». BBC News. Consultado em 22 de março de 2009. Cópia arquivada em 11 de março de 2009 
  7. «1988 Will Eisner Comic Industry Award Nominees». Comic Book Almanac (em inglês). Consultado em 7 de janeiro de 2015 
  8. «1989 Will Eisner Comic Industry Award Nominees». Comic Book Almanac (em inglês). Consultado em 7 de janeiro de 2015 
  9. «1991 Will Eisner Comic Industry Award Nominees». Comic Book Almanac (em inglês). Consultado em 7 de janeiro de 2015 
  10. «1992 Will Eisner Comic Industry Award Nominees». Comic Book Almanac (em inglês). Consultado em 7 de janeiro de 2015 
  11. «1993 Will Eisner Comic Industry Award Nominees». Comic Book Almanac (em inglês). Consultado em 7 de janeiro de 2015 
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  17. «2001 Will Eisner Comic Industry Award Nominees». Comic Book Almanac (em inglês). Consultado em 7 de janeiro de 2015 
  18. «Indicados ao Eisner Award 2001». Universo HQ. 12 de abril de 2001. Consultado em 9 de outubro de 2011 
  19. «2004 Will Eisner Comic Industry Award Nominees». Comic Book Almanac (em inglês). Consultado em 7 de janeiro de 2015 
  20. Érico Assis (25 de abril de 2004). «Lá fora Especial: Os indicados aos Eisner Awards 2004». Omelete. Consultado em 9 de outubro de 2011 
  21. «2006 Will Eisner Comic Industry Award Nominees». Comic Book Almanac (em inglês). Consultado em 7 de janeiro de 2015 
  22. Érico Assis (24 de julho de 2006). «San Diego Comic-Con 2006: Conheça os vencedores do Eisner Awards». Omelete. Consultado em 9 de outubro de 2011 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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