Lista de unidades federativas do Brasil por número de médicos para cada grupo de mil habitantes

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Segue abaixo a lista das unidades federativas do Brasil por número de médicos para cada grupo de mil habitantes em 2013 segundo o estudo Demografia Médica no Brasil 2: Cenários e Indicadores de Distribuição divulgado pelo Conselho Federal de Medicina (CFM)[1][2] e por número de médicos registrados em 2020, segundo o estudo Demografia Médica no Brasil da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP) em cooperação técnica com o Conselho Federal de Medicina.[3][4]

Classificação por unidade federativa - médicos contratados[editar | editar código-fonte]

Mapa das unidades federativas do Brasil por número de médicos contratados para cada grupo de mil habitantes em 2013.
  2,50 ou mais
  2,00 ou mais
  1,50 ou mais
  1,00 ou mais
  0,50 ou mais
  até 0,50
Posição Unidade federativa Região

geográfica

Médicos por

1.000 habitantes

1  Rio de Janeiro Sudeste 2,82
2  Distrito Federal Centro-Oeste 2,43
3  São Paulo Sudeste 2,08
4  Espírito Santo Sudeste 1,81
5  Pernambuco Nordeste 1,67
6  Minas Gerais Sudeste 1,47
7  Sergipe Nordeste 1,45
8  Rio Grande do Sul Sul 1,28
9  Mato Grosso do Sul Centro-Oeste 1,15
10  Tocantins Norte 1,08
11  Acre Norte 1,06
12  Paraíba Nordeste 1,00
13  Santa Catarina Sul 0,98
14  Paraná Sul 0,96
15  Amazonas Norte 0,86
16  Piauí Nordeste 0,85
17 Bahia Bahia Nordeste 0,84
18  Roraima Norte 0,81
19  Ceará Nordeste 0,76
20  Rondônia Norte 0,69
21 Pará Pará Norte 0,67
22  Rio Grande do Norte Nordeste 0,66
23  Goiás Centro-Oeste 0,51
24  Mato Grosso Centro-Oeste 0,46
25  Maranhão Nordeste 0,41
26  Alagoas Nordeste 0,41
27  Amapá Norte 0,31
 Brasil 1,41

Classificação por região[editar | editar código-fonte]

Posição Região geográfica Médicos por 1.000 habitantes
1 Sudeste 2,07
2 Sul 1,09
3 Centro-Oeste 0,96
4 Nordeste 0,94
5 Norte 0,76

Classificação por unidade federativa - médicos registrados[editar | editar código-fonte]

Mapa das unidades federativas do Brasil por número de médicos registrados para cada grupo de mil habitantes em 2013.
  2,50 ou mais
  2,00 ou mais
  1,50 ou mais
  1,00 ou mais
  0,50 ou mais
  até 0,50
Posição Unidade federativa Região

geográfica

Médicos por

1.000 habitantes

1  Distrito Federal Centro-Oeste 5,11
2  Rio de Janeiro Sudeste 3,70
3  São Paulo Sudeste 3,20
4  Rio Grande do Sul Sul 2,89
5  Espírito Santo Sudeste 2,75
6  Minas Gerais Sudeste 2,66
7  Santa Catarina Sul 2,64
8  Paraná Sul 2,49
9  Mato Grosso do Sul Centro-Oeste 2,36
10  Goiás Centro-Oeste 2,28
11  Paraíba Nordeste 2,04
12  Pernambuco Nordeste 2,02
13  Tocantins Norte 2,01
14  Rio Grande do Norte Nordeste 1,92
15  Mato Grosso Centro-Oeste 1,91
16  Sergipe Nordeste 1,90
17  Rondônia Norte 1,78
18  Ceará Nordeste 1,65
19 Bahia Bahia Nordeste 1,64
20  Piauí Nordeste 1,60
21  Roraima Norte 1,61
22  Alagoas Nordeste 1,58
23  Amazonas Norte 1,30
24  Acre Norte 1,20
25  Amapá Norte 1,19
26  Maranhão Nordeste 1,08
27 Pará Pará Norte 1,07
 Brasil[3][4] 2,49[3][5]

Classificação por região[editar | editar código-fonte]

Posição Região geográfica Médicos por 1.000 habitantes
1 Sudeste 3,15
2 Centro-Oeste 2,74
3 Sul 2,68
4 Nordeste 1,69
5 Norte 1,30

Referências

  1. «Demografia Médica no Brasil 2: Cenários e Indicadores de Distribuição» (PDF). Tabela 7 - Distribuição de médicos registrados (CFM) por 1.000 habitantes, segundo Unidades da Federação - Brasil, 2013. Conselho Federal de Medicina (CFM). Consultado em 9 de março de 2013 
  2. «Sudeste concentra duas vezes mais médicos que o Norte». Empresa Brasil de Comunicação. Consultado em 9 de março de 2013 
  3. a b c «Demografia Médica no Brasil 2020». Universidade de São Paulo (USP). Faculdade de Medicina da USP (FMUSP) e Conselho Federal de Medicina (CFM). 9 de dezembro de 2020. p. 49. ISBN 978-65-00-12370-8. Consultado em 3 de julho de 2022 
  4. a b «Desigualdade na distribuição dos médicos dificulta o acesso da população aos cuidados em saúde». Conselho Federal de Medicina (CFM). 8 de dezembro de 2020. Consultado em 3 de julho de 2022 
  5. «Total de médicos aumenta no Brasil, mas distribuição ainda é desigual». Agência Brasil. 8 de dezembro de 2020. Consultado em 3 de julho de 2022