Mike Coughlan

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Mike Coughlan (17 de fevereiro de 1959)[1] é um engenheiro e projetista britânico. Ele foi projetista chefe da equipe McLaren de Fórmula 1 de 2002 a 2007, onde foi suspenso devido ao seu envolvimento no escândalo de espionagem entre McLaren e Ferrari, antes de seu contrato ser posteriormente encerrado. Ele também foi diretor técnico da Williams de junho de 2011 a julho de 2013.[2]

Carreira[editar | editar código-fonte]

Coughlan estudou engenharia mecânica na Universidade de Brunel, graduando-se em 1981. Ele primeiro projetou carros para Tiga Race Cars, que competiu em categorias juniores, até 1984, quando ele se juntou à equipe Lotus de Fórmula 1. À medida que o orçamento da equipe diminuíra, ela foi reorganizada no final de 1990, e Coughlan se mudou para a empresa de design de John Barnard, que prestava serviços para a Benetton, Ferrari e Arrows. Barnard deixou a Arrows durante a temporada de 1998, mas Coughlan permaneceu e, assumiu o cargo de diretor técnico no ano seguinte. Quando a Arrows entrou em colapso em 2002, ele foi convidado a se juntar à McLaren.

O carro A23, desenvolvido em 2002 por Coughlan para a Arrows antes da equipe colapsar, transformou-se no carro SA05 da equipe Super Aguri quatro anos depois.[3]

Em 3 de julho de 2007, Coughlan foi suspenso pela McLaren após as alegações de espionagem contra a Ferrari.[4]

Coughlan trabalhou para a Stefan Grand Prix no final de 2009, quando a equipe sérvia estava tentando ganhar uma entrada para competir na Fórmula 1 na temporada de 2010.[5]

Coughlan foi contratado pela equipe Michael Waltrip Racing como seu diretor de design de veículos, onde foi responsável por supervisionar todos os projetos, produção, engenharia e programas de controle de qualidade.[6] Ele deixou a equipe antes do fim de seu contrato para juntar-se equipe Williams de Fórmula 1.

Em 3 de maio de 2011, foi anunciado que Coughlan foi contratado pela equipe Williams como seu engenheiro chefe, em parte substituindo o então diretor técnico Sam Michael e o chefe de aerodinâmica Jon Tomlinson.[7][8][9] Após o sucesso relativo de 2012, a Williams enfrentou um começo difícil na temporada de 2013, o que resultou na demissão do seu diretor técnico, Mike Coughlan, em julho. Ele foi substituído na equipe por Pat Symonds.[10][11]

Em 9 de novembro de 2013 foi anunciado que a equipe Richard Childress Racing contratou Mike Coughlan como novo diretor técnico, com efeito imediato.

Referências

  1. McLaren Mercedes - Technical Team Biographies
  2. Collantine, Keith (16 de julho de 2013). «Symonds moves to Williams as Coughlan departs/». f1fanatic.co.uk. Consultado em 15 de fevereiro de 2017 
  3. «Minardi confirm back-to-back Arrows test». GPUpdate.net. 23 de julho de 2003. Consultado em 15 de fevereiro de 2017 
  4. Noble, Jonathan; Goren, Biranit (3 de julho de 2007). «McLaren suspect is Mike Coughlan». www.autosport.com. Haymarket. Consultado em 15 de fevereiro de 2017 
  5. Pablo, Elizalde (2 de fevereiro de 2010). «Stefan to test car at Portimao this month». Autosport.com. Haymarket Publications. Consultado em 15 de fevereiro de 2017 
  6. «Spygate's Mike Coughlan working in NASCAR». ESPN. 1 de abril de 2011. Consultado em 15 de fevereiro de 2017 
  7. Noble, Jonathan (3 de maio de 2011). «Michael resigns, Coughlan joins Williams». www.autosport.com. Haymarket. Consultado em 15 de fevereiro de 2017 
  8. «Williams faz demissões e contrata ex-espião da McLaren». O Estado de S. Paulo. Consultado em 15 de fevereiro de 2017 
  9. «Michael se demite, e Williams contrata Mike Coughlan, ex-McLaren». Portal Race. Consultado em 15 de fevereiro de 2017 
  10. «Williams demite Mike Coughlan e contrata Pat Symonds como diretor técnico». Portal Terra. Consultado em 15 de fevereiro de 2017 
  11. «Para tentar sair do buraco, Williams demite Coughlan e contrata Symonds para cargo de diretor técnico». Grande Prêmio. Consultado em 15 de fevereiro de 2017