Alexandria (Rio Grande do Norte)

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Município de Alexandria
[[Imagem:|250px|none|Serra da Barriguda]]
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Brasão desconhecido
Bandeira desconhecida
Brasão desconhecido Bandeira desconhecida
Hino
Aniversário
Fundação 7 de novembro de 1930
Gentílico Não disponível
Lema
Prefeito(a) Alberto Maia Patricio de Figueiredo (PP)
Localização
Localização de Alexandria
06° 24' 46" S 38° 00' 57" O06° 24' 46" S 38° 00' 57" O
Estado Rio Grande do Norte
Mesorregião Oeste Potiguar
Microrregião Pau dos Ferros
Região metropolitana
Municípios limítrofes Não disponível
Distância até a capital Não disponível
Características geográficas
Área 381,202 km²
População 14.127 hab. est. IBGE/2008 [1]
Densidade 34,6 hab./km²
Altitude metros
Clima Não disponível
Fuso horário UTC-3
Indicadores
IDH 0,637 PNUD/2000
PIB R$ 25.177.311,00 IBGE/2003
PIB per capita R$ 1.872,06 IBGE/2003

Alexandria, município no estado do Rio Grande do Norte (Brasil), localizado na microrregião de Pau dos Ferros. De acordo com o censo realizado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) no ano 2000, sua população é de 13.523 habitantes. Área territorial de 381 km².

Limita-se com os municípios de Pilões e Antônio Martins (norte), João Dias (leste), Tenente Ananias e Marcelino Vieira (oeste) e com o estado da Paraíba (sul).

A sede do município está a 6° 24’ 45” de latitude sul e 38° 00’ 57” de longitude oeste. A altitude é de 319 m acima do nível do mar e a distância rodoviária até a capital é de 369 km.

De acordo com o IDEMA, o solo da região é do tipo podzólico vermelho amarelo equivalente eutrófico. Sua aptidão para a atividade agrícola é restrita para lavouras, sendo apta para culturas de ciclo longo, como algodão arbóreo (segundo a Embrapa, a melhor época para plantio no município é no mês de fevereiro), sisal, caju e coco. Pequena área isolada a sudeste com aptidão regular para pastagem natural. No sudeste há também algumas áreas indicadas para preservação da flora e da fauna ou para recreação.

O principal acidente geográfico e ponto mais alto do município é o Serrote Barriguda, com 602 m.

A pluviosidade normal do município é de 762,6 mm/ano.

Índice

[editar] História

A primeira denominação da localidade, ainda nos séculos XVIII e XIX, foi Barriguda e, segundo o historiador e médico local Dr. Antônio Fernandes Mousinho, existem duas versões que justificam o nome: a primeira está relacionada a uma serra existente nas proximidades da cidade (Serra da Barriguda) que apresenta o formato anatômico do ventre de uma mulher grávida; a segunda à presença de uma árvore existente em um olho d'agua encontrado no sopé da referida serra e que era conhecida na região pelo nome de Barriguda.

No início do Século XX passou a chamar-se de Alexandria em homenagem à Sra. Alexandrina Barreto, filha do proprietário das terras locais Domingos Velho Barreto e casada com o Dr. Joaquim Ferreira Chaves, político que já ocupara os cargos de Senador da República e Governador do estado do Rio Grande do Norte.

A povoação de Alexandria passou à condição de Vila em 13 de dezembro de 1923. O município de Alexandria foi emancipado de Martins com a publicação da Lei nº 10, de 7 de novembro de 1930. Na época, sob o impacto do assassinato de João Pessoa, foi rebatizada com o seu nome.

Em 24 de agosto de 1936 é aprovada a Lei Estadual nº 19, dando-lhe a categoria de Cidade e, ao mesmo tempo, trazendo de volta a denominação de Alexandria, vez que o nome João Pessoa não teve aceitação popular.

[editar] Educação

O Núcleo de Ensino Superior da Universidade do estado do Rio Grande do Norte (UERN) oferece os cursos de Ciências contábeis e História.

IBGE (2003)
Ensino Alunos matriculados Professores
Fundamental 3.078 154
Médio 538 12
  • Analfabetos com mais de quinze anos: 37,49% (IBGE, Censo 2000).

[editar] Economia

De acordo com dados do IPEA do ano de 1996, o PIB era estimado em R$ 6,70 milhões, sendo que 26,0% correspondia às atividades baseadas na agricultura e na pecuária, 2,0% à indústria e 72,1% ao setor de serviços. O PIB per capita era de R$ 492,99.

Em 2002, conforme estimativas do IBGE, o PIB havia evoluído para R$ 24,356 milhões e o PIB per capita para R$ 1.799,00.

[editar] Produção agrícola

IBGE (2002)
Lavoura Quantidade produzida (ton.) Valor da produção (R$ mil) Área plantada (ha.) Área colhida (ha.) Rendimento médio (kg/ha.)
Algodão herbáceo (em caroço) 35 23 50 50 700
Arroz (em casca) 22 10 15 15 1.466
Banana 8 2 1 1 8.000
Batata-doce 48 13 12 12 4.000
Cana-de-açúcar 60 2 2 2 30.000
Castanha de caju 1 1 2 2 500
Coco-da-baía 4 (mil frutos) 1 1 1 4.000 (frutos/ha.)
Feijão (em grão) 288 245 720 720 400
Fumo (em folha) 55 277 78 78 705
Manga 50 4 2 2 25.000
Milho 720 288 900 900 800
Tomate 150 95 6 6 25.000

[editar] Pecuária

IBGE (2002)
Rebanho Efetivo (cabeças)
Bovino 9.682
Suíno 583
Eqüinos 596
Asininos (jumentos) 469
Muares (mulas) 259
Ovinos 3.883
Galinhas 2.271
Galos, frangas, frangos e pintos 5.872
Caprinos 2.240
Vacas ordenhadas 1.813
IBGE (2002)
Gênero Produção
Leite de vaca 979 (mil litros)
Ovos de galinha 14 (mil dúzias)

[editar] Dados estatísticos

[editar] IDH

PNUD (2000)
IDH 1991 2000
Renda 0,486 0,503
Longevidade 0,605 0,706
Educação 0,519 0,702
Total 0,537 0,637

[editar] Saneamento urbano

IBGE (2000)
Serviço Domicílios (%)
Água 83,9%
Esgoto sanitário 60,8%
Coleta de lixo 79,5%

[editar] Saúde

Referências

  1. Estimativas da população para 1º de julho de 2008 (PDF). Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (29 de agosto de 2008). Página visitada em 5 de setembro de 2008.

[editar] Ligações externas

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