Alexandria (Rio Grande do Norte)

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Município de Alexandria
"Terra da Barriguda"
Visão panorâmica de Alexandria, com a Serra Barriguda ao fundo.

Visão panorâmica de Alexandria, com a Serra Barriguda ao fundo.
Bandeira de Alexandria
Brasão de Alexandria
Bandeira Brasão
Hino
Fundação 7 de novembro de 1930
Gentílico alexandrinense
Prefeito(a) Nei Moacir Rossatto de Medeiros (PSB)
(2013–2016)
Localização
Localização de Alexandria
Localização de Alexandria no Rio Grande do Norte
Alexandria está localizado em: Brasil
Alexandria
Localização de Alexandria no Brasil
06° 24' 46" S 38° 00' 57" O06° 24' 46" S 38° 00' 57" O
Unidade federativa  Rio Grande do Norte
Mesorregião Oeste Potiguar IBGE/2008[1]
Microrregião Pau dos Ferros IBGE/2008[1]
Municípios limítrofes Norte: Pilões e Antônio Martins;
Sul: Estado da Paraíba (Santa Cruz, Bom Sucesso e Brejo dos Santos);
Leste: João Dias;
Oeste: Marcelino Vieira e Tenente Ananias.
Distância até a capital 380 km[2]
Características geográficas
Área 381,205 km² [3]
População 13 467 hab. (RN: 39º) –  IBGE/2012[4]
Densidade 35,33 hab./km²
Altitude 319 m (RN: 22º)[5]
Clima Tropical As
Fuso horário UTC−3
Indicadores
IDH-M 0,606 (RN: 91º) – médio PNUD/2010[6]
PIB R$ 55 400,392 mil IBGE/2008[7]
PIB per capita R$ 3 921,60 IBGE/2008[7]
Página oficial
Prefeitura www.alexandria.rn.gov.br

Alexandria é um município brasileiro no interior do estado do Rio Grande do Norte, na Região Nordeste do país. Situa-se na microrregião de Pau dos Ferros e mesorregião do Oeste Potiguar, distante 380 quilômetros a oeste da capital do estado, Natal. Ocupa uma área de 381,205 km², sendo que apenas 1,2984 km² estão em perímetro urbano, e sua população foi estimada no ano de 2011 em 13 487 habitantes, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, sendo então o 39º mais populoso do estado e segundo de sua microrregião.[4]

A sede tem uma temperatura média anual de 28,1°C e na vegetação do município predominam a caatinga hiperxerófila e a floresta caduficólia. Com uma taxa de urbanização de 68,03% (2010), o município contava, em 2009, com quatorze estabelecimentos de saúde. O seu Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) é de 0,637, considerando como médio pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento.

Alexandria foi emancipado de Martins e Pau dos Ferros na década de 1930. O nome do município é uma referência a Alexandrina Barreto Ferreira Chaves, filha de um ex-senador e ex-governador do estado do Rio Grande do Norte: Ferreira Chaves. Desde a sua emancipação, desmembraram-se de seu território os municípios de Tenente Ananias (1962), João Dias e Pilões (os dois últimos em 1963).

Sua principal atração turística é a Serra Barriguda, que é atualmente é uma das sete maravilhas do Rio Grande do Norte e tem formato semelhante ao de uma mulher grávida. Considerado um centro de zona do Brasil, Alexandria ainda conta um rico artesanato e realiza uma quantidade diversa de eventos todos os anos, como o Carnaval Tradição, um dos melhores do Rio Grande do Norte.

História[editar | editar código-fonte]

A história do atual município de Alexandria, localizado na região Alto Oeste do Rio Grande do Norte, começa em meados do século XVIII, mais especificamente por volta de 1759, quando foi arrolado o documento Tombo de Demarcação, que tinha José da Costa, preto alforriado, como testemunho principal. Acredita-se que, com as mãos em cima da Bíblia, ele jurou dizer apenas a verdade. Segundo versões, ele residia na fazenda Barriguda, ponto de origem fundamental ao surgimento do município. O nome Barriguda se refere à serra onde se localizava a fazenda, a Serra Barriguda, que tinha o formato muito semelhante ao de uma barriga.[8] [9]

A partir daí, um povoado foi nascendo e ganhando repercussão em todo o estado. Esse povoado foi denominado de "Alexandria" em homenagem a uma filha da terra e esposa de um ex-governador e senador do estado (Ferreira Chaves): Alexandrina Barreto Ferreira Chaves.[8] [9]

Em 3 de dezembro de 1923, o povoado de Alexandria foi elevado à categoria de vila, sendo, sete anos mais tarde, passado à condição de novo município do Rio Grande do Norte, com a denominação de João Pessoa. Seis anos mais tarde, o município voltou a ter o nome do antigo povoado, Alexandria, para evitar confusão com João Pessoa, capital da Paraíba.[8] [9]

Formação administrativa e alteração toponímica[editar | editar código-fonte]

Conforme já citado anteriormente, o povoado de Alexandria foi elevado à categoria de vila, em 1923.[8] Somente em 7 de novembro de 1930, a vila se tornou município, desmembrado de dois municípios, simultaneamente: Martins e Pau dos Ferros, com o nome de João Pessoa. Seis anos mais tarde, em 24 de outubro de 1936, por força a lei estadual nº 19, o nome do município é alterado para Alexandria para que se pudesse evitar confusão com a capital do estado da Paraíba e homenagear uma filha ilustre da região, de nome Alexandrina Barreto Ferreira Chaves.[9]

Em 1953, Alexandria, que era formado apenas pelo distrito-sede, passou a ser formado por dois distritos: Alexandria e Tenente Ananias Gomes. Nove mais tarde, outros distritos foram sendo criados e anexados ao município de Alexandria: João Dias e Pilões. No ano seguinte, em 26 de março de 1963, o distrito de Tenente Ananias Gomes foi emancipado e se tornou município com o nome de Tenente Ananias. Em 2 de agosto de mesmo ano, foi emancipado e elevado à categoria de município o distrito de João Dias e, dezoito dias mais tarde, o distrito de Pilões. Até os dias atuais, o município de Alexandria é formado apenas pelo distrito sede.[9]

Geografia[editar | editar código-fonte]

Alexandria está localizado no Alto Oeste do estado do Rio Grande do Norte, na Mesorregião do Oeste Potiguar e Microrregião de Pau dos Ferros.[8] Ocupa uma área e 381,205 quilômetros quadrados, e está distante 380 quilômetros de Natal, capital estadual,[2] e 1 864 quilômetros de Brasília, capital federal.[10] Limita-se com Pilões e Antônio Martins a norte; Brejo dos Santos, Bom Sucesso e Santa Cruz, todos na Paraíba, a sul; João Dias a leste e Tenente Ananias e Marcelino Vieira a oeste.[8]

Serra Barriguda, principal atração turística do município.

A altitude da sede municipal é de 319 metros acima do nível do mar, sendo então o vigésimo quinto município com a maior altitude média do Rio Grande do Norte.[5] O relevo é predominantemente acidentado, com altitudes variando entre duzentos e quatrocentos metros e várias serras; são elas: Baixas, Barriguda, Batalhão, Boa Vista, Boiada, Brejo, Cajueiro, Cafunga, Covas, Croatá, Cumbe, Frade, Mata Pasto, Panati, Prensa e Santana, além do Serrote da Ilha. O tipo de solo predominante é o podzólico vermelho amarelo equivalente eutrófico, caracterizado pelo seu alto nível de fertilidade e textura média, com drenagem acentuada.[8] Alexandria está situado em área de abrangência de rochas metamórficas que formam o embasamento cristalino, formadas durante o período Pré-Cambriano médio (entre 1 e 2,5 bilhões de anos), com a predominância de anfibolitos, gnaisses, granitos, migmatitos variados e xistos, em alguns casos cortados por veios de quartzo e pegmatitos. Geomorfologicamente predominam formas de relevos tabulares com topo plano, com diferentes aprofundamentos de drenagens e ordens de grandeza, normalmente separados por vales de fundo plano. O município possui ainda dois sítios arqueológicos (Fidalgo e Santana) e a Lagoa de Lajes, que abrange uma série de tanques com fósseis de mamíferos, hoje submersos.[8]

O município de Alexandria encontra-se com 100% do seu território inserido na bacia hidrográfica do rio Apodi/Mossoró. Os principais riachos alexandrinenses são Alexandria, Mata e do Meio. Já os principais açudes, com capacidade igual ou superior a cem mil metros cúbicos de água, são Pulgas (3 300 000 m³), do Meio (1 610 880 m³) e Bananeira (750 000 m³). Por sua vez, a cobertura vegetal é formada pela caatinga hiperxerófila, um tipo de vegetação com predominância de cactáceas e plantas de pequeno porte adaptadas à seca, além da floresta caducifólia, cujas espécies possuem folhas pequenas que caem na estação seca.[8]

Clima[editar | editar código-fonte]

Maiores acumulados de chuva em 24 horas
registrados em Alexandria por meses
Mês Acumulado Data Mês Acumulado Data
Janeiro 108 mm 22/01/1947 Julho 33 mm 15/07/1998
Fevereiro 122 mm 27/02/1963 Agosto 43 mm 27/08/1972
Março 145 mm 04/03/1980 Setembro 21,6 mm 14/09/1971
Abril 110 mm 13/04/1954 Outubro 61 mm 25/10/1939
Maio 118 mm 04/05/1977 Novembro 52 mm 27/11/1954
Junho 74,5 mm 15/06/2005 Dezembro 147 mm 14/12/1951
Fontes: Agência Nacional de Águas (ANA) e Empresa de Pesquisa
Agropecuária do Rio Grande do Norte
(EMPARN). Período: 1930 a 1991,
1993 a 2008 e a partir de 2013.[11] [12]

Alexandria possui clima tropical com estação seca (tipo As na classificação climática de Köppen-Geiger), com temperatura média anual de 25,8 graus (ºC) e precipitação média de 854 milímetros por ano. A média de temperatura do mês mais quente, dezembro, é de 27,1 ºC, enquanto a do mês mais frio, julho, de 24,2 ºC. A pluviosidade média de março, mês mais chuvoso do ano, é de 225 milímetros, enquanto a de setembro, mês mais seco, de apenas quatro milímetros.[13] O principal período chuvoso ocorre entre os meses de fevereiro e maio. A umidade relativa do ar é de 66% e o tempo de insolação chega a 2 700 horas anuais.[8]

Segundo dados da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (EMPARN), o maior acumulado de chuva já registrado em Alexandria em 24 horas, entre 1936 e 1991, 1993 e 2008 e a partir de 2013, foi de 147 milímetros em 14 de dezembro de 1951.[14] Outros grandes acumulados foram de 145 milímetros em 4 de março de 1980,[15] 122 milímetros em 27 de fevereiro de 1963,[16] 119 milímetros em 23 de fevereiro de 1956,[17] 118 milímetros em 4 de maio de 1977,[18] 113,2 milímetros em 4 de maio de 1967,[19] 110 milímetros em 13 de abril de 1954,[20] 108,1 milímetros em 21 de abril de 1967,[21] 108 milímetros em 22 de janeiro de 1947,[22] 107 milímetros em 1º de março de 1950,[23] 106 milímetros em 4 de maio de 1978,[24] 105 milímetros em 1º de março de 1957,[25] 104 milímetros em 14 de março de 1988,[26] 100,3 milímetros em 27 de fevereiro de 1967[27] e 100 milímetros em 22 de março de 1959.[28] O maior acumulado mensal foi de 519,2 milímetros em abril de 1985.[29]

Nuvola apps kweather.svg Dados climatológicos para Alexandria Weather-rain-thunderstorm.svg
Mês Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Ano
Temperatura máxima média (°C) 32 31,2 30,2 29,7 29,3 29,2 29,5 30,6 31,8 32,5 32,6 32,6 30,9
Temperatura média (°C) 26,8 26,4 25,8 25,4 24,9 24,4 24,2 24,9 25,9 26,5 26,8 27,1 25,8
Temperatura mínima média (°C) 21,6 21,6 21,5 21,2 20,6 19,6 19 19,2 20 20,6 21,1 21,6 20,6
Precipitação (mm) 75 142 225 195 102 40 23 5 4 7 8 28 854
Fonte: Climate Data.[13]

Demografia[editar | editar código-fonte]

Crescimento populacional
Censo Pop.
1970 13 252
1980 14 337 8,2%
1991 14 580 1,7%
2000 13 772 -5,5%
2010 13 507 -1,9%
Censos demográficos
do IBGE (1970-2010)[30] [31]

A população de Alexandria estimada pelo IBGE em 2012 foi de 13 467 habitantes, sendo o 39º mais populoso do estado e com uma densidade demográfica aproximada de 35,4 habitantes por quilômetro quadrado.[4] Em 2010, a população do município segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística era de 13 507 habitantes, sendo que 6 616 habitantes eram homens e 6 891 habitantes eram mulheres; enquanto isso, 3 189 habitantes viviam na zona urbana (68,03%) e 4 318 na zona rural (31,97%). O grau de urbanização faz que Alexandria seja classificado como o município com a 68ª maior taxa de urbanização do Rio Grande do Norte. A densidade demográfica, que é uma divisão entre a população e sua área, era de 35,43 habitantes por quilômetro quadrado.[31] [32] Ainda conforme o censo de 2010, a população religiosa do município era formada por católicos apostólicos romanos (90,36%), evangélicos (7,54%), sem religião (1,23%), testemunhas de Jeová (0,4%), espíritas (0,14%), católicos ortodoxos (0,04%), budistas (0,04%),ateus (0,04%) e agnósticos (0,03%).[33] Enquanto isso, a composição étnica do município era formada por pardos (52,9%), brancos (41,33%), pretos (4,07%), amarelos (1,61%) e indígenas (0,09%).[34]

O Índice de Desenvolvimento Humano do município é considerado médio pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). Em 2000, seu valor era de 0,637, sendo o 139º maior do estado. Considerando apenas a educação o índice é de 0,702, o índice da longevidade é de 0,706 e o de renda é de 0,503.[35] [36] O coeficiente de Gini, que mede a desigualdade social, é de 0,42, sendo que 1,00 é o pior número e 0,00 é o melhor. A incidência da pobreza, medida pelo IBGE, é de 54,44%, o limite inferior da incidência de pobreza é de 46,94%, o superior é 61,95% e a subjetiva é 60,02%.[37]

Política[editar | editar código-fonte]

Prefeitura de Alexandria, sede do poder executivo municipal.

O poder executivo do município de Alexandria é representado pelo prefeito e seu gabinete de secretários, seguindo o modelo proposto pela Constituição Federal.[38] Em vários mandatos, diversas pessoas já passaram pela prefeitura, sendo o mais recente deles Nei Moacir Rossato de Medeiros, do Partido Socialista Brasileiro (PSB), eleito em 2012 com mais de 51% dos votos válidos.[39]

O poder legislativo é representado pela câmara municipal, composta por nove vereadores eleitos para cargos de quatro anos e está composta da seguinte forma: três do Partido Social Democrático (PSD), duas do Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB), uma do Partido Social Cristão (PSC), uma do Partido Socialista Brasileiro (PSB), uma do Partido Verde (PP) e uma do Partido dos Trabalhadores (PT). Cabe à casa elaborar e votar leis fundamentais à administração e ao Executivo, especialmente o orçamento municipal (conhecido como Lei de Diretrizes Orçamentárias). O Poder Judiciário é representado pela sede da Comarca de Alexandria, de segunda entrância e que reúne, além da cidade-sede, os municípios de João Dias e Pilões.[40] Existem também alguns conselhos municipais atualmente em atividade no município. São eles: Conselho de Alimentação Escolar, Conselho da Criança e do Adolescente, Conselho do FUNDEB, Conselho do Meio Ambiente e Conselho da Saúde.[8]

De acordo com o Tribunal Superior Eleitoral, Alexandria possuía, em novembro de 2011, 9 385 eleitores, o que representa 0,417% dos eleitores do Rio Grande do Norte.[41] Esse número, por ser inferior a duzentos mil, faz com que não haja segundo turno no município.[42]

Palácio Manoel Matias, sede do poder executivo de Alexandria.

Economia[editar | editar código-fonte]

O Produto Interno Bruto (PIB) de Alexandria é o segundo maior de sua microrregião (atrás apenas de Pau dos Ferros) e o 50º do estado. De acordo com dados do IBGE, relativos a 2008, o PIB do município era de R$ 55 400,392 mil. e o PIB per capita era de R$ 3 921,60.[7]

O setor primário é o segundo mais relevante da economia de Alexandria. De todo o valor do PIB municipal, 6 254 mil reais é o valor adicionado bruto da agropecuária. Segundo o IBGE, em 2010 o município possuía um rebanho de 11 855 bovinos, 361 equinos, 1 463 suínos, 4 205 caprinos, 298 asininos, 312 muares, 5 412 ovinos, 3 565 galinhas e 10 512 galos, frangos e pintinhos. Ainda no mesmo ano, o município produziu 2 048 mil de litros de leite, vinte mil dúzias de ovos de galinha e 9 820 quilos de mel-de-abelha. Na lavoura temporária são produzidos principalmente o arroz, batata-doce, cebola, feijão, fumo, mandioca, milho, sorgo e tomate. Já na lavoura permanente produzem-se banana, castanha de caju, coco-da-baía, mamão e manga.[37]

Agência do Banco do Brasil de Alexandria.

O setor secundário é o menos relevante para a economia do município. 3 604 mil reais do PIB municipal são do valor adicionado bruto da indústria (setor secundário).[37] O município possui algumas indústrias e empresas espalhadas em seu território, como, por exemplo, a Indústria e Comércio de Café Morobichaba Ltda., a empresa Rede Oeste de Supermercados, a empresa Casa Oliveira Ltda. Me, a empresa de água purificada "água do Céu", entre outras que atuam no comércio e em estabelecimentos.[43] [44] [45]

Já o setor terciário é o mais relevante para a economia municipal. A prestação de serviços rende 42 206 mil reais ao PIB alexandrinense. De acordo com o IBGE, a cidade possuía, no ano de 2008, 206 unidades locais, sendo todas atuantes e 1 825 trabalhadores, sendo 998 do tipo "pessoal ocupado total" e 827 do tipo "ocupado assalariado". Salários juntamente com outras remunerações somavam 7 286 mil reais e o salário médio mensal de todo município era de 1,5 salários mínimos.[37]

Infraestrutura[editar | editar código-fonte]

Saúde[editar | editar código-fonte]

Alexandria possuía, em 2009, quatorze estabelecimentos de saúde, sendo cinco deles privados e nove públicos. Neles a cidade possuía 88 leitos para internação.[37] No ano de 2008, foram registrados 219 nascidos vivos, sendo que 5,5% nasceram prematuros, 86,3% foram de partos cesáreos e 26% foram de mães entre 10 e 19 anos (0,5% entre 10 e 14 anos). A taxa bruta de natalidade era de 15,5. No mesmo ano, a taxa de mortalidade infantil era de 4,6 por mil nascidos vivos e a taxa de óbitos era de 5,0 por mil habitantes.[46] Em 2000, o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) da longevidade em Alexandria era de 0,706 (o brasileiro era de 0,638).[35]

O município pertence à VI Regional de Saúde do estado do Rio Grande do Norte, com sede no município de Pau dos Ferros. Essa regional reúne 36 municípios oestanos do estado do Rio Grande do Norte.[47] Segundo dados da Secretaria Municipal de Saúde, Alexandria, possuía em 2008, um total de 114 profissionais de saúde, sendo 89 residentes no próprio município e 25 residentes em cidades vizinhas. Entre os profissionais residentes no próprio município, existiam 34 agentes de saúde, um assistentes sociais, 23 auxiliares de enfermagem, seis bioquímicos, três clínicos gerais, sete dentistas, nove enfermeiros, um fisioterapeuta, um psiquiatra, além de outras quatro pessoas exercerem outras profissões de saúde. Dentre os residentes fora de Alexandria, existiam cinco bioquímicos, dois cardiologistas, quatro clínicos gerais, um dentista, um fisioterapeuta, três ginecologistas, um nutricionista, três pediatras e três radiologistas; outras duas pessoas pertenciam a outras profissões de saúde.[8]

Educação[editar | editar código-fonte]

Vista do Centro Educacional Avançado Dr. Gentil Paiva de Oliveira.

O município de Alexandria possuía, em 2009, aproximadamente 3 204 matrículas e 32 escolas nas redes públicas e particulares entre os ensinos pré-escolar, fundamental e médio.[37] O município possui ainda uma instituição de ensino superior: um núcleo acadêmico da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN), que oferece os cursos de ciências contábeis e história.[48] [49]

Segundo dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP) e do Ministério da Educação (MEC), o índice de analfabetismo em 2000 era mais frequente entre pessoas com faixa etária acima de 25 anos (44,39%), enquanto que o menor índice se concentrava em pessoas entre quinze e dezessete anos (6,94%).[50] A taxa bruta de frequência à escola passou de 54,52% em 1991 para 85,74% em 2000.[51] 1 400 habitantes possuíam menos de 1 ano de estudo ou não contava com instrução alguma.[52]

Educação de Alexandria em números[37]
Nível Matrículas Docentes Escolas (total)
Ensino pré-escolar 376 29 13
Ensino fundamental 2 303 115 18
Ensino médio 525 15 1

Segurança pública, serviços e comunicações[editar | editar código-fonte]

Escritório da SAAE de Alexandria. O município é uma das doze localidades do Rio Grande do Norte em que a CAERN não atua.

De acordo com o mapa da violência divulgado pelo Instituto Sangari, em 2011, a taxa de homicídios no município de Alexandria era de 11,8 para cada cem mil habitantes, ficando na trigésima posição a nível estadual e na 1522ª colocação a nível nacional; entre 2006 e 2008, cinco homicídios foram registrados naquele município (três em 2007 e dois em 2008). O índice de óbitos por acidente de trânsito também foi de 11,8, ficando na 1896ª colocação no país e na 38ª posição no estado; durante o período pesquisado, 2006-2008, foram registrados cinco acidentes por acidente de trânsito em Alexandria (dois em 2006, um em 2007 e dois em 2008).[53] Já o índice de suicídios foi de 4,7 para cada 100 mil habitantes, sendo o 31º do estado e o 1326º do Brasil (durante o período pesquisado foram registrados dois suicídios, ambos em 2008).[54] O município é sede da 8ª Delegacia Regional de Polícia do Rio Grande do Norte (8ª DRP), que compreende outros seis municípios do estado (Antônio Martins, João Dias, Marcelino Vieira, Paraná, Pilões e Tenente Ananias).[55]

Além da segurança pública, o município conta com outros serviços básicos. O serviço de abastecimento de água de todo o município é feito pelo Sistema Autônomo de Água e Esgotos (SAAE),[56] enquanto a responsável pelo abastecimento de energia elétrica em Alexandria é a Companhia Energética do Rio Grande do Norte (Cosern), que fornece energia em todos os municípios do estado do Rio Grande do Norte.[57] No ano de 2007 existiam 4 147 consumidores e foram consumidos 6 227 KWh de energia.[8] Ainda há serviços de internet discada e banda larga (ADSL) sendo oferecidos por diversos provedores de acesso gratuitos e pagos. O serviço telefônico móvel, por telefone celular, é oferecido por diversas operadoras. O código de área (DDD) de Alexandria é 084[58] [59] e o Código de Endereçamento Postal (CEP) da cidade é de 59965-000.[60] No dia 10 de novembro de 2008 o município passou a ser servido pela portabilidade, juntamente com outras cidades de DDDs 33 e 38, em Minas Gerais; 44, no Paraná; 49, em Santa Catarina; além de outros municípios com código 84, no Rio Grande do Norte.[61]

Há transmissão de canais nas faixas Very High Frequency (VHF) e Ultra High Frequency (UHF). Em 2008, Alexandria sediava duas emissoras de rádio, sendo uma em modulação em amplitude (AM) e uma em modulação em frequência (FM) e ainda possuía uma agência da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos.[8]

Transporte[editar | editar código-fonte]

Vista da antiga estação ferroviária de Alexandria, da Estrada de Ferro Mossoró-Sousa, hoje desativada.
Rodovia estadual RN-117 entrando na zona urbana do município.

A frota municipal no ano de 2010 era 2 330 de veículos, sendo 1 237 motocicletas, 619 automóveis, 128 motonetas, 194 caminhonetes, 48 caminhões, 38 camionetas, trinta micro-ônibus, um caminhão-trator, onze ônibus e quatro veículos utilitários. Outros tipos de veículos incluíam vinte unidades.[37]

Alexandria é cortada por uma ferrovia em seu território: a Estrada de Ferro Mossoró-Sousa. O projeto dessa ferrovia foi idealizado desde o século XIX, por volta de 1870, e que iria ligar Porto Franco (na época ainda subordinado a Mossoró) ao Rio São Francisco. Essa ferrovia iria ser construída utilizando recursos privados do governo. Um dos idealizadores e precursores dessa ferrovia, Francisco Solon, conseguiu os empreendimentos e recursos necessários a essa construção, contudo o projeto não foi concretizado porque não obteve aprovação do governo brasileiro. Em 1912, Vicente Saboia de Albuquerque e Francisco Tertuliano de Albuquerque receberam nova concessão à construção da ferrovia. Em 15 de março de 1915, a ferrovia foi inaugurada, ligando o município a Porto Franco (atual Areia Branca). Doze anos mais tarde, o trecho dessa rodovia começava a se expandir e já se estendia até o distrito de São Sebastião, pertencente a Mossoró, hoje o município de Governador Dix-Sept Rosado. Em 1929, o trecho de Caraúbas foi entregue e, sete anos depois, também foi entregue o trecho de Mineiro (atualmente Frutuoso Gomes). Finalmente, em 1950, com recursos do governo federal do Brasil, a estrada de ferro já ligava Mossoró ao município paraibano de Sousa. Atualmente, a ferrovia se encontra desativada.[62]

Além da ferrovia, a cidade conta com uma estação rodoviária e um campo de pouso de pequeno porte.[8] O município é cortado por duas rodovias em seu território, ambas estaduais: a RN-079, que liga Rafael Fernandes a Alexandria; e a RN-117, que começa em Major Sales, passa pelos municípios de Paraná e Tenente Ananias, chega em Alexandria e se estendendo até o município de Antônio Martins.[63]

Habitação e infraestrutura básica[editar | editar código-fonte]

De acordo com o censo demográfico de 2010 realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Alexandria possuía, em geral, 3 925 domicílios, sendo 3 911 casas (99,64%), treze apartamentos (0,33%) e uma habitação em casa de cômodos ou cortiço (0,03%).[64] Já em relação à condição de ocupação do domicílio, 2 354 eram imóveis próprios (59,97%), 784 eram alugados (19,97%), 772 cedidos (19,67%) e apenas quinze eram ocupados sob uma outra condição (0,38%). Em relação ao abastecimento de água realizado nas residências, 3 054 recebiam água tratada a partir de uma rede geral de distribuição (77,81%), 277 imóveis eram abastecidos por um poço ou nascente na propriedade (7,06%) e 594 unidades possuíam abastecimento de água vindo de outras fontes (15,13%). Quanto à energia elétrica, 3 871 imóveis eram abastecidos (98,62%), sendo 3 848 a partir de uma companhia distribuidora de energia (98,04%) e 23 com energia vinda de outra fonte (0,59%); outros 54 domicílios não tinham ou não eram abastecidos pela rede elétrica (1,38%).[65]

Em relação ao destino do lixo, 2 698 domicílios possuíam coleta (68,74%), dos quais 913 eram coletados por serviço de limpeza (23,26%) e 1 785 possuíam a coleta feita a partir de uma caçamba de serviço de limpeza (45,48%); outros 1 227 imóveis jogavam o lixo em outros destinos (31,26%).[65] Quanto ao esgotamento sanitário, 460 domicílios não possuíam banheiros nem sanitários (11,72%); já entre os 3 465 domicílios que a possuíam (88,28%), 1 982 tinham esgotamento sanitário feito a partir da rede geral de esgotos ou pluvial (50,5%), 265 a partir de uma fossa séptica (6,75%) e 1 218 com esgotamento sanitário feito de uma outra maneira (31,03%).[66]

Cultura[editar | editar código-fonte]

A Secretaria de Cultura, Meio Ambiente e Cidadania é o órgão da prefeitura responsável pela educação e pela área cultural do município de Alexandria. É ela que organiza atividades e projetos culturais, além dos setores de cidadania e meio ambiente municipal.[8]

Artesanato e lazer[editar | editar código-fonte]

Praça Manuel Emídio de Sousa

O artesanato é uma das formas mais espontâneas da expressão cultural alexandrinense. Em várias partes do município, assim como do estado, é possível encontrar uma produção artesanal diferenciada, feita com matérias-primas regionais e criada de acordo com a cultura e o modo de vida local. Alguns grupos reúnem diversos artesãos da região, disponibilizando espaço para confecção, exposição e venda dos produtos artesanais. Normalmente essas peças são vendidas em feiras, exposições ou lojas de artesanato.[67] [68] [69] A cidade conta com um rico artesanato, destacando-se na produção de vários ícones, como bolsas, bonecas de pano, cerâmicas, chapéus, utensílios domésticos, entre outros.[67]

Segundo o Instituto de Desenvolvimento Econômico e Meio Ambiente do Rio Grande do Norte, Alexandria contava, em 2008, com três campos de futebol, uma biblioteca pública, uma livraria, dois clubes sociais, um centro cultural, dois estádios de futebol e duas quadras de esporte.[8] Em dezembro de 2011, foi inaugurada a Casa de Cultura Popular Dr. Antônio Fernando Mousinho, que contou com a presença de Isaura Rosado, a secretária extraordinária da Cultura do Rio Grande do Norte. Essa casa de cultura está localizada exatamente no prédio onde funcionava o antigo quartel e conta com espaços destinados à exposição de produtos artesanais.[70]

Atrações turísticas e eventos[editar | editar código-fonte]

Praça de eventos de Alexandria, onde são realizados os principais atrativos culturais do município.

A principal atração turística alexandrinense é a Serra Barriguda. Essa serra tem esse nome por se assemelhar ao formato de uma mulher grávida e é formada por granito. O local possui 310 metros de altura e se situa a uma altitude de 602 metros acima do nível do mar.[71] Em 2007, a Serra Barriguda foi eleita uma das sete maravilhas do estado do Rio Grande do Norte, na primeira colocação.[72] Além desta serra, destacam-se ainda a Capela de Santa Filomena, o Sítio Arqueológico e a Pedra do Sino.[8]

Além das atrações turísticas, destacam-se os eventos. Um deles é o Carnaval de Alexandria ou Carnaval Tradição, organizado anualmente na época carnavalesca e que já contou e ainda conta com a presença de diversas bandas musicais, como o Axé Power e a Banda Inala.[73] Esse evento é considerado com um dos melhores carnavais organizados no interior do Rio Grande do Norte e um dos mais visitados por turistas na região do Oeste Potiguar.[67] [74] Outros importantes eventos organizados na cidade são a Semana Junina (entre 18 e 24 junho), o Alefolia (realizado em julho), a Semana Universitária (entre 1º e 7 de agosto), a Semana da Cultura (entre 3 e 7 de novembro), a festa de emancipação política de Alexandria (no dia 7 de novembro) e a festa da padroeira Nossa Senhora da Conceição (no dia 8 de dezembro).[8] A festa da padroeira reúne grande parte da comunidade católica, vinda do Rio Grande do Norte e até mesmo de outros estados (como o Ceará e a Paraíba), contando com programações religiosas e socioculturais.[74]

Feriados municipais[editar | editar código-fonte]

Segundo a Associação do Ministério Público do Estado do Rio Grande do Norte (AMPERN), em Alexandria há três feriados municipais. São eles: 28 de maio (dia da morte do Coronel Manoel Souza), 7 de novembro (dia da emancipação política do município, que se desmembrou de Martins e Pau dos Ferros em 1930) e 8 de dezembro (dia da padroeira do município, Nossa Senhora da Conceição).[75] [76]

Referências

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Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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