Consulado Francês
O Consulado Francês foi uma instituição do governo francês entre a queda dos diretores do golpe de estado de 18 de brumário de 1799 até o começo do Império Napoleônico em 1804. É marcado pela diretriz napoleônica apesar de o governo ser exercido por três cônsules. Napoleão Bonaparte vai neutralizar as oposições internas. Faz um acordo com a Igreja, a Concordata, pelo qual reconhece o catolicismo como religião da maioria dos franceses. Tornou os sacerdotes uma espécie de funcionáros públicos remunerados pelo Estado, e o Papa Pio VII renunciaria às terras que haviam sido confiscadas. Ao mesmo tempo, neutralizava as ameaças externas, através de acordos de paz e armistícos, com a Áustria e a Inglaterra. Com o controle da situação interna e externa foi possível o crescimento da indústria francesa. Bonaparte organizou o sistema financeiro, com a fundação do Banco da França em 1800, e do novo padrão monetário, o franco. Elaborou o Código Civil que institucionalizou valores burgueses, proibindo greves e defendendo a propriedade. Em 1804, através de um decreto, Napoleão tornou-se imperador.
Os dois outros cônsules foram Jean Jacques Régis de Cambacérès e Charles-François Lebrun.
Referências [editar]
- Tom Holmberg, "The d'Enghien Affair: Crime or Blunder?" (Setembro 2005), The Napoleonic Series website. Acessado em Outubro de 2006. (em inglês)
- "Louis Antoine Henri, duke of Enghien"Histoire et Figurines. Acessado em Outubro de 2006. (em inglês)