The Black Parade

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The Black Parade
Álbum de estúdio de My Chemical Romance
Lançamento 23 de Outubro de 2006
Gravação Abril - Agosto de 2006
Gênero(s) Rock alternativo
Duração 51:57
Gravadora(s) Reprise Records
Produção Rob Cavallo
Cronologia de My Chemical Romance
Último
Último
Three Cheers for Sweet Revenge
(2004)
Danger Days: The True Lives of the Fabulous Killjoys
(2010)
Próximo
Próximo
Singles de The Black Parade
  1. "Welcome to the Black Parade"
    Lançamento: 12 de setembro de 2006
  2. "Dead!"
    Lançamento: 23 de outubro de 2006
  3. "Famous Last Words"
    Lançamento: 22 de janeiro de 2007
  4. "I Don't Love You"
    Lançamento: 2 de abril de 2007
  5. "Teenagers"
    Lançamento: 9 de julho de 2007
Críticas profissionais
Avaliações da crítica
Fonte Avaliação
allmusic 4 de 5 estrelas.Star full.svgStar full.svgStar full.svgStar empty.svg link
Blender 4.5 de 5 estrelas.Star full.svgStar full.svgStar full.svgStar half.svg link
Entertainment Weekly A- link
IGN 8.1 de 10 estrelas.Star full.svgStar full.svgStar full.svgStar full.svgStar full.svgStar full.svgStar full.svgStar half.svgStar empty.svglink
NME 9 de 10 estrelas.Star full.svgStar full.svgStar full.svgStar full.svgStar full.svgStar full.svgStar full.svgStar full.svgStar empty.svg link
The Observer 1 de 5 estrelas.Star empty.svgStar empty.svgStar empty.svgStar empty.svg link
Rolling Stone 4 de 5 estrelas.Star full.svgStar full.svgStar full.svgStar empty.svg link
Stylus Magazine C+ link
Village Voice misto link

The Black Parade é o terceiro álbum de estúdio do então quarteto de New Jersey My Chemical Romance, lançado em 23 de outubro de 2006 e 24 de outubro nos Estados Unidos.

The Black Parade é um álbum temático sobre "o Paciente" – um personagem que pode ter passado por quimioterapia. Para incorporar a energia do personagem, Gerard Way descoloriu os cabelos. Gerard Way disse que foi um álbum realmente difícil de fazer. E houve um momento em que era tão obscuro para eles que parecia que precisavam se tornar mais que irmãos. Tiveram que estar presentes um para o outro de tantas formas, que também tiveram de se transformar numa nova banda. Isso não significa que o nome da banda tenha mudado. Foi apenas o alter ego da banda para este álbum.

O nome do novo álbum vem da ideia de Way, de que quando morremos, a morte vem para nós como uma lembrança que fora mais forte, seja quando criança ou adulto. E a lembrança mais forte deste personagem é de ser uma criança, e seu pai levá-lo a um desfile. Então quando a morte chega para ele, ela chega na forma de um desfile negro.

Existem 4 personagens especiais neste álbum que são:

  • O Paciente (The Patient), que pode ser visto na cama do hospital no videoclip "Welcome to The Black Parade".
  • A Mãe Guerra (The Mother War), que pode ser vista no fim do videoclip "Welcome to The Black Parade" com um vestido antigo e uma máscara de gás.
  • O Medo (The Fear), uma das enfermeiras que aparece no videoclip "Welcome to The Black Parade".
  • O Arrependimento (The Regret), outra das enfermeiras que aparece no videoclip "Welcome to The Black Parade".

Influências[editar | editar código-fonte]

Gerard Way disse que Queen é uma de suas influências mais importantes para este disco, isto se pode ver na orquestra da guitarra em "Welcome to the black parade".[carece de fontes?]

Way também citou os seguintes álbuns como influências: A Night at the Opera de Queen, Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band de The Beatles, The Wall de Pink Floyd e Mellon Collie and the Infinite Sadness de The Smashing Pumpkins.[carece de fontes?]

Posições[editar | editar código-fonte]

The Black Parade, chegou no Nº2 em "UK Albums Chart", detrás do álbum Rudebox de Robbie Williams. Nos Estados Unidos, chegou no posto Nº2 em Billboard 200. Em sua primeira semana, vendeu 240 000 cópias, superando a melhor semana de 38 000 cópias de seu álbum Three Cheers for Sweet Revenge. O álbum chegou no número número um em United World Chart, vendendo 381 000 em sua primeira semana. O álbum esteve no lugar Nº3 no ARIA Charts e foi certificado platina, depois de vender 70 000 cópias. Se posicionou em primeiro lugar em Nova Zelândia e foi certificado platina, depois de vender 15 000 cópias. The Black Parade foi qualificado como platina pela RIAA, por vender 1.100.000 cópias. E foi classificado dupla platina no Reino Unido, por vender 600.000 unidades. Até 18 de agosto de 2007, o álbum havia vendido 1 169 697 cópias nos Estados Unidos. Durante 2007, o álbum passou várias semanas no Nº1 no UK Rock Albuns chart. No total, o disco vendeu aproximadamente mais de 5 100 000 milhões de cópias por todo o mundo.

Versões[editar | editar código-fonte]

Existem três capas da versão regular do álbum, presentando uma texto negro, sobre fundo branco, outra texto branco sobre fundo negro, e outra presentando título nenhum, só uma foto de uma parada que seria a denominada parada negra.

Edição Limitada[editar | editar código-fonte]

Existe também uma edição limitada do álbum, a descrição do produto é a seguinte:

"A edição especial, conta com uma caixa larga de madeira de 11-11/16" × 5-13/16", envolto em um material de terciopelo, com um desenho de impressão na parte superior. Dentro contém um livro de 64 páginas, baseado na arte vitoriana, mostra fotos e contém trabalho artístico de James Jean e usado também como álbum de notas."

Versão Japonesa[editar | editar código-fonte]

A versão lançada no Japão, tem mais material que as edições regulares. Contém 14 músicas, mas em vez de Blood, inclui o B-side do single Welcome to the black parade, Heaven help us, canção que vai muito mais de acordo com o estilo do grupo. Também traz um CD a parte com o vídeo de Welcome to the Black Parade.

Vinil[editar | editar código-fonte]

Em 11 de dezembro de 2007 o álbum foi lançado em formato de disco de vinil, primeiro álbum da banda neste formato. Duas versões foram postas a venda, a edição regular e a edição especial. As duas edições contém dois discos, o primeiro disco contém as canções desde o número 1 ao 4 no lado A, no lado B contém desde o 5 ao 7. O segundo disco traz as faixas desde o 8 até o 10 no lado A e desde o 11 ao 14 no lado B. A edição especial contém um livro de 15 páginas, tendo 2.500 cópias desta versão. Só 2000 cópias regulares do vinil foram compradas.

Tour Mundial The Black Parade[editar | editar código-fonte]

Track list da apresentação do My Chemical Romance como The Black Parade.

A banda iniciou esta tour em 22 de fevereiro de 2007 para promover o disco.

Em 4 de outubro de 2007 o grupo pisou em terras mexicanas. Sendo sua primeira sede o auditório Coca-Cola do Parque Fundidora de Monterrey Nuevo Léon, onde se converteram em um ícone e montaram um enorme espetáculo, o qual se ganhou a boa crítica e a aceitação dos meios de comunicação. Ademais de uma nova aquisição de fãs (entre eles crianças e adultos) os quais cantaram de principio a fim as 13 canções deste disco e 8 de suas canções de Three Cheers for Sweet Revenge ademais de Headfirst for halos do disco I Brought You My Bullets, You Brought Me Your Love.

Em Fevereiro, fizeram diversos concertos pela América do Sul, passando por Brasil, Argentina, Chile e Venezuela.

Faixas[editar | editar código-fonte]

Todas as letras escritas por Gerard Way, todas as músicas compostas por My Chemical Romance.

CD
N.º Título Duração
1. "The End"   1:53
2. "Dead!"   3:16
3. "This is How I Disappear"   3:59
4. "The Sharpest Lives"   3:20
5. "Welcome to the Black Parade"   5:11
6. "I Don't Love You"   3:58
7. "House of Wolves"   3:04
8. "Cancer"   2:22
9. "Mama" (com participação de Liza Minnelli) 4:39
10. "Sleep"   4:43
11. "Teenagers"   2:39
12. "Disenchanted"   4:55
13. "Famous Last Words"   4:59
14. "Blood" (faixa escondida, começa em 1:30) 2:53

Notas sobre faixas[editar | editar código-fonte]

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  • "The End."
"The End." é a primeira faixa do álbum The Black Parade de My Chemical Romance. A canção era conhecida como "Father" até uma entrevista no iTunes. O nome original da canção foi "Intro". Até quando cantaram pela primeira vez no SxSW Festival onde decidiram chamar-la de "The End.". Nessa primeira faixa do álbum, o Paciente ainda não é mencionado, mas fala bem sobre My Chemical Romance como The Black Parade, dando a bem-vinda ao ouvinte sobre o trágico sucesso que se estar por revelar. É interessante saber que no álbum anterior de My Chemical Romance, Three Cheers for Sweet Revenge tem uma canção chamada "To the end", tendo um título parecido com essa. E não é só isso, também há uma parte da canção "To the end" que diz "and say goodbye to the last parade", possivelmente se referindo a "The Black Parade", A música To the end pode ser uma resposta do pai do paciente sobre "The end" dizendo, "he calls the mansion not a house but a tomb" se referindo a "mansion" como o hospital, revelando que o paciente sabe que irá morrer.
Escrita quase ao mesmo tempo que "The End.". Segundo Gerard Way, vocalista do grupo, "Dead!" nasceu como uma crítica social, mas acabou virando uma canção que se encaixava perfeitamente na história do álbum. Way disse que a canção tem um ar de Pop britânico dos anos 90 e que foi inspirada na canção "Mr. Blue Sky" de Electric Light Orchestra. Ray Toro menciona que no fim de "Dead!" é a primeira vez que ele, Gerard e Frank Iero, cantam ao mesmo tempo. "Dead!" é onde começa a tragédia do Paciente quando recebe a trágica notícia de que têm encontrado em complicação em seu coração "During this operation found a complication in your heart…" e que ele só tem duas semanas de vida "Cause you've got maybe two weeks to live". As frases "no one ever had much nice to say, I think they never liked you anyway" falam que o Paciente não era muito querido. "And if you get to heaven, I'll be there waiting" diz que tem alguém "lá em cima" que o quer muito e que espera com ansiedade. Por fim ele enxerga a vida de um outro modo encerrando com "If life ain't just a joke, then why are we laughing?", se a vida não é uma piada, então por que estamos rindo?
  • "This Is How I Disappear"
"This Is How I Disappear" é a terceira faixa do álbum The Black Parade de My Chemical Romance. Esta é a canção com maior estilo heavy rock do álbum. "This Is How I Disappear" continua de "Dead!", onde o Paciente descobriu recentemente que está doente e que lhe tem pouco tempo de vida, o que lhe produz temor. Ele menciona a uma pessoa desconhecida (seguramente sua amada), contando que ela é tudo o que ele teve ("and without you is how I disappear, and live my life alone forever now."). Isso também dá a idéia que poucas pessoas se preocupam com ele, que ela era realmente a única que se preocupava com ele, e que sem ela, ele é rapidamente esquecido.
  • "The Sharpest Lives"
Em uma entrevista para Guitar World, Gerard Way disse que em "The sharpest lives", canção que fala sobre seu antigo probelma com drogas, foi mais fácil de escrever para esse álbum, já que havia passado um certo tempo que ele se livrou desses problemas.Aqui, o Paciente está olhando seu passado e seus problemas com drogas e o alcoolismo. ("Give me a shot to remember, and you can take all the pain away from me") Isso mostra que no passado o Paciente se drogava para esquecer os problemas de sua vida. A canção descreve que durante os problemas de drogação do Paciente, ele geralmente ficava acordado toda a noite ("In love with all of these vampires"), e uma vez mais, a única pessoa que realmente estava ali para ele, era sua amada. Ele pensava que ela ia lhe abandonar durante este período de sua vida ("You can leave like the sane abandoned me"), mas isso não aconteceu.
O Paciente parece estar achegando rapidamente ao seu fim. Aqui o Paciente está entre a vida e a morte, e a morte vem ao seu encontro, como sua mais forte lembrança. A recordação mais forte do Paciente, é quando seu pai o levou a ver um desfile ("when I was a young boy, my father took me into the city, to see a marching band"). O pai do Paciente lhe pergunta se, quando pequeno, quando crescer, se converteria no salvador dos destroçados, vencidos e abatidos ("Son, when you grow up, would you be the savior of the broken, the beaten, and the damned?"), tal vez preparando o Paciente para essa futura doença. O pai do Paciente lhe diz "one day I'll leave you a phantom, to lead you in the summer, to join The Black Parade" (em português: "um dia te deixarei um fantasma, para que te guie no verão, para unir se ao desfile negro"). Isso nos mostra que obviamente o pai do Paciente morreu antes dele, e que lhe vai ajudar a entrar para The Black Parade (em outras palavra, aqui o Paciente morre, para ajudar-lo em outra vida). O Paciente passa um estado entre a vida e a morte, e vê o desfile negro. O desfile negro (The Black Parade) parece tomar lugar na cidade em que o Paciente viu na sua infância, só que agora, a cidade está mais negra e macabra que antes. O Paciente vê os interpretes do desfile negro, que também estão mais macabros que antes, e que parecem representar emoções e outras partes de sua vida. O Paciente duvida de si mesmo na frase "I'm just a man, I'm not a hero" (em português: "Sou apenas um homem, não um herói") se referindo a pergunta que seu pai lhe fez no começo da canção. Finalmente, o desfile negro tem certeza que sua memória continuará viva, e que ainda que morto e derrotado, sua vida também vai continuar viva. Assim tentam convencer-lo de que ele não é tão mau como crêem, e que se une com eles, o que deixa atrás na vida, vai estar bem. "Welcome To The Black Parade" foi originalmente entirutalda "The Five of Us Are Dying.” Eles escreveram a música em 2002, e re-escreveram quatro vezes, antes de lançá-la em 2006.
Aqui o Paciente faz um visita atrás, com os problemas de relação que tinha com sua amada. Se revela que mesmo ela sendo a pessoa mais próxima dele no mundo, ele tinha desejos profundos que seu coração parasse de bater: "Sometimes I cry so hard from pleading, so sick and tired of all the needless beating" (em português: "Às vezes choro tanto por implorar, tão doente e cansado de todos esses necessários batimentos"). Agora, enfurecido, por sua doença, depois de todo esse tempo, ela é ainda nada para com ele ("You're still a good-for-nothing, I don’t know"). Ele abandona sua amada, e o mais seguro é que lhe deixe só nesse estado de debilidade. Ele pergunta se quando se vai, para lhe dizer que não amou, como amou ontem. ("When you go, would you even turn to say, 'I don't love you like I loved you yesterday'?"). A partir desse ponto, a hisória dá um importante giro, já que o Paciente está voltando furioso, severo e oposto a suas atitudes anteriores. Isso possivelmente seria um efeito da quimioterapia, ou simplesmente porque ele estaria mais próximo da morte.
  • "House of Wolves"
O grupo falou que a canção foi feita em Paramore House, nos "tempos escuros" do álbum. Disse que é a canção mais parecida com os sons do antigo álbum, Three Cheers for Sweet Revenge. Way disse que a canção tem um ar de R&B com paradas e gritos. Ray Toro afirma que a canção é como o pecado e o inferno. Toro imaginou fogo e enxofre nessa canção. Nesta canção, o Paciente está fazendo uma visitação ao seu passado, e como é afetado pelos demais. É então quando o Paciente se dá conta que facilmente poderia ir ao inferno. O Paciente aparenta estar com um estado mental muito escuro, e por isso, seus pensamentos de ir ao inferno.
  • "Cancer"
"Cancer" é a parte mais emocional do Paciente. Aqui ele está cansando e agonizado por causa do câncer que está lhe matando. Quando começa a fazer seus petidos antes que morra: "Call my aunt Marie, help her gather all my things, and bury me in all my favorite colors" ("Chame minha tia Maria, ajude-a a ajuntar todas minhas coisas, e enterre-me em todas minhas cores favoritas"). Enquanto faz isso, que há ainda algo para aceitar, que é ter que deixar a pessoa que mais ama: "The hardest part of this is leaving you" ("A parte mais díficil disso é ter que te deixar"). Conta a sua amada, que não vai beijar-la, possivelmente para que seja mais fácil deixar-la. Também tenta se desculpa de todo comportamento errado, dizendo que tudo era culpa da quimioterapia ("I'm just soggy from the chemo"). "Cancer" demostra que o Paciente ainda tem o potencial para ir ao céu e que não é tão mau depois de tudo.
  • "Mama"
A canção tem um toque de polca em seus versos, e conta com a participação especial de Liza Minnelli. A canção conta com a colaboração de vozes de fundo da mãe do guitarrista Frank Iero e dos pais do vocalista Gerard Way e do baixista Mikey Way. Rumores dizem que Mama seria o 5º single do The Black Parade. A interpretação dessa canção é muito confusa: pode ser que o Paciente foi a guerra e que sua referência a sua mãe "Mama" não é outra mais que a guerra (também conhecida como Mother War) e narra os pensamentos e experiências na mesma, sendo outra dolorosa lembrança do Paciente. Essa é a interpretação dada pela grupo de forma discreta ao dizer em sua edição especial.
  • "Sleep"
Nesta canção, como igual fala sobre a amada do Paciente. Parece que ela se preocupa por ele, coisa que ele não entende, já que ela há feito chorar muito. Mas o Paciente, parece, parece jamais se desculpar pelo dano que causou. E também se pode ser que o Paciente apoia e não se arrepende da tirania e a apatia. Enquanto se reconhece que se comportou como um mosntro. E deixa claro que jamais vai voltar com ela. As gravações no começo e fim da música são inspiradas em pesadelos que Gerard tinha na Paramour Mansion, onde ele acordava no meio da noite e sentia “como se alguém estivesse segurando minha garganta, e apertando”. A gravação assusta Frank.
"Teenagers" é a décima primeira faixa e o 4º single do álbum The Black Parade de My Chemical Romance. É o terceiro single para os Estados Unidos, mas o quarto para o Reino Unido, as Filipinas, Australia e Canadá. Já podia ser baixada desde 15 de agosto del 2007 para o jogo Guitar Hero II de Xbox 360 junto a um pack com Famous last words e This is how I disappear. Inicialmente ia a ser lançado em 23 de abril, mas foi atrasado com motivo da Masacre de Virginia Tech."Teenagers"mostra o Paciente se lembrando da sua época de adolescente,quando ele usava drogas para tentar fugir de seus problemas.Ele se lembra de seu pai lhe avisando que as drogas não funcionavam(“Because the drugs never work”).A música toda é como se fosse o pai falando com o filho sobre os policiais da época,tudo o que eles fazem para fazer de todos “cidadãos”.EX:” They're gonna clean up your looks,with all the lies in the books,to make a citizen out of you”.Em português:” Vão dar um trato no seu visual,com todas as mentiras dos livros,para transformá-lo num cidadão”. Gerard escreveu a letra de "Teenagers" em um metrô lotado para se distrair de um ataque de pânico, devido a quantidade de adolescentes em volta dele.
  • "Disenchanted"
Aqui encontramos o Paciente recordando mais uma vez sua vida. Reflexionando por seus últimos anos, mas se sente afortunado porque teve uma boa infância: "I hate the ending myself but it started with an all right scene" ("Odeio meu final, mas isto começou com uma boa scena."). Ele não se preocupava por sua vida, desperdiçava seu tempo vivendo seus "heroes" na TV. E se pergunta se "importará (tudo o que ele lembra) quando se for", mas ainda quando i nunca lhe interessou nada. Ele vive sua vida nada mais que como uma canção triste,(You're just a sad song with nothing to say about a life long wait for a hospital stay) e é deixado em um estado de depressão e desesperança. Este pode ser o "clímax", em que se reclama a si mesmo pela maneira na que vivio, e pela maneira na que deixara este mundo, o levar toda uma vida esperando. Esta é a faixa preferida de Mikey Way no disco, ele lutou para que a música entrasse no álbum. Ele costumava ir até o quarto dos outros integrante e sussurrar "Disenchanted" enquanto eles estavam dormindo.
Este é o último capítulo da história contada no álbum conceitual The Black Parade, sem contar a canção oculta "Blood". O Paciente aceita que não pode fazer nada para que sua amada fique ao seu lado ("…Now I know, That I can't make you stay…"). Também reflete sobre sobre sua vida pessoal e amorosa qualificando-a como "demandaste", tendo em conta que está a ponto de morrer de sua de doença. Mas nos estribilhos, em especial no final, observe-se uma mudança no otimismo do Paciente e sua amada; o Paciente diz que ve a sua amada ao seu lado, junto a sua cama, perguntando aos doutores se segue dormindo ou já morreu, mas sem medo nenhum. Isso faz com que o medo que o Paciente tinha se desapareça (já que o maior temor dele era sua relação com sua amada), na canção se ouve "I am not afraid to keep on living, I am not afraid to walk this world alone" - traduzido para português: "…Não tenho medo de seguir vivendo, Não tenho medo de caminhar sozinho neste mundo…" ; isto se refere a aceitação da morte, e que finalmente poderia deixar o mundo em paz. Gerard escreveu "Famous Last Words" para Mikey, quando ele deixou a banda na produção do "The Black Parade". A frase “I see you lying next to me” refere-se a Mikey dormindo no chão do quarto de Gerard na Paramour Mansion. Mikey disse que estava muito assustado para dormir em um quarto sozinho.
Blood é a última canção do álbum The Black Parade de My Chemical Romance, publicado em 2006. É a faixa oculta do álbum e foi inspirada no filme Laranja Mecânica. Começa com um silêncio de 1 minuto e 30 segundos e depois segue com notas de piano dando passo ao cantante Gerard Way. Essa canção tem mais ativa que alguns versos em Mama. Também é a mais curta do álbum —dura só 1:23— sem contar os 90 segundos de silêncio.

B-Sides[editar | editar código-fonte]

  1. "Heaven help us"
  2. "My way home is through you"
  3. "Kill all your friends"

Aparições das canções[editar | editar código-fonte]

  • "Dead!" é incluída na versão para xbox 360 de Guitar Hero II, e "Teenagers", "Famous last words" e "This is how I disappear" estão disponíveis para baixar.
  • "Mama" foi usada em um comercial da série The Sopranos
  • "House of wolves" foi usada em um trailer para o filme "Shoot 'em up"
  • "House of wolves" é incluída em Project Gotham Racing 4
  • "This is how I disappear" é incluída no jogo "MLB 07: The Show"
  • "Teenagers" apareceu na ópera do Reino Unido "Hollyoaks"
  • O vídeo de "Teenagers" foi tocado durante um episódio de Bionic Woman.
  • A canção "Teenagers" é tocada e dançada em um comercial que foi ao ar em 2008 no Chile, da companhia telefônica Claro.
  • "Welcome to the Black Parade" aparece na ópera do Reino Unido, chamada "Hollyoaks"
  • "Dead!" aparece na publicidade de Garbarino em CQC Argentina.
  • "Blood" aparece num comercial da série "True Blood" no canal "Mov"
  • "Teenagers" foi usada no filme "Neverback Down"

Importante[editar | editar código-fonte]

  • O álbum foi inicialmente chamado "The Rise and Fall of My Chemical Romance", mas o diretor descartou.[1]
  • Algumas canções, antes foram conhecidas com diferentes nomes: "The end." foi chamada "Father", "I don't love you" foi conhecida como como "I don't love you like I did", "Disenchanted" foi chamada "Shut up and play" e a canção "Welcome to the black parade" foi originalmente chamada "The five of us are dying".

Certificações[editar | editar código-fonte]

País Certificação Vendas
United World Chart Platina 5 100 000
 Estados Unidos - RIAA 2x Platina 1 216 549
 Reino Unido - BPI 2x Platina 600 000
 Canadá - Music Canada Platina 100 000
 Brasil Platina 120 000
 Austrália - ARIA Platina 70 000
 Países Baixos Platina 70 000
 México - AMPROFON Ouro 50 000
Suíça Platina 30 000
 Nova Zelândia - RIANZ Platina 15 000
 Chile Ouro 7500

Créditos[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. Youtube (watch?v=PCJsUS-a1EM&NR=1) : The Black Parade interview part 2, minuto 5:27

Ligações externas[editar | editar código-fonte]


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