Artur Neiva

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Artur Neiva
Nascimento 22 de março de 1880
Local Salvador
Morte 6 de junho de 1943 (63 anos)
Local Rio de Janeiro

Arthur Neiva (Salvador, 22 de março de 1880Rio de Janeiro, 6 de junho de 1943) foi um cientista, etnógrafo e político brasileiro.

Diplomado pela Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, foi aluno de Oswaldo Cruz.

Dedicou-se à profilaxia e entomologia médica, tornando-se afamado conhecedor dos barbeiros, insetos transmissores da doença de Chagas. Foi o primeiro a descrever uma espécie de barbeiro. Realizou diversas campanhas sanitárias.

Em companhia de Belisário Penna, fez uma longa viagem científica pelo norte da Bahia, sudeste de Pernambuco, sul do Piauí e norte e sul do Goiás.

A partir de 1916, dirigiu o Serviço Sanitário de São Paulo, organizando o serviço de combate à sífilis. Elaborou o primeiro código sanitário do Brasil e restabeleceu a profilaxia do tracoma e a vacinação obrigatória.

Em 1923, passou a dirigir o Museu Nacional da Quinta da Boa Vista.

Organizou e dirigiu o Instituto Biológico de São Paulo, de 1930 a 1932.

Foi interventor na Bahia, em 1931, quando criou o Instituto do Cacau.

Participou da Assembléia Nacional Constituinte de 1933, quando, juntamente com os médicos Miguel Couto (eleito pelo Distrito Federal, hoje Rio de Janeiro) e Antônio Xavier de Oliveira (eleito pelo Ceará), defendeu "teses científicas" de darwinismo social e de eugenia racial, que propunham a necessidade do "branqueamento" da população brasileira e pediam o fim da imigração dos degenerados "aborígenes nipões" (japoneses)[1] .

Deixou notáveis contribuições nos campos da ciência natural, etnografia e lingüística.

Referências

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Precedido por
Bastos do Amaral
Governador da Bahia
1931
Sucedido por
Raimundo Rodrigues Barbosa
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