Copa América

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Disambig grey.svg Nota: Se procura outros significados, veja Copa América (desambiguação).
Copa América
Conmebol-Copa-America-Logo.png
Dados gerais
Organização CONMEBOL
Edições 45
Outros nomes Taça América
Campeonato Sul-Americano de Futebol
Local de disputa América do Sul
Número de equipes 12
Sistema Fase de Grupos e Mata-Mata
Soccerball current event.svg Edição atual
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A Copa América, conhecido até 1975 como Campeonato Sul-Americano de Futebol (Campeonato Sudamericano de Fútbol em espanhol) é a principal competição entre seleções de futebol das nações da CONMEBOL. Este torneio tornou-se o mais antigo do mundo ao nível de seleções após os Jogos Olímpicos de Londres de 1948, sendo que após está edição as olimpíadas começaram a ser disputadas por seleções que não são considerada as principais, e logo quando em 1984 o British Home Championship foi abolido. A competição determina o campeão continental da América do Sul. Desde a década de 1990, equipes da América do Norte e da Ásia também foram convidadas a participar.

Desde 1993, o torneio tem geralmente 12 equipes – todas as 10 equipes da CONMEBOL e duas equipes adicionais de outras confederações. O México participou de todos os torneios desde 1993, com uma equipe adicional da CONCACAF, exceto em 1999, quando a equipe do Japão completou a lista de 12 equipes. A edição 2016 do evento, Copa América Centenário, contou com dezesseis equipes, com seis equipes da CONCACAF, além das 10 da CONMEBOL. O México, vice campeão em 1993 e 2001, é a equipe bem mais sucedida entre as equipes convidadas.

Oito das dez equipes nacionais da CONMEBOL venceram o torneio pelo menos uma vez em suas 45 edições desde a inauguração do evento em 1916, apenas Equador e Venezuela ainda não venceram. O Uruguai tem o maior número de campeonatos na história do torneio, com 15 copas, enquanto o atual campeão, o Chile, tem duas copas. A Argentina, que sediou a edição inaugural em 1916, sediou o torneio na maioria das vezes, tendo sido anfitriã nove vezes. Os Estados Unidos são o único país não-CONMEBOL a sediar, tendo sediado o evento em 2016. Em três ocasiões (em 1975, 1979 e 1983), o torneio foi realizado em vários países da América do Sul.

O campeão vigente, desde que faça parte da CONMEBOL, tem o direito de participar da próxima edição da Copa das Confederações da FIFA, mas não é obrigado a fazê-lo. A Copa América é o terceiro torneio internacional de futebol mais popular, depois da Copa do Mundo da FIFA e da Eurocopa.

História[editar | editar código-fonte]

O inicio[editar | editar código-fonte]

A Seleção Uruguaia de Futebol ganhou seu segundo título em 1917.
A Seleção Brasileira de Futebol, ganhou seu primeiro título em 1919.

O primeiro time de futebol da América do Sul, Lima Cricket and Football Club, foi fundado no Peru em 1859, e a Asociación del Fútbol Argentino foi fundada em 1893. No início do século 20, o futebol crescia em popularidade e a primeira competição internacional entre equipes nacionais do continente ocorreram em 1910, quando a Argentina organizou um evento para comemorar o centenário da Revolução de Maio. Chile e Uruguai participaram, mas este evento não é considerado oficial pela CONMEBOL. Da mesma forma, para a comemoração do centenário de sua independência, a Argentina realizou um torneio entre 2 e 17 de julho de 1916, com Argentina, Chile, Uruguai e Brasil sendo os primeiros participantes do torneio. Este torneio chamado de Campeonato Sudamericano de Fútbol seria a primeira edição do que hoje é conhecido como Copa América. O Uruguai triunfaria nesta primeira edição depois de empatar em 0-0 com a anfitriã Argentina no último jogo decisivo realizado no Estádio Presidente Perón em Avellaneda.

Vendo o sucesso do torneio, um membro da diretoria da Federação Uruguaia de Futebol, Héctor Rivadavia, propôs a criação de uma confederação das associações da Argentina, Brasil, Chile e Uruguai, e em 9 de julho, dia da independência na Argentina, a CONMEBOL foi fundada. No ano seguinte, a competição foi jogada novamente, desta vez no Uruguai. O Uruguai ganharia o título novamente para conquistar seu bicampeonato depois de derrotar a Argentina por 1 a 0 na última partida do torneio. O sucesso do torneio ajudaria a consolidar a competição. Após um surto de gripe no Rio de Janeiro, o torneio foi cancelado em 1918, o Brasil sediou o torneio em 1919 e foi coroado campeão pela primeira vez depois de derrotar os atuais campeões por 1 a 0 em uma partida decisiva para decidir o título, enquanto a cidade chilena de Viña del Mar sediou o evento de 1920 que foi ganho pelo Uruguai.

Para a edição de 1921, o Paraguai participou pela primeira vez depois de sua associação de futebol ter se afiliado à CONMEBOL no início do mesmo ano. A Argentina venceu a competição pela primeira vez graças aos gols de Julio Libonatti. Nos anos seguintes, o Uruguai dominaria o torneio, que na época era o maior torneio de futebol do mundo. A Argentina, no entanto, não ficaria muito atrás e disputava a supremacia com os charruas. Depois de perder a final de 1928 nos Jogos Olímpicos de Verão de 1928, em Amsterdã, a Argentina se vingaria no Campeonato Sul-Americano de Futebol de 1929 derrotando os uruguaios no último jogo decisivo. Durante este período, a Bolívia e o Peru debutaram no torneio em 1926 e 1927, respectivamente.

Desorganização e intermitência[editar | editar código-fonte]

Os Carasucias ou caras sujas, nome conhecido pela Argentina que venceu o Campeonato Sul-Americano de Futebol de 1957, realizado no Peru.

Após a primeira Copa do Mundo realizada no Uruguai em 1930, a inimizade entre as federações de futebol do Uruguai e da Argentina impediu que a competição fosse disputada por vários anos. Somente em 1935 foi possível disputar uma edição especial do evento para ser oficialmente reintegrada em 1939. O Peru se tornou a nação anfitriã da edição de 1939 e venceu a competição pela primeira vez. Equador fez sua estréia no torneio.

Em 1941, o Chile sediou a edição daquele ano em comemoração aos 400 anos da fundação de Santiago, para a qual a capacidade do recém construído Estádio Nacional foi ampliada de 30.000 para 70.000 espectadores. Apesar do grande investimento e do sucesso inicial da equipe, os chilenos seriam derrotados na última partida pela Argentina. O Uruguai recebeu e venceu a edição de 1942. O Chile voltaria a ser anfitrião em 1945 e quase disputaria o título contra a Argentina. No entanto, o Brasil estragou essa possibilidade, e a Argentina venceria o torneio novamente em solo chileno.

O evento então entrou em um período de grande perturbação. O campeonato não foi jogado regularmente e muitas edições seriam consideradas não oficiais, apenas para serem consideradas válidas mais tarde pela CONMEBOL. Por exemplo, a Argentina seria a primeira (e até agora única) equipe a conquistar três títulos consecutivos ao vencer os campeonatos de 1945, 1946 e 1947. Depois desses três torneios anuais, a competição voltou a ser realizada a cada dois anos, depois três e depois quatro. Houve até dois torneios realizados em 1959, um na Argentina e outro no Equador. Durante esse período, algumas equipes nacionais ficaram indiferentes ao torneio. Alguns não participavam todos os anos, outros enviavam equipes menores; na edição de 1959, realizada no Equador, o Brasil enviou uma equipe do estado de Pernambuco. A Bolívia venceu pela primeira vez quando foi anfitriã em 1963, mas foi derrotada no primeiro jogo do torneio de 1967 pela estreante Venezuela. A fundação da Copa Libertadores em 1959 também afetou a forma como o torneio era visto por seus participantes.

Após oito anos de ausência, o evento foi retomado em 1975 e oficialmente adquiriu o nome Copa América. O torneio não tinha local fixo, e todas as partidas foram disputadas ao longo do ano em cada país. Nove equipes participaram da fase de grupos com o defensor do título entrando nas semifinais. O torneio foi disputado a cada quatro anos usando este sistema até 1987.

Renovação[editar | editar código-fonte]

Abertura da Copa América de 2015, no Chile.

Em 1986, a CONMEBOL decidiu voltar a ter um país como anfitrião do torneio e disputá-lo a cada dois anos. De 1987 a 2001, o evento foi realizado a cada dois anos em rotação pelos dez membros da confederação. O formato permaneceria constante com uma primeira rodada de grupos, mas o estágio final variou de ser um novo grupo final ou um sistema de eliminação única para decidir o vencedor. Essa renovação ajudou o torneio, que começou a receber cobertura televisiva na Europa e na América do Norte. A Copa América de 1987 foi realizada na Argentina; esta foi a primeira vez que a nação recebeu uma edição em 28 anos. Apesar de entrar como favoritos ​​por ser o campeão mundial vigente (tendo vencido a Copa do Mundo FIFA de 1986), jogando em casa e tendo uma equipe composta em grande parte por vencedores da Copa do Mundo liderados pelo lendário Diego Maradona, a Argentina terminaria em um decepcionante quarto lugar depois de ser derrotada pelo atual campeão, Uruguai, por 0–1 nas semifinais. O Uruguai derrotaria um time chileno surpreendentemente forte que chegou à final, eliminando o poderoso Brasil por 4-0 na fase de grupos.

O Brasil conquistou seu primeiro título internacional desde a Copa do Mundo FIFA de 1970, ao vencer a Copa América de 1989, disputada em casa. A Argentina, por sua vez, venceu a Copa América após 32 longos anos em 1991 no Chile, graças a um time renovado liderado pelo prolífico goleador Gabriel Batistuta. O torneio da Copa América de 1993 no Equador tomaria sua atual forma. Juntamente com as dez equipes usuais, a CONMEBOL convidou dois países da CONCACAF para participar, México e Estados Unidos.

O Uruguai conseguiu vencer a competição em 1995 como anfitrião, encerrando um período de declínio para o futebol uruguaio. Com a implementação dos anfitriões rotativos, a Colômbia, o Paraguai e a Venezuela sediaram o torneio pela primeira vez. O Brasil entrou em uma série bem-sucedida de vitórias, vencendo quatro dos cinco títulos continentais entre 1997 e 2007. O primeiro, em 1997, foi conquistado depois de derrotar a anfitriã Bolívia por 3 a 1, com gols de Leonardo, Denílson e Ronaldo se tornando cruciais na seleção verde e amarela. A consagração da seleção canarinha veio na altitude da Bolívia. Brasil defenderia com sucesso o título em 1999 depois de bater o Uruguai por 3-0 em Assunção, no Paraguai. No entanto, a Copa América de 2001 viu uma das maiores surpresas da história do esporte, com Honduras eliminando o Brasil nas quartas de final. A Colômbia, a nação anfitriã, venceria a competição pela primeira vez.

De 2001 a 2007, o torneio foi disputado a cada três anos e, a partir de 2007, a cada quatro anos, com exceção do centenário do torneio em 2016.

Deixando de lado um desempenho embaraçoso em 2001, o Brasil se restabeleceu no panteão sul-americano após derrotar a Argentina, nos pênaltis, para vencer a competição de 2004 disputada no Peru. Três anos depois, as duas equipes se encontraram novamente na final, desta vez na Venezuela. Mais uma vez, o Brasil saiu vitorioso depois de esmagar a Argentina por 3-0.

A Argentina sediou a competição de 2011 e foi eliminado pelo Uruguai nas quartas de final por pênaltis. O Uruguai continuaria derrotando o Peru por 2 a 0 nas semifinais para chegar às finais e dominar o Paraguai por 3 a 0, conquistando assim o troféu em solo argentino pela terceira vez e pela segunda vez consecutiva. Esta, a 43ª edição, foi a primeira vez que nem a Argentina nem o Brasil chegaram às semifinais de um torneio em que ambos haviam entrado.

A competição de 2015 foi realizada no Chile, que trocou as posições de hospedagem com o Brasil, tendo em vista a sediar a Copa do Mundo FIFA de 2014 e as Olimpíadas de 2016. O Chile foi campeão do torneio, seu primeiro título, em casa.

Em 2016, o centenário do torneio foi comemorado com a Copa América Centenário, realizado nos Estados Unidos. O torneio foi o primeiro a ser hospedado fora da América do Sul e teve uma quantidade de participantes ampliada para 16 equipes da CONMEBOL e da CONCACAF. Durante o torneio, meios de comunicação informaram que a CONMEBOL e a CONCACAF estavam negociando uma fusão da Copa América com a Copa Ouro da CONCACAF, torneio continental deste último realizado a cada 2 anos, com os Estados Unidos recebendo torneios regulares. O presidente da Federação de Futebol dos Estados Unidos, Sunil Gulati chamou o relatório de impreciso, dizendo que tal discussão não tinha ocorrido e que um novo torneio teria que ser estabelecido. Pela segunda vez na história, o Chile ganhou o troféu.

Troféu[editar | editar código-fonte]

Na esquerda, o troféu tradicional da Copa América. Na direita, o troféu especial entregue na edição de 2016.

O Troféu foi confeccionado entre 1916 e 1917 na Casa Escasany, uma joalheria de Buenos Aires, por um preço de 3000 francos suiços, e foi doado para a Confederação Sul-Americana de Futebol pelo Ministério de Relações Exteriores da Argentina. É feito de prata, com uma base de madeira onde há várias placas com os nomes das seleções campeãs de cada edição. Desde a sua criação até os dias de hoje, o campeão da competição tem o direito ao troféu original de forma temporária, até que seja realizado um novo sorteio para a próxima edição, quando deve devolver a CONMEBOL. Após o troféu original ser devolvido, o campeão vigente recebe uma réplica do mesmo, na qual pode ser conservada permanentemente.[1]

Em abril de 2016, um novo troféu foi projetado especificamente para a Copa América Centenário, foi apresentado na sede da Federação Colombiana de Futebol em Bogotá para comemorar o 100º aniversário da competição.[2] O troféu foi projetado pela Epico Studios nos Estados Unidos e fabricado pela London Workshops de Thomas Lyte na Inglaterra. A nova taça tem o formato do troféu original como inspiração, com curvas de ouro sobre a urna grega para representar os 100 anos de futebol no continente americano. Mede 61 cm de altura e pesa 7,1 kg, está coberto por ouro 24 quilates para demonstrar a importância dos 100 anos da competição.[3] Também a um mapa continental da América e os emblemas da CONMEBOL e CONCACAF gravado na parte exterior. No interior, foi feito de prata em homenagem ao original e seu legado de 100 anos. Por último, a base do troféu mostra os nomes das dezesseis equipes participantes em formato de espiral.[4] O nome da seleção campeã também aparecerá incluída no troféu original. A Seleção Chilena de Futebol, foi a seleção campeã, e obteve o direito de manter a taça original permanentemente.[5]

Sedes[editar | editar código-fonte]

Em 1984, a CONMEBOL adotou a política de rodízio do direito de sediar a Copa América entre as dez confederações membros. A primeira rotação foi concluída após a Copa América de 2007, realizada na Venezuela. Uma segunda rotação começou em 2011, com os países anfitriões girando em ordem alfabética, começando pela Argentina. O Chile, o México e os Estados Unidos expressaram interesse em sediar o próximo torneio, mas o Comitê Executivo da CONMEBOL decidiu continuar a execução da rotação, dando prioridade da organização a cada uma de suas federações afiliada, cada associação confirma se vai ou não receber uma edição, não tendo a obrigação de fazê-lo. A Argentina confirmou em 24 de novembro de 2008, via representantes da Federação Argentina de Futebol, que sediará a Copa América de 2011.

A Copa América de 2015 seria realizada no Brasil seguindo a ordem de rotação. No entanto, a realização da Copa do Mundo FIFA de 2014 e das Olimpíadas de 2016 resultou na decisão de ser reconsiderada. Embora o presidente da CONMEBOL, Nicolás Leoz, propusesse sediar o torneio continental no México (membro da federação CONCACAF), membros do conselho Brasil e Chile discutiram a possibilidade de trocar os torneios de 2015 e 2019, foi decidido e confirmado pela CBF em fevereiro de 2011 que a Copa América de 2015 permaneceria no Brasil. No entanto, em março de 2012, foi anunciado que o Chile sediará a Copa América de 2015, após o presidente da CBF, Ricardo Teixeira ter demitido-se de sua posição, a CBF concordou em trocar a hospedagem do torneio com o Chile. A troca foi oficializada em maio de 2012.[6] A edição centenária do torneio, a Copa América Centenário, aconteceu em junho de 2016, e foi realizada nos Estados Unidos. A Copa América Centenário marca a primeira vez que o torneio foi realizado por uma nação que não é filiada da CONMEBOL.[7]

Mapa de países que já sediaram a Copa América.
País Vezes Edições
 Argentina 9 1916, 1921, 1925, 1929, 1937, 1946, 1959, 1987, 2011
Uruguai 7 1917, 1923, 1924, 1942, 1956, 1967, 1995
 Chile 7 1920, 1926, 1941, 1945, 1955, 1991, 2015
 Peru 6 1927, 1935, 1939, 1953, 1957, 2004
 Brasil 5 1919, 1922, 1949, 1989, 2019
Equador 4 1947, 1959, 1993, 2023
CONMEBOL orthographic projection Mapa CONMEBOL.png Sem sede fixa 3 1975, 1979, 1983
 Bolívia 2 1963, 1997
 Paraguai 1 1999
 Colômbia 1 2001
 Venezuela 1 2007
 Estados Unidos 1 2016

Mascotes[editar | editar código-fonte]

Desde a edição de 1987 na Argentina, os mascotes estão presentes na Copa América.[8][9]

Edição País Mascote Descrição
1987 Flag of Argentina.svg Argentina Gardelito Versão infantil de Carlos Gardel.
1989  Brasil Tico Um sabiá com o uniforme da Seleção Brasileira de Futebol.
1991  Chile Huaso Um versão estilzada de um huaso chileno nas cores da bandeira do Chile.
1993 Equador Choclito Uma espiga de milho com as cores da bandeira equatoriana.
1995 Uruguai Torito Um touro com uniforme do Uruguai.
1997  Bolívia Tatú Um tatu com o uniforme da Bolívia.
1999  Paraguai Taguá Uma espécie de javali (Catagonus wagneri) encontrada no Chaco do Paraguai.
2001  Colômbia Ameriko Um extraterrestre cujo nome provém da tradução de "América" ao esperanto.
2004  Peru Chasqui Um chasqui, mensageiro pessoal do Império Inca, com o uniforme do Peru.
2007  Venezuela Guaky Uma arara-vermelha-pequena com a camisa da Venezuela.
2011  Argentina Tangolero Um avestruz com o uniforme da Argentina. Iria se chamar Suri, mas o nome foi alterado pelo patrocinador da competição.
2015  Chile Zincha Uma raposa-vermelha.
2016  Estados Unidos Sem mascote

Títulos[editar | editar código-fonte]

Por edições[editar | editar código-fonte]

# Ano Sede Final Semifinalistas
Campeão Placar Vice 3º lugar Placar 4º lugar
1 1916
Detalhes
Argentina
Argentina
Uruguai
Uruguai
[nota 1] Argentina
Argentina
Brasil
Brasil
[nota 1] Chile
Chile
2 1917
Detalhes
Uruguai
Uruguai
Uruguai
Uruguai
[nota 1] Argentina
Argentina
Brasil
Brasil
[nota 1] Chile
Chile
3 1919
Detalhes
Brasil
Brasil
Brasil
Brasil
1 – 0
(pro)
Uruguai
Uruguai
Argentina
Argentina
[nota 1] Chile
Chile
4 1920
Detalhes
Chile
Chile
Uruguai
Uruguai
[nota 1] Argentina
Argentina
Brasil
Brasil
[nota 1] Chile
Chile
5 1921
Detalhes
Argentina
Argentina
Argentina
Argentina
[nota 1] Brasil
Brasil
Uruguai
Uruguai
[nota 1] Paraguai
Paraguai
6 1922
Detalhes
Brasil
Brasil
Brasil
Brasil
3 – 0 Paraguai
Paraguai
Uruguai
Uruguai
[nota 1] Argentina
Argentina
7 1923
Detalhes
Uruguai
Uruguai
Uruguai
Uruguai
[nota 1] Argentina
Argentina
Paraguai
Paraguai
[nota 1] Brasil
Brasil
8 1924
Detalhes
Uruguai
Uruguai
Uruguai
Uruguai
[nota 1] Argentina
Argentina
Paraguai
Paraguai
[nota 1] Chile
Chile
9 1925
Detalhes
Argentina
Argentina
Argentina
Argentina
[nota 1] Brasil
Brasil
Paraguai
Paraguai
[nota 1] [nota 2]
10 1926
Detalhes
Chile
Chile
Uruguai
Uruguai
[nota 1] Argentina
Argentina
Chile
Chile
[nota 1] Paraguai
Paraguai
11 1927
Detalhes
Peru
Peru
Argentina
Argentina
[nota 1] Uruguai
Uruguai
Peru
Peru
[nota 1] Bolívia
Bolívia
12 1929
Detalhes
Argentina
Argentina
Argentina
Argentina
[nota 1] Paraguai
Paraguai
Uruguai
Uruguai
[nota 1] Peru
Peru
13 1935
Detalhes
Peru
Peru
Uruguai
Uruguai
[nota 1] Argentina
Argentina
Peru
Peru
[nota 1] Chile
Chile
14 1937
Detalhes
Argentina
Argentina
Argentina
Argentina
2 – 0
(pro)
Brasil
Brasil
Uruguai
Uruguai
[nota 1] Paraguai
Paraguai
15 1939
Detalhes
Peru
Peru
Peru
Peru
[nota 1] Uruguai
Uruguai
Paraguai
Paraguai
[nota 1] Chile
Chile
16 1941
Detalhes
Chile
Chile
Argentina
Argentina
[nota 1] Uruguai
Uruguai
Chile
Chile
[nota 1] Peru
Peru
17 1942
Detalhes
Uruguai
Uruguai
Uruguai
Uruguai
[nota 1] Argentina
Argentina
Brasil
Brasil
[nota 1] Paraguai
Paraguai
18 1945
Detalhes
Chile
Chile
Argentina
Argentina
[nota 1] Brasil
Brasil
Chile
Chile
[nota 1] Uruguai
Uruguai
19 1946
Detalhes
Argentina
Argentina
Argentina
Argentina
[nota 1] Brasil
Brasil
Paraguai
Paraguai
[nota 1] Uruguai
Uruguai
20 1947
Detalhes
Equador
Equador
Argentina
Argentina
[nota 1] Paraguai
Paraguai
Uruguai
Uruguai
[nota 1] Chile
Chile
21 1949
Detalhes
Brasil
Brasil
Brasil
Brasil
7 – 0 Paraguai
Paraguai
Peru
Peru
[nota 1] Bolívia
Bolívia
22 1953
Detalhes
Peru
Peru
Paraguai
Paraguai
3 – 2 Brasil
Brasil
Uruguai
Uruguai
[nota 1] Chile
Chile
23 1955
Detalhes
Chile
Chile
Argentina
Argentina
[nota 1] Chile
Chile
Peru
Peru
[nota 1] Uruguai
Uruguai
24 1956
Detalhes
Uruguai
Uruguai
Uruguai
Uruguai
[nota 1] Chile
Chile
Argentina
Argentina
[nota 1] Brasil
Brasil
25 1957
Detalhes
Peru
Peru
Argentina
Argentina
[nota 1] Brasil
Brasil
Uruguai
Uruguai
[nota 1] Peru
Peru
26 1959
Detalhes
Argentina
Argentina
Argentina
Argentina
[nota 1] Brasil
Brasil
Paraguai
Paraguai
[nota 1] Peru
Peru
27 1959
Detalhes
Equador
Equador
Uruguai
Uruguai
[nota 1] Argentina
Argentina
Brasil
Brasil
[nota 1] Equador
Equador
28 1963
Detalhes
Bolívia
Bolívia
Bolívia
Bolívia
[nota 1] Paraguai
Paraguai
Argentina
Argentina
[nota 1] Brasil
Brasil
29 1967
Detalhes
Uruguai
Uruguai
Uruguai
Uruguai
[nota 1] Argentina
Argentina
Chile
Chile
[nota 1] Paraguai
Paraguai
30 1975
Detalhes
Sem sede fixa Peru
Peru
0 – 1
2 – 0
1 – 0
Colômbia
Colômbia
Brasil Brasil e Uruguai Uruguai
31 1979
Detalhes
Sem sede fixa Paraguai
Paraguai
3 – 0
0 – 1
0 – 0 (pro)
Chile
Chile
Brasil Brasil e Peru Peru
32 1983
Detalhes
Sem sede fixa Uruguai
Uruguai
2 – 0
1 – 1
Brasil
Brasil
Paraguai Paraguai e Peru Peru
33 1987
Detalhes
Argentina
Argentina
Uruguai
Uruguai
1 – 0 Chile
Chile
Colômbia
Colômbia
2 – 1 Argentina
Argentina
34 1989
Detalhes
Brasil
Brasil
Brasil
Brasil
1 – 0 Uruguai
Uruguai
Argentina
Argentina
[nota 1] Paraguai
Paraguai
35 1991
Detalhes
Chile
Chile
Argentina
Argentina
[nota 1] Brasil
Brasil
Chile
Chile
[nota 1] Colômbia
Colômbia
36 1993
Detalhes
Equador
Equador
Argentina
Argentina
2 – 1 México
México
Colômbia
Colômbia
1 – 0 Equador
Equador
37 1995
Detalhes
Uruguai
Uruguai
Uruguai
Uruguai
1 – 1
5 – 3 (pen)
Brasil
Brasil
Colômbia
Colômbia
4 – 1 Estados Unidos
Estados Unidos
38 1997
Detalhes
Bolívia
Bolívia
Brasil
Brasil
3 – 1 Bolívia
Bolívia
México
México
1 – 0 Peru
Peru
39 1999
Detalhes
Paraguai
Paraguai
Brasil
Brasil
3 – 0 Uruguai
Uruguai
México
México
2 – 1 Chile
Chile
40 2001
Detalhes
Colômbia
Colômbia
Colômbia
Colômbia
1 – 0 México
México
Honduras
Honduras
2 – 2
5 – 4 (pen)
Uruguai
Uruguai
41 2004
Detalhes
Peru
Peru
Brasil
Brasil
2 – 2
4 – 2 (pen)
Argentina
Argentina
Uruguai
Uruguai
2 – 1 Colômbia
Colômbia
42 2007
Detalhes
Venezuela
Venezuela
Brasil
Brasil
3 – 0 Argentina
Argentina
México
México
2 – 1 Uruguai
Uruguai
43 2011
Detalhes
Argentina
Argentina
Uruguai
Uruguai
3 – 0 Paraguai
Paraguai
Peru
Peru
4 – 1 Venezuela
Venezuela
44 2015
Detalhes
Chile
Chile
Chile
Chile
0 – 0 (pro)
4 – 1 (pen)
Argentina
Argentina
Peru
Peru
2 – 0 Paraguai
Paraguai
45 2016
Detalhes
Estados Unidos
Estados Unidos
Chile
Chile
0 – 0 (pro)
4 – 2 (pen)
Argentina
Argentina
Colômbia
Colômbia
1 – 0 Estados Unidos
Estados Unidos
46 2019
Detalhes
Brasil
Brasil
47 2023
Detalhes
Equador
Equador

Por seleções[editar | editar código-fonte]

Seleção Títulos Vices 3º lugar 4º lugar
Flag of Uruguay.svg Uruguai 15 (1916, 1917, 1920, 1923, 1924, 1926, 1935, 1942, 1956, 1959 (Equador), 1967, 1983, 1987, 1995, 2011) 6 (1919, 1927, 1939, 1941, 1989, 1999) 9 (1921, 1922, 1929, 1937, 1947, 1953, 1957, 1975, 2004) 5 (1945, 1946, 1955, 2001, 2007)
Flag of Argentina.svg Argentina 14 (1921, 1925, 1927, 1929, 1937, 1941, 1945, 1946, 1947, 1955, 1957, 1959 (Argentina), 1991, 1993) 14 (1916, 1917, 1920, 1923, 1924, 1926, 1935, 1942, 1959 (Equador), 1967, 2004, 2007, 2015, 2016) 4 (1919, 1956, 1963, 1989) 2 (1922, 1987)
Brasil Brasil 8 (1919, 1922, 1949, 1989, 1997, 1999, 2004, 2007) 11 (1921, 1925, 1937, 1945, 1946, 1953, 1957, 1959 (Argentina), 1983, 1991, 1995) 7 (1916, 1917, 1920, 1942, 1959 (Equador), 1975, 1979) 3 (1923, 1956, 1963)
Flag of Paraguay.svg Paraguai 2 (1953, 1979) 6 (1922, 1929, 1947, 1949, 1963, 2011) 7 (1923, 1924, 1925, 1939, 1946, 1959 (Argentina), 1983) 7 (1921, 1926, 1937, 1942, 1967, 1989, 2015)
Flag of Chile.svg Chile 2 (2015, 2016) 4 (1955, 1956, 1979, 1987) 5 (1926, 1941, 1945, 1967, 1991) 10 (1916, 1917, 1919, 1920, 1924, 1935, 1939, 1947, 1953, 1999)
Flag of Peru.svg Peru 2 (1939, 1975) 0 8 (1927, 1935, 1949, 1955, 1979, 1983, 2011, 2015) 5 (1929, 1941, 1957, 1959 (Argentina), 1997)
Flag of Colombia.svg Colômbia 1 (2001) 1 (1975) 4 (1987, 1993, 1995, 2016) 2 (1991, 2004)
Flag of Bolivia.svg Bolívia 1 (1963) 1 (1997) 0 2 (1927, 1949)
Flag of Mexico.svg México 0 2 (1993, 2001) 3 (1997, 1999, 2007) 0
Flag of Honduras.svg Honduras 0 0 1 (2001) 0
Flag of Ecuador.svg Equador 0 0 0 2 (1959 (Equador), 1993)
Flag of the United States.svg Estados Unidos 0 0 0 2 (1995, 2016)
Flag of Venezuela.svg Venezuela 0 0 0 1 (2011)

Estatísticas e recordes[editar | editar código-fonte]

Maiores goleadas[editar | editar código-fonte]

Estas são as maiores goleadas da história da Copa América:[10][11]

Data Cidade Mandante Placar Visitante
22/01/1942 Uruguai Montevidéu Flag of Argentina.svg Argentina 12 – 0 Flag of Ecuador.svg Equador
10/08/1975 Argentina Rosário Flag of Argentina.svg Argentina 11 – 0 Flag of Venezuela.svg Venezuela
10/04/1949 Brasil São Paulo Brasil Brasil 10 – 1 Flag of Bolivia.svg Bolívia
06/11/1927 Peru Lima Flag of Uruguay.svg Uruguai 9 – 0 Flag of Bolivia.svg Bolívia
24/03/1957 Peru Lima Brasil Brasil 9 – 0 Flag of Colombia.svg Colômbia
07/02/1945 Chile Santiago Flag of Argentina.svg Argentina 9 – 1 Flag of Colombia.svg Colômbia
03/04/1949 Brasil Rio de Janeiro Brasil Brasil 9 – 1 Flag of Ecuador.svg Equador
20/10/1926 Chile Santiago Flag of Argentina.svg Argentina 8 – 0 Flag of Paraguay.svg Paraguai
21/02/1945 Chile Santiago Brasil Brasil 9 – 2 Flag of Ecuador.svg Equador
01/03/1953 Peru Lima Brasil Brasil 8 – 1 Flag of Bolivia.svg Bolívia
18/01/1942 Uruguai Montevidéu Flag of Uruguay.svg Uruguai 7 – 0 Flag of Ecuador.svg Equador
28/01/1945 Chile Santiago Flag of Uruguay.svg Uruguai 7 – 0 Flag of Colombia.svg Colômbia
04/12/1947 Equador Guaiaquil Flag of Argentina.svg Argentina 7 – 0 Flag of Bolivia.svg Bolívia
30/04/1949 Brasil Rio de Janeiro Flag of Paraguay.svg Paraguai 7 – 0 Flag of Bolivia.svg Bolívia
11/05/1949 Brasil Rio de Janeiro Brasil Brasil 7 – 0 Flag of Paraguay.svg Paraguai
08/03/1959 Argentina Buenos Aires Flag of Uruguay.svg Uruguai 7 – 0 Flag of Bolivia.svg Bolívia
29/08/1979 Chile Santiago Flag of Chile.svg Chile 7 – 0 Flag of Venezuela.svg Venezuela
26/06/1997 Bolívia Santa Cruz Brasil Brasil 7 – 0 Flag of Peru.svg Peru
30/06/1999 Paraguai Ciudad del Este Brasil Brasil 7 – 0 Flag of Venezuela.svg Venezuela
18/06/2016 Estados Unidos Santa Clara Flag of Chile.svg Chile 7 – 0 Flag of Mexico.svg México

Classificação histórica[editar | editar código-fonte]

De 1916 até 2016, foram realizadas 45 edições da Copa América. Nesse período, as seleções que mais pontuaram na competição, foram os seguintes:[12][13]

Pos. País Part Tít J V E D GP GC SG Pts
 Argentina 41 14 189 119 39 31 455 173 +282 396
Uruguai 43 15 197 108 34 55 399 218 +181 358
 Brasil 35 8 178 99 35 44 405 200 +205 332
 Paraguai 36 2 168 62 39 67 253 293 –40 225
 Chile 38 2 177 64 31 82 281 304 –23 223
 Peru 31 2 148 54 35 59 213 232 –19 197
 Colômbia 21 1 113 42 24 47 131 184 –53 150
 Bolívia 26 1 112 20 26 66 104 279 –175 86
 México 10 0 48 19 13 16 66 62 +4 70
10º Equador 28 0 118 16 22 80 127 311 –184 70
11º  Venezuela 17 0 62 7 13 42 47 171 –124 34
12º Costa Rica 5 0 17 5 3 9 17 31 –14 18
13º  Estados Unidos 4 0 18 5 2 11 18 29 –11 17
14º Honduras 1 0 6 3 1 2 7 5 +2 10
15º  Panamá 1 0 3 1 0 2 4 10 –6 3
16º  Japão 1 0 3 0 1 2 3 8 –5 1
17º  Jamaica 2 0 6 0 0 6 0 9 –9 0
18º Haiti 1 0 3 0 0 3 1 12 –11 0
  • A Colômbia e o Equador não se classificaram nas eliminatórias de 1967 que foi a única edição da história que teve eliminatórias.

Goleadores históricos[editar | editar código-fonte]

Zizinho, junto com Norberto Méndez, é o maior artilheiro da Copa América com 17 gols.
Norberto Méndez, junto com Zizinho, é o maior artilheiro da Copa América com 17 gols.

Estes são os maiores artilheiros da história da Copa América:[14][15]

  • Em negrito, os jogadores que estão em atividade atualmente.
Pos. Jogador Seleção Gols Jogos Média Edições
1 Argentina Norberto Méndez  Argentina 17 17 1.00 1945, 1946, 1947
Brasil Zizinho  Brasil 33 0.52 1942, 1945, 1946, 1949, 1953, 1957
2 Uruguai Severino Varela Uruguai 15 15 1.00 1937, 1939, 1942
Peru Teodoro Fernández  Peru 24 0.63 1935, 1937, 1939, 1941, 1942, 1947
3 Argentina Gabriel Batistuta  Argentina 13 16 0.81 1991, 1993, 1995
Argentina José Manuel Moreno  Argentina 16 0.81 1941, 1942, 1947
Uruguai Héctor Scarone Uruguai 18 0.72 1917, 1919, 1923, 1924, 1926, 1927, 1929
Brasil Ademir de Menezes  Brasil 18 0.72 1945, 1946, 1949, 1953
Brasil Jair  Brasil 18 0.72 1945, 1946, 1949
4 Uruguai Roberto Porta Uruguai 12 20 0.60 1939, 1941, 1942, 1945
Uruguai Ángel Romano Uruguai 23 0.52 1916, 1917, 1919, 1920, 1921, 1922, 1924, 1926
5 Argentina Herminio Masantonio  Argentina 11 8 1.38 1935, 1942
Brasil Didi  Brasil 17 0.64 1953, 1957, 1959
Peru Paolo Guerrero  Peru 19 0.58 2007, 2011, 2015, 2016
Bolívia Víctor Ugarte  Bolívia 30 0.37 1947, 1949, 1953, 1959, 1963
6 Uruguai Pedro Petrone Uruguai 10 9 1.11 1923, 1924, 1927, 1929
Uruguai Javier Ambrois Uruguai 11 0.91 1956, 1957
Brasil Ronaldo  Brasil 12 0.83 1995, 1997, 1999
Chile Eduardo Vargas  Chile 12 0.83 2015, 2016
Uruguai Héctor Castro Uruguai 13 0.77 1926, 1927, 1929, 1935
Colômbia Arnoldo Iguarán  Colômbia 14 0.71 1979, 1983, 1987, 1989, 1991
Peru Óscar Gómez Sánchez  Peru 14 0.71 1953, 1955, 1956, 1957
Argentina Ángel Labruna  Argentina 14 0.71 1946, 1955, 1956
Chile Enrique Hormazábal  Chile 16 0.63 1953, 1955, 1956

Recordistas em partidas[editar | editar código-fonte]

Sergio Livingstone, recordista em partidas pela Copa América

Estes são os jogadores com a maior quantidade de partidas pela Copa América:

  • Em negrito, os jogadores que estão em atividade atualmente.
Pos. Jogador Seleção Partidas Estreia
1 Chile Sergio Livingstone  Chile 34 Copa América de 1941
2 Brasil Zizinho  Brasil 33 Copa América de 1942
3 Bolívia Víctor Ugarte  Bolívia 30 Copa América de 1947
4 Peru Máximo Mosquera  Peru 28 Copa América de 1947
5 Colômbia Leonel Álvarez  Colômbia 27 Copa América de 1987
Colômbia Carlos Valderrama  Colômbia Copa América de 1987
6 Argentina Javier Mascherano  Argentina 26 Copa América de 2004
7 Peru Félix Castillo  Peru 25 Copa América de 1947
Brasil Cláudio Taffarel  Brasil Copa América de 1989
Equador Álex Aguinaga Equador Copa América de 1987
8 Bolívia José Bustamante  Bolívia 24 Copa América de 1946
Peru Teodoro Fernández  Peru Copa América de 1935
Peru Cornelio Heredia  Peru Copa América de 1947
9 Bolívia Alberto Achá  Bolívia 23 Copa América de 1945
Bolívia Carlos Borja  Bolívia Copa América de 1979
Uruguai Ángel Romano Uruguai Copa América de 1916
Paraguai Salvador Villalba  Paraguai Copa América de 1955
Equador Carlos Sánchez Equador Copa América de 1947
10 Peru Guillermo Delgado  Peru 22 Copa América de 1953
Peru Luis Calderón  Peru Copa América de 1947
Brasil Djalma Santos  Brasil Copa América de 1953
Colômbia René Higuita  Colômbia Copa América de 1987
Equador Luis Capurro Equador Copa América de 1987
Bolívia José Milton Melgar  Bolívia Copa América de 1983
Argentina Javier Zanetti  Argentina Copa América de 1995
México Claudio Suárez  México Copa América de 1993

Distinções individuais[editar | editar código-fonte]

Além de receber o troféu da Copa América até a próxima edição, a seleção campeã recebe ao final da competição uma réplica do troféu e 50 medalhas de ouro. Para a seleção vice campeã, é entregue a Copa Bolívia e 50 medalhas de prata; para a seleção terceira colocada são dadas 50 medalhas de bronze e ao quarto colocado 50 medalhas de cobre. É entregue a todas as seleções participantes um diploma para certificar a sua participação na competição.

Também se premia com um troféu individual para os seguintes: o melhor jogador, o melhor jogador jovem, o artilheiro, o melhor goleiro e a seleção merecedora do "jogo limpo", é entregue o troféu Fair Play.

Melhor jogador por edição[editar | editar código-fonte]

Lionel Messi, foi eleito o melhor jogador da edição de 2015.
Luis Suárez, foi eleito o melhor jogador da edição de 2011.
Alexis Sánchez, foi eleito o melhor jogador da Copa América Centenário.

Estes são os melhores jogadores edição por edição da Copa América:[16]

Edição
Jogador
Seleção
1916 Uruguai Isabelino Gradín Uruguai
1917 Uruguai Héctor Scarone Uruguai
1919 Brasil Arthur Friedenreich  Brasil
1920 Uruguai José Piendibene Uruguai
1921 Argentina Américo Tesoriere  Argentina
1922 Brasil Agostinho Fortes  Brasil
1923 Uruguai José Nasazzi Uruguai
1924 Uruguai Pedro Petrone Uruguai
1925 Argentina Manuel Seoane  Argentina
1926 Uruguai José Leandro Andrade Uruguai
1927 Argentina Manuel Seoane  Argentina
1929 Argentina Manuel Ferreira  Argentina
1935 Uruguai José Nasazzi Uruguai
1937 Argentina Vicente de la Mata  Argentina
1939 Peru Teodoro Fernández  Peru
1941 Chile Sergio Livingstone  Chile
1942 Uruguai Obdulio Varela Uruguai
1945 Brasil Domingos da Guia  Brasil
1946 Argentina Adolfo Pedernera  Argentina
1947 Argentina José Manuel Moreno  Argentina
1949 Brasil Ademir Menezes  Brasil
1953 Paraguai Heriberto Herrera  Paraguai
1955 Chile Enrique Hormazábal  Chile
1956 Uruguai Óscar Míguez Uruguai
1957 Argentina Omar Sivori  Argentina
1959-I Brasil Pelé  Brasil
1959-II Uruguai Alcides Silveira Uruguai
1963 Bolívia Ramiro Blacut  Bolívia
1967 Uruguai Pedro Rocha Uruguai
1975 Peru Teófilo Cubillas  Peru
1979 Chile Carlos Caszely  Chile
1983 Uruguai Enzo Francescoli Uruguai
1987 Colômbia Carlos Valderrama  Colômbia
1989 Uruguai Rubén Sosa Uruguai
1991 Argentina Leonardo Rodríguez  Argentina
1993 Argentina Sergio Goycochea  Argentina
1995 Uruguai Enzo Francescoli Uruguai
1997 Brasil Ronaldo  Brasil
1999 Brasil Rivaldo  Brasil
2001 Honduras Amado Guevara Honduras
2004 Brasil Adriano  Brasil
2007 Brasil Robinho  Brasil
2011 Uruguai Luis Suárez Uruguai
2015 Argentina Lionel Messi (recusado pelo jogador)[17]  Argentina
2016 Chile Alexis Sánchez  Chile

Melhor jogador jovem por edição[editar | editar código-fonte]

Sebastián Coates, com o troféu de melhor jogador jovem na edição de 2011.

Desde a Copa América de 2007, a CONMEBOL premia o melhor jogador jovem da competição.

Edição
Jogador
Idade
Seleção
2007 Argentina Lionel Messi 20  Argentina
2011 Argentina Sebastián Coates 20 Uruguai
2015 Colômbia Jeison Murillo 23  Colômbia
2016 Não houve premiação

Melhor goleiro por edição[editar | editar código-fonte]

Claudio Bravo, eleito por duas vezes (2015 e 2016) o melhor goleiro da competição.

Desde a Copa América de 2011, a CONMEBOL premia o melhor goleiro da competição.

Edição
Jogador
Seleção
2011 Paraguai Justo Villar  Paraguai
2015 Chile Claudio Bravo  Chile
2016 Chile Claudio Bravo  Chile

Prêmio Fair Play por edição[editar | editar código-fonte]

Desde a Copa América de 2011, a CONMEBOL premia a seleção merecedora pelo "jogo limpo".

Edição
Seleção
2011 Uruguai
2015  Peru
2016  Argentina

Copa Bolívia por edição[editar | editar código-fonte]

Desde a Copa América de 2011, a CONMEBOL premia a seleção vice-campeã com a Copa Bolívia.

Edição
Seleção
1997  Bolívia
1999 Uruguai
2001  México
2004  Argentina
2007  Argentina
2011  Paraguai
2015  Argentina
2016  Argentina

Artilharia por edição[editar | editar código-fonte]

O chileno Eduardo Vargas, foi o artilheiro da última edição.
Pedro Petrone, foi artilheiro das edições 1923, 1924 e 1927, sendo assim o futebolista que mais vezes aparece nesta lista.
Pelé, foi artilheiro da edição de 1959.

Estes são os artilheiros edição por edição da Copa América:[18]

Edição
Jogador
Seleção
Gols
1916 Uruguai Isabelino Gradín Uruguai 3
1917 Uruguai Ángel Romano Uruguai 4
1919 Brasil Arthur Friedenreich  Brasil 4
Brasil Neco  Brasil
1920 Uruguai Ángel Romano Uruguai 3
Uruguai José Pérez Uruguai
1921 Argentina Julio Libonatti  Argentina 3
1922 Argentina Julio Francia  Argentina 4
1923 Argentina Valdino Aguirre  Argentina 3
Uruguai Pedro Petrone Uruguai
1924 Uruguai Pedro Petrone Uruguai 4
1925 Argentina Manuel Seoane  Argentina 6
1926 Chile David Arellano  Chile 7
1927 Argentina Alfredo Carricaberry  Argentina 3
Argentina Segundo Luna  Argentina
Uruguai Roberto Figueroa Uruguai
Uruguai Pedro Petrone Uruguai
Uruguai Héctor Scarone Uruguai
1929 Paraguai Aurelio González  Paraguai 5
1935 Argentina Herminio Masantonio  Argentina 4
1937 Chile Raúl Toro  Chile 7
1939 Peru Teodoro Fernández  Peru 7
1941 Argentina Juan Marvezzi  Argentina 5
1942 Argentina Herminio Masantonio  Argentina 7
Argentina José Manuel Moreno  Argentina
1945 Argentina Norberto Méndez  Argentina 6
Brasil Heleno de Freitas  Brasil
1946 Uruguai José María Medina Uruguai 7
1947 Uruguai Nicolás Falero Uruguai 8
1949 Brasil Jair Rosa Pinto  Brasil 9
1953 Chile Francisco Molina  Chile 7
1955 Argentina Rodolfo Micheli  Argentina 8
1956 Chile Enrique Hormazábal  Chile 4
1957 Argentina Humberto Maschio  Argentina 9
Uruguai Javier Ambrois Uruguai
1959-I Brasil Pelé  Brasil 8
1959-II Argentina José Sanfilippo  Argentina 6
1963 ArgentinaEquador Carlos Alberto Raffo Equador 6
1967 Argentina Luis Artime  Argentina 5
1975 Argentina Leopoldo Luque  Argentina 4
Colômbia José Ernesto Díaz  Colômbia
1979 Chile Jorge Peredo  Chile 4
Paraguai Eugenio Morel  Paraguai
1983 Argentina Jorge Burruchaga  Argentina 3
Brasil Roberto Dinamite  Brasil
Uruguai Carlos Alberto Aguilera Uruguai
Peru Eduardo Malásquez  Peru
1987 Colômbia Arnoldo Iguarán  Colômbia 4
1989 Brasil Bebeto  Brasil 6
1991 Argentina Gabriel Batistuta  Argentina 6
1993 Venezuela José Luis Dolgetta  Venezuela 4
1995 Argentina Gabriel Batistuta  Argentina 4
México Luis García Postigo  México
1997 México Luis Hernández  México 6
1999 Brasil Rivaldo  Brasil 5
Brasil Ronaldo Nazário  Brasil
2001 Colômbia Víctor Aristizábal  Colômbia 6
2004 Brasil Adriano  Brasil 7
2007 Brasil Robinho  Brasil 6
2011 Peru Paolo Guerrero  Peru 5
2015 Chile Eduardo Vargas  Chile 4
Peru Paolo Guerrero  Peru
2016 Chile Eduardo Vargas  Chile 6

Treinadores campeões por edição[editar | editar código-fonte]

Guillermo Stábile, é o treinador mais vitorioso da competição com 6 conquistas.

Estes são os treinadores campeões edição por edição da Copa América:

Edição Treinador Seleção
1916 Uruguai Alfredo Foglino Uruguai
1917 Uruguai Ramón Platero Uruguai
1919 Brasil Haroldo Domingues  Brasil
1920 Uruguai Ernesto Fígoli Uruguai
1921 Argentina Pedro Calomino  Argentina
1922 Brasil Laís  Brasil
1923 Uruguai Leonardo de Lucca Uruguai
1924 Uruguai Ernesto Meliante Uruguai
1925 Argentina Américo Tesoriere  Argentina
1926 Uruguai Ernesto Fígoli Uruguai
1927 EspanhaArgentina José Lago Millón  Argentina
1929 Argentina Francisco Olazar  Argentina
1935 Uruguai Raúl Blanco Uruguai
1937 Argentina Manuel Seoane  Argentina
1939 Inglaterra Jack Greenwell  Peru
1941 Argentina Guillermo Stábile  Argentina
1942 EspanhaUruguai Pedro Cea Uruguai
1945 Argentina Guillermo Stábile  Argentina
1946 Argentina Guillermo Stábile  Argentina
1947 Argentina Guillermo Stábile  Argentina
1949 Brasil Flavio Costa  Brasil
1953 Paraguai Manuel Fleitas Solich  Paraguai
1955 Argentina Guillermo Stábile  Argentina
1956 Uruguai Hugo Bagnulo Uruguai
1957 Argentina Guillermo Stábile  Argentina
1959-I Argentina Victorio Luis Spinetto  Argentina
1959-II Uruguai Juan Carlos Corazzo Uruguai
1963 Brasil Danilo Alvim  Bolívia
1967 Uruguai Juan Carlos Corazzo Uruguai
1975 Peru Marcos Calderón  Peru
1979 Paraguai Ranulfo Miranda  Paraguai
1983 Uruguai Omar Borrás Uruguai
1987 Uruguai Roberto Fleitas Uruguai
1989 Brasil Sebastião Lazaroni  Brasil
1991 Argentina Alfio Basile  Argentina
1993 Argentina Alfio Basile  Argentina
1995 Uruguai Héctor Núñez Uruguai
1997 Brasil Mário Zagallo  Brasil
1999 Brasil Vanderlei Luxemburgo  Brasil
2001 Colômbia Francisco Maturana  Colômbia
2004 Brasil Carlos Alberto Parreira  Brasil
2007 Brasil Dunga  Brasil
2011 Uruguai Óscar Tabárez Uruguai
2015 Argentina Jorge Sampaoli  Chile
2016 ArgentinaEspanha Juan Antonio Pizzi  Chile

Equipes convidadas[editar | editar código-fonte]

Desde a edição de 1993, duas seleções de outras federações são convidadas a participar da competição. Geralmenete são convidadas seleções pertencentes a CONCACAF e da AFC. No total, são doze as seleções convidadas, mas somente oito delas aceitaram participar do torneio.

Dentre as seleções convidadas, México, com dois vice campeonatos, e Honduras com um terceiro lugar, foram as equipes com melhores resultados.

Seleções da CONCACAF[editar | editar código-fonte]

México

O México é a seleção convidada com a melhor campanha e a que mais vezes participou da competição (10 vezes no total), sendo todas elas de forma consecutiva: 1993, 1995, 1997, 1999, 2001, 2004, 2007, 2011, 2015 e 2016. Além disso, é a seleção convidada com a melhor colocação na classificação histórica, além de ter chegado duas vezes a final, perdendo em ambas.

Costa Rica

Costa Rica é a segunda seleção convidada com mais participações (5 no total) nas edições 1997, 2001, 2004, 2011 e 2016. Seu melhor resultado foi ter chegado as quartas-de-finais nas edições de 2001 e 2004.

Estados Unidos

Os Estados Unidos participou das edições de 1993, 1995, 2007 e 2016. Seu melhor resultado foi um quarto lugar em duas oportunidades (1995 e 2016). Também foi convidado a participar nas edições de 1997, 1999, 2001 e 2004, mas recusou por problemas de calendário. Os Estados Unidos foi o único país a receber uma edição da Copa América fora da América do Sul.

Jamaica

A Jamaica é a quarta seleção com mais participações(2 no total). Foi convidada a participar da edição de 2015, onde foi eliminada na fase de grupo sem ganhar nenhuma partida e sem anotar nenhum gol. Participou novamente na edição de 2016, onde novamente foi eliminada na primeira fase.[19]

Honduras

Honduras participou da edição de 2001 obtendo o terceiro lugar. Foi convidada em caráter de urgência após a Argentina se retirar por medidas de segurança.[20]

Haiti

O Haiti participou da edição de 2016. Na sua estreia continental, seria eliminado na fase de grupos, depois de perder para o Peru, Brasil e Equador, ficando no último lugar do grupo com 12 gols contra e apenas 1 gol marcado no jogo contra o Brasil.

Panamá

O Panamá participou da edição de 2016, na sua estreia continental, seria eliminado na fase de grupos depois de vencer a Bolívia e perder para a Argentina e Chile, ficando em terceiro lugar no grupo com 3 pontos e com 4 gols a favor e 10 gols contra.

Canadá

O Canadá foi convidado a participar da edição de 2001, mas decidiu não participar porque não conseguiu reunir seus principais jogadores a tempo porque a Copa Ouro da CONCACAF que seria realizada naquele ano foi adiada para o ano seguinte e os jogadores canadenses que foram convocados saíram dias antes da Copa América.

Seleções da AFC[editar | editar código-fonte]

Japão

O Japão participou da edição 1999, sendo eliminada na fase de grupos. Também foi convidado a participar de 2011, mas devido ao terremoto daquele ano se retirou do torneio,[21] embora mais tarde viria a confirmar a sua presença [22] e, em seguida, se retirou definitivamente. Também foi convidado a participar da edição 2015,[23] porém, retirou-se devido a problemas no calendário ao ter outros compromissos assumidos anteriormente. O Japão já tem presença confirmada na Copa América de 2019.[24]

China

A China foi convidada para participar da edição 2015, devido à qual se retirou do torneio devido a problemas no calendário, tendo anteriormente assumido compromissos.[25]

Catar

O Catar participará da edição de 2019.[24]

Seleções da UEFA[editar | editar código-fonte]

Espanha

A Espanha foi convidada para participar da edição de 2011, mas sua federação recusou-se a participar, argumentando que não queria interromper as férias dos jogadores espanhóis.[26] Também foi convidada para participar da edição de 2019, porém devido a recém criada Liga das Nações da UEFA não pode participar do torneio.[24]

Portugal

Assim como a Espanha, Portugal foi convidado para a edição de 2019 e não pode por competir na Liga das Nações da UEFA no mesmo ano.[24]

Tabela demonstrativa[editar | editar código-fonte]

Seleções Equador
1993
Uruguai
1995
Bolívia
1997
Paraguai
1999
Colômbia
2001
Peru
2004
Venezuela
2007
Argentina
2011
Chile
2015
Estados Unidos
2016
Brasil
2019
Edições
Costa Rica  –  – G  – QF QF  – G  – G  – 5
Haiti  –  –  –  –  –  –  –  –  – G  – 1
Honduras  –  –  –  –  –  –  –  –  –  – 1
 Jamaica  –  –  –  –  –  –  –  – G G  – 2
 Japão  –  –  – G  –  –  –  –  –  – Q 2
 México QF QF G G QF  – 10
 Panamá  –  –  –  –  –  –  –  –  – G  – 1
 Catar  –  –  –  –  –  –  –  –  –  – Q 1
 Estados Unidos G  –  –  –  – G  –  –  – 4

Notas

  1. a b c d e f g h i j k l m n o p q r s t u v w x y z aa ab ac ad ae af ag ah ai aj ak al am an ao ap aq ar as at au av aw ax ay az ba bb bc bd Tais colocações foram decididas pelo sistema de pontos corridos.
  2. Esta edição contou com a participação de apenas três equipes.

Referências

  1. «Descubra la evolución del trofeo de la Copa América» (em espanhol). RT. 30 de maio de 2015. Consultado em 24 de junho de 2018. 
  2. «CEvento histórico marcou a exposição do troféu da Copa América Centenário». Lance. 29 de abril de 2016. Consultado em 24 de junho de 2018. 
  3. «Quase centenário, troféu da Copa América tem 9 kg e será entregue pela 44ª vez». ESPN. 10 de junho de 2015. Consultado em 24 de junho de 2018. 
  4. «Conmebol apresenta troféu da Copa América Centenário». Estadão. 29 de abril de 2016. Consultado em 24 de junho de 2018. 
  5. «Com apenas seis campeões, Chile festeja o título da Copa América». Globo Esporte. 3 de julho de 2016. Consultado em 24 de junho de 2018. 
  6. «Chile troca com o Brasil e será a sede da Copa América em 2015». Gazeta do povo. 24 de março de 2012. Consultado em 24 de junho de 2018. 
  7. «Copa América 2016 será nos Estados Unidos e terá seleções da Conmebol e Concacaf». ESPN. 1º de maio de 2014. Consultado em 24 de junho de 2018. 
  8. «Todos as mascotes da Copa América». Quadro de medalhas. Consultado em 24 de junho de 2018. 
  9. «Mascotes da Copa América». MSN. 20 de junho de 2015. Consultado em 24 de junho de 2018. 
  10. «Las 10 mayores goleadas en la historia de la Copa América» (em espanhol). Diário AS. 20 de maio de 2016. Consultado em 24 de junho de 2018. 
  11. «As maiores goleadas da Copa América». Campeões do Futebol. 20 de junho de 2011. Consultado em 24 de junho de 2018. 
  12. «Confira a classificação histórica de pontos da Copa América». Goal. Consultado em 24 de junho de 2018. 
  13. «Tabla histórica de campeones de la Copa América» (em espanhol). Deportes RCN. 29 de maio de 2016. Consultado em 24 de junho de 2018. 
  14. «Os maiores artilheiros da história da Copa América». Fox Sports. Consultado em 24 de junho de 2018. 
  15. «Copa América Centenario: Ellos son los 10 goleadores históricos» (em espanhol). Publimetro. 3 de junho de 2016. Consultado em 24 de junho de 2018. 
  16. RSSSF. «The Copa América Archive - Trivia». Consultado em 26 de junho de 2018. 
  17. «Messi rejeitou prêmio de melhor jogador da Copa América, diz "El País"». SporTV. 6 de julho de 2015. Consultado em 24 de junho de 2018. 
  18. «Copa América: Veja quem foram os artilheiros da competição em cada edição». Torcedores.com. 17 de junho de 2016. Consultado em 24 de junho de 2018. 
  19. Canal 13 (29 de maio de 2014). «Jamaica y México jugarán la Copa América 2015» (em espanhol). Consultado em 24 de junho de 2018. 
  20. «Honduras fue la gran revelación de la Copa América» (em espanhol). Fútbol de Colombia. 31 de julho de 2001. Consultado em 26 de junho de 2018. 
  21. «Japão desiste de participar da Copa América na Argentina». Globo Esporte. 16 de maio de 2011. Consultado em 26 de junho de 2018. 
  22. «Seleção japonesa confirma participação na Copa América». Globo Esporte. 16 de março de 2011. Consultado em 26 de junho de 2018. 
  23. «Seleção do Japão jogará Copa América de 2015 como convidada». TERRA. 17 de agosto de 2013. Consultado em 26 de junho de 2018. 
  24. a b c d «Com Catar e Japão, Copa América de 2019 terá 12 seleções». Globoesporte 
  25. «Jamaica será invitado a la Copa América del 2015». Pasion de Primera. 28 de maio de 2014. Consultado em 26 de junho de 2018. 
  26. «España no irá a la Copa América». El Mundo.es. 13 de abril de 2011. Consultado em 26 de junho de 2018. 

Ver também[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]