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Eleições legislativas de Portugal

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Interior do Palácio de São Bento, onde está instalada a Assembleia da República Portuguesa
Bandeira oficial da Assembleia da República Portuguesa, criada já no séc. XXI.

Em Portugal, as eleições legislativas, também designadas atualmente de eleições para a Assembleia da República são as eleições que definem os 230 deputados para a Assembleia da República, câmara legislativa portuguesa (parlamento), para um mandato de quatro anos em listas apresentadas pelos partidos.

Sendo Portugal uma democracia representativa, a escolha dos 230 deputados à Assembleia da República é feita por voto pessoal, direto, presencial, secreto e universal de todos os cidadãos recenseados, utilizando o sistema de representação proporcional, fazendo-se depois a conversão em mandatos de acordo com o método de Hondt[1]. Existem 22 círculos eleitorais, 20 correspondentes ao território nacional e dois à emigração (Europa e Fora da Europa). Os eleitores portugueses não elegem diretamente os deputados pois votam em listas plurinominais, fechadas e bloqueadas de partidos políticos ou coligações, podendo estas listas conter cidadãos independentes (não militantes).[2]

Fala-se às vezes de um escrutínio semiproporcional em oposição a um escrutínio totalmente proporcional em vigor em países como os Países Baixos. Com efeito, se o escrutínio é proporcional dentro de um círculo eleitoral ou circunscrição, ele não o é à escala do país. Assim, a diáspora portuguesa pode eleger apenas quatro deputados, embora conte com cerca de 1,5 milhões de cidadãos.

Segue-se uma lista de eleições para o parlamento de Portugal.

Durante a vigência da Monarquia Constitucional (1820–1910), o sistema parlamentar português assentava num sufrágio censitário. Apenas os cidadãos do sexo masculino que comprovassem determinado nível de rendimentos e literacia tinham o direito de votar para a Câmara dos Senhores Deputados. A partir da segunda metade do século XIX, em especial no período conhecido como Regeneração, a política nacional foi dominada pelo fenómeno do rotativismo. Este sistema caracterizava-se pela alternância pacífica e combinada no poder entre os dois maiores partidos monárquicos — o Partido Regenerador e o Partido Histórico (mais tarde fundido no Partido Progressista).[3]

Cortes Gerais Extraordinárias e Constituintes da Nação Portugueza

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1820 - 1836

1822

Câmara dos Senhores Deputados da Nação Portugueza

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Durante a vigência da Carta Constitucional da Monarquia Portuguesa de 1826

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1826 - 1834 - Jul.1836 - Nov.1836 - 1842 - 1845 - 1847 - 1851 - 1852 - 1856 - 1858 - 1860 - 1861 - 1864 - 1865 - 1868 - 1869 - Mar.1870 - Set.1870 - 1871 - 1874 - 1878 - 1879 - 1881 - 1884 - 1887 - 1889 - 1890 - 1892 - 1894 - 1895 - 1897 - 1899 - 1900 - 1901 - 26/06/1904 - 12/02/1905 - 29/04/1906 - Ago.1906 - 1908 - 1910

Durante a vigência da Constituição Política da Monarquia Portuguesa de 1838

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1838 - 1840

Partidos mais votados por ato eleitoral

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ano afl. 1.º partido 2.º partido 3.º partido 4.º partido obs.
%D %D %D %D
1851
?
Reg.78,0%125 Cart.22,0%34
1852
?
Reg.78,0%121 Cart.22,0%35
1856
?
PH72,0%116 Reg.25,0%41 Mig.3,0%5
1858
?
PH85,0%138
Cart.
+Mig.
15,0%24
1860
?
PReg91,0%162 PH8,0%15 Mig.1,0%2
1861
?
PH78,0%137 PReg22,0%40
186468,1% PH82,0%145 PReg18,0%32
186572,0%
PH+
PReg
74,0%130 ACEP26,0%47
1867
?
op.
?
?
PH+
PReg
?
?
186872,6%
PA+
PRef
68,0%142
PH+
PReg
32,0%22
186960,3%
PA+
PRef
80,0%79
PH+
PReg
20,0%20
187061,9% PH85,0%75 PRef15,0%15 PReg
?
14
187054,6% PRef52,0%68 PH20,0%20 PA16,0%16 PReg12,0%12
187156,4% PH30,0%31 PA26,0%27 PReg22,0%22 PRef14,0%14
187464,5% PReg
?
78 PH
?
8 PRef
?
8 PC
?
6
187863,5% PReg70,8%97 PP16,1%22 PC10,2%14 PA2,2%3
187964,9% PP77,4%106 PReg15,3%21 PC4,4%6 PA2,2%3
188158,4% PReg89,1%122 PC5,8%8 PP4,4%6 PRP1,0%1
1884
?
PReg72,9%110 PP20,5%31 PC5,3%8 PRP1,3%2
1887
?
PP74,3%113 PReg23,7%36 ED5,0%8 PRP1,0%2
1889
?
PP68,4%104 PReg25,0%38 PRP1,0%2
1890
?
PReg75,7%115 PP21,7%33 PRP2,0%3
1892
?
PReg42,0%52 PP29,6%45 PRP3,0%4
1894
?
PReg66,5%101 PP21,7%33 PRP1,3%2
1895
?
PReg100,0%114
1897
?
PP77,2%88 PReg20,2%23
1899
?
PP65,9%91 PReg28,3%39 PRP2,2%3
1900
?
PReg75,4%104 PP20,3%28
1901
?
PReg67,6%100 PP27,7%41 PRL0,7%1
1904
?
PReg67,6%100 PP29,0%43 PRL0,7%1
1905
?
PP73,7%109 PReg21,6%32 PRL2,0%3
190672,5% PReg70,3%104 PP12,8%19 DP6,1%9 PRL4,7%7
190672,3% PRL43,9%65 PP30,4%45 PReg17,2%24 DP2,7%4
190868,7% PReg41,9%61 PP39,2%58 DP4,7%7 PRP5,0%7
1910
?
Lib.58,0%90 Cons.33,0%51 PRP9,0%14 não tomou posse

Com a implantação da República em 1910, as eleições legislativas passaram a designar os membros do Congresso da República. Ao contrário das expectativas populares de um alargamento massivo do direito de voto, a lei eleitoral republicana de 1913 manteve o sufrágio bastante restrito, excluindo mulheres, analfabetos e militares, o que na prática retirou o direito de voto a grande parte da população rural. O panorama eleitoral desta época foi marcado por uma enorme instabilidade institucional e pela hegemonia do Partido Republicano Português (mais tarde conhecido como Partido Democrático).[4][5][6]

ano afl. 1.º partido 2.º partido 3.º partido obs.
%DS %DS %DS
191157,4% PRP84,0%229 PSP9,0%2 Constituinte
191337,8% PD44,0%6824 PRE27,0%4116 PUR24,0%3618
191559,9% PD63,0%10645 PRE22,0%269 PUR15,0%1511
191836,0% PNR70,0%10832 CM24,0%3710 CCP6,0%51 Sidonismo
191960,0% PD55,0%9645 PRE22,0%3827 PUR10,0%170
192163,6% PLR50,0%7932 PD30,0%5422 PRRN15,0%127
192269,1% PD47,0%7437 PLR21,0%4510 PRRN11,0%1710
192571,0% PD53,0%8393 PRN23,0%338 CM4,0%86

Durante o Estado Novo, mantiveram-se as restrições ao direito de voto herdadas da Primeira República. Apesar de se verificar uma abertura gradual do regime, esta nunca conduziu à implementação de um sufrágio verdadeiramente universal.[7] Contudo, foi durante o Estado Novo, em 1931, que as mulheres portuguesas viram reconhecido, pela primeira vez, o direito de voto — ainda que de forma bastante limitada.[8]

O Estado Novo restringia o direito de votos a quem potencialmente não votasse neles. "Segundo a legislação eleitoral, podiam votar os homens maiores de 21 anos, chefes de família, que soubessem ler e escrever e contribuíssem com um determinado valor para o Estado, bem como um número muito restrito de mulheres que fossem chefes de família, tivessem curso geral dos liceus ou curso superior ou contribuíssem com uma determinada quantia para o Estado". Favorecia "eleitores de reconhecida idoneidade política" e excluía oposicionistas, analfabetos, pessoas de menores rendimentos e escolaridade, e muitas mulheres.[9]

O Estado Novo, marcado por um forte sentimento antiparlamentar e antipartidos, dificultou a participação da oposição nos cadernos eleitorais. Em alternativa, o regime preferia a integração de deputados independentes na lista da União Nacional e, depois de 1970, a Ação Nacional Popular.

A substituição de Oliveira Salazar por Marcelo Caetano não entregaria as prometidas mudanças de abertura. Em 1969, o sufrágio é alargado “às mulheres que soubessem ler e escrever”. CDE e CEUD concorrem às eleições. Mas a censura ao material de campanha e fraude organizada continuaram, e voltou a ganhar a União Nacional.[10]

ano afl. 1.º partido 2.º partido 3.º partido 4.º partido obs.
%D %D %D %D
193480,2% UN100,0%90 partido único
193884,0% UN100,0%90 partido único
194286,6% UN100,0%90 partido único
194553,8% UN100,0%120 oposição desistiu
194975,8% UN97,1%120 AI2,9%0 R2,9%0
195368,2% UN85,7%120 op.14,3%0
195770,4% UN87,9%120 op.12,1%0
196174,0% UN100,0%130 oposição desistiu
196573,6% UN
?
130 LSD
?
0
196962,5% UN88,0%130 CDE10,3%0 CEUD1,5%0 CEM0,1%0
197366,4% ANP100,0%150 oposição desistiu

A transição para a democracia, impulsionada pelo 25 de Abril de 1974, instituiu pela primeira vez em Portugal o sufrágio universal, direto e secreto para todos os cidadãos maiores de 18 anos. As eleições para a Assembleia Constituinte em 1975 marcaram o primeiro ato eleitoral verdadeiramente livre da história do país, registando taxas de participação recorde.

Desde a aprovação da Constituição de 1976, o sistema político tem sido pautado por uma forte estabilidade democrática, assente numa clara bipolarização. O Partido Socialista (PS) e o Partido Social Democrata (PSD) têm alternado na chefia do executivo, quer através de maiorias absolutas, quer formando governos minoritários ou coligações (frequentemente entre o PSD e o CDS-PP).

A partir da década de 2010, verificou-se uma tendência de maior fragmentação parlamentar. O hemiciclo diversificou-se com a entrada e consolidação de novas forças políticas, como o Pessoas-Animais-Natureza (PAN), o Chega, a Iniciativa Liberal (IL) e o LIVRE, alterando a tradicional dinâmica bipartidária na Assembleia da República.

ano afl. 1.º Partido 2.º Partido 3.º Partido 4.º Partido 5.º Partido 6.º Partido 7.º Partido 8.º Partido 9.º Partido restantes obs.
%D %D %D %D %D %D %D %D %D
197591,7% PS37,9%116 PPD26,4%81 PCP12,5%30 CDS7,6%16 MDP4,1%5 FSP1,2%0 MES1,0%0 UDP0,8%1 FEC0,6%0 1,0%[nota 1] Constituinte
197683,5% PS34,9%107 PPD24,4%73 CDS16,0%42 PCP14,4%40 UDP1,7%1 FSP0,8%0 MRPP0,7%0 MES0,6%0 PDC0,5%0 1,5%[nota 2]
197982,9% AD45,3%128[nota 3] PS27,3%74 APU18,8%47[nota 4] UDP2,2%1 PDC1,2%0 MRPP0,9%0 UEDS0,7%0 PSR0,6%0 POUS0,2%0 0,1%[nota 5]
198083,9% AD47,6%134[nota 6] FRS27,8%74[nota 7] APU16,8%41[nota 8] UDP1,4%1
POUS
+PST
1,4%0 PSR1,0%0 PT0,7%0 MRPP0,6%0
MIRN+
PDC+FN
0,4%0 0,2%[nota 9]
198377,8% PS36,1%101[nota 10] PSD27,2%75 APU18,1%44[nota 11] CDS12,6%30 PDC0,7%0 PPM0,5%0 UDP0,5%0
UDP+
PSR
0,4%0 MRPP0,4%0 1,0%[nota 12]
198574,2% PSD29,9%88 PS20,8%57 PRD17,9%45 APU15,5%38[nota 13] CDS10,0%22 UDP1,3%0 PDC0,7%0 PSR0,6%0 MRPP0,3%0 0,5%[nota 14]
198771,6% PSD50,2%148 PS22,2%60 CDU12,1%31 PRD4,9%7 CDS4,4%4 UDP0,9%0 PSR0,6%0 MDP0,6%0 PDC0,6%0 1,3%[nota 15]
199167,8% PSD50,6%135 PS29,1%72 CDU8,8%17 CDS4,4%5 PSN1,7%1 PSR1,1%0 MRPP0,8%0 PRD0,6%0 PPM0,4%0 0,4%[nota 16]
199566,3% PS43,8%112 PSD34,1%88 PP9,1%15 CDU8,6%15 MRPP0,7%0 PSR0,6%0 UDP0,6%0 PSN0,2%0 PG0,4%0 0,2%[nota 17]
199961,1% PS44,1%115 PSD32,3%81 CDU9,0%17 PP8,3%15 BE2,4%2 MRPP0,7%0 MPT0,4%0 PPM0,3%0 PSN0,2%0 0,2%[nota 18]
200261,5% PSD40,2%105 PS37,8%96 PP8,7%14 CDU6,9%12 BE2,8%3 MRPP0,7%0 MPT0,3%0 PPM0,2%0 PH0,2%0 0,2%[nota 19]
200564,3% PS45,0%121 PSD28,8%75 CDU7,5%14 CDS7,2%12 BE6,4%8 MRPP0,8%0 PND0,7%0 PH0,3%0 PNR0,2%0 0,1%[nota 20]
200959,7% PS36,6%97 PSD29,1%81 CDS10,4%21 BE9,8%16 CDU7,9%15 MRPP0,9%0 MEP0,4%0 PND0,4%0 MMS0,3%0 1,1%[nota 21]
201158,1% PSD38,7%108 PS28,1%74 CDS11,7%24 CDU7,9%16 BE5,2%8 MRPP1,1%0 PAN1,0%0 MPT0,4%0 MEP0,4%0 1,5%[nota 22]
201555,9% PàF38,6%107 PS32,3%86 BE10,2%19 CDU8,3%17 PAN1,4%1 PDR1,1%0 MRPP1,1%0 L/TDA0,7%0 PNR0,5%0 1,7%[nota 23]
201948,6% PS36,3%108 PSD27,8%79 BE9,5%19 CDU6,3%12 CDS4,2%5 PAN3,3%4 CH1,3%1 IL1,3%1 L1,1%1 4,0%
202251,4% PS41,4%120 PSD27,7%77[nota 24] CH7,2%12 IL4,9%8 BE4,4%5 CDU4,3%6 CDS1,6%0 PAN1,6%1 L1,3%1 3,1%
202459,8% AD28,9%80[nota 25] PS28,0%78 CH18,1%50 IL4,9%8 BE4,4%5 CDU3,2%4 L3,2%4 PAN2,0%1 ADN1,6%0 1,6%
202558,2% AD32,2%88[nota 26] PS23,8%58 CH22,8%60 IL5,4%9 L4,1%6 CDU3,0%3 BE2,0%1 PAN1,4%1 ADN1,3%0 1,3%[nota 27]

Notas

  1. PPM - 0,6%; PUP - 0,2%; LCI - 0,2%; ADIM - 0,0% (1 deputado, por Macau); CDM - 0,0%
  2. PPM - 0,5%; LCI - 0,3%; PCP (m-l) - 0,3%; AOC - 0,3%; PRT - 0,1%
  3. PPD/PSD - 73 deputados; CDS - 43 deputados; PPM - 5 deputados
  4. PCP - 44 deputados; MDP/CDE - 3deputados
  5. OCMLP - 0,1%
  6. PPD/PSD - 74 deputados; CDS -46 deputados; PPM - 6 deputados
  7. PS - 63 deputados; ASDI - 4 deputados; UEDS - 4 deputados
  8. PCP - 39 deputados; MDP/CDE - 2 deputados
  9. UDA/PDA - 0,1%; OCMLP - 0,1%
  10. 4 deputados da UEDS e 3 deputados da ASDI eleitos nas listas do PS
  11. PCP - 41 deputados; MDP/CDE -3 deputados
  12. POUS - 0,3%; PSR - 0,2%; LST - 0,2%; OCMLP - 0,1%; PDA - 0,1%; PCP(R) - 0,0%
  13. PCP - 35 deputados; MDP/CDE - 3 deputado
  14. POUS - 0,3%; PC(R) - 0,2%
  15. PPM - 0,4%; PCTP/MRPP - 0,4%; PCP(R) - 0,3%; POUS - 0,2%
  16. PDA - 0,2%; FER - 0,1%; UDP - 0,1%
  17. MPT - 0,1%; PPM-MPT - 0,1%; MUT - 0,0%; PDA - 0,0%
  18. PH - 0,1%; POUS - 0,1%; PDA - 0,0%
  19. PNR - 0,1%; POUS - 0,1%
  20. POUS - 0,1%; PDA - 0,0%
  21. MPT-PH - 0,3%; PPM - 0,3%; PNR - 0,2%: PPV - 0,1; PTP - 0,1%; POUS - 0,1%
  22. PNR - 0,3%; PTP - 0,3%; PPM - 0,3%; PND - 0,2%; PPV - 0,1%; POUS - 0,1%; PDA - 0,1%; PH - 0,1%
  23. MPT - 0,4%; AGIR - 0,4%; NC - 0,4%; PPM - 0,3%; JPP - 0,3%; PURP - 0,3%; AA - 0,1%; PPV/CDC - 0,0%
  24. O PPD/PSD concorreu coligado com o CDS-PP (coligação Madeira Primeiro) no círculo eleitoral da Madeira e coligado com o CDS-PP e o PPM (coligação Aliança Democrática) no círculo eleitoral dos Açores, tendo elegido mais 3 e 2 deputados nestes dois círculos, respetivamente. Os parceiros de coligação não elegeram deputados.
  25. 2 eleitos pelo CDS – Partido Popular
  26. O PPD/PSD concorreu coligado com o CDS-PP nos círculos eleitorais da Madeira e do continente (AD - Coligação PSD/CDS) e coligado com o CDS-PP e o PPM no círculo eleitoral dos Açores (Aliança Democrática), tendo elegido mais 3 deputados neste último.
  27. PPD/PSD.CDS-PP.PPM (Aliança Democrática) - 0,6% (3 deputados eleitos); JPP - 0,3% (1 deputado eleito); JPP - 0,3% (1 deputado eleito); RIR - 0,2%; VP - 0,2%; PCTP/MRPP - 0,2%; ND - 0,2%; E - 0,2%; PLS - 0,1%; PPM - 0,1%; NC 0,1%; MPT - 0,0%; PTP - 0,0%

Referências

  1. «Método de Hondt | Comissão Nacional de Eleições». www.cne.pt. Consultado em 26 de julho de 2015
  2. «Assembleia da República | Comissão Nacional de Eleições». www.cne.pt. Consultado em 26 de julho de 2015
  3. https://www.parlamento.pt/Parlamento/paginas/monarquia.aspx
  4. «"Sufrágio Universal" (1918)». www.parlamento.pt. Consultado em 25 de junho de 2025
  5. «Carolina Beatriz Ângelo». www.parlamento.pt. Consultado em 25 de junho de 2025
  6. «Eleições de 1911». www.iscsp.utl.pt. Consultado em 25 de junho de 2025. Arquivado do original em 12 de junho de 2013
  7. Orbis (23 de janeiro de 2021). «A evolução do sufrágio em portugal». Orbis. Consultado em 25 de junho de 2025
  8. «"Sufrágio Universal" (1918)». www.parlamento.pt. Consultado em 25 de junho de 2025
  9. Ferreira, A. S. (2018). As eleições no Estado Novo: as eleições presidenciais de 1949 e 1958. História: Revista Da Faculdade De Letras Da Universidade Do Porto, 7.
  10. «Esperança frustrada». Comissão Comemorativa 50 Anos 25 Abril. Consultado em 3 de agosto de 2025

Ligações externas

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