Geografia de Santa Catarina

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Geografia de Santa Catarina
Ficha técnica
Área 95.346,181 km²
Relevo terrenos baixos, enseadas e ilhas no litoral, planaltos a leste e oeste e depressão no centro.
Ponto mais elevado Morro da Bela Vista do Guizoni 1.823.49 m. Marco Geodésico IBGE No. 70
Rios principais Uruguai, Canoas, Pelotas, Negro.
Vegetação mangues no litoral, mata das araucárias no centro, campos a sudoeste e faixas da floresta a leste e oeste.
Clima subtropical Cfa e Cfb
Hora local -3
Gentílico catarinense ou barriga-verde
Mapa
SantaCatarina MesoMicroMunicip.svg

Geografia de Santa Catarina é um domínio de estudos e conhecimentos sobre as características geográficas do território catarinense. No decorrer do litoral, ocorrem planícies, terrenos de pouca altitude, enseadas e ilhas. Essa parte do relevo ganha a denominação de Planaltos e Serras de Leste-Sudeste. No centro-leste de Santa Catarina, ocorre a Depressão Periférica. No oeste, sudeste e centro do estado, regiões nas quais as serras são mais frequentes, o relevo compartimentado é formado pelos Planaltos e Chapadas da Bacia do Paraná.[1]

A região que drena a parte oriental do estado é a bacia hidrográfica do Atlântico Sul. O Itajaí é o rio mais importante dessa parte de Santa Catarina. No centro e no oeste, estão localizados afluentes do rio Uruguai, como Pelotas, Canoas, do Peixe e Chapecó. Esses cursos de água fazem parte da Bacia Hidrográfica do Rio Uruguai.[1]

Santa Catarina tem um clima subtropical úmido. As temperaturas médias são muito variáveis conforme o local: são mais frias nas regiões serranas (onde pode cair neve no inverno) e mais quentes no litoral, no sudeste e no oeste catarinense. As chuvas têm boa distribuição no decorrer do ano, alcançando, em média, 1.500 mm anuais. Nas suas origens históricas, a vegetação que recobria o estado era de florestas e campos. A Mata Atlântica era predominante nas serras litorâneas e, nas extensões mais altas das regiões serranas, a Mata de Araucárias. Os campos ocorrem em manchas espalhadas pelo estado inteiro.[1]

Distribuição e localização do território[editar | editar código-fonte]

Mapa brasileiro mostrando seus estados classificados por área.

Abrangendo uma área territorial de 95 736,165 km² (com inclusão das águas internas), Santa Catarina é a unidade federativa de menor extensão territorial da Região Sul do Brasil.[2] É ainda o vigésimo maior do Brasil: apenas o Distrito Federal, Sergipe, Alagoas, o Rio de Janeiro, o Espírito Santo, o Rio Grande do Norte e a Paraíba são menos extensos,[2] ao contrário do Acre, de Pernambuco, do Amapá, do Ceará e do seu vizinho Paraná.[2] Seu território tem o tamanho aproximado da Hungria,[3] e abrange 16,57% da região Sul do Brasil e 1,12% do território brasileiro.[4]

Localização, fronteiras e pontos extremos[editar | editar código-fonte]

Em sua totalidade, o território catarinense está localizado na posição sul em relação ao Trópico de Capricórnio, sendo o estado inteiramente situado no hemisfério ocidental, no hemisfério sul e na zona temperada do sul.[nota 1] Situa-se entre os paralelos 25º57'41" de latitude sul e 29º23'55"  de latitude sul e entre os meridianos 48º19'37" de longitude oeste e 53º50'00" de longitude oeste.[nota 2] Como Santa Catarina tem o formato aproximado de um pássaro com a sua asa na porção oeste e a pata no extremo sul, mais precisamente de uma ave sem cabeça no nordeste, é mais extenso no sentido leste-oeste do que no sentido norte-sul.[nota 3] Entretanto, como essas distâncias são tão diferentes, costuma-se dizer que Santa Catarina é um estado desigualmente distante: a distância leste-oeste em linha reta alcança 543 km e norte-sul 400 km.[nota 2]

O estado ocupa uma pequena área no centro da Região Sul do Brasil e inclui grande parte do seu interior com sua porção oeste mais estreita do que no centro-leste do estado, compartilhando fronteiras terrestres com o Paraná ao norte; com o Rio Grande do Sul ao sul; com o oceano Atlântico a leste e com a província argentina de Misiones a oeste.[5] Compartilha duas fronteiras comuns com todos os estados da Região Sul do Brasil, e engloba uma série de arquipélagos oceânicos próximos à Ilha de Santa Catarina. Totalizam-se então 2 536 km de fronteira, sendo 1975 km terrestres e 561 km marítimas.[4]

Os pontos extremos do território catarinense são:[4]

Divisão política e fusos horários[editar | editar código-fonte]

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Mapa da divisão administrativa de Santa Catarina.

Santa Catarina é uma unidade federativa inseparável da República Federativa do Brasil, constituída pela sua união indissolúvel de 295 municípios-membros, juntamente com a capital Florianópolis, agrupados no interior de 6 mesorregiões e 20 microrregiões;[6] dentre os 295 municípios, 31 são litorâneos e 264 são interioranos. Os municípios em geral têm como sede a cidade, chamada de distrito-sede na maior parte dos casos em que o território municipal é dividido em distritos.[7]

As divisões políticas têm como objetivo o controle administrativo do território estadual e foram configuradas, cronologicamente, com a implementação das vilas e, finalmente, os municípios e suas atuais divisões em distritos/administrações regionais e os bairros oficiais.[8] A elaboração da divisão em mesorregiões e microrregiões foi instituída em 1990,[9] ao mesmo tempo que a disposição da área dos municípios do território catarinense se encontrava praticamente definida; somente Balneário Rincão e Pescaria Brava foram criados posteriormente à década de 1990.[7] Atualmente, Santa Catarina encontra-se dividida em 295 municípios.[nota 4]

O fuso horário é igual ao de Brasília: três horas a menos em relação a Greenwich - UTC-3.[10][11][12] Uma vez por ano - em geral entre outubro e fevereiro - adota-se o horário de verão, quando os relógios são adiantados uma hora para poupar energia.[13] A tensão elétrica no estado é de 220 volts.[nota 5]

Geomorfologia e hidrografia[editar | editar código-fonte]

Com 77% de seu território com altitude superior a 300 metros e 52% com altitudes superiores a 600 metros, Santa Catarina destaca-se dentre as unidades federativas brasilianas de relevo mais alto. Quatro unidades geomorfológicas, que vão do litoral ao interior, formam o relevo estadual:[14] baixada litorânea, serra do Mar, planalto paleozoico e planalto basáltico.[14]

A baixada litorânea engloba as terras que localizam-se numa altitude menor que 200 metros. Na parte norte, é bem alargada, entrando sertão adentro, por meio dos vales que correm da serra do Mar. Em direção ao sul, é progressivamente curto.[14]

A baixada litorânea é dominada pela serra do Mar na parte oeste. Menos na porção setentrional do estado, em que compõe a borda montanhosa de um planalto razoavelmente médio, a serra possui traço bem diversificado em relação ao demonstrado por ela em demais unidades federativas como Paraná e São Paulo. Em Santa Catarina, constitui uma faixa de montanhas, com altitude superior a mil metros, formada por um grupo de maciços separados pela profundidade dos vales dos rios que descem para o oceano Atlântico.[14]

Na retaguarda da serra do Mar, a superfície aplainada do extenso planalto paleozoico divide-se em espaços separados pelos cursos de água que percorrem serra abaixo em direção ao oceano Atlântico. A altura do planalto paleozoico é perdida na direção norte-sul; no sul do estado vai se confundindo com a planície litorânea, já que a serra do Mar não vem para esta região de Santa Catarina.[14]

A maioria do território da unidade federativa é abrangida pelo planalto basáltico. Este é constituído por sedimentos basálticos (derrames de lavas), que alternam-se com sedimentos areníticos, tendo como limite a leste uma borda montanhosa denominada de serra Geral. Na porção setentrional do território estadual, a borda do planalto basáltico está situada no sertão; em direção ao sul, chega aos poucos perto do litoral até o seu declive direcionado ao mar. A área do planalto é razoável e inclina-se com leveza para oeste. Vales aprofundados foram abertos pelos rios que descem em direção ao estado vizinho do Paraná.[14]

São pouco férteis os terrenos da floresta ombrófila mista, da mesma forma que os solos dos campos, os quais se aproveitam para a pecuária leiteira e de corte. Os solos de floresta subtropical úmida caracterizam-se por sua fertilidade, apesar de seu grande desgaste por sua utilização imprópria.[15]

Os rios que descem pelo território de Santa Catarina fazem parte de ambos os sistemas autônomos delimitados pela serra Geral e pela serra do Mar. A bacia do Atlântico Sul é constituída por bacias delimitadas entre si, como as sub-bacias fluviais do Itajaí-Açu, do Tubarão, do Araranguá, do Tijucas e do Itapocu.[16]

No sertão do estado, duas bacias se juntam para que seja formada a bacia do rio da Prata: a bacia fluvial do Paraná, cujo afluente de maior importância é o rio Iguaçu, e a região hidrográfica do Uruguai, que tem como maiores afluentes: Pelotas, Canoas, Chapecó e do Peixe.[16]

Clima[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Clima de Santa Catarina
Neve na zona rural de São Joaquim, Santa Catarina, em 2010.

O território catarinense abrange dois tipos climáticos, a saber: o subtropical úmido com verões cálidos (Cfa) e o subtropical úmido com verões não muito quentes (Cfb). O subtropical Cfa é o tipo climático da baixada litorânea e das porções de menor altitude do planalto (extremidade oeste e vale do rio Uruguai). Possui temperaturas médias registradas de 20º C, na baixada e no vale do Uruguai, e 18º C, na extremidade oeste; a quantidade de chuvas, com boa distribuição ao longo do ano, alcança 1 500 mm por ano.[16] O subtropical Cfb é o tipo climático do restante do planalto. Possui temperaturas médias registradas entre 18 e 16º C por ano. As temperaturas de verão e de inverno são diferentes, e isso pronuncia-se bastante, com uma amplitude térmica acima de 90º C por ano. As invernadas são bem frias: em algumas regiões, são observados anualmente cerca de 25 dias de geada. A quantidade de chuvas é igual à do tipo anterior. O fato único, no entanto, é que uma diminuta porção chuvosa cai no formato de neve na região de São Joaquim,[16] especialmente a região do Brasil onde neva muito mais,[17] assim como em nações do hemisfério norte como Canadá, EUA e Rússia.[nota 6]

Vegetação e meio ambiente[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Vegetação de Santa Catarina

A vegetação original do estado abrange duas formações vegetais: florestas e campos. As florestas, ocupantes de 65% do território de Santa Catarina, foram muito desflorestadas. Mas a silvicultura cresceu bastante, porque o governo incentivou muito para que acontecesse tal reflorestamento e também porque a indústria de madeira se desenvolveu. No planalto, são apresentadas no formato de florestas que misturam coníferas (araucárias) e latifoliadas e, na baixada e sopé da serra do Mar, somente como floresta latifoliada. Os campos aparecem como manchas que espalham-se dentro da floresta mista. Os principais são os de São Joaquim, Lages, Curitibanos e Campos Novos.[16]

O estado de Santa Catarina tem em seu território o registro de cerca de 600 espécies de aves,[18] cerca de 150 espécies de mamíferos,[19] cerca de 140 denominações sistemáticas de espécies de anfíbios[20] e cerca de 1150 designações taxonômicas de espécies de Lepidoptera (borboletas e mariposas),[21] bem como o registro de cerca de 2 300 títulos biotáxicos de espécies de plantas vasculares.[22]

A vegetação do Oeste Catarinense é caracterizada em sua maior parte pela presença da Floresta Ombrófila Mista, seguida da Floresta Estacional Decidual, principalmente ao longo das margens do rio Uruguai e seus afluentes, como rio do Peixe e rio Jacutinga. Em menores áreas, possui a presença de campos naturais, como por exemplo, no município de Água Doce. Na região há o registro de 95 espécies de orquídeas e 19 espécies bromélias.[23][24] Foram registradas mais de 1300 espécies de insetos no oeste de Santa Catarina, sendo 382 de Hymenoptera (formigas, abelhas e vespas), 230 de Coleoptera (besouros) e 199 de Lepidoptera (borboletas e mariposas).[25][26] Neste região também há o registro de mais de 350 espécies de aves, incluindo espécies ameaçadas como papagaio-de-peito-roxo (Amazona vinacea) e papagaio-charão (Amazona pretrei).[27][28][29][30][31][32][33][34][35][36][37][38][39][40]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Notas

Referências

  1. a b c «Quadro físico». Almanaque dos Estados Brasileiros. Consultado em 19 de junho de 2015 
  2. a b c Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). «Área Territorial Oficial - Consulta por Unidade da Federação». Consultado em 9 de abril de 2014. Cópia arquivada em 9 de abril de 2014 
  3. «3. Population by sex, rate of population increase, surface area and density» (PDF) (em inglês). United Nations Statistics Division. 2007. p. 59. Consultado em 5 de setembro de 2010 
  4. a b c d e f g «Pontos extremos e posição geográfica de Santa Catarina». angelfire.com. Consultado em 21 de junho de 2015 
  5. «Santa Catarina». Só Geografia. Consultado em 21 de junho de 2015 
  6. «Constituição do Estado de Santa Catarina» (PDF). Assembleia Legislativa de Santa Catarina. 2013. Consultado em 21 de junho de 2015 
  7. a b Natália Cancian (11 de novembro de 2013). «País tem 269 distritos em condições de separação do município-sede». Folha de S. Paulo. Consultado em 14 de dezembro de 2014 
  8. Fernando João da Silva (2008). «Divisão político-administrativa de Santa Catarina: do passado ao presente». Universidade do Estado de Santa Catarina. Consultado em 21 de junho de 2015 
  9. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). «Divisão regional do Brasil em mesorregiões e microrregiões geográficas: volume 1» (PDF). Consultado em 21 de junho de 2015 
  10. Wagner de Cerqueira e Francisco (2012). «Fuso Horário Brasileiro». Brasil Escola. Consultado em 3 de abril de 2012 
  11. Observatório Nacional (ON) (2014). «Hora Legal Brasileira». Consultado em 10 de janeiro de 2015 
  12. Rodolfo Alves Pena (2014). «Afinal, existem quantos fusos horários no Brasil?». Brasil Escola. Consultado em 12 de setembro de 2014 
  13. Observatório Nacional do Rio de Janeiro (2012). «Decretos sobre o Horário de Verão no Brasil». Consultado em 3 de abril de 2012 
  14. a b c d e f Garschagen 2000, p. 82.
  15. Arruda 1988, p. 7133.
  16. a b c d e Garschagen 2000, p. 83.
  17. Ricardo Manini. «Onde já nevou no Brasil?». Mundo Estranho. Consultado em 19 de junho de 2015 
  18. Lenir Alda do Rosário. «Portal das Aves de Santa Catarina» 
  19. Cherem, Jorge J.; Simões-Lopes, Paulo C.; Althoff, Sérgio; Graipel, Maurício E. (2004). «Lista dos mamíferos do Estado de Santa Catarina, Sul do Brasil». Mastozoologia Neotropical. 11: 151-184 
  20. Gonsales, Elaine M. Lucas (2008). Diversidade e conservação de anfíbios anuros no estado de Santa Catarina, sul do Brasil. [S.l.: s.n.] 
  21. Piovesan, Monica; Orlandin, Elton; Favretto, Mario Arthur; Santos, Emili Bortolon (2014). «Contribuição para o conhecimento da lepidopterofauna de Santa Catarina». Scientia Plena. 10: 1-32 
  22. Vibrans, A.C.; Sevegnani, L.; Gasper, A.L.; Lingner, D.V. (2012). «Gasper, A.L.; Meyer, L.; Sevegnani, L.; Sobral, M.E.G.; Bonnet, A. Flora vascular de Santa Catarina.». Inventário florístico florestal de Santa Catarina: diversidade e conservação de remanescentes florestais. [S.l.: s.n.] p. 99-111. ISBN 978-85-7114-330-2 
  23. Geuster, Cleiton José; Favretto, Mario Arthur (2014). «Distribuição de orquídeas e bromélias no oeste de Santa Catarina, sul do Brasil». Biota Amazônia. 4 (4): 52-59 
  24. Favretto, Mario Arthur; Geuster, Cleiton José (2011). Orquídeas e bromélias do Vale do Rio do Peixe, Santa Catarina, Brasil. [S.l.: s.n.] ISBN 978-85-915509-2-0 
  25. Favretto, Mario Arthur; Santos, Emili Bortolon; Geuster, Cleiton José (2013). «Entomofauna do oeste do estado de Santa Catarina, Brasil». EntomoBrasilis. 6 (1): 42-63. doi:10.12741/ebrasilis.v6i1.271 
  26. Favretto, Mario Arthur; dos Santos, Emili Bortolon; Geuster, Cleiton José (2013). Insetos do oeste de Santa Catarina. [S.l.: s.n.] 317 páginas. ISBN 978-85-915509-1-3 
  27. Guzzi, Anderson; Favretto, Mario Arthur (2014). «Composição da avifauna de um remanescente florestal nas margens do rio Chapecozinho, Santa Catarina, Brasil». Neotropical Biology and Conservation. 9 (3): 134-146 
  28. Favretto, Mario Arthur; dos Santos, Emili Bortolon (2013). «Favretto, Mario Arthur. Variação sazonal da avifauna em dois municípios no Oeste de Santa Catarina, Brasil». Estudos da fauna do oeste de Santa Catarina: microrregiões de Joaçaba e Chapecó. [S.l.: s.n.] p. 141-171. 172 páginas. ISBN 978-85-915509-7-5 
  29. Favretto, Mario Arthur; Santos, Emili Bortolon (2009). «Coleção de aves do Laboratório de Zoologia da Unoesc, Santa Catarina, Brasil: observações sobre o início da construção do acervo». Atualidades Ornitológicas (152): 33-35 
  30. Favretto, Mario Arthur; Geuster, Cleiton José (2008). «Observações ornitológicas no oeste de Santa Catarina, Brasil - parte II». Atualidades Ornitológicas (144) 
  31. Favretto, Mario Arthur; Geuster, Cleiton José (2008). «Observações ornitológicas no oeste de Santa Catarina, Brasil - parte I». Atualidades Ornitológicas (143): 49-54 
  32. Favretto, Mario Arthur; Geuster, Cleiton José; Spier, Edson Fernando; Lingnau, Rodrigo (2009). «Observações ornitológicas no oeste de Santa Catarina, Brasil - parte III». Atualidades Ornitológicas (149): 50-51 
  33. Favretto, Mario Arthur; Zago, Tiago; Guzzi, Anderson (2008). «Avifauna do Parque Natural Municipal Rio do Peixe, Santa Catarina, Brasil». Atualidades Ornitológicas (141): 87-93 
  34. Ghizoni-Jr, Ivo Rohling; Azevedo, Marcos Antonio Guimarães (2010). «Registros de algumas aves raras ou com distribuição pouco conhecida em Santa Catarina, sul do Brasil, e relatos de três novas espécies para o Estado». Atualidades Ornitológicas. 154 
  35. Ghizoni-Jr, Ivo Rohling (2009). «Composição de bandos mistos de aves no Parque Estadual das Araucárias, oeste de Santa Catarina, Brasil». Biotemas. 22: 143-148 
  36. Müller, Eliara Solange; Fortes, Vanessa Barbisan (2005). «Levantamento avifaunístico preliminar da Fazenda Tamanduá, Vargem Bonita / SC». Acta Ambiental Catarinense. 4: 45-70 
  37. Müller, Eliara Solange; Matiazzo, Mariléa Fátima; Campos, Gelson (2005). «Avifauna da Floresta Nacional de Chapecó (Gleba II), Distrito de Marechal Bormann, Chapecó, Santa Catarina». Acta Ambiental Catarinense. 4: 43-54 
  38. Guzzi, Anderson (2008). «Favretto, Mario Arthur; Guzzi, Anderson. Avifauna». Vertebrados do Baixo Rio do Peixe. [S.l.: s.n.] p. 77-106. ISBN 978-85-87089-60-1 
  39. Favretto, Mario Arthur (2011). «Favretto, Mario Arthur; Guzzi, Anderson. Avifauna». Parque Natural Municipal Rio do Peixe, Joaçaba, SC - volume I: Fauna de Vertebrados. [S.l.: s.n.] p. 120-172. ISBN 978-85-915509-4-4 
  40. Cherem, Jorge J.; Kammers, Marcelo (2008). «Azevedo, M.A.G.; Ghizoni-Jr., I.R. Aves». A fauna das áreas de influência da Usina Hidrelétrica Quebra Queixo. [S.l.: s.n.] p. 131-150. ISBN 978-85-915509-4-4 

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • Arruda, Ana (1988). «Santa Catarina». Enciclopédia Delta Universal. 13. Rio de Janeiro: Delta. p. 7133 
  • Garschagen, Donaldson M. (1998). «Santa Catarina». Nova Enciclopédia Barsa. 13. São Paulo: Encyclopaedia Britannica do Brasil Publicações Ltda. pp. 82–83 


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