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Olimpíada Internacional de Linguística

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Logo da Olimpíada Internacional de Linguística.

A Olimpíada Internacional de Linguística (em inglês: International Linguistics Olympiad), ou simplesmente IOL, é uma olimpíada de conhecimento em linguística que ocorre anualmente a nível internacional, em local itinerante, sendo destinada a estudantes do ensino médio de todo o mundo. A sigla "IOL" foi escolhida com o propósito de não refletir a ordem do nome da competição em nenhuma língua específica.

Sua primeira edição ocorreu em 2003, em Borovets, na Bulgária, com a participação de seis países, majoritariamente do Leste Europeu. Desde então, o evento tem crescido e já chegou a contar com a participação de mais de 40 países. O Brasil é representado na competição desde a sua nona edição, de 2011, através da Olimpíada Brasileira de Linguística.

O formato da competição consiste na resolução, individual e em equipes, de problemas linguísticos autossuficientes. Essas questões abrangem as mais diversas áreas da linguística, como fonologia, morfologia, sintaxe, semântica, linguística histórica, sociolinguística, linguística computacional, pragmática, métodos formais, linguística de corpus, entre outras, e não exigem o conhecimento prévio da língua abordada, somente são necessários conceitos fundamentais do funcionamento de línguas, de cultura geral e de pensamento lógico.[1]

Todos as questões são elaboradas internamente pelo Comitê de Problemas da IOL, e a correção é conduzida pelo Júri Internacional, composto de membros do Comitê de Problemas e de especialistas afiliados. As provas são físicas em papel e não é permitido nenhum tipo de consulta ou comunicação externa[1]

Além da competição, o evento inclui cerimônias formais, atividades culturais, excursões turísticas e oficinas pedagógicas. Isso permite um maior espaçamento entre as provas individual e por equipes, que ocorrem em dias diferentes, e busca fomentar a confraternização entre as delegações.[1]

Cerimônia de abertura da IOL 2024, em Brasília, com todas as delegações participantes, o júri e os voluntários.

Línguas de trabalho

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Problema #4 (Dâw) da IOL Brasília 2024, de autoria do brasileiro João Henrique Oliveira Fontes.

Como uma olimpíada internacional, o idioma de cada prova é determinado pela língua materna do participante, de forma a não favorecer certos falantes nativos em detrimento dos outros competidores. A tradução dos problemas é feita por um comitê independente das respectivas delegações internacionais e qualquer língua pode ser solicitada para integrar as línguas de trabalho das provas. Atualmente, a IOL tem as seguintes línguas de trabalho:[1][2]

Prova individual

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A prova individual é a primeira das competições, sendo composta por cinco problemas inéditos que devem ser resolvidos em até seis horas, sem pausas.[1][3]

Prova por equipes

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A prova por equipes ocorre após a prova individual, em outro dia. Cada equipe, formada por até quatro estudantes de um país ou região, tem entre três a quatro horas para resolver a prova conjuntamente. Desde a segunda edição da olimpíada, a prova por equipes é formada por uma questão única de complexidade e dificuldade elevadas, mas, na primeira edição, de 2003, a prova por equipes foi excepcionalmente composta por três problemas.[1][4]

História

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Cartaz da Primeira Olimpíada Tradicional de Linguística e Matemática de Moscou, 1965.

A primeira olimpíada de linguística para alunos do ensino médio foi organizada em 1965 em Moscou, na União Soviética, por iniciativa do estudante de linguística Alfred Zhurinsky sob a orientação do matemático Vladimir Uspensky. Nas décadas subsequentes, a iniciativa se disseminou, primeiro para a Bulgária (1982) e posteriormente para São Petersburgo (Rússia), Tchéquia, Letônia, Estônia e Países Baixos. Esses países foram os participantes da primeira Olimpíada Internacional de Linguística, então chamada de Olimpíada de Linguística Teórica, Matemática e Aplicada, realizada em 2003 em Borovets, na Bulgária.[5][6][7]

Atualmente, equipes de mais de 50 países já participaram de pelo menos uma edição da IOL, representando todos os continentes menos a África, onde há iniciativas de criar olimpíadas de linguística nos âmbitos nacionais.[5][8]

Países que já integraram a IOL (atualizado em 2025).
  Países que já sediaram e participaram.
  Países que já participaram.
Países e territórios que já participaram
  1. a Desde 2017 o Canadá compete com dois times separados, um anglófono e outro francófono.

Edições

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Borovets 2003

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Vista de Borovets em 2015.

A primeira edição da olimpíada foi realizada de 6 a 12 de setembro de 2003 na Bulgária sob organização geral de Iliyana Raeva. A cidade-sede escolhida foi Borovets (em búlgaro: Боровец, AFI: [ˈbɔrovɛt͡s]), uma vila de esqui histórica e tradicional no país, e a competição ocorreu no Hotel Chamkoria.[9][10]

Seis países, que são considerados os fundadores da IOL, enviaram delegações para o evento, foram eles: Bulgária (com três equipes); Tchéquia; Estônia; Letônia; Países Baixos; e Rússia (com duas equipes, uma de Moscou e uma de São Petersburgo). No total, a edição teve 33 participantes.[11][10]

Os problemas da prova individual foram: 1. Álgebra Transcedental de Jacob Linzbach, de autoria de Ksenia Gilyarova; 2. Igualdades aritméticas em árabe egípcio, de autoria de Ivan Derzhanski; 3. Expressões de datas em basco, de autoria de Alexandre Arkhipov; 4. Estruturas de sentenças em adigue, de Yakov Testelets; 5. Prefixos verbais em francês, de Boris Iomdin. Já a prova por equipes teve três problemas e abordou: 1. Relações entre as línguas tocarianas (tocariano A, tocariano B e prototocariano), de autoria de Svetlana Burlak; 2. Uso de índices para a marcação de posse, de autoria de Maria Rubinstein; 3. Verbos performativos, de autoria de Boris Iomdin. Ademais, o Comitê de Problemas foi presidido por Ivan Derzhanski.[12][10]

O júri concedeu 7 medalhas (3 de ouro, 2 de prata e 2 de bronze), além de 3 troféus para a competição por equipes, 3 troféus para a equipe com a maior média de pontuação e 9 prêmios para as melhores soluções dos problemas. O primeiro lugar da prova individual foi para Alexandra Petrova (Rússia, time de São Petersburgo) e o time com a melhor média de pontuação individual e melhor desempenho na prova por equipes foi dos Países Baixos.[13]

Quadro de medalhas da 1ª IOL[13]
Ordem País ou

território

Prova individual Prova por equipes Total
Medalha de ouro Medalha de prata Medalha de bronze Medalha de ouro Medalha de prata Medalha de bronze
1  Rússia 2 1 1 0 1 1 7
2  Países Baixos 1 1 0 1 0 0 3
3  Bulgária 0 0 1 0 0 0 1

Moscou 2004

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Prédio principal da Universidade Estatal Russa para as Humanidades em 2015.

A segunda edição da olimpíada foi realizada de 31 de julho a 2 de agosto de 2004 na Rússia. A cidade-sede escolhida foi Moscou (em russo: Москва, AFI: [mɐˈskva]), capital e maior cidade do país, e a competição ocorreu na Universidade Estatal Russa para as Humanidades (RGGU).[14][10]

Sete países enviaram delegações para o evento. Em relação à edição anterior, a Polônia e a Sérvia entraram para a competição pela primeira vez, mas a Tchéquia não participou. No total, a edição teve 43 participantes.[15][10]

Os problemas da prova individual foram: 1. Sintaxe de sentenças polares em kayapó, de autoria de Peter Zubkov; 2. Adequação vocabular em traduções para o inglês, de autoria de Boris Iomdin e Leonid Iomdin; 3. Mudanças fonéticas e reconstrução da pronúncia do latim, de autoria de Svetlana Burlak e Ilya Itkin; 4. Significado de palavras em lakota, de autoria de Ivan Derzhanski; 5. Transitividade e valência em verbos em tchuvache, de autoria de Boris Iomdin. Já o problema em equipe envolvia a escuta, a transcrição e a tradução de um diálogo em armênio. Ademais, o Comitê de Problemas foi presidido por Boris Iomdin.[16][10]

O júri concedeu 14 medalhas (3 de ouro, 4 de prata e 7 de bronze), além de 3 troféus para a competição por equipes, 3 troféus para a equipe com a maior média de pontuação e 9 prêmios para as melhores soluções dos problemas. O primeiro lugar da prova individual foi para Ivan Dobrev (Bulgária, time 1), a equipe com a melhor média de pontuação individual foi o time 1 da Bulgária e o melhor desempenho na prova por equipes foi do time de São Petersburgo da Rússia.[17]

Quadro de medalhas da 2ª IOL[17]
Ordem País ou

território

Prova individual Prova por equipes Total
Medalha de ouro Medalha de prata Medalha de bronze Medalha de ouro Medalha de prata Medalha de bronze
1  Bulgária 2 2 0 0 0 1 5
2  Rússia 1 1 4 1 0 0 7
3  Letônia 0 0 0 0 1 0 1

Leiden 2005

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Prédio principal do Centro de Linguística da Universidade de Leiden em 2003. Abaixo do prédio há um mural em escrita lontara.

A terceira edição da olimpíada foi realizada de 8 a 12 de agosto de 2005 nos Países Baixos sob organização geral de Michiel Arnoud Cor de Vann. A cidade-sede escolhida foi Leiden (em neerlandês: Leiden, AFI: [ˈlɛidən]), onde é localizada a Universidade de Leiden, instituição organizadora da Olimpíada Holandesa de Linguística e local da competição.[18][10]

Nove países enviaram delegações para o evento. Em relação à edição anterior, a Finlândia e a Romênia entraram para a competição pela primeira vez. No total, a edição teve 50 participantes.[19][10]

Os problemas da prova individual foram: 1. Sintaxe em tsotsil, de autoria de Boris Iomdin; 2. Semântica em langu, de autoria de Ksenia Gilyarova; 3.Numerais mansi, de autoria de Ivan Derzhanski; 4. Posse em iorubá, de autoria de Ivan Derzhanski; 5. Tônicas em lituano, de autoria de Alexander Lubotsky. Já o problema em equipe envolvia a criação de uma ortografia a partir de frases faladas em figuig, de autoria de Maarten Kossmann e Alexander Lubotsky. Ademais, o Comitê de Problemas foi presidido por Ksenia Gilyarova.[20][10]

O júri concedeu 6 medalhas (1 de ouro, 1 de prata e 4 de bronze), além de 9 menções honrosas, 3 troféus para equipes, 3 troféus para as equipes com a maior média de pontuação e 8 prêmios para as melhores soluções dos problemas. O primeiro lugar da prova individual foi para Ivan Dobrev (Bulgária, time 1), a equipe com a melhor média de pontuação individual foi o time 1 da Bulgária e o melhor desempenho na prova por equipes foi do time 1 dos Países Baixos.[21]

Quadro de medalhas da 3ª IOL[21]
Ordem País ou

território

Prova individual Prova por equipes Total
Medalha de ouro Medalha de prata Medalha de bronze Medalha de ouro Medalha de prata Medalha de bronze
1  Bulgária 1 0 2 0 0 1 4
2  Países Baixos 0 0 0 1 0 0 1
3  Rússia 0 1 2 0 1 1 5

Tartu 2006

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Prédio principal da Universidade de Tartu em 2022.

A quarta edição da olimpíada foi realizada de 1 a 6 de agosto de 2006 na Estônia sob organização geral de Renate Pajusalu. A cidade-sede escolhida foi Tartu (em estoniano: Tartu, AFI: [ˈtɑrtˑu]), segunda maior cidade do país, e a competição ocorreu na Universidade de Tartu (UT).[22][23]

Nove países enviaram delegações para o evento. Em relação à edição anterior, a Lituânia entrou para a competição pela primeira vez, mas a Romênia não participou. No total, a edição teve 51 participantes.[24][23]

Os problemas da prova individual foram: 1. Coordenação em sentenças lakota, de autoria de Pyotr Arkadiev; 2. Substantivos plurais em catalão, de autoria de Boris Iomdin; 3. "Escrita redonda" do alfabeto khmer, de autoria de Sergey Dmitrenko; 4. Posse em udihe, de autoria de Boris Iomdin; 5. Sentenças em ngoni, de autoria de Olga Fyodorova. Já o problema em equipe envolvia a descrição do vocabulário e da gramática da língua de sinais americana (ASL). Ademais, o Comitê de Problemas foi presidido por Alexander S. Berdičevskis.[25][23]

O júri concedeu 13 medalhas (3 de ouro, 6 de prata e 4 de bronze), além de 2 menções honrosas, 3 troféus para equipes, 3 troféus para as equipes com a maior média de pontuação e 6 prêmios para as melhores soluções dos problemas. O primeiro lugar da prova individual foi para Maria Kholodilova (Rússia, time de São Petersburgo), a equipe com a melhor média de pontuação individual foi o time 1 da Bulgária e o melhor desempenho na prova por equipes foi do time 2 da Bulgária.[26]

Quadro de medalhas da 4ª IOL[26]
Ordem País ou

território

Prova individual Prova por equipes Total
Medalha de ouro Medalha de prata Medalha de bronze Medalha de ouro Medalha de prata Medalha de bronze
1  Bulgária 2 3 0 1 0 0 6
2  Rússia 1 3 2 0 0 0 6
3  Países Baixos 0 0 0 0 1 0 1

São Petersburgo 2007

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Prédio principal da Faculdade de Filologia da Universidade Estatal de São Petersburgo, principal apoiadora da Olimpíada Tradicional de Linguística e Matemática de São Petersburgo, em 2015.

A quinta edição da olimpíada foi realizada de 31 de julho a 4 de agosto de 2007 pela segunda vez na Rússia sob organização geral de Stanislav Gurevich. A cidade-sede escolhida foi São Petersburgo (em russo: Санкт-Петербу́рг, AFI: [ˈsankt pʲɪtʲɪrˈburk]), segunda maior cidade do país e localização de uma das duas olimpíadas de linguística russas, a competição ocorreu no Hotel Gelios.[27][28]

Nove países enviaram delegações para o evento. Em relação à edição anterior, a Espanha, a Suécia e os Estados Unidos entraram para a competição pela primeira vez, mas a Finlândia, a Lituânia e a Sérvia não participaram. Essa foi a primeira vez que um país não europeu esteve presente na competição. No total, a edição teve 61 participantes.[29][28]

Os problemas da prova individual foram: 1. Escrita em braille; 2. Negação em movima; 3. Formas verbais em georgiano; 4. Numerais ndom; 5. As correspondências entre turco e tártaro. Já o problema em equipe envolvia os termos genealógicos em havaiano. Ademais, o Comitê de Problemas foi presidido por Dmitry Gerasimov.[30][28]

O júri concedeu 12 medalhas (2 de ouro, 6 de prata e 4 de bronze), além de 4 troféus para a competição por equipes, 3 troféus para a equipe com a maior média de pontuação e 3 prêmios para as melhores soluções dos problemas. O primeiro lugar da prova individual foi para Adam Hesterberg (Estados Unidos, time 1), a equipe com a melhor média de pontuação individual foi o time 1 da Estônia e o melhor desempenho na prova por equipes foi dividido entre o time 2 dos Estados Unidos e o time de Moscou da Rússia.[31]

Quadro de medalhas da 5ª IOL[31]
Ordem País ou

território

Prova individual Prova por equipes Total
Medalha de ouro Medalha de prata Medalha de bronze Medalha de ouro Medalha de prata Medalha de bronze
1  Estados Unidos 1 0 0 1 0 0 2
2  Rússia 0 2 3 1 0 0 6
3  Polônia 1 0 0 0 0 0 1

Slantchev Briag 2008

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Vista de Slantchev Briag em 2009.

A sexta edição da olimpíada foi realizada de 4 a 9 de agosto de 2008 pela segunda vez na Bulgária, sob organização geral de Ilyana Petrova Raeva. A cidade-sede escolhida foi Slantchev Briag (em búlgaro: Слънчев бряг, AFI: [ˈsɫɤnt͡ʃɛf brʲak]; lit.: Costa Ensolarada), uma cidade litorânea turística de resortes de praia, a competição ocorreu no Black Sea Resort.[32][28]

Onze países enviaram delegações para o evento. Em relação à edição anterior, a Alemanha, a Coreia do Sul e a Eslovênia entraram para a competição pela primeira vez, mas a Espanha não participou. Essa foi a primeira vez que um país asiático esteve presente na competição. No total, a edição teve 67 participantes.[33][28]

Os problemas da prova individual foram: 1. Fonética do micmac; 2. Poesia em língua nórdica antiga; 3. Semântica e comparações entre drehu e cemuhi; 4. Morfologia zoque; 5. sentenças em inuktitut. Já o problema em equipe envolvia a comparação entre mandarim e cantonês. Ademais, o Comitê de Problemas foi presidido pela segunda vez por Ivan Derzhanski.[34][28]

O júri concedeu 20 medalhas (3 de ouro, 7 de prata e 10 de bronze), além de 4 troféus para a competição por equipes e 6 prêmios para as melhores soluções dos problemas. O primeiro lugar da prova individual foi para Alexander Daskalov (Bulgária, time West) e o melhor desempenho na prova por equipes foi dividido entre o time 2 dos Estados Unidos e o time East da Bulgária.[35]

Quadro de medalhas da 6ª IOL[35]
Ordem País ou

território

Prova individual Prova por equipes Total
Medalha de ouro Medalha de prata Medalha de bronze Medalha de ouro Medalha de prata Medalha de bronze
1  Estados Unidos 1 2 3 1 1 0 8
2  Bulgária 1 0 3 1 0 0 5
3  Países Baixos 1 0 0 0 1 0 2

Wroclaw 2009

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Prédio principal da Universidade de Wroclaw em 2014.

A sétima edição da olimpíada foi realizada de 26 a 31 de julho de 2009 na Polônia sob organização geral de Michał Śliwiński. A cidade-sede escolhida foi Wroclaw, por vezes conhecida por Breslávia (em polonês: Wrocław, AFI: [ˈvrɔt͡swaf]), onde é localizada a Universidade de Wroclaw (UWr), instituição organizadora da Olimpíada em Linguística Matemática da Polônia e local da competição.[36][37]

Dezessete países enviaram delegações para o evento. Em relação à edição anterior, a Austrália, a Índia, a Irlanda e o Reino Unido entraram para a competição pela primeira vez, e a Tchéquia e a Sérvia voltaram a participar depois de interrupções. Essa foi a primeira vez que um país da Oceania esteve presente na competição. No total, a edição teve 86 participantes.[38][37]

Os problemas da prova individual foram: 1. Numerais em sulka; 2. escrita n'ko em maninka e bamana; 3. nomes em birmanês; 4. Tônicas indo-europeias; 5. Sentenças em nahuatl. Já o problema em equipe envolvia textos em vietnamita. Ademais, o Comitê de Problemas foi presidido por Todor Tchervenkov.[39][37]

O júri concedeu 22 medalhas (2 de ouro, 9 de prata e 11 de bronze), além de 20 menções honrosas, 3 troféus para equipes, 3 troféus para as equipes com a maior média de pontuação e 9 prêmios para as melhores soluções dos problemas. O primeiro lugar da prova individual foi para Diana Sofronieva (Bulgária, time 1), a equipe com a melhor média de pontuação individual foi o time de Moscou da Rússia e o melhor desempenho na prova por equipes foi do time Red dos Estados Unidos.[40]

Quadro de medalhas da 7ª IOL[40]
Ordem País ou

território

Prova individual Prova por equipes Total
Medalha de ouro Medalha de prata Medalha de bronze Medalha de ouro Medalha de prata Medalha de bronze
1  Polônia 1 2 2 0 0 0 5
2  Estados Unidos 0 1 3 1 0 0 5
3  Bulgária 1 1 1 0 0 0 3
4  Rússia 0 2 1 0 0 1 4
5  Coreia do Sul 0 0 2 0 1 0 3

Estolcomo 2010

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Prédio do colégio Östra Real em 2011.

A oitava edição da olimpíada foi realizada de 19 a 24 de julho de 2010 na Suécia sob organização geral de Hedvig Skigård. A cidade-sede escolhida foi Estocolmo (em sueco: Stockholm, AFI: [ˈstɔ̂kːhɔlm]), capital e maior cidade do país, e a competição ocorreu no colégio Östra Real.[41][42]

Dezoito países enviaram delegações para o evento. Em relação à edição anterior, a Noruega e Singapura entraram para a competição pela primeira vez, mas a Tchéquia não participou. No total, a edição teve 99 participantes.[43][42]

Os problemas da prova individual foram: 1. Verbos em buduque; 2. Numerais drehu. 3. Semantografia; 4. Sequenciamento de mRNA; 5. Comparação de dois dialetos do romanche. Já o problema em equipe envolvia um dicionário em mongol. Ademais, o Comitê de Problemas foi presidido por Alexander Piperski.[44][42]

O júri concedeu 27 medalhas (3 de ouro, 9 de prata e 15 de bronze), além de 23 menções honrosas, 3 troféus para equipes, 3 troféus para equipes com a maior média de pontuação e 12 prêmios para as melhores soluções dos problemas. O primeiro lugar da prova individual foi dividido entre Andrey Nikulin (Rússia, time de Moscou) e Vadim Tukh (Rússia, time de São Petersburgo), a equipe com a melhor média de pontuação individual foi o time Blue dos Estados Unidos e o melhor desempenho na prova por equipes foi do time da Letônia.[45]

Quadro de medalhas da 8ª IOL[45]
Ordem País ou

território

Prova individual Prova por equipes Total
Medalha de ouro Medalha de prata Medalha de bronze Medalha de ouro Medalha de prata Medalha de bronze
1  Rússia 2 1 2 0 1 0 7
2  Estados Unidos 1 3 2 0 0 0 6
3  Letônia 0 1 1 1 0 0 3
4  Polônia 0 4 2 0 0 1 7
5  Estônia 0 0 2 0 0 0 2

Pitsburgo 2011

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Campus da Universidade Carnegie Mellon em 2015.

A nona edição da olimpíada foi realizada de 25 a 30 de julho de 2011 nos Estados Unidos sob a organização geral de Lori S. Levin. A cidade-sede escolhida foi Pitsburgo (em inglês: Pittsburgh, AFI: [ˈpɪtsbɜːrɡ]), segunda maior cidade da Pensilvânia, e a competição ocorreu na Universidade Carnegie Mellon (CMU). Essa foi a primeira vez que o evento foi sediado fora da Europa.[46][42]

Dezenove países enviaram delegações para o evento. Em relação à edição anterior, o Brasil, o Canadá, os Emirados Árabes e o Vietnã entraram para a competição pela primeira vez, mas a Alemanha, a Noruega e a Sérvia não participaram. No total, a edição teve 102 participantes.[47][42]

Delegação brasileira na IOL em Pitsburgo.

Essa foi a primeira edição em que um país da América Latina integrou o evento e a primeira participação do Brasil, em decorrência da fundação da Olimpíada Brasileira de Linguística na edição Kytã. Os dois times da delegação brasileira foram:[48]

Time Itararé Brasil

Time Suassuna Brasil

  • Ivan Tadeu Ferreira Antunes Filho (Lins São Paulo)
  • Marvin Ariel Dias Santos (Lagarto Sergipe)
  • Raphael Levi Ruscio de Castro Teixeira (São Paulo São Paulo)

Os problemas da prova individual foram: 1. Morfologia menomini; 2. Ortografia feroesa; 3. Sintaxe vai; 4. Semântica nahuatl; 5. Estrutura de códigos de barras da família EAN-13. Já o problema em equipe envolvia a métrica de poesia em sânscrito. Ademais, o Comitê de Problemas foi presidido por Adam Classen Hesterberg.[49][42]

O júri concedeu 25 medalhas (4 de ouro, 8 de prata e 13 de bronze), além de 25 menções honrosas, 3 troféus para equipes, 3 troféus para equipes com a maior média de pontuação e 5 prêmios para as melhores soluções dos problemas. O primeiro lugar da prova individual foi para Morris Alper (Estados Unidos, time Red), e o time com a melhor média de pontuação individual e melhor desempenho na prova por equipes foi time Red dos Estados Unidos.[50]

Quadro de medalhas da 9ª IOL[50]
Ordem País ou

território

Prova individual Prova por equipes Total
Medalha de ouro Medalha de prata Medalha de bronze Medalha de ouro Medalha de prata Medalha de bronze
1  Estados Unidos 1 4 1 1 0 0 7
2  Rússia 2 1 2 0 2 0 7
3  Estônia 1 0 2 0 0 0 3
4  Letônia 0 1 1 0 0 0 2
5  Bulgária 0 1 1 0 0 0 2

Liubliana 2012

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Prédio principal da Universidade de Liubliana em 2015.

A 10ª edição da olimpíada foi realizada de 29 de julho a 4 de agosto de 2012 na Eslovênia sob organização geral de Mirko Vaupotič. A cidade-sede escolhida foi Liubliana (em esloveno: Ljubljana, AFI: [ljuˈbljàːna]), capital e maior cidade do país, a competição ocorreu na Universidade de Liubliana (UL).[51][52]

Vinte e seis países/regiões enviaram delegações para o evento. Em relação à edição anterior, a China, a Grécia, a Hungria, Israel e o Japão entraram para a competição pela primeira vez, e a Alemanha, a Tchéquia, a Romênia e a Sérvia voltaram a participar depois de interrupções, mas os Emirados Árabes e o Vietnã não participaram. No total, a edição teve 131 participantes.[53][52]

Delegação brasileira na IOL em Liubliana.

O Brasil foi representado por um time selecionado através da edição Noke Vana da Olimpíada Brasileira de Linguística:[54]

Delegação brasileira Brasil

  • Ivan Tadeu Antunes Filho (Lins São Paulo) — medalha de prata
  • Marvin Ariel Dias Santos (Lagarto Sergipe)
  • Pedro Neves Lopes (São Paulo São Paulo) — medalha de bronze
  • Rafael Kazuhiro Miyazaki (São Paulo São Paulo) — menção honrosa; melhor solução

Os problemas da prova individual foram: 1. Sintaxe de dyirbal; 2. Numerais umbu-ungu; 3. Pronomes em basco; 4. Ordem sintática em teop; 5. Semântica do rotumano. Já o problema em equipe envolvia o nome de países em lao. Ademais, o Comitê de Problemas foi presidido pela terceira vez por Ivan Derzhanski.[55][52]

O júri concedeu 37 medalhas (8 de ouro, 13 de prata e 16 de bronze) a 131 participantes, além de 24 menções honrosas, 3 troféus para equipes, 3 troféus para equipes com a maior média de pontuação e 10 prêmios para as melhores soluções dos problemas. O primeiro lugar da prova individual foi para Anton Sokolov (Rússia, time de São Petersburgo), a equipe com a melhor média de pontuação individual foi o time de São Petersburgo da Rússia e o melhor desempenho na prova por equipes foi do time 2 dos Estados Unidos.[56]

Quadro de medalhas da 10ª IOL[56]
Ordem País ou

território

Prova individual Prova por equipes Total
Medalha de ouro Medalha de prata Medalha de bronze Medalha de ouro Medalha de prata Medalha de bronze
1  Estados Unidos 2 3 1 1 0 0 7
2  Rússia 2 1 2 0 0 0 5
3  Bulgária 2 0 1 0 0 0 3
4  Coreia do Sul 1 2 0 0 0 0 3
5  Polônia 1 1 1 0 0 1 4

Manchester 2013

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Prédio principal da Escola de Gramática de Manchester em 2010.

A 11ª edição da olimpíada foi realizada de 22 a 26 de julho de 2013 no Reino Unido sob organização geral de Neil Sheldon. A cidade-sede escolhida foi Manchester (em inglês: Manchester, AFI: [ˈmæntʃɪstər]), quarta maior cidade do país, a competição ocorreu na Escola de Gramática de Manchester.[57][58]

Vinte e seis países/regiões enviaram delegações para o evento. Em relação à edição anterior, a Ilha de Man, Taiwan e a Turquia entraram para a competição pela primeira vez, mas a Alemanha, a Grécia e Israel não participaram. No total, a edição teve 138 participantes.[59][58]

Delegação brasileira na IOL em Manchester.

O Brasil foi representado por um time selecionado através da edição Paraplü da Olimpíada Brasileira de Linguística:[60]

Delegação brasileira Brasil

  • Gabriel Alves da Silva Diniz (São Paulo São Paulo) — medalha de ouro; melhor solução
  • Marvin Ariel Dias Santos (Lagarto Sergipe)
  • Murilo Dória Guimarães (São Paulo São Paulo) — menção honrosa
  • André Navarro Barros (São Paulo São Paulo) — menção honrosa

Os problemas da prova individual foram: 1. Morfologia yidiny; 2. Semântica do iucaguir da tundra; 3. Fonologia do pirahã; 4. Sintaxe da língua muna; 5. Telepatia baseada na língua inglesa. Já o problema em equipe envolvia a escrita na língua georgiana usando o alfabeto nuscúri. Ademais, o Comitê de Problemas foi presidido por Stanislav Gurevich.[61][58]

O júri concedeu 36 medalhas (7 de ouro, 12 de prata e 17 de bronze), além de 35 menções honrosas, 3 troféus para equipes, 3 troféus para as equipes com a maior média de pontuação e 7 prêmios para as melhores soluções dos problemas. O primeiro lugar da prova individual foi para Alexander Wade (Estados Unidos, time Red), e o time com a melhor média de pontuação individual e melhor desempenho na prova por equipes foi time Red dos Estados Unidos.[62]

Quadro de medalhas da 11ª IOL[62]
Ordem País ou

território

Prova individual Prova por equipes Total
Medalha de ouro Medalha de prata Medalha de bronze Medalha de ouro Medalha de prata Medalha de bronze
1  Estados Unidos 1 2 2 1 0 0 6
2  Rússia 1 3 1 0 1 0 6
3  Bulgária 1 2 4 0 0 1 8
4  Polônia 1 1 2 0 0 0 3
5  Brasil 1 0 0 0 0 0 1

Beijing 2014

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Portão oriental da Universidade de Língua e Cultura de Beijing em 2025.

A 12ª edição da olimpíada foi realizada de 21 a 25 de julho de 2014 na China sob organização geral de Jiang Yuqin. A cidade-sede escolhida foi Beijing, por vezes chamada de Pequim (em chinês: 北京, pinyin: Běijīng, AFI: [pèɪ.tɕíŋ]), capital do país, a competição ocorreu na Universidade de Língua e Cultura de Beijing (BLCU). Essa foi a primeira vez que o evento foi sediado na Ásia.[63][58]

Vinte e oito países/regiões enviaram delegações para o evento. Em relação à edição anterior, o Paquistão e a Ucrânia entraram para a competição pela primeira vez, e a Espanha e a Grécia voltaram a participar depois de interrupções, mas a Sérvia e a Turquia não participaram. No total, a edição teve 152 participantes.[64][58]

Delegação brasileira na IOL em Beijing.

O Brasil foi representado por um time selecionado através da edição Vina da Olimpíada Brasileira de Linguística:[65]

Delegação brasileira Brasil

Os problemas da prova individual foram: 1. Formas verbais da língua benabena; 2. Dual e plural em kiowa; 3. Relações familiares em tangut; 4. Sintaxe da língua engenni; 5. Morfologia gbaya. Já o problema em equipe envolvia a correspondência das frases da Declaração Universal dos Direitos Humanos em armênio. Ademais, o Comitê de Problemas foi presidido por Taehun Lee.[66][58]

O júri concedeu 41 medalhas (7 de ouro, 13 de prata e 21 de bronze), além de 28 menções honrosas, 3 troféus para equipes, 5 troféus para equipes com a maior média de pontuação e 9 prêmios para as melhores soluções dos problemas. O primeiro lugar da prova individual foi para Milo Mazurkiewicz (Polônia, time 1), e o time com a melhor média de pontuação individual e melhor desempenho na prova por equipes foi time Red dos Estados Unidos.[67]

Quadro de medalhas da 12ª IOL
Ordem País ou

território

Prova individual Prova por equipes Total
Medalha de ouro Medalha de prata Medalha de bronze Medalha de ouro Medalha de prata Medalha de bronze
1  Estados Unidos 1 3 2 1 0 0 7
2  Rússia 2 0 3 0 1 1 7
3  Polônia 1 1 1 0 0 0 3
4  Canadá 1 1 1 0 0 0 3
5  Reino Unido 1 0 0 0 0 0 1

Blagoevgrad 2015

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Campus da Universidade Americana na Bulgária em 2011.

A 13ª edição da olimpíada foi realizada de 20 a 24 de julho de 2015 pela terceira vez na Bulgária sob organização geral de Aleksandar Velinov. A cidade-sede escolhida foi Blagoevgrad (em búlgaro: Благоевград, AFI: [bɫɐˈɡɔɛvˌɡrat]), uma cidade histórica no Sudoeste do país, a competição ocorreu na Universidade Americana na Bulgária (AUBG).[68][69]

Vinte e nove países/regiões enviaram delegações para o evento. Em relação à edição anterior, Bangladesh, o Cazaquistão e a França entraram para a competição pela primeira vez, e a Turquia voltou a participar após uma interrupção, mas o Brasil, a Grécia e o Paquistão não participaram. No total, a edição teve 166 participantes.[70][69]

Devido a problemas logísticos, não houve edição da Olimpíada Brasileira de Linguística na temporada 2014-2015. Assim, não houve delegação do Brasil nessa IOL.[71]

Os problemas da prova individual foram: 1. Numerais em náuatle e arammba; 2. Formas verbais em cabardiano; 3. Algoritmo Soundex; 4. Sentenças em wambaya; 5. Métrica masafo de poesias em somali. Já o problema em equipe envolvia a análise de um dicionário em soto do norte. Ademais, o Comitê de Problemas foi presidido por Bozhidar Bozhanov.[72][69]

O júri concedeu 46 medalhas (7 de ouro, 17 de prata e 22 de bronze), além de 31 menções honrosas, 4 troféus para equipes, 3 troféus para as equipes com a maior média de pontuação e 7 prêmios para as melhores soluções dos problemas. O primeiro lugar da prova individual foi para James Wedgwood (Estados Unidos, time Red), a equipe com a melhor média de pontuação individual foi o time Red dos Estados Unidos e o melhor desempenho na prova por equipes foi do time West do Reino Unido.[73]

Quadro de medalhas da 13ª IOL[73]
Ordem País ou

território

Prova individual Prova por equipes Total
Medalha de ouro Medalha de prata Medalha de bronze Medalha de ouro Medalha de prata Medalha de bronze
1  Estados Unidos 3 3 1 0 1 0 8
2  Reino Unido 2 1 1 1 0 0 5
3  Bulgária 1 3 3 0 0 0 7
4  Ucrânia 1 1 1 0 0 0 3
5  Polônia 0 2 1 0 0 0 3

Mysore 2016

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Centro de Desenvolvimento Infosys de Mysore em 2016.

A 14ª edição da olimpíada foi realizada de 25 a 29 de julho de 2016 na Índia sob organização geral de Monojit Choudhury e Girish Nath Jha. A cidade-sede escolhida foi Mysore (em canarês: ಮಹಿಶೂರು, AFI: [ˈmaɪˈsuːɾu]), uma cidade histórica no estado de Carnataca, a competição ocorreu no Centro de Desenvolvimento Infosys.[74][75]

Trinta países/regiões enviaram delegações para o evento. Em relação à edição anterior, o Sri Lanka entrou para a competição pela primeira vez, e o Brasil e o Paquistão voltaram a participar depois de interrupções, mas a França e Singapura não participaram. No total, a edição teve 167 participantes.[76][75]

Delegação brasileira na IOL em Mysore.

O Brasil foi representado por um time selecionado através da edição Òkun da Olimpíada Brasileira de Linguística:[71]

Delegação brasileira Brasil

Os problemas da prova individual foram: 1. Localização geográfica na língua aralle-tabulahan; 2. Hieroglifos luvitas; 3. Sintaxe da língua núbia kenzi; 4. Semântica iatmül; 5. Morfologia jacaru. Já o problema em equipe envolvia a correspondência entre pronúncia e escrita na língua taa. Ademais, o Comitê de Problemas foi presidido pela segunda vez por Boris Iomdin.[77][75]

O júri concedeu 53 medalhas (10 de ouro, 17 de prata e 26 de bronze), além de 24 menções honrosas, 3 troféus para equipes, 3 troféus para as equipes com a maior média de pontuação e 8 prêmios para as melhores soluções dos problemas. O primeiro lugar da prova individual foi para Jaeyeong Yang (Coreia do Sul, time Woori), a equipe com a melhor média de pontuação individual foi o time Red dos Estados Unidos e o melhor desempenho na prova por equipes foi do time da Suécia.[78]

Quadro de medalhas da 14ª IOL[78]
Ordem País ou

território

Prova individual Prova por equipes Total
Medalha de ouro Medalha de prata Medalha de bronze Medalha de ouro Medalha de prata Medalha de bronze
1  Rússia 3 3 2 0 0 0 8
2  Reino Unido 2 0 1 0 0 1 4
3  Estados Unidos 1 3 2 0 0 0 6
4  Bulgária 1 2 2 0 0 0 5
5  Austrália 1 1 0 0 1 0 3

Dublin 2017

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Auditório Helix da Universidade da Cidade de Dublin em 2005.

A 15ª edição da olimpíada foi realizada de 31 de julho a 4 de agosto de 2017 na Irlanda sob organização geral de Cara Nicole Greene. A cidade-sede escolhida foi Dublin (em irlandês: Baile Átha Cliath, AFI: [ˈbˠalʲə aːhə ˈclʲiə]; em inglês: Dublin, AFI: [ˈdʌblɪn]), capital e maior cidade do país, a competição ocorreu na Universidade da Cidade de Dublin (DCU).[79][75]

Vinte e oito países/regiões enviaram delegações para o evento. Em relação à edição anterior, o Canadá Francófono entrou para a competição separado do time anglófono, mas Bangladesh, o Paquistão e o Sri Lanka não participaram. No total, a edição teve 172 participantes.[80][75]

Delegação brasileira na IOL em Dublin.

O Brasil foi representado por um time selecionado através da edição Ñanduti da Olimpíada Brasileira de Linguística:[81]

Delegação brasileira Brasil

  • Gustavo Palote da Silva Martins (Londrina Paraná) — menção honrosa
  • Thiago Lucas Faustino da Silva (Itumbiara Goiás)
  • Cynthia Lacroix Herkenhoff (Vitória Espírito Santo (estado))
  • Pedro Lopes Bouças (Valinhos São Paulo)

Os problemas da prova individual foram: 1. Igualdades aritméticas na língua birom; 2. Possessivos em abui; 3. Sintaxe em kimbundu; 4. Escrita khom da língua laven; 5. Morfologia madak. Já o problema em equipe envolvia a correspondência do nome de emojis em indonésio. Ademais, o Comitê de Problemas foi presidido por Hugh Dobbs.[82][75]

O júri concedeu 50 medalhas (10 de ouro, 18 de prata e 22 de bronze), além de 33 menções honrosas, 3 troféus para equipes, 1 troféu para a equipe com a maior média de pontuação e 8 prêmios para as melhores soluções dos problemas. O primeiro lugar da prova individual foi para Samuel Ahmed (Reino Unido, time K), a equipe com a melhor média de pontuação individual foi o time K do Reino Unido e o melhor desempenho na prova por equipes foi do time TaiTWO de Taiwan.[83]

Quadro de medalhas da 15ª IOL[83]
Ordem País ou

território

Prova individual Prova por equipes Total
Medalha de ouro Medalha de prata Medalha de bronze Medalha de ouro Medalha de prata Medalha de bronze
1  Reino Unido 3 2 0 0 0 0 5
2  Bulgária 3 1 3 0 0 0 7
3  Taiwan 1 2 1 1 0 0 5
4  Polônia 1 2 2 0 1 0 6
5  Estados Unidos 1 3 2 0 0 0 6


Praga 2018

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Anfiteatro da Universidade Tcheca de Ciências da Vida em 2008.

A 16ª edição da olimpíada foi realizada de 26 a 30 de julho de 2018 na Tchéquia sob organização geral de Vojtěch (Vojta) Diatka. A cidade-sede escolhida foi Praga (em tcheco: Praha, AFI: [ˈpraɦa]), capital e maior cidade do país, a competição ocorreu na Universidade Tcheca de Ciências da Vida (ČZU).[84][85]

Trinta países/regiões enviaram delegações para o evento. Em relação à edição anterior, a Dinamarca e a Malásia entraram para a competição pela primeira vez, e a Alemanha e a Finlândia voltaram a participar depois de interrupções, mas a Turquia e a Espanha não participaram. No total, a edição teve 192 participantes.[86][85]

Delegação brasileira na IOL em Praga.

O Brasil foi representado por dois times selecionados através da edição Mărgele da Olimpíada Brasileira de Linguística:[87]

Time Pães Brasil

Time Pões Brasil — medalha de bronze

Os problemas da prova individual foram: 1. Tônicas na língua creek; 2. Sintaxe na língua hakhum; 3. Flexões em terena; 4. Formas numéricas em arapesh das montanhas (bukiyip); 5. Relações familiares akan. Já o problema em equipe envolvia mudanças regulares entre as línguas indígenas brasileiras Mẽbêngôkre, Xavante and Krĩkatí. Ademais, o Comitê de Problemas foi presidido por Maria Rubinstein.[88][85]

O júri concedeu 60 medalhas (13 de ouro, 17 de prata e 30 de bronze), além de 19 menções honrosas, 6 troféus para equipes, 3 troféus para equipes com a maior média de pontuação e 11 prêmios para as melhores soluções dos problemas. O primeiro lugar da prova individual foi para Przemysław Podleśny (Polônia, time Biali), e o time com a melhor média de pontuação individual e melhor desempenho na prova por equipes foi time Blue dos Estados Unidos.[89]

Quadro de medalhas da 16ª IOL[89]
Ordem País ou

território

Prova individual Prova por equipes Total
Medalha de ouro Medalha de prata Medalha de bronze Medalha de ouro Medalha de prata Medalha de bronze
1  Estados Unidos 4 3 1 1 1 0 8
2  Polônia 3 1 0 0 1 0 4
3  Bulgária 2 1 2 0 1 0 6
4  Reino Unido 2 1 3 0 0 1 7
5  Índia 2 1 2 0 0 0 5

Yongin 2019

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Prédio principal da Universidade de Estudos Estrangeiros Hankuk em 2016.

A 17ª edição da olimpíada foi realizada de 29 de julho a 2 de agosto de 2019 na Coreia do Sul sob organização geral de Minkyu Kim. A cidade-sede escolhida foi Yongin (em coreano: 용인, RR: Yongin, AFI: [joŋ.in]), cidade na Região Metropolitana de Seul, a competição ocorreu na Universidade de Estudos Estrangeiros Hankuk.[90][91]

Trinta e seis países/regiões enviaram delegações para o evento. Em relação à edição anterior, a Colômbia, Hong Kong, o Nepal e o Uzbequistão entraram para a competição pela primeira vez, e Bangladesh e Turquia voltaram a participar depois de interrupções. No total, a edição teve 209 participantes.[92][91]

Delegação brasileira na IOL em Yongin.

O Brasil foi representado por dois times selecionados através da edição Yora da Olimpíada Brasileira de Linguística:[93]

Time Nhorõwa Brasil

Time Nhũrkwã Brasil

  • Gustavo Baracat Alvares Martins (São Paulo São Paulo)
  • Julia Ramos Alves (Vitória Espírito Santo (estado))
  • Pedro Machado Martins Leão (Recife Pernambuco)
  • Vinícius de Oliveira Peixoto Rodrigues (Fortaleza Ceará)

Os problemas da prova individual foram: 1. Expressões em yonggom; 2. Cores de yurok; 3. Persa médio na ortografia pálavi dos livros; 4. Reduplicação em tarangan ocidental; 5. Dias da semana e dêiticos temporais em nooni. Já o problema em equipe envolvia os símbolos usados por juízes na ginástica rítmica. Ademais, o Comitê de Problemas foi presidido pela segunda vez por Taehun Lee.[94][91]

O júri concedeu 60 medalhas (10 de ouro, 21 de prata e 29 de bronze), além de 31 menções honrosas, 6 troféus para equipes, 3 troféus para as equipes com a maior média de pontuação e 7 prêmios para as melhores soluções dos problemas. O primeiro lugar da prova individual foi para Ken Jiang (Canadá, time Moose), a equipe com a melhor média de pontuação individual foi o time Red dos Estados Unidos e o melhor desempenho na prova por equipes foi do time da Eslovênia.[95]

Quadro de medalhas da 17ª IOL[95]
Ordem País ou

território

Prova individual Prova por equipes Total
Medalha de ouro Medalha de prata Medalha de bronze Medalha de ouro Medalha de prata Medalha de bronze
1  Reino Unido 3 2 2 0 0 0 7
2  Estados Unidos 2 5 1 0 0 0 8
3  Bulgária 2 2 2 0 0 0 6
4  China 1 1 1 0 1 0 4
5  Canadá (anglófono) 1 2 0 0 0 0 3

Ventspils 2021

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Prédio principal da Escola Universitária de Ventspils em 2014.

A 18ª edição da olimpíada foi realizada de 19 a 23 de julho de 2021 de forma remota com sede na Letônia sob organização geral de Ivan Derzhanski e Stanislav Gurevich. Essa edição estava originalmente planejada para 20 a 24 de julho de 2020, mas foi adiada devido à pandemia de COVID-19. A cidade-sede escolhida foi Ventspils (em letão: Ventspils, AFI: [ˈvæntspils]), e a competição iria ocorrer na Escola Universitária de Ventspils, ao invés disso, as provas foram feitas remotamente e a universidade sediou palestras online.[96]

Trinta e quatro países/regiões participaram com delegações remotas no evento. Em relação à edição anterior, o Azerbaijão entrou para a competição pela primeira vez, e a França, a Noruega, Singapura e o Vietnã voltaram a participar depois de interrupções, mas Bangladesh, o Brasil, a Dinamarca, a Malásia, o Nepal, a Turquia e o Uzbequistão não participaram. No total, a edição teve 216 participantes.[97]

O Brasil não pode participar uma vez que uma das exigências das provas era que as equipes estivessem juntas presencialmente, o que não era possível em decorrência de dificuldades logísticas e restrições de viagem causadas pela pandemia de COVID-19.[98]

Os problemas da prova individual foram: 1. Numerais em ekari; 2. Semântica da língua zuni; 3. Sentenças em kilivila; 4. Criptoleto agbirigba baseado na língua ikwerre; 5. Sentenças em rikbaktsa. Já o problema em equipe envolvia frases em garífuna, lokono e galibi e relações entre essas as línguas. Ademais, o Comitê de Problemas foi presidido por Aleksejs Peguševs.[99]

O júri concedeu 64 medalhas (12 de ouro, 19 de prata e 33 de bronze), além de 40 menções honrosas, 4 troféus para equipes, 3 troféus para as equipes com a maior média de pontuação e 9 prêmios para as melhores soluções dos problemas. O primeiro lugar da prova individual foi para Roman Shabanov (Países Baixos, time Patat), a equipe com a melhor média de pontuação individual foi o time EAT de Hong Kong e o melhor desempenho na prova por equipes foi do time i da Ucrânia.[100]

Quadro de medalhas da 18ª IOL[100]
Ordem País ou

território

Prova individual Prova por equipes Total
Medalha de ouro Medalha de prata Medalha de bronze Medalha de ouro Medalha de prata Medalha de bronze
1  Japão 2 1 0 0 0 0 3
2  Índia 2 0 3 0 0 1 6
3  Ucrânia 1 0 0 1 0 0 2
4  Rússia 1 5 1 0 0 0 7
5  Hong Kong 1 2 1 0 0 0 4

Castletown 2022

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Campus do Colégio King William em 2023.

A 19ª edição da olimpíada foi realizada de 25 a 29 de julho de 2022 na Ilha de Man sob organização geral de Rob Teare. A cidade-sede escolhida foi Castletown (em manx: Balley Chashtal, AFI: [ˈbalʲə ˈxaʃtʃəl]; em inglês: Castletown, AFI: [ˈkæsəltʰaʊ̯n]), cidade histórica e antiga capital, a competição ocorreu no Colégio King William.[101]

Trinta e três países/regiões enviaram delegações para o evento. Em relação à edição anterior, a Moldávia, a Suíça e a Tailândia entraram para a competição pela primeira vez, e o Brasil, a Malásia e os Emirados Árabes voltaram a participar depois de interrupções, mas a China, a Colômbia, a França, a Noruega, Singapura e o Vietnã não participaram. A Rússia foi suspensa de competir sob a sua bandeira em decorrência da Invasão da Ucrânia em 2022, contudo, participantes russos ingressaram como independentes. No total, a edição teve 184 participantes.[102]

Delegação brasileira na IOL em Castletown.

O Brasil foi representado por dois times selecionados através da edição Mascate da Olimpíada Brasileira de Linguística:[103]

Time Açaí Brasil
  • Fernando César Gonçalves Filho (São Paulo São Paulo) — medalha de prata
  • Leonardo Paillo da Silva (Fortaleza Ceará) — menção honrosa
  • Manoela Erothildes Teleginski Ferraz (Santa Maria Rio Grande do Sul) — menção honrosa
  • Max Naigeborin (São Paulo São Paulo) — medalha de bronze

Time Guaraná Brasil

  • Augusto Zanardi Creppe (Bauru São Paulo)
  • Bianky Nardy Lyrio Vargas dos Santos (São Paulo São Paulo)
  • Lai Netto Otsuka (São José dos Campos São Paulo) — menção honrosa
  • Wesley Antônio Machado Andrade de Aguiar (Manaus Amazonas) — menção honrosa

Os problemas da prova individual foram: 1. Morfologia verbal em ubykh, de autoria de Pyotr Arkadiev; 2. Sentenças em alabama, de autoria de Ivan Derzhanski; 3. Sintaxe da língua nǀuuki, de autoria de Eimear McKnight e Samuel Ahmed; 4. Relações familiares em arabana, de autoria de Tom McCoy; 5. Mudanças históricas em palavras do protochâmico, de autoria de Tung-Le Pan. Já o problema em equipe envolvia a análise de textos na língua manchu, de autoria de Minkyu Kim. Ademais, o Comitê de Problemas foi presidido por Samuel K. Ahmed.[104]

O júri concedeu 59 medalhas (9 de ouro, 23 de prata e 27 de bronze), além de 32 menções honrosas, 6 troféus para equipes, 3 troféus para a equipe com a maior média de pontuação e 10 prêmios para as melhores soluções dos problemas. O primeiro lugar da prova individual foi para Artem Borisov (Independente), a equipe com a melhor média de pontuação individual foi o time Red dos Estados Unidos e o melhor desempenho na prova por equipes foi do time Mal da Coreia do Sul.[105]

Quadro de medalhas da 19ª IOL
Ordem País ou

território

Prova individual Prova por equipes Total
Medalha de ouro Medalha de prata Medalha de bronze Medalha de ouro Medalha de prata Medalha de bronze
1  Japão 2 0 1 0 1 1 5
2  Bulgária 2 1 2 0 0 0 5
3  Coreia do Sul 1 0 2 1 0 0 4
4  Reino Unido 1 4 0 0 0 1 6
5  Estados Unidos 1 3 0 0 0 1 5

Bansko 2023

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Vista de Bansko em 2023.

A 20ª edição da olimpíada foi realizada de 24 a 28 de julho de 2023 pela quarta vez na Bulgária sob organização geral de Aleksandar Velinov. A cidade-sede escolhida foi Bansko (em búlgaro: Банско, AFI: [ˈbansko]), uma vila de esqui turística, a competição ocorreu na Escola Secundária Neofit Rilski.[106]

Trinta e sete países/regiões enviaram delegações para o evento, somadas a uma delegação independente. Em relação à edição anterior, as Filipinas entraram para a competição pela primeira vez, e a China, a Colombia, Israel, o Nepal e a Turquia voltaram a participar depois de interrupções, mas o Azerbaijão e os Emirados Árabes não participaram. No total, a edição teve 205 participantes.[107]

Delegação brasileira na IOL em Bansko.

O Brasil foi representado por dois times selecionados através da edição Khipu da Olimpíada Brasileira de Linguística:[108]

Time Bem-te-vi Brasil
  • Everton Albuquerque de Oliveira (Fortaleza Ceará) — medalha de bronze
  • Leonardo Torres Silva (Fortaleza Ceará) — medalha de ouro
  • Leonardo Paillo da Silva (Fortaleza Ceará) — medalha de ouro
  • Manoela Erothildes Teleginski Ferraz (Santa Maria Rio Grande do Sul) — medalha de bronze

Time Quero-quero Brasil — menção honrosa

Os problemas da prova individual foram: 1. Morfologia verbal da língua xinca de Guazacapán, de autoria de Samuel Ahmed; 2. Sentenças envolvendo posse em apurinã, de autoria de Ksenia Gilyarova; 3. Sintaxe do marind da costa, de autoria de David Hultman com consultoria de Bruno Olsson; 4. Sintaxe do cree das planícies, de autoria de Lidija Stanovnik e Aleksejs Peguševs; 5. Numerais em supyire, de autoria de Aleksejs Peguševs. Já o problema em equipe envolvia a análise de vocábulos de dicionário em murrinh-pata, de autoria de Boris Iomdin e Milena Veneva. Ademais, o Comitê de Problemas foi presidido por Milena Veneva.[109]

O júri concedeu 68 medalhas (12 de ouro, 24 de prata e 32 de bronze), além de 29 menções honrosas, 6 medalhas para equipes e 10 prêmios para as melhores soluções dos problemas. O primeiro lugar da prova individual foi para Tam Lok Hang (Hong Kong), e o melhor desempenho na prova por equipes foi do time do Reino Unido.[110]

Quadro de medalhas da 20ª IOL[110]
Ordem País ou

território

Prova individual Prova por equipes Total
Medalha de ouro Medalha de prata Medalha de bronze Medalha de ouro Medalha de prata Medalha de bronze
1  Reino Unido 1 2 1 1 0 0 6
2  Brasil 2 0 5 0 0 0 7
3  Romênia 1 3 2 0 0 0 6
4  Canadá (anglófono) 1 1 1 0 1 0 4
5  Hong Kong 1 2 0 0 0 0 3

Brasília 2024

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Casa do Professor da Associação dos Docentes da UnB em 2018, onde ocorreram as cerimônias de abertura e encerramento.

A 21ª edição da olimpíada foi realizada de 24 a 30 de julho de 2024 no Brasil sob organização geral de Bruno L'Astorina. A cidade-sede escolhida foi Brasília, capital do país, e a competição ocorreu na Universidade de Brasília (UnB) e na Universidade do Distrito Federal (UnDF). Essa foi a primeira vez que o evento foi sediado na América Latina e no Hemisfério Sul.[111]

Trinta e sete países/regiões enviaram delegações para o evento, somadas a uma delegação independente. Em relação à edição anterior, o Irã e Malta entraram para a competição pela primeira vez, e Singapura voltou a participar depois de interrupções, mas a Ilha de Man, a Moldávia e a Turquia não participaram. No total, a edição teve 206 participantes.[112]

Delegação brasileira na IOL em Brasília.

O Brasil foi representado por dois times selecionados através da edição Abya Yala da Olimpíada Brasileira de Linguística:[113]

Time Kûarasy Brasil
  • João Guilherme Camilo Azevedo (Fortaleza Ceará)
  • Paulo Otavio Portela Santana (Fortaleza Ceará) — menção honrosa
  • Pedro Schmidtbauer Rocha da Rocha (Recife Pernambuco)
  • Sócrates Souto Nonino de Carvalho (Curitiba Paraná)

Time Îasy Brasil

Os problemas da prova individual foram: 1. Morfologia da língua koriak, de autoria de Ivan Derzhanski; 2. Sintaxe da língua hadza, de autoria de Samuel Ahmed; 3. Relações familiares em komnzo, de autoria de Aida Davletova; 4. Semântica em dâw, de autoria de João Henrique Oliveira Fontes com consultoria de Karolin Obert; 5. Diglossia entre homens e mulheres em yanyuwa, de autoria de Dan-Mircea Mirea com consultoria de John Bradley. Já o problema em equipe envolvia lexicoestatística, a classe de consoantes de Dolgopolsky e algoritmos para computar famílias linguísticas, de autoria de Andrey Nikulin e Milena Veneva. Ademais, o Comitê de Problemas foi presidido por Andrey Nikulin.[114]

O júri concedeu 65 medalhas (13 de ouro, 24 de prata e 28 de bronze), além de 24 menções honrosas, 5 medalhas para equipes, o troféu para o país com a maior média de pontuação e 5 prêmios para as melhores soluções dos problemas. O primeiro lugar da prova individual foi para Deeraj Pothapragada (Estados Unidos, time Blue), a equipe com a melhor média de pontuação individual foi o time do Reino Unido e o melhor desempenho na prova por equipes foi do time da Tchéquia.[115]

Quadro de medalhas da 21ª IOL[115]
Ordem País ou

território

Prova individual Prova por equipes Total
Medalha de ouro Medalha de prata Medalha de bronze Medalha de ouro Medalha de prata Medalha de bronze
1  Estados Unidos 3 0 0 0 0 0 3
2  Polônia 2 0 2 0 1 0 5
3  Reino Unido 2 0 1 0 0 0 3
4  Romênia 1 3 1 0 0 0 5
5  Japão 1 1 3 0 0 1 6

Taipei 2025

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Prédio principal da Faculdade de Artes Liberais da Universidade Nacional de Taiwan (NTU) em 2009.

A 22ª edição da olimpíada foi realizada de 21 a 26 de julho de 2025 em Taiwan sob organização geral de Chenhao Chiu. A cidade-sede escolhida foi Taipei, por vezes chamada de Taipé (em chinês: 臺北, pinyin: Táiběi, AFI: [tʰǎɪ.pèɪ]), capital e maior cidade da localidade, a competição ocorreu na Universidade Nacional de Taiwan (NTU).[116]

Quarenta e dois países/regiões enviaram delegações para o evento, somadas a uma delegação independente. Em relação à edição anterior, Macau entrou para a competição pela primeira vez, e a Grécia, a Ilha de Man, a Moldávia, a Turquia e o Vietnã voltaram a participar depois de interrupções, mas a China não participou. No total, a edição teve 227 participantes.[117]

Delegação brasileira na IOL em Taipei.

O Brasil foi representado por dois times selecionados através da edição Domu da Olimpíada Brasileira de Linguística:[118]

Time Fêsãw Brasil — medalha de bronze

Time Kiorĩpê Brasil

  • João Guilherme Camilo Azevedo (Fortaleza Ceará) — menção honrosa
  • Lucas Cavalcante Menezes (Fortaleza Ceará) — menção honrosa
  • Marina Troccoli de Carvalho (Recife Pernambuco)
  • Sócrates Souto Nonino de Carvalho (Curitiba Paraná) — menção honrosa

Os problemas da prova individual foram: 1. Sistemas numéricos em dzongkha, de autoria de Vlad A. Neacșu; 2. Possessivos em gaahmg, de autoria de David Hultman; 3. Formas verbais em kuria, de autoria de Eimear McKnight; 4. Semântica em kewa, de autoria de Samuel Ahmed; 5. Análise psicolinguística em kaqchikel, de autoria de Dan-Mircea Mirea. Já o problema em equipe envolvia a comparação de formas verbais em chamling e bantawa, línguas do ramo kiranti das línguas sino-tibetanas, faladas no Nepal, de autoria de Samuel Ahmed. Ademais, o Comitê de Problemas foi presidido por Tung-Le Pan.[119]

O júri concedeu 72 medalhas (15 de ouro, 22 de prata e 35 de bronze), além de 44 menções honrosas, 5 medalhas para equipes, o troféu para o país com a maior média de pontuação e 7 prêmios para as melhores soluções dos problemas. O primeiro lugar da prova individual foi para Vanesa Kalinkova (Bulgária, time 1), a equipe com a melhor média de pontuação individual foi o time do Reino Unido e o melhor desempenho na prova por equipes foi do time Blue Magpie de Taiwan.[120]

Quadro de medalhas da 22ª IOL[120]
Ordem País ou

território

Prova individual Prova por equipes Total
Medalha de ouro Medalha de prata Medalha de bronze Medalha de ouro Medalha de prata Medalha de bronze
1  Reino Unido 3 2 1 0 1 0 7
2  Estados Unidos 3 1 2 0 0 0 6
3  Bulgária 2 2 2 0 0 1 7
4  Polônia 2 0 2 0 0 0 4
5  Taiwan 0 2 5 1 1 0 7

Bucareste 2026

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A 23ª edição da olimpíada será realizada de 26 de julho a 2 de agosto de 2026 em Bucareste, na Romênia, sob organização geral de Paul Helmer.[121]

Bangkok 2027

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A 24ª edição da olimpíada está confirmada para ser realizada em 2027 em Bangkok, na Tailândia, sob organização geral de Pittayawat Pittayaporn.[122]

Referências

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Bibliografia

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Ligações externas

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