Voo Helios Airways 522

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Voo Helios Airways 522
F-16 Seguem a Aeronave
Sumário
Data 14 de agosto de 2005 (10 anos)
Causa Falta de pressurização, e erro do [piloto levando a equipe de incapacitação devido a hipóxia levaram a uma Falta de Combustível Seção 4
Local Maratona, a leste de Atenas
Coordenadas 38° 13.894′ N 23° 58.214′ E
Origem Aeroporto Internacional de Larnaca
Destino Aeroporto Internacional de Praga
Passageiros 115
Tripulantes 6
Feridos 0
Sobreviventes 0
Aeronave
Modelo Boeing 737-31S
Operador Grécia Helios Airways
Prefixo 5B-DBY

No dia 14 de agosto de 2005, um Boeing 737-300 da companhia cipriota Helios Airways sobrevoava Atenas em círculos. Então foram enviados dois F-16 gregos para ver o que estava acontecendo. Os dois F-16 viram uma pessoa no cockpit mas o avião bateu numa montanha a nordeste de Atenas. Todos os 121 passageiros e tripulantes morreram. A causa foi o avião não ter sido pressurizado e, ainda no ar, 120 dos 121 passageiros e tripulantes ficaram inconscientes por falta de ar. A autópsia nos corpos comprovou que o motivo da morte foi o impacto da queda e não a despressurização. A pessoa que estava no cockpit foi a única a se manter consciente, um comissário de bordo que ainda tentou salvar o Boeing. 118 corpos, 110 passageiros e os 8 tripulantes, foram encontrados. Acredita-se que tenha se mantido consciente por mais tempo por ter utilizado cilindros extras de oxigênio a disposição do avião.

O avião sobrevoava Atenas, esperando disponibilidade na pista de pouso. Com a falta da pressurização e consequente inconsciência dos tripulantes, o piloto automático assumiu o controle do Boeing 737-300. Fora uma falha humana que causou a despressurização da aeronave. Os engenheiros de manutenção, quando de uma inspeção no solo, deixaram o sistema de pressurização (botão) na posição "manual", onde o correto seria "automático". Isso levou o avião a despressurizar rapidamente à medida que atingia elevada altitude, e, em cerca de 3.000 metros, a tripulação e a maioria dos passageiros já estavam em apoxia total (coma profundo devido à falta de oxigênio). Apenas um comissário de voo, por utilizar máscaras extras pelo corredor do avião, e os cilindros de emergência da aeronave, conseguiu chegar ao cockpit do jato, tentando assumir o controle do Boeing, em vão. O comissário de voo tinha acabado de receber seu brevê de piloto, mas não tinha tido a oportunidade de pilotar um jato daquela dimensão. Era seu sonho ser piloto de um jato de passageiros. Findadas as 3 horas de voo em círculo, o avião se precipitou nas montanhas gregas, por falta de combustível.

Mapa do voo Helios 522, com indicação do local da queda

Referências