Papa Nicolau I
| São Nicolau I Magno 105º papa |
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|---|---|
| Nome de nascimento | Nicolas Collona |
| Nascimento | 815, Roma |
| Eleição | 24 de Abril de 858 |
| Fim do pontificado | 13 de Novembro de 867 (52 anos) |
| Antecessor | Bento III |
| Sucessor | Adriano II |
| Listas dos papas: cronológica · alfabética | |
| São Nicolau I Magno (Papa) | |
|---|---|
| Papa | |
| Nascimento | cerca de 810 em ? |
| Morte | 13 de Novembro de 867 em Roma |
| Veneração por | Igreja Católica e Igreja Anglicana. |
| Festa litúrgica | 13 de Novembro |
O Papa Nicolau I (cerca de 810 - 13 de Novembro de 867) foi papa entre 24 de Abril de 858 até à sua morte. Nasceu em cerca de 810.
É lembrado por ter consolidado o poder e a autoridade papal1 , tendo reivindicado para o papa o poder supremo para ensinar e governar, subordinando a todos. Com tal intuito, encontrou opositores que lhe causaram problemas, sendo a primeira delas com o arcebispo de Ravena, que quis tornar-se independente de Roma, mas que por fim se submeteu. Outro problema proveniente de sua tomada de posição a recusa em anular o casamento de Lotário II do Sacro Império Romano, de modo a este casar-se com a sua amante, Waldrada em 862. Um sínodo reunido em Metz justificara a separação, mas em 863 Nicolau cassou a decisão do sínodo por atentar contra a doutrina fundamental da indissolubilidade do matrimônio. Apesar de pressão por parte dos Carolíngios, a sua decisão permaneceu. Durante o seu papado, as relações com o Império Bizantino sofreram alguns revezes devido ao apoio que deu a Inácio, patriarca de Constantinopla, que tinha sido substituído por Fócio (Photius).
Foi um dos mais notáveis papas dos primórdios da Idade Média, seus contemporâneos o consideravam um profeta. A par de São Leão Magno e de São Gregório Magno, o Papa Nicolau I, recebeu o nome de Magno; e também é venerado como santo com o nome de São Nicolau Magno. Seu dia festivo é 13 de novembro.
| Precedido por Bento III |
Papa 105.º |
Sucedido por Adriano II |
Referências
- ↑ FISCHER-WOLLPERT, Rudolf. Os Papas e o Papado. Trad.: Antônio Estevão Allgayer. Petrópolis: Editora Vozes.pág. 55
