Universidade de Lisboa

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Universidade de Lisboa
ULisboa
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Lema Ad Lucem
Fundação 25 de Julho de 2013
Tipo de instituição Pública
Orçamento anual 334 milhões (66% do OE) [1]
Valor da propina Definida pelo Conselho Geral
Funcionários 3.494[1]
Docentes 3.513[1]
Estudantes 47.884[1]
Graduandos 21.388[1]
Pós-graduandos 26.496[1]
Reitor(a) António Cruz Serra
Vice-reitores António M. Feijó (FL), Rogério Gaspar (FF), João Barreiros (FMH), Eduardo Pereira (IST)
Pró-reitores João Ferrão (ICS), Pedro Vítor Mil-Homens Ferreira Santos (FMH), Carlos Nuno da Cruz Ribeiro (IST)
Localização Lisboa, Loures, Oeiras, Cascais
Campus Cidade Universitária, Pólo Universitário da Ajuda,
         Preto e Branco (Universidade; Reitoria)

     Púrpura (FA)
     Rosa (FBA)
     Azul-claro (FC)
     Vermelho-escuro (FD)
     Violeta (FF)
     Azul (FL)
     Amarelo (FM)
     Amarelo (FMD)
     Amarelo (FMV)
     Castanho-escuro (FMH)
     Laranja (FP)
     Azul (ICS)
     Castanho-claro (IE)
     Verde-escuro (IGOT)
     Verde-claro (ISA)
     Vermelho (ISEG)
     Vermelho-escuro (ISCSP)
     Azul (IST)

Página oficial http://www.ulisboa.pt/

A Universidade de LisboaMHSE é uma universidade pública portuguesa, com sede na Alameda da Universidade, em Alvalade, Lisboa, detendo vários polos espalhados pela cidade e concelhos limítrofes.

A Universidade de Lisboa, a maior universidade do país no que se refere ao número de alunos[2] e orçamento[carece de fontes?], resulta da fusão da antiga Universidade de Lisboa[3] , criada por decreto de 22 de março de 1911[4] , com a Universidade Técnica de Lisboa, criada por decreto de 2 de dezembro de 1930[5] , passando também a englobar o Estádio Universitário de Lisboa (até então uma estrutura na dependência directa do Ministério da Educação e Ciência).

A fusão foi aprovada pelo Decreto-Lei n.º 266-E/2012, de 31 de dezembro de 2012[6] , tendo sido concretizada com a tomada de posse do primeiro reitor, António Cruz Serra, em 25 de julho de 2013[7] .

História[editar | editar código-fonte]

Em 12 de novembro de 1288, um grupo de clérigos portugueses, entre os quais se contavam o Abade de Alcobaça, os Priores de Santa Cruz de Coimbra e de São Vicente de Lisboa, os reitores das colegiadas de Santa Maria de Guimarães e de Santa Maria da Alcáçova de Santarém, assim como os priores das igrejas de São Leonardo de Atouguia (da Baleia), São Julião, São Nicolau, Santa Iria e Santo Estêvão de Santarém, São Clemente de Loulé, Santa Maria de Faro, Santa Maria e São Miguel de Sintra, Santo Estêvão de Alenquer, Santa Maria, São Miguel e São Pedro de Torres Vedras, Santa Marinha de Gaia, Lourinhã, Vila Viçosa, Azambuja, Sacavém, Estremoz, Beja, Mafra e Mogadouro, solicitava ao Papa Nicolau IV a fundação de um Estudo Geral em Portugal.

A primeira universidade portuguesa viria a ser depois estabelecida em Lisboa, em data compreendida entre 1288 e 1290, quando D. Dinis promulga a carta Scientiae thesaurus mirabili (datada de 1 de Março desse ano), conferindo vários privilégios aos estudantes do Estudo Geral de Lisboa, o que prova que nessa data já estava fundado. Desde logo houve uma participação activa nesta acção educativa pela Coroa portuguesa e do seu rei, através do seu compromisso de parte do subsídio da mesma, como pelas rendas fixas da Igreja[8] .

O Papa Nicolau IV reconhece-a pouco depois, em 9 de Agosto desse mesmo ano[9] através da bula “De statu regni Portugaliae”, com as Faculdades de Artes, Direito Canónico (Cânones), Direito Civil (Leis) e Medicina[10] . Nesta primeira fase da sua existência, a universidade localizar-se-ia no Campo da Pedreira, uma zona no arrabalde ocidental da cidade, entre aquilo que é hoje a Rua Garrett e o Convento da Trindade.

Ao longo do século XIV, a universidade portuguesa conheceu uma grande instabilidade, tendo por motivos vários sido transferida, várias vezes, de Lisboa para Coimbra e vice-versa. Assim, em 1308 foi transferida para Coimbra. Em 1328 volta para Lisboa, sendo novamente transferida para Coimbra em 1354. Em 1377 regressa a Lisboa. Finalmente, em 1537, instala-se definitivamente em Coimbra[11] [12] .

Durante os 160 anos em que a Universidade se manteve em Lisboa, entre os séculos XIV e XVI, distinguiram-se, entre os seus alunos e professores, importantes nomes da ciência , como Garcia de Orta ou Pedro Nunes vultos das letras, como André de Resende ou Baltasar Limpo, ou homens da administração, como João Fernandes da Silveira, o 1.º Barão de Alvito.

Um dos seus protectores foi o Infante D. Henrique que concedeu-lhe várias casas, em 1431[13] . Aparentemente, as fundações deste novo edifício da universidade encontram-se num local hoje denominado como Pátio dos Quintalinhos, fazendo-se a entrada pelo n.º 3 da Rua da Escolas Gerais, em Alfama, na antiga freguesia de São Tomé, hoje integrada na de São Vicente[14] [15] .

Datam dessa época as mais antigas referências a estudos de Astronomia na universidade portuguesa, apoiados na Aritmética e Geometria como ferramentas imprescindíveis para os estudos náuticos[16] .

Na década de 1530, apesar da oposição generalizada dos seus membros, D. João III refundou a Universidade em Coimbra, onde ficaria instalada, durante perto de três séculos, a única universidade pública portuguesa (entre 1559 e 1759, quando os Jesuítas detiveram o monopólio do ensino igualmente na Universidade de Évora).

A refundação das escolas de ensino superior na capital[editar | editar código-fonte]

Foi a partir do final do século XVIII e, sobretudo, ao longo do século XIX que foram refundadas em Lisboa instituições de ensino superior, embora tivesse que passar um século para serem erigidas em universidade. Assim, em 1759 o Marquês de Pombal criava a Aula do Comércio, a mais antiga antecessora do atual Instituto Superior de Economia e Gestão e, em 1781 era criada a Aula Régia do Desenho e da Figura, primeira antecessora direta das Faculdades de Arquitetura e de Belas-Artes.

Já no século XIX, foram sucessivamente criadas, ainda sob o signo do vintismo a Régia Escola de Cirurgia (1825), instalada no Hospital de São José (a qual estará na origem da Escola Médico-Cirúrgica de Lisboa, criada em 1836 e finalmente da atual Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa, fundada em 1911), e a Real Escola Veterinária, já durante o governo D. Miguel (1830), que estará na origem, sucessivamente, do Instituto de Agronomia e Veterinária (1886), e à Escola Superior de Medicina Veterinária (1911).

Após o triunfo definitivo do liberalismo, foram criadas, por decretos de Passos Manuel de 1836, para além da já citada Escola Médico-Cirúrgica de Lisboa a Academia de Belas Artes de Lisboa, instalada no Convento de São Francisco da Cidade, donde nascerá, mais tarde, a Escola Superior de Belas Artes de Lisboa e as Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa e de Arquitetura. No ano seguinte, era a vez de nascer a Escola Politécnica, instalada no antigo Colégio dos Nobres, antecessora da atual Faculdade de Ciências. Em 1844, durante o governo de Costa Cabral, a Aula do Comércio dá lugar à Escola de Comércio de Lisboa.

Com o início do Fontismo, são fundados o Instituto Industrial de Lisboa (1852), que estará na base do Instituto Superior Técnico e, por carta de lei de D. Pedro V de 8 de Junho de 1859 era fundado o Curso Superior de Letras. Em 1869, por fusão com do Instituto Industrial de Lisboa com a Escola de Comércio, é criado o novo Instituto Industrial e Comercial de Lisboa, que estará na base do Instituto Superior Técnico e do Instituto Superior de Economia e Gestão.

A criação da Universidade de Lisboa (1911)[editar | editar código-fonte]

Alameda da Cidade Universitária e Reitoria da Universidade de Lisboa.

Através do decreto com força de lei de 19 de abril de 1911[17] foi fixada a orgânica da Universidade de Lisboa.

Através daquele diploma legal foram instituídas as novas faculdades de Medicina e de Farmácia, em substituição da Escola Médico-Cirúrgica. A Faculdade de Ciências ampliou e substituiu a Escola Politécnica de Lisboa preexistente. O Curso Superior de Letras (fundado pelo rei ) deu lugar à Faculdade de Letras. Foi também criada a Faculdade de Ciências Económicas e Políticas de Lisboa, que, em 1913, seria transformada em Faculdade de Estudos Sociais e de Direito e, finalmente, em 1918, convertida na atual Faculdade de Direito, cujo primeiro diretor foi Afonso Costa, proeminente figura da Primeira República cuja posição na Universidade de Lisboa veio contrabalançar o facto de, até então, a esmagadora maioria dos governantes do país serem provenientes da Faculdade de Direito de Coimbra.

A estas faculdades se viriam a juntar, já no final do século XX, nas décadas de 1980 e 1990, a Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação (com raízes na Faculdade de Letras)[18] , a Medicina Dentária (com a integração, em 1991, da Escola Superior de Medicina Dentária de Lisboa, criada em 1975)[19] e a Belas-Artes (com a integração, em 1991, da Escola Superior de Belas-Artes de Lisboa).

A 23 de Novembro de 2011 foi feita Membro-Honorário da Ordem Militar de Sant'Iago da Espada.[20]

A criação da Universidade Técnica de Lisboa (1930)[editar | editar código-fonte]

A Universidade Técnica de Lisboa foi criada, em 1930, a partir de quatro escolas já existentes: a Escola Superior de Medicina Veterinária, atual Faculdade de Medicina Veterinária, o Instituto Superior de Agronomia, o Instituto Superior de Ciências Económicas e Financeiras, atual Instituto Superior de Economia e Gestão e o Instituto Superior Técnico.

Posteriormente, veio a ser integrada por mais três estabelecimentos de ensino superior: Em 1961 pelo Instituto Superior de Estudos Ultramarinos, atual Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas[21] ; em 1976 pelo Instituto Nacional de Educação Física, redenominado Instituto Superior de Educação Física, atual Faculdade de Motricidade Humana[22] ; em 1979, pela Faculdade de Arquitetura, sucedendo à secção de Arquitetura da Escola Superior de Belas-Artes de Lisboa[23] .

A fusão entre a UL e a UTL[editar | editar código-fonte]

Após um processo negocial entre a Universidade de Lisboa e a Universidade Técnica de Lisboa e destas com o Governo, foi aprovada, pelo Decreto-Lei n.º 266-E/2012, de 31 de dezembro[24] , a fusão entre as duas universidades.

A universidade decorrente da fusão adotou a denominação de Universidade de Lisboa.

Os Estatutos da nova universidade foram homologados pelo despacho normativo n.º 5-A/2013 (2.ª série), de 19 de abril[25] .

Nos termos do artigo 16.º daquele Decreto-Lei, a fusão produziu efeitos em 25 de julho de 2013, data da tomada de posse do novo reitor da Universidade de Lisboa[26] , Prof. Doutor António da Cruz Serra, numa cerimónia realizada na Aula Magna da universidade.

A universidade após a fusão[editar | editar código-fonte]

A fusão deu origem à maior universidade de Portugal, quarta maior da Península Ibérica e uma das maiores da Europa.[2]

A Universidade passou a compreender dezoito unidades orgânicas, genericamente chamadas de Escolas (de acordo com os seus Estatutos), podendo revestir a designação de Faculdade ou Instituto, a saber:

  1.      Faculdade de Arquitetura
  2.      Faculdade de Belas-Artes
  3.      Faculdade de Ciências
  4.      Faculdade de Direito
  5.      Faculdade de Farmácia
  6.      Faculdade de Letras
  7.      Faculdade de Medicina
  8.      Faculdade de Medicina Dentária
  9.      Faculdade de Medicina Veterinária
  10.      Faculdade de Motricidade Humana
  11.      Faculdade de Psicologia
  12.      Instituto de Ciências Sociais
  13.      Instituto de Educação
  14.      Instituto de Geografia e Ordenamento do Território
  15.      Instituto Superior de Agronomia
  16.      Instituto Superior de Economia e Gestão
  17.      Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas
  18.      Instituto Superior Técnico

Localização[editar | editar código-fonte]

Quinta da Torrinha, adquirida pela FFUL.

Aquando da sua criação, a Universidade de Lisboa viu as faculdades que a constituíam dispersas pela cidade não apresentando um edifício próprio para o corpo administrativo da universidade. Assim, ainda que as várias faculdades tivessem passado a integrar uma só universidade, a Faculdade de Ciências permaneceu nas instalações da Escola Politécnica no Príncipe Real,[27] as Faculdades de Farmácia e Medicina permaneceram no edifício da Escola Médico-Cirúrgica no Campo dos Mártires da Pátria, a Faculdade de Letras permaneceu em anexos do edifício da Academia das Ciências de Lisboa,[28] e a Faculdade de Ciências Económicas e Políticas permaneceu no Palácio Valmor, no Campo dos Mártires da Pátria.[29]

Assim, foi apenas em 1920 que a localização da futura Cidade Universitária fica definida, com a assinatura da escritura de um terreno com aproximadamente 149 000  no lugar de Palma de Cima junto ao Campo Grande, por parte da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa e a compra da Quinta da Torrinha, com cerca de 38 000 m², por parte da Faculdade de Farmácia da Universidade de Lisboa.[30]

A compra destes terrenos não foi, contudo, suficientemente impulsionadora da construção de novos edifícios para albergar a Universidade de Lisboa. A revolução de 28 de Maio de 1926 e consequente implantação da Ditadura Nacional constituíram mais um entrave à concretização deste projeto. Assim, no final dos anos 20, a construção de uma cidade universitária junto ao Campo Grande aparecia como uma hipótese menos económica e real, face à possibilidade de adquirir e remodelar edifícios no Campo dos Mártires da Pátria, onde já se localizavam as Faculdades de Medicina e Direito.[30] Apesar disso esta era uma possibilidade que, sendo mais apelativa ao governo, era contestada por várias personalidades da universidade de Lisboa.

Foi em 1935 que foi aprovada a hipótese de construção da cidade universitária junto ao Campo Grande e iniciaram finalmente os projetos arquitetónicos. Assim, Porfírio Pardal Monteiro é incumbido da tarefa de desenhar o a reitoria e as Faculdades de Direito e Letras e o hospital é encomendado a Hermann Diestel. Assim, o projeto de unificação da Universidade de Lisboa materializou-se finalmente. [30]

Após a fusão, a universidade passou a compreender vários campi espalhados pela cidade de Lisboa e fora dela (nos concelhos de Loures, Oeiras e Cascais).

Na cidade de Lisboa:

Fora da cidade de Lisboa, o Campus da Cruz-Quebrada, onde se localiza a Faculdade de Motricidade Humana, o Campus do Taguspark, em Porto Salvo (concelho de Oeiras), e de Sacavém/Bobadela (concelho de Loures) (ambos ligados ao Instituto Superior Técnico), bem como o Campus da Guia, em Cascais (onde se localiza o Laboratório Marítimo da Guia[31] ).

Orgãos Universitários[editar | editar código-fonte]

São Órgãos de Governo da Universidade:

O Conselho Geral O Reitor O Conselho de Gestão

A Universidade dispõe ainda dos seguintes órgãos:

O Senado O Conselho de Coordenação Universitária O Provedor do Estudante

As Escolas dispõem de órgãos de governo e de gestão próprios.

Reitores da Universidade de Lisboa[editar | editar código-fonte]

Reitor Honorário da Universidade de Lisboa[editar | editar código-fonte]

Ensino[editar | editar código-fonte]

A oferta formativa da Universidade de Lisboa (ULisboa) abarca diversas áreas do saber.

Licenciaturas[editar | editar código-fonte]

Faculdade de Arquitetura

  • Cenografia
  • Design
  • Design de Moda

Faculdade de Belas-Artes

  • Arte Multimédia
  • Ciências da Arte e do Património (regime pós-laboral)
  • Desenho (regime pós-laboral)
  • Design de Comunicação
  • Design de Equipamento
  • Escultura
  • Estudos Gerais (interescolas)
  • Pintura

Faculdade de Ciências

  • Biologia
  • Bioquímica
  • Ciências da Saúde (interescolas)
  • Engenharia Geográfica
  • Engenharia Informática
  • Estatística Aplicada
  • Estudos Gerais (interescolas)
  • Física
  • Geologia
  • Matemática
  • Matemática Aplicada
  • Meteorologia, Oceanografia e Geofísica
  • Química
  • Química Tecnológica
  • Tecnologias de Informação e Comunicação

Faculdade de Direito

  • Direito (regime laboral e pós-laboral)

Faculdade de Farmácia

  • Ciências da Saúde (interescolas)

Faculdade de Letras

  • Arqueologia
  • Artes e Humanidades
  • Comunicação e Cultura
  • Ciências da Linguagem
  • Estudos Africanos
  • Estudos Artísticos, variante de Artes e Culturas e Comparadas
  • Estudos Artísticos, variante de Artes do Espetáculo
  • Estudos Asiáticos (interinstituições)
  • Estudos Clássicos
  • Estudos Europeus
  • Estudos Gerais (interescolas)
  • Estudos Portugueses
  • Filosofia
  • História
  • História da Arte
  • Línguas, Literaturas e Culturas
  • Tradução

Faculdade de Medicina

  • Ciências da Saúde (interescolas)

Faculdade de Medicina Dentária

  • Ciências da Saúde (interescolas)
  • Higiene Oral
  • Prótese Dentária

Faculdade de Medicina Veterinária

  • Engenharia Zootécnica (interescolas)

Faculdade de Motricidade Humana

  • Ciências do Desporto
  • Dança
  • Ergonomia
  • Gestão do Desporto (interescolas)
  • Reabilitação Psicomotora

Faculdade de Psicologia

  • Ciências da Saúde (interescolas)

Instituto de Educação

  • Ciências da Educação

Instituto de Geografia e Ordenamento do Território

  • Geografia
  • Planeamento e Gestão do Território

Instituto Superior de Agronomia

  • Arquitetura Paisagista
  • Biologia
  • Engenharia Agronómica
  • Engenharia Alimentar
  • Engenharia do Ambiente
  • Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais
  • Engenharia Zootécnica (interescolas)

Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas

  • Antropologia
  • Administração Pública (regime laboral e pós-laboral)
  • Administração Pública e Políticas do Território (regime pós-laboral)
  • Ciência Política
  • Ciências da Comunicação
  • Gestão de Recursos Humanos (regime pós-laboral)
  • Relações Internacionais (regime laboral e pós-laboral)
  • Serviço Social (regime laboral e pós-laboral)
  • Sociologia (regime laboral e pós-laboral)

Instituto Superior de Economia e Gestão

  • Economia
  • Economia (Ensino ministrado em Inglês)
  • Finanças
  • Gestão
  • Gestão (Ensino ministrado em Inglês)
  • Gestão do Desporto (interescolas)
  • Matemática Aplicada à Economia e à Gestão

Instituto Superior Técnico

  • Engenharia e Arquitetura Naval
  • Engenharia Eletrónica
  • Engenharia Geológica e de Minas
  • Engenharia e Gestão Industrial
  • Engenharia Informática e de Computadores – Alameda
  • Engenharia Informática e de Computadores – Taguspark
  • Engenharia de Materiais
  • Engenharia de Telecomunicações e Informática
  • Matemática Aplicada e Computação

Mestrados[editar | editar código-fonte]

Faculdade de Arquitetura

  • Arquitetura (regime laboral e pós-laboral)
  • Arquitetura na área de Especialização em Arquitetura de Interiores
  • Arquitetura na área de Especialização em Urbanismo

Faculdade de Belas-Artes

Faculdade de Ciências

  • Engenharia Biomédica e Biofísica
  • Engenharia da Energia e do Ambiente
  • Engenharia Física

Faculdade de Direito

Faculdade de Farmácia

  • Ciências Farmacêuticas

Faculdade de Letras

Faculdade de Medicina

  • Medicina

Faculdade de Medicina Dentária

  • Medicina Dentária

Faculdade de Medicina Veterinária

  • Medicina Veterinária

Faculdade de Motricidade Humana

Faculdade de Psicologia

  • Psicologia

Instituto de Ciências Sociais (ICS)

  • Estudos Brasileiros (interescolas)

Instituto de Educação

Instituto de Geografia e Ordenamento do Território

Instituto Superior de Agronomia

Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas

Instituto Superior de Economia e Gestão

  • Ciências Atuariais
  • Ciências Empresariais
  • Contabilidade, Fiscalidade e Finanças Empresariais
  • Decisão Económica e Empresarial
  • Demografia (interescolas)
  • Desenvolvimento e Cooperação Internacional
  • Econometria Aplicada e Previsão
  • Economia e Gestão de Ciência, Tecnologia e Inovação
  • Economia Monetária e Financeira
  • Economia e Políticas Públicas
  • Economia Internacional e Estudos Europeus
  • Economia
  • Finanças
  • Gestão do Desporto – Organizações Desportivas (interescolas)
  • Gestão de Projetos
  • Gestão de Recursos Humanos
  • Gestão de Sistemas de Informação
  • Gestão e Avaliação Imobiliária
  • Gestão e Estratégia Industrial
  • Gestão/MBA
  • Marketing
  • Matemática Financeira
  • Sociologia Económica e das Organizações
  • Trabalho, Organizações e Mercados

Instituto Superior Técnico

  • Arquitetura
  • Engenharia Aeroespacial
  • Engenharia do Ambiente
  • Engenharia Biológica
  • Engenharia Biomédica
  • Engenharia Civil
  • Engenharia Eletrotécnica e de Computadores
  • Engenharia Física Tecnológica
  • Engenharia Mecânica
  • Engenharia Química

Doutoramentos[editar | editar código-fonte]

Faculdade de Arquitetura

Faculdade de Belas-Artes

Faculdade de Ciências

Faculdade de Direito

Faculdade de Farmácia

Faculdade de Letras

Faculdade de Medicina

Faculdade de Medicina Dentária

Faculdade de Medicina Veterinária

Faculdade de Motricidade Humana

Faculdade de Psicologia

Instituto de Ciências Sociais (ICS)

Instituto de Educação

Instituto de Geografia e Ordenamento do Território

Instituto Superior de Agronomia

Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas

  • E-Planeamento (interinstituições)
  • Ciências Sociais

Instituto Superior de Economia e Gestão

  • Economia
  • Estudos de Desenvolvimento
  • Gestão
  • História Económica e Social
  • Matemática Aplicada à Economia e à Gestão
  • Sociologia Económica e das Organizações

Instituto Superior Técnico

Investigação[editar | editar código-fonte]

A Universidade de Lisboa (ULisboa) acolhe, através das suas escolas, Unidades de Investigaçãopróprias ou associadas que definem, nos termos da lei, dos Estatutos e dos regulamentos aplicáveis, os seus fins e estruturação interna. No total são cerca de 106 centros e institutos de investigação, para além de dispor de 10 dos 26 laboratórios associados nacionais, que são unidades de investigação que contribuem ativamente para o desenvolvimento científico e tecnológico.

Referências

  1. a b c d e f "Factos e Números'" Reitoria da Universidade de Lisboa (2013), acesso em 20/08/2013
  2. a b (28 dezembro 2011) "Fusão em Lisboa cria quarta maior universidade ibérica". Diário de Notícias. Página visitada em 2014-04-06.
  3. Frequentemente identificada como «Universidade Clássica de Lisboa».
  4. Cf. Decreto de 22 de março de 1911, publicado no Diário do Governo de 24 de março de 1911. Ver também o Decreto de 19 de abril de 1911, publicado no Diário do Governo de 22 de abril de 1911, que cria as faculdades primitivas da nova universidade.
  5. Cf. Decreto n.º 19 081, de 2 de dezembro de 1930.
  6. Decreto-Lei n.º 266-E/2012, de 31 de dezembro de 2012
  7. http://www.ulisboa.pt/wp-content/uploads/Dossier-Tomada-de-Posse.pdf
  8. Estudos Gerais, Revelar Lx
  9. BulaDe statu regni Portugaliae, de 9 de agosto.
  10. Marcos Históricos - Sécs. XIII a XVI, Universidade de Coimbra
  11. Serrão, Joaquim Veríssimo. História das Universidades. Porto: Lello & Irmão Editores, 1983, pp. 58 a 64.
  12. UNIVERSIDADE DE COIMBRA. História da Universidade. Consultado em 18 de janeiro de 2013.
  13. Monumenta Henricina, Volume IV (1431-1434), UC Biblioteca Geral, pág. 5 e 6, nota 4
  14. São Vicente, C. M. Lisboa
  15. Pátio dos Quintalinhos - detalhe, IGESPAR
  16. Lugares Colombianos em Portugal, por Carlos Fontes, Lusotupia
  17. Diário do Governo de 22 de abril de 1911.
  18. Cf. Decreto-Lei n.º 528/80, de 5 de novembro.
  19. Cf. o despacho n.º 169/ME/91, publicado no Diário da República, 2.ª série, de 23 de outubro de 1991.
  20. Cidadãos Nacionais Agraciados com Ordens Portuguesas. Presidência da República Portuguesa. Página visitada em 31 de dezembro de 2012. "Resultado análise da busca de "Universidade de Lisboa"."
  21. Cf. Decreto-Lei n.º 43858, de 14 de Agosto de 1961.
  22. Cf. Decreto-Lei n.º 675/75, de 3 de Dezembro.
  23. Cf. Decreto-Lei n.º 498-E/79,de 21 de Dezembro.
  24. Decreto-Lei n.º 266-E/2012, de 31 de dezembro.
  25. Despacho normativo n.º 5-A/2013 (2.ª série), de 19 de abril.
  26. Cf. artigos 11.º e 12.º do Decreto-Lei n.º 266-E/2012, de 31 de dezembro.
  27. História da FCUL
  28. História da FLUL
  29. História da FDUL
  30. a b c Cidade Universitária de Lisboa. Vazios e cheios urbanos ou as Géneses Alimentadoras de Equívocos
  31. Laboratório Marítimo da Guia na página da história da Universidade de Lisboa

Ver também[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]