Eleição presidencial nos Estados Unidos em 2016

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Eleição presidencial dos Estados Unidos em 2016
 

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8 de novembro de 2016[1]
Donald Trump August 19, 2015 (cropped).jpg Hillary Clinton by Gage Skidmore 2.jpg
Candidato Donald Trump[2] Hillary Clinton[3]
Partido Republicano Democrata
Domicílio eleitoral Nova Iorque Nova Iorque
Companheiro de chapa Mike Pence Tim Kaine
Colégio eleitoral 304 227
Vencedor em 30 + ME-02 20 + DC
Votos 62 984 825[4] 65 853 516[4]
Porcentagem 46,1% 48,2%
ElectoralCollege2016.svg
Mapa dos resultados por estado. Em vermelho, os estados vencidos por Trump/Pence e em azul, os estados onde venceu Clinton/Kaine. Os números indicam a quantidade de votos no Colégio Eleitoral que cada estado garante ao vencedor.

Seal of the President of the United States.svg
Presidente dos Estados Unidos

A eleição presidencial de 2016 nos Estados Unidos foi realizada em uma terça-feira, 8 de novembro de 2016. Foi a 58ª eleição presidencial do país, que oficialmente elegeu o presidente e o vice-presidente dos Estados Unidos.[5] O então presidente, Barack Obama, era inelegível para um terceiro mandato. Isso ocorre devido aos limites de prazo como líder da nação previstos na Vigésima Segunda Emenda da Constituição dos Estados Unidos.[6] Donald Trump, o candidato republicano, foi o vencedor da eleição.[7]

Aos 70 anos de idade, Trump se tornou o homem mais velho até então a ser eleito para um primeiro mandato como presidente dos Estados Unidos, passando Ronald Reagan que foi eleito aos 69 anos de idade em 1980. Junto com Bill Clinton e George W. Bush, Trump nasceu em 1946; esta foi a primeira vez que três presidentes nasceram no mesmo ano. Donald também foi o quinto presidente nascido no estado de Nova Iorque, junto com Martin Van Buren, Millard Fillmore, Theodore Roosevelt e Franklin D. Roosevelt; também foi o segundo presidente nascido na cidade de Nova Iorque, junto com Theodore Roosevelt. Trump também se juntou a James K. Polk em 1844, Woodrow Wilson em 1916 e Richard Nixon em 1968 como os presidentes que venceram uma eleição nacional sem conseguir a maioria dos votos em seus estados natais.

Trump se tornou ainda o quinto presidente eleito, junto com John Quincy Adams em 1824, Rutherford B. Hayes em 1876, Benjamin Harrison em 1888 e George W. Bush em 2000, a vencer a eleição apesar de ter perdido no voto popular geral, vencendo apenas no colégio eleitoral.

Contexto[editar | editar código-fonte]

O artigo dois da Constituição dos Estados Unidos prevê que, para uma pessoa ser eleita e atuar como presidente do país, deve ser um cidadão nato dos Estados Unidos, ter pelo menos 35 anos de idade e ser um residente local por um período não inferior a catorze anos. Os candidatos procuram os partidos para fazer sua nomeação e em seguida os partidos realizam eleições primárias para escolher um deles. Os delegados dos partidos então nomeiam um destes candidatos para concorrer na eleição geral.[8]

O democrata Barack Obama, um ex-senador pelo estado de Illinois, deverá concluir seu segundo e último mandato em 20 de janeiro de 2017. Na eleição presidencial de 2008, Obama derrotou o senador republicano John McCain, recebendo 52,9% dos votos populares e 68% dos votos do Colégio Eleitoral.[9][10] Ele foi reeleito para um segundo mandato em 2012, ao derrotar o ex-governador de Massachusetts Mitt Romney com 51,1% dos votos populares e 62% dos votos do Colégio Eleitoral.[11] De acordo com a vigésima segunda emenda, Obama era inelegível para concorrer a um terceiro mandato. Durante o seu segundo mandato, a aprovação do presidente Obama variou entre 40% a 50%.[12] Seu índice de aprovação era amplamente visto como um indicador de quão bem o Partido Democrata iria na eleição de 2016.[13][14][15]

Candidatos[editar | editar código-fonte]

Abaixo, segue uma lista com os nomes dos candidatos que anunciaram suas candidaturas oficialmente.[16]

Partido Republicano[editar | editar código-fonte]

Em 26 de maio de 2016, o candidato Donald Trump conseguiu garantir o número mínimo de delegados para garantir a nomeação do seu partido para a presidência dos Estados Unidos nas eleições de 2016.[2] Em 19 de julho ele foi confirmado como o candidato do partido durante a Convenção Republicana.[17]

Republican Disc.png
Donald Trump Mike Pence
para Presidente para Vice-Presidente
Trump-Pence 2016.svg

MAGA.svg
Donald Trump by Gage Skidmore 4.jpg
Mike Pence February 2015 cropped color corrected 2 by 3.jpg
Presidente das Organizações Trump
(1971 - 2017)
Governador de Indiana
(2013 - 2017)
[18][19][20]
Candidatos desistentes
Rick Perry by Gage Skidmore 7.jpg
Scott Walker by Gage Skidmore.jpg
Gov. Bobby Jindal in Oklahoma 2015.jpg
Lindsey Graham, official Senate photo portrait cropped.jpg
Governor of New York George Pataki at Northeast Republican Leadership Conference Philadelphia PA June 2015 NRLC by Michael Vadon 11 (cropped).jpg
Mike Huckabee at 2014 CPAC (cropped).jpg
Rand Paul by Gage Skidmore 10-11-10.jpg
Sen. Rick Santorum May 2015.jpg
Rick Perry[21]
Governador do Texas
(2000-2015)
Scott Walker[22]
Governador de Wisconsin
(desde 2011)
Bobby Jindal[23]
Governador da Luisiana
(desde 2008)
Lindsey Graham[24]
Senador pela Carolina do Sul
(desde 2003)
George Pataki[25]
Governador de Nova York
(1995-2007)
Mike Huckabee[26]
Governador de Arkansas
(1996-2007)
Rand Paul[27]
Senador pelo Kentucky
(desde 2011)
Rick Santorum[28]
Senador pela Pensilvânia
(1995-2007)
Carly Fiorina August 2015.jpg
Chris Christie April 2015.jpg
Jeb Bush by Gage Skidmore 2.jpg
Ben Carson at CPAC 2015.jpg
Jim Gilmore by Gage Skidmore 2.jpg
Marco Rubio, Official Portrait, 112th Congress.jpg
Ted Cruz, official portrait, 113th Congress.jpg
Governor John Kasich.jpg
Carly Fiorina[29]
Empresária da Califórnia
Chris Christie[30]
Governador de Nova Jérsei
(desde 2010)
Jeb Bush[31]
Governador da Flórida
(1999-2007)
Ben Carson[32]
Neurocirurgião de Maryland
Jim Gilmore[33]
Governador da Virgínia
(1998-2002)
Marco Rubio[34]
Senador pela Flórida
(desde 2011)
Ted Cruz[35]
Senador pelo Texas
(desde 2013)
John Kasich[36]
Governador de Ohio
(desde 2011)

Partido Democrata[editar | editar código-fonte]

Em 7 de junho de 2016, Hillary Clinton conseguiu garantir o número mínimo de delegados para garantir a nomeação do seu partido para a presidência dos Estados Unidos nas eleições de 2016. O partido confirmou sua indicação durante a Convenção Democrata em 26 de julho. Ela foi a primeira mulher a ser candidata a presidência por um grande partido na história dos Estados Unidos.[3]

U.S. Democratic Party logo (transparent).svg
Hillary Clinton Tim Kaine
para Presidente para Vice-Presidente
Clinton Kaine.svg

Stronger Together.png
Hillary Clinton AIPAC 2016 Speech (cropped).jpg
Tim Kaine crop.jpg
67ª Secretária de Estado dos EUA
(2009 - 2013)
Senador pela Virgínia
(2013 - presente)
[37][38][39]
Candidatos desistentes
Bernie Sanders September 2015.jpg
Jim Webb official 110th Congress photo.jpg
Lessig (cropped).png
Lincoln Chafee official portrait.jpg
Governor O'Malley Portrait.jpg
Bernie Sanders[40]
Senador dos Estados Unidos
por Vermont (2007-presente)
Jim Webb[41]
Senador pela Virgínia
(2007-2013)
Lawrence Lessig[42]
Professor da
Harvard Law School
Lincoln Chafee[43]
Governador de Rhode Island
(2011-2015)
Martin O'Malley[44]
Governador de Maryland
(2007-2015)

Outros[editar | editar código-fonte]

Partido Libertário[editar | editar código-fonte]

O acesso da cédula para o Partido Libertário
  Na cédula
  Não na cédula
Logo Libertarian Party.jpg
Gary Johnson William Weld
para Presidente para Vice-Presidente
Johnson Weld 2016.svg
Gary Johnson June 2016.jpg
Bill Weld campaign portrait.jpg
29º Governador do Novo México
(1995–2003)
68º Governador de Massachusetts
(1991–1997)
[45][46]

Partido Verde[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Partido Verde (Estados Unidos)
O acesso da cédula para o Partido Verde
  Na cédula
  Não na cédula, escreva-nos o acesso
  Não na cédula
Green Party of the United States New Logo.png
Jill Stein Ajamu Baraka
para Presidente para Vice-Presidente
SteinBaraka.png
Jill Stein cropped.jpg
Ajamu-Baraka.jpg
Médica de Lexington, Massachusetts[47] Ativista de Washington, D.C.
[47][48]

Resultados[editar | editar código-fonte]

Resultado das eleições por condado. Em azul, os condados onde Hillary saiu vitoriosa. Em vermelho, os que Trump ganhou.

A eleição foi realizada no dia 8 de novembro de 2016. Hillary Clinton deu seu voto no subúrbio de Nova York, enquanto Donald Trump votou em uma escola pública de Manhattan.[49] Algumas pesquisas favoreciam inicialmente a candidata democrata Hillary Clinton.[50] No entanto, após o fechamento das urnas e com os resultados aparecendo ao longo da noite, essas previsões acabaram se provando imprecisas quando o candidato republicano começou a apresentar bons resultados nos estados decisivos, especialmente na Flórida, em Ohio e na Carolina do Norte. Até mesmo em Wisconsin e Michigan, estados que foram previstos para uma vitória democrata, acabaram vencidos por Trump.[51]

No dia 9 de Novembro, às 3:00 da manhã no horário da costa leste dos Estados Unidos, Donald Trump garantiu mais de 270 votos dos 538 eleitores no Colégio Eleitoral, o suficiente para torná-lo o presidente eleito.[52] Um assessor de Trump disse que Clinton fez uma ligação admitindo a derrota.[53] Clinton pediu aos seus apoiantes para aceitar o resultado e esperar que Trump seja "um presidente de sucesso para todos os americanos."[54] Em seu discurso de vitória Trump falou sobre cooperação dizendo que "é hora de nos juntar como um povo unido" e elogiou Clinton, a quem devia "uma grande dívida de gratidão por seus serviços prestados ao nosso país."[55]

Candidato a
presidente
Candidato a
vice-presidente
Partido Votos  % votos Colégio
Eleitoral
Donald Trump Mike Pence Republicano 62 984 825[4] 46,09% 304
Hillary Clinton Tim Kaine Democrata 65 853 516[4] 48,18% 227
Gary E. Johnson William Weld Libertário 4 489 221[4] 3,28% 0
Jill Stein Ajamu Baraka Verde 1 457 216[4] 1,07% 0
Evan McMullin Mindy Finn Independente 731 788[4] 0,54% 0
Darrell Castle Scott Bradley Constituição 203,010[4] 0,15% 0
Gloria La Riva Eugene Puryear Socialismo e Liberação 74 392[4] 0,05% 0
Outros 760 586[4] 0,56%
Total 136 669 237[4] 100% 538
Necessário para vencer 270

Controvérsias[editar | editar código-fonte]

Recontagem de votos[editar | editar código-fonte]

No dia 25 de novembro, quando restavam 90 minutos para o fim do prazo de uma petição para recontagem de votos, Stein entrou com o pedido em Wisconsin. Ela sinalizou que pretendia solicitar recontagens semelhantes em Michigan e na Pensilvânia.[56] No dia seguinte, o conselheiro geral da campanha de Clinton, Marc Elias afirmou que também iria unir esforços para ajudar na recontagem solicitada por Stein em Wisconsin e possivelmente nos outros estados, com o intuito de "garantir que o processo seja feito de forma justa para todos os lados."[57][58] Stein tinha até essa data para arrecadar quase seis milhões de dólares em doações necessários para petição de recontagem.[59]

O presidente eleito Donald Trump emitiu um comunicado denunciando o pedido recontagem, dizendo: "As pessoas têm falado e a eleição acabou." Trump comentou ainda que a recontagem "é uma farsa do Partido Verde para uma eleição que já foi concedida."[60]

Stein entrou com a petição de recontagem na Pensilvânia em 28 de novembro.[61] Em 29 de novembro, ela pagou os U$ 3.500.000 necessários para iniciar a recontagem dos votos presidenciais no estado de Wisconsin. Com o pagamento recebido, a Comissão Eleitoral de Wisconsin ordenou que a recontagem da eleição presidencial de 2016 tivesse início em 1º de dezembro.[62] Stein entrou com pedido de uma recontagem manual no estado de Michigan em 30 de novembro, após pagar a taxa de U$ 973.250 que era necessária.[63] No mesmo dia, o candidato presidencial independente Roque De La Fuente pediu a recontagem dos votos em cinco municípios de Nevada e pagou U$ 14.000 necessários para o esforço.[64]

Interferência russa[editar | editar código-fonte]

Em 9 de dezembro de 2016, a Agência Central de Inteligência emitiu uma avaliação aos legisladores no Senado dos Estados Unidos, afirmando que uma entidade russa invadiu os e-mails do Comitê Nacional Democrata e de John Podesta para ajudar Donald Trump. O FBI concordou.[65] O presidente Barack Obama ordenou um "inquérito completo" sobre essa possível intervenção.[66] O Diretor da Inteligência Nacional James R. Clapper no início de janeiro de 2017 testemunhou ante um comitê do Senado que a intromissão da Rússia na campanha presidencial de 2016 foi além do hackeamento e incluiu desinformação e disseminação de notícias falsas, muitas vezes promovidas nas mídias sociais.[67]

O presidente eleito Trump originalmente chamou o relatório fabricado[68] e o Wikileaks negaram qualquer envolvimento das autoridades russas.[69] Dias depois, Trump disse que poderia estar convencido do hacking russo "se houver uma apresentação unificada de provas do FBI e outras agências".[70]

Vários senadores dos Estados Unidos - incluindo os republicanos John McCain, Richard Burr e Lindsey Graham - exigiram uma investigação do Congresso dos Estados Unidos.[71] O Comitê de Inteligência do Senado anunciou o escopo de seu inquérito oficial em 13 de dezembro de 2016, em bases bipartidárias; o trabalho começou em 24 de janeiro de 2017.[72]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

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  2. a b «US election: Donald Trump seals Republican nomination». Al Jazeera. Consultado em 26 de julho de 2016 
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  4. a b c d e f g h i j k «"Official 2016 Presidential General Election Results"» (PDF). Federal Election Commission. 30 de janeiro de 2017. Consultado em 18 de maio de 2017 
  5. «2016 Elections» (em inglês). 2016 Elections.com. Consultado em 6 de junho de 2013 
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  7. "Donald Trump Becomes President Elect After Clinton Concedes in Historic and Bitter Contest". Página acessada em 9 de novembro de 2016.
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  9. «United States House of Representatives floor summary for Jan 8, 2009». Clerk.house.gov. Consultado em 30 de janeiro de 2009 
  10. «FEDERAL ELECTIONS 2008» (PDF). Federal Election Commission. Consultado em 11 de maio de 2015 
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  13. Sabato, Larry J. (17 de abril de 2015). «Clinton's Real Opponent: Barack Obama». Politico. Consultado em 11 de maio de 2015 
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  15. "President Obama Job Approval", Real Clear Politics.
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  72. Erro de citação: Código <ref> inválido; não foi fornecido texto para as refs de nome senate-inquiry-start

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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