Presidência de Donald Trump

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Presidente Donald Trump

A presidência de Donald Trump começou em 20 de janeiro de 2017, no dia em que Donald Trump se tornou o 45º Presidente dos Estados Unidos,[1] sucedendo Barack Obama. Trump, um republicano, era um homem de negócios de Nova York na época de sua vitória na eleição presidencial 2016 sobre a democrata Hillary Clinton. Seu vice, o ex-governador de Indiana Mike Pence, assumiu o cargo de 48.º vice-presidente dos Estados Unidos no mesmo dia. Aos 70 anos, Trump é a pessoa mais velha a assumir a presidência. O mandato de Trump no cargo terminará em 20 de janeiro de 2021 e ele é elegível a tentar a reeleição para um segundo mandato.[2]

Durante seu tempo na Casa Branca, Trump emitiu diversas ordens e memorandos presidenciais, incluindo a Ordem Executiva 13769, que suspendeu a admissão dos refugiados nos Estados Unidos. Trump também nomeou Neil Gorsuch para a Suprema Corte e nomeou vários executivos.

Campanha[editar | editar código-fonte]

Eleição presidencial de 2016[editar | editar código-fonte]

Ao conquistar 304 dos 538 votos eleitorais, Trump derrotou Hillary Clinton na eleição presidencial de 2016.
  Donald Trump
  Hillary Clinton

A proposta republicana de Donald Trump (de Nova Iorque) e Mike Pence (de Indiana) venceu a eleição presidencial estadunidense de 2016, derrotando a chapa democrata encabeçada pela antiga Secretária de Estado Hillary Clinton e o senador Tim Kaine. Trump recebeu 304 votos eleitorais em detrimento dos 227 recebidos por Clinton,[3] apesar de que esta última tenha recebido maior número de votos populares.[4]

Trump tornou-se o quinto candidato presidencial na história do país a vencer as eleições sem vencer no voto popular, seguindo o feito de John Quincy Adams (em 1824), Rutherford B. Hayes (em 1876), Benjamin Harrison (em 1888) e George W. Bush (em 2000).[5][6] Apesar do Partido Republicano perder dois assentos no Senado e seis assentos na Câmara dos Representantes, manteve a maioria em ambas as câmaras na formação do 115º Congresso dos Estados Unidos.[7] Por outro lado, Trump alegou publicamente uma fraude eleitoral por Clinton durante a contagem de votos, exigindo maiores investigações.[8]

Após a eleição, o também republicano Mitch McConnell, do Kentucky, foi mantido como Líder da Maioria do Senado, enquanto o democrata Chuck Schumer, de Nova Iorque, sucedeu a Harry Reid (de Nevada) como Líder da Minoria.[9] A democrata Nancy Pelosi permaneceu como Líder da Minoria dos Representantes, enquanto o republicano Paul Ryan permaneceu como Presidente da Câmara dos Representantes.[10]

Eleições intercalares em 2018[editar | editar código-fonte]

Em 6 de novembro de 2018 serão realizadas eleições de meio de mandato para renovação de 1/3 do Senado.

Transição[editar | editar código-fonte]

Trump em seu discurso inaugural momentos após seu juramento de posse, janeiro de 2017.

Pouco antes da eleição, Trump nomeou Chris Christie como líder de sua equipe de transição. Após a eleição, o Vice-presidente-eleito Mike Pence assumiu a chefia da equipe transicional, enquanto Christie passou a coordená-la ao lado do senador Jeff Sessions (do Alabama), o tenente-general Michael T. Flynn, o ex-prefeito de Nova Iorque Rudy Giuliani, o ex-candidato presidencial Ben Carson e o antigo Representante Newt Gingrich. A equipe de transição de Trump lançou o website Greatagain.gov para promover as propostas do candidato e comunicar-se com o público em geral. Logo após a confirmação de sua vitória eleitoral, Trump deu início à formação de seu gabinete de governo.

Donald Trump foi empossado em 20 de janeiro de 2017, logo após a posse de Mike Pence como Vice-presidente. Acompanhado de sua esposa, Melania, Trump prestou seu juramente perante o Chefe de Justiça John Roberts no Capitólio dos Estados Unidos. Em seu discurso inaugural, o presidente deu um tom populista ao condenar "políticos federalistas que prosperam enquanto os trabalhos e companhias deixam o país". Trump prometeu que "cada decisão sobre comércio, impostos, imigração e relações exteriores" seriam tomadas "em benefício de trabalhadores e empresas estadunidenses". Ao assumir com 70 anos de idade, Trump tornou-se a pessoa mais velha a assumir o cargo mais importante do executivo estadunidense, sendo também o primeiro presidente sem nenhum histórico político ou militar prévio.

Gabinete[editar | editar código-fonte]

O Gabinete presidencial de Donald Trump no Salão Oval, 13 de março de 2017.

Dias após a eleição presidencial, Trump anunciou a nomeação de Reince Priebus como Chefe de Gabinete da Casa Branca, um cargo que não necessita de aprovação do Senado.[11] Priebus e Steve Bannon foram nomeados como "pares" na estrutura hierárquica da Casa Branca de Trump, apesar de Bannon não integrar formalmente o gabinete.[12] Além do vice-presidente e do chefe de gabinete, todos os demais membros do gabinete presidencial necessitam ser confirmados pelo Senado.

Em 18 de novembro, Trump anunciou sua primeira nomeação ao gabinete, ao apontar o senador Jeff Sessions como Procurador-geral.[13] Trump continuou a designar os cargos em novembro, dezembro e janeiro. O antigo governador da Geórgia, Sonny Perdue, foi anunciado como Secretário de Agricultura em 19 de janeiro, concluindo a primeira etapa de nomeações ao gabinete presidencial.[14] Trump foi o primeiro presidente estadunidense a beneficiar-se da "Reforma do Filibusterismo" de 2013, que buscou aliviar o uso de clotagem nas nomeações ao Executivo e Judiciário federal, reduzindo a quantidade mínima necessária para invocar de uma maioria absoluta de 3/5 para uma maioria simples.[15]

Em 8 de fevereiro de 2017, Trump possuía menor confirmação de gabinete do que qualquer outro presidente, com exceção de George Washington à mesmo época de sua presidência.[16][17] No mesmo dia, o presidente anunciou formalmente sua estrutura de gabinete, elevando os cargos de Diretor de Inteligência Nacional e Diretor da Agência Central de Inteligência a cargos de gabinete executivo. Em contrapartida, removeu a presidência do Conselho de Assessores Econômicos, que havia sido incluída no gabinete presidencial pelo antecessor Barack Obama em 2009. Por fim, o gabinete presidencial de Donald Trump é composto por 24 membros - o maior gabinete desde o governo de Bill Clinton.[18]

Cargo Incumbente Cargo Incumbente
Presidente Donald Trump  
Vice-presidente Mike Pence  
Secretário de Estado Rex Tillerson Secretário de Habitação Ben Carson
Secretário do Tesouro Steven Mnuchin Secretário de Transportes Elaine Chao
Secretário de Defesa James Mattis Secretário de Energia Rick Perry
Procurador-geral Jeff Sessions Secretário dos Veteranos David Shulkin
Secretário do Interior Ryan Zinke Secretário de Segurança Interna John F. Kelly
Secretário de Agricultura Sonny Perdue Chefe de Gabinete Reince Priebus
Secretário do Comércio Wilbur Ross Embaixador às Nações Unidas Nikki Haley
Secretário do Trabalho Alex Acosta Representante de Comércio Robert Lighthizer
Secretário de Saúde Tom Price Diretor de Inteligência Dan Coats
Secretário de Educação Betsy DeVos Diretor da CIA Mike Pompeo

Protestos[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Protestos contra Donald Trump

Primeiros 100 dias[editar | editar código-fonte]

Os primeiros 100 dias da presidência de Donald Trump começaram quando ele fez o juramento ao meio-dia do dia 20 de janeiro de 2017 e durará até 29 de abril de 2017. Os primeiros 100 dias de um mandato presidencial assumiram um significado simbólico durante o primeiro mandato do presidente Franklin D. Roosevelt e o período é considerado um ponto de referência para medir o sucesso inicial de um presidente.

Em seu primeiro dia no escritório, Trump assinou uma ordem executiva que impõe que todas as agências federais minimizem "os cargos econômicos e regulatórios injustificados" do Patient Protection and Affordable Care Act (Obamacare). Trump também ordenou um congelamento de todos os novos regulamentos que as agências tinham trabalhado durante a administração anterior.[19] Em 23 de janeiro, Trump assinou uma ordem executiva de retirada dos Estados Unidos da Parceria Transpacífico, um acordo de livre comércio não ratificado.[20] Nesse mesmo dia, ele assinou outra ordem para reinstalar a chamada "Política da Cidade do México", que corta recursos federais que seriam direcionados para ONGs pró-aborto. Além disto, uma terceira ordem congelou as contratações federais.[20] Em 24 de janeiro, Trump assinou outra série de ações executivas, incluindo uma ordem executiva projetada para acelerar "projetos de infraestrutura de alta prioridade", bem como dois memorandos presidenciais que apoiam a construção dos controversos gasodutos Keystone XL e Dakota Access.[21] Em 25 de janeiro, ele assinou uma ordem executiva para que o Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos começasse a construir um muro na fronteira México-Estados Unidos.[22] Em 27 de janeiro, Trump proibiu que ex-funcionários do governo fizessem lobby para agências para as quais haviam trabalhado por um período de cinco anos.[23] Em 31 de janeiro, Trump nomeou Neil Gorsuch para preencher uma vaga na Suprema Corte.

Ordem de imigração[editar | editar código-fonte]

Nações afetadas pela Ordem Executiva 13769 (Iémen, Irã, Iraque, Líbia, Síria, Somália e Sudão), que restringe a entrada de mais de 200 milhões de pessoas aos Estados Unidos.[24][25]

Em 27 de janeiro, citando preocupações de segurança sobre o terrorismo, Trump assinou uma ordem executiva que suspende a admissão de refugiados por 120 dias; nega a entrada aos cidadãos do Iraque, do Irã, Líbia, Somália, Sudão, Síria e Iémen durante 90 dias; e prioriza os pedidos de refugiados com base em perseguição religiosa.[26] Mais tarde, a administração inverteu uma parte da ordem, efetivamente isentando visitantes com green card.[27][28] Dois nacionais iraquianos detidos à chegada apresentaram queixa.[29] Vários juízes federais emitiram sentenças que restringiam partes da ordem de imigração, impedindo o governo federal de deportar visitantes já afetados.[28] Em 30 de janeiro, Trump despediu a procuradora-geral interina Sally Yates depois que ela se recusou a cumprir a ordem; Yates foi substituída por Dana Boente.[30] A imposição de Trump foi criticada por interferência inconstitucional no livre exercício da religião e negação ao devido processo legal e por incoerência, visto que a proibição omite algumas outras nações predominantemente muçulmanas a The Trump Organization faz negócios, ainda que alguns de seus cidadãos representem um risco tão grande quanto de "exportar" terrorismo para os Estados Unidos, como a Arábia Saudita, os Emirados Árabes Unidos e o Egito, de onde saíram 18 dos 19 terroristas que perpetraram os atentados de 11 de setembro em solo estadunidense (um ataque que foi idealizado pelo saudita Osama Bin Laden com a ajuda de um egípcio, Ayman al-Zawahri).[31]

Conselho de Segurança Nacional[editar | editar código-fonte]

Em 28 de janeiro, Trump reorganizou o Conselho de Segurança Nacional dos Estados Unidos em uma medida executiva, removendo o Presidente do Estado-Maior Conjunto e o Diretor de Inteligência Nacional de seu estatuto permanente no Comitê de Diretores, ao mesmo tempo em que elevou o Estratega-Chefe Steve Bannon ao estatuto permanente no comitê.[32] O novo arranjo foi amplamente criticado.[33][34][35][36]

Ação militar na Síria[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Ataque químico de Khan Shaykhun
O USS Ross lança um míssil Tomahawk contra a Base Aérea de Shayrat, abril de 2017.

Em 4 de abril de 2017, divulgou-se que o governo sírio de Bashar al-Assad havia lançado um ataque químico contra civis na cidade de Khan Sheikhoun, região sob controle das forças rebeldes. Já de início, a administração Trump afirmou que os ataques não eram "algo que qualquer nação aceitaria ou toleraria".[37] No dia seguinte, Trump reuniu-se com o Rei Abdullah II da Jordânia na Ala Oeste da Casa Branca, quando afirmou que sua "atitude para com a Síria e Assad mudou consideravelmente" e que "isto ultrapassou todos os limites, além do limite vital", em referência ao ultimato concedido pelo governo anterior ao regime sírio em 2013.[38]

Em 6 de abril, Trump ordenou o lançamento de mísseis Tomahawk contra a Base Aérea de Shayrat, creditada como local de origem dos ataques químicos contra civis dias antes.[39][40] Pouco após a emissão dos foguetes, Trump discursou ao povo estadunidense afirmando ser "do interesse vital da segurança nacional dos Estados Unidos prevenir e deter o uso de armas químicas". No entanto, grande parte da sociedade estadunidense saiu às ruas em protesto contra a decisão da Casa Branca.[41]

Relações com a imprensa[editar | editar código-fonte]

Jornalistas durante coletiva de imprensa de Donald Trump nos jardins da Ala Oeste, Casa Branca, março de 2017.

O início da presidência de Trump foi marcado pelos desencontros com a imprensa. No primeiro dia de governo, o presidente atacou abertamente a imprensa por supostamente relativizar o número de participantes em sua cerimônia de posse. Durante um evento na sede da Agência Central de Inteligência, Trump chamou a mídia de "um das mais desonestos seres humanos no planeta". Posteriormente, seu Secretário de Imprensa, Sean Spicer, liderou uma entrevista coletiva, onde voltou a afirmar que a cerimônia de posse em 2017 teria sido "a maior da história americana".[42]

Em 16 de fevereiro, menos de um mês após sua posse, Trump liderou uma coletiva de imprensa na qual afirmou que a imprensa não representava a voz da população, mas por interesses especiais. O presidente alegou ainda que os líderes dos grupos de mídia do país estariam sendo "desonestos, fora de controle" e que estariam prestando um desserviço ao povo americano.[43] No dia seguinte, chamou os jornais The New York Times, NBC, ABC, CBS e CNN de "inimigos do povo americano".[44]

Também em 24 de fevereiro de 2017, Trump impedou que correspondentes dos jornais The New York Times, BuzzFeed News, Los Angeles Times e Politico, entre outros, participassem de uma reunião privativa com o Secretário de Imprensa Sean Spicer.[45] Em represália, repórteres da revista Time e do jornal The Associated Press decidiram também boicotar o evento. A edição do jornal nova-iorquino descreveu a medida como "uma forma nada comum de estreitar relações com a Casa Branca", além de endossar uma declaração de protesto junto a outras edições.[46]

Uso das redes sociais[editar | editar código-fonte]

Donald Trump e o apresentador David Muir durante entrevista para a ABC, janeiro de 2017.

Trump manteve o uso do Twitter publicamente após sua eleição, atualizando informações a partir de sua conta particular @realDonaldTrump, enquanto sua equipe atualiza informações a partir da conta @POTUS. No entanto, seu uso da rede social têm sido considerado não convencional por parte de um chefe de Estado devido especialmente ao tom assertivo com que redige a grande maioria das mensagens.[47]

Seus constantes tweets têm sido considerados impulsivos e vingativos,[48][49] e não raramente publicados em horários esparsos durante a madrugada. Sua publicação sobre o veto a entrada de islâmicos acabou sendo utilizada pela oposição contra sua administração para apoiar duas versões das restrições imigratórias.[50] Trump têm utilizado as redes sociais para responder confrontações de seus opositores ou buscar apoio popular para determinadas medidas do governo. Ao mesmo tempo, algumas publicações têm sido em tom jocoso, como a que utilizou para criticar a participação de Arnold Schwarzenegger no programa televisivo The Celebrity Apprentice.[47][51] Seus principais alvos nas redes sociais são a ex-concorrente eleitoral Hillary Clinton, seu antecessor Barack Obama[52] e o presidente mexicano Enrique Peña Nieto.[53]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. La Miere, Jason (9 de novembro de 2016). «President Obama Speech Live Stream: Donald Trump's Election Win To Be Addressed In Statement». International Business Times 
  2. «Donald Trump is oldest president elected in US history». Business Insider. 9 de novembro de 2016. Consultado em 10 de novembro de 2016 
  3. «A Historic Number of Electors Defected, and Most Were Supposed to Vote for Clinton». The New York Times. 19 de dezembro de 2016 
  4. «2016 Presidential Election». 270towin 
  5. De Silver, Drew (20 de dezembro de 2016). «Trump's victory another example of how Electoral College wins are bigger than popular vote ones». Pew Research Center 
  6. Patel, Jugal; Andrews, Wilson (18 de dezembro de 2016). «Trump's Electoral College Victory Ranks 46th in 58 Elections». The New York Times 
  7. Jagoda, Naomi (10 de novembro de 2016). «Election result opens door for tax reform legislation». The Hill 
  8. «Trump calls for major investigation into voter fraud». CNN. 25 de janeiro de 2017 
  9. Barrett, Ted; LoBianco, Tom; Zeleny, Jeff (16 de novembro de 2016). «McConnell, Schumer elected to top spots in Senate ahead of battles with Trump». CNN 
  10. Parks, Maryalice; Saenz, Arlette (30 de novembro de 2016). «Nancy Pelosi Wins Re-Election as House Democratic Leader». ABC News 
  11. Shear, Michael; Haberman, Maggie; Rappeport, Alan (13 de novembro de 2016). «Donald Trump Picks Reince Priebus as Chief of Staff and Stephen Bannon as Strategist». The New York Times 
  12. Tumulty, Karen (1 de janeiro de 2017). «Priebus faces daunting task bringing order to White House that will feed off chaos». The Washington Post 
  13. Stokols, Eli (18 de novembro de 2016). «What Trump's early picks say about his administration». Politico 
  14. Mooney, Chris; Wagner, John (18 de janeiro de 2017). «Trump picks Sonny Perdue as Agriculture Secretary». The Washington Post 
  15. «How Harry Reid caused Donald Trump's very conservative cabinet». The Fix. 5 de janeiro de 2017 
  16. «Trump facing historic delays in confirmation push». Fox News. 8 de fevereiro de 2017 
  17. Schoen, John W. (24 de fevereiro de 2017). «No President Has Ever Waited This Long To Get a Confirmation». CNBC 
  18. «President Trump announces his full cabinet roster». Yahoo! 
  19. Parker, Ashley; Goldstein, Amy (20 de janeiro de 2017). «Trump signs executive order that could effectively gut Affordable Care Act's individual mandate». The Washington Post. Consultado em 21 de janeiro de 2017 
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  21. Korte, Gregory (24 de janeiro de 2017). «Trump signs five more orders on pipelines, steel and environment». USA Today. Consultado em 24 de janeiro de 2017 
  22. Min Kim, Seung; Goldmacher, Shane; Nelson, Louis; Stokols, Eli (25 de janeiro de 2017). «Trump signs orders on border wall, immigration crackdown». Politico. Consultado em 25 de janeiro de 2017 
  23. Vladimirov, Nikita; Shelbourne, Mallory (28 de janeiro de 2017). «Trump signs three more executive actions». The Hill. Consultado em 29 de janeiro de 2017 
  24. «Backlash against Trump migration order grows as Obama issues warning». The Guardian. 30 de janeiro de 2017 
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  27. D. Shear, Michael; Cooper, Helene (27 de janeiro de 2017). «Trump Bars Refugees and Citizens of 7 Muslim Countries». The New York Times. Consultado em 28 de janeiro de 2017 
  28. a b Shear, Michael. "White House Official, in Reversal, Says Green Card Holders Won’t Be Barred", New York Times (January 29, 2017).
  29. de Vogue, Ariane (28 de janeiro de 2017). «Judge halts implementation of Trump's immigration order». CNN. Consultado em 29 de janeiro de 2017 
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  33. «Bannon Seizes a Security Role From Generals». The New York Times. Consultado em 30 de janeiro de 2017 
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  41. Papenfuss, Mary (8 de abril de 2017). «Syria Protest Turns Violent in Florida As Hundreds Hit The Streets In U.S. Cities». The Huffington Post 
  42. Davis, Julie Hirschfeld; Rosenberg, Matthew (21 de janeiro de 2017). «With False Claims, Trump Attacks Media on Turnout and Intelligence Rift». NYTimes.com 
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  49. Thrush, Glenn; Martin, Jonathan (30 de março de 2017). «'We Must Fight Them': Trump Goes After Conservatives of Freedom Caucus» 
  50. «A court just blocked Trump's second immigration ban, proving his tweets will haunt his presidency». Wired. Março de 2017 
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  53. «Peña Nieto vs Trump: la pelea por el muro estalla en Twitter». Univision. 26 de janeiro de 2017 
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