Grand Theft Auto: Vice City

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Grand Theft Auto: Vice City
Desenvolvedora(s) Rockstar North
Publicadora(s) Rockstar Games
Distribuidora(s) Take-Two Interactive
Produtor(es) Leslie Benzies
Escritor(es) Dan Houser
James Worrall
Programador(es) Obbe Vermeij
Adam Fowler
Artista(s) Aaron Garbut
Motor RenderWare
Plataforma(s) PlayStation 2
Xbox
Microsoft Windows
Série Grand Theft Auto
Data(s) de lançamento PlayStation 2
  • AN 27 de outubro de 2002
  • PAL 8 de novembro de 2002
Microsoft Windows
  • AN 12 de maio de 2003
  • EU 15 de maio de 2003
Xbox
  • AN 31 de outubro de 2003
  • PAL 2 de janeiro de 2004
Gênero(s) Ação-aventura
Modos de jogo Um jogador
Grand Theft Auto III
Grand Theft Auto:
San Andreas
Página oficial

Grand Theft Auto: Vice City é um jogo eletrônico de ação-aventura desenvolvido pela Rockstar North e publicado pela Rockstar Games. É o quarto título principal da série Grand Theft Auto e foi lançado em outubro de 2002 para PlayStation 2, maio de 2003 para Microsoft Windows e outubro de 2003 para Xbox. O jogo se passa na cidade ficcional de Vice City, com a história seguindo o mafioso Tommy Vercetti na construção de seu império criminal e confrontos com outras organizações criminais da cidade. O mundo aberto permite que os jogadores naveguem livremente pelas ilhas que formam a cidade.

A jogabilidade é mostrada em uma perspectiva de terceira pessoa e o mundo pode ser atravessado a pé ou com veículos. Os jogadores controlam Tommy Vercetti, com muitas missões envolvendo tiro e direção. O enredo foi baseado em várias pessoas e eventos reais que ocorreram em Miami, como gangues cubanas e haitianas, popularização do crack e predominância do glam metal e new wave. O jogo também foi influenciado por filmes e séries da década de 1980, incluindo Scarface e Miami Vice. Boa parte do trabalho de desenvolvimento envolveu a criação de um mundo de jogo que se encaixasse nas inspirações e período; a equipe realizou grandes pesquisas de campo em Miami com o objetivo de reproduzir a cidade dentro do jogo.

Vice City foi aclamado pela crítica ao ser lançado, com elogios sendo direcionados particularmente para sua música, jogabilidade e projeto de mundo aberto. Ele gerou certas controvérsias sobre sua representação de violência e grupos raciais, também sendo alvos de processos judiciais e protestos por ser considerado muito violento e explícito. O título mesmo assim tornou-se o jogo mais vendido de 2002, com mais de vinte milhões de cópias. Vice City foi considerado um dos títulos mais importantes da sexta geração de consoles, entrando em várias listas de melhores jogos da história e vencendo vários prêmios de Jogo do Ano.

Jogabilidade[editar | editar código-fonte]

Grand Theft Auto: Vice City e um jogo eletrônico de ação-aventura jogado a partir de uma perspectiva em terceira pessoa. Os jogadores completam missões – cenários lineares com objetivos definidos – a fim de progredirem pela história. É possível ter mais de uma missão ativa ao mesmo tempo, com certas missões precisando que os jogadores esperem para receberem mais instruções ou eventos. Os jogadores podem vagar livremente pelo mundo de jogo quando não estão dentro de missões e tem a opção de realizarem atividades paralelas opcionais.[1] O mapa é formado por duas ilhas principais e várias outras menores, possuindo uma área total maior que aquela apresentada jogos anteriores da série.[2] O acesso às ilhas é desbloqueado a medida que os jogadores progridem pela história.[3]

Diferentemente de seu predecessor, é possível dirigir motos em Vice City.

Os jogadores navegam pelo mundo a pé ou em automóveis, barcos e helicópteros. Inimigos podem ser combatidos com ataques corpo-a-corpo, armas de fogo e explosivos. Armas disponíveis incluem o revólver Colt Python e as metralhadoras M60 e M134 Minigun.[4][5] O ambiente tridimensional permite uma visão em primeira pessoa quando o jogador mira com um fuzil de precisão ou um lança foguetes. Além disso, é possível atirar de dentro de veículos enquanto o jogador olha para as laterais.[6][7] As armas podem ser adquiridas de várias maneiras diferentes, como comprar em lojas, encontrar jogadas no chão ou pegar de inimigos mortos.[8]

Agências de combate ao crime podem responder à infrações cometidas pelo jogador através de um medidor de "procurado". Estrelas mostradas no medidor indicam o nível de procurado (por exemplo, os esforços da polícia tornam-se extremamente agressivos contra o jogador no nível máximo de seis estrelas).[3] Oficiais da lei irão procurar pelos jogadores caso estes deixem a área de patrulhamento. O medidor esfria e eventualmente regride ao zero quando os jogadores se escondem do campo de visão dos policiais.[6]

O protagonista Tommy Vercetti encontra personagens pertencentes a várias gangues no decorrer da história. Membros dessas gangues frequentemente vão proteger o jogador caso este complete missões para eles, enquanto gangues rivais irão atacá-lo à primeira vista. O jogador pode realizar atividades paralelas enquanto vaga pelo mundo, como por exemplo um minijogo de vigilante, atividades de bombeiro e motorista de táxi. Recompensas específicas são conferidas ao completar essas atividades.[7] O jogador pode comprar uma série de propriedades espalhadas pela cidade, algumas das quais servem de esconderijo onde armas podem ser coletadas e veículos guardados.[9] Vários negócios também podem ser comprados, incluindo um estúdio de cinema, uma companhia de táxi e clubes de entretenimento. Cada propriedade comercial tem um número de missões próprias, como eliminar a competição ou roubar equipamentos; a propriedade começa a gerar uma renda para o jogador assim que essas missões são completadas.[6]

Enredo[editar | editar código-fonte]

Gtk-paste.svg Aviso: Este artigo ou se(c)ção contém revelações sobre o enredo.

Em 1986, Tommy Vercetti, um criminoso ex-membro da família mafiosa Forelli, é libertado da prisão após quinze anos. Seu antigo chefe Sonny Forelli ostensivamente o promove para a posição de capo e o envia para a cidade de Vice City a fim de atuar como comprador em nome da família em uma série de negócios envolvendo cocaína. O advogado corrupto Ken Rosenberg leva Tommy e seus guarda-costas para a negociação nas docas da cidade. Entretanto, eles são emboscados e apenas Tommy e Ken conseguem escapar com vida, perdendo todo o dinheiro de Forelli e a cocaína.[10] Tommy informa Sonny do ocorrido, prometendo sob ameaças de morte reaver as drogas e o dinheiro além de matar quem quer que fosse o responsável pela emboscada.[11]

Ken direciona Tommy para o coronel Juan Garcia Cortez, que ajudou a estabelecer o negócio. Este expressa arrependimento pelos problemas e promete ajudar Tommy a encontrar a pessoa por trás da emboscada.[12] No processo, Tommy acaba conhecendo Kent Paul, que lhe leva até Lance Vance, cujo irmão fora morto durante a malfadada negociação.[13] Tommy então passa a trabalhar para Ricardo Diaz.[14] Cortez logo revela suspeitar que Diaz fora o responsável por organizar a emboscada.[15] Tommy e Lance matam Diaz e tornam-se os novos grandes chefões do crime de Vice City,[16] permitindo que Tommy crie sua própria organização criminosa e distancie-se dos Forelli.[17][18][19] Ele trabalha com o líder cubano Umberto Robina em sua luta contra os haitianos.[20] Umberto torna-se o parceiro de Tommy no tráfego de drogas depois deste explodir uma fábrica haitiana.[21] Tommy também ganha o respeito e amizade de Mitch Baker, líder de uma gangue de motoqueiros que trabalha ao lado dos cubanos para proteger os negócios de Tommy.[22] Ele expande seus negócios de drogas ao comprar empresas quase falidas e transformando-as em negócios competitivos.[23][24][25][26]

Sonny eventualmente descobre que Tommy conquistou o controle completo do tráfego de drogas de Vice City sem dar uma participação para os Forelli, ficando furioso e enviando mafiosos para coletar dinheiro à força dos negócios de Tommy. Este consegue matar os homens e decide cortar seus laços com os Forelli.[27] Sonny chega na mansão de Tommy em Vice City com um pequeno exército de mafiosos e exigindo seu pagamento. Tommy tenta pagá-lo em dinheiro falso, porém Sonny revela que ele mesmo tinha armado para Tommy quinze anos antes e mandado-o para a prisão. Lance também conta que fez uma parceria com Sonny e que tinha lhe informado sobre as atividades de Tommy. Este caça e mata Lance pela traição, em seguida matando Sonny, lhe permitindo estabelecer-se como o chefão total do crime na cidade.[28]

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Desenvolvimento[editar | editar código-fonte]

A Rockstar North iniciou o desenvolvimento de Grand Theft Auto: Vice City no final de 2001, por volta da época do lançamento de Grand Theft Auto III.[29] Apesar do desenvolvimento inicial envolver apenas a criação de modelos tridimensionais, o produtor executivo Sam Houser afirmou que "ele realmente começou no início de 2002" e durou nove meses.[30] A equipe discutiu após o lançamento da versão para Microsoft Windows de Grand Theft Auto III a criação de um pacote de expansão com novas armas, veículos e missões. Mais discussões fizeram os desenvolvedores decidirem que esse conceito deveria ser um jogo autônomo, algo que acabou tornando-se Vice City.[31] O título foi anunciado em 22 de maio de 2002 durante a Electronic Entertainment Expo.[32] A produção terminou em 15 de outubro, quando o jogo foi enviado para fabricação.[33]

Ambientação[editar | editar código-fonte]

O jogo se passa em 1986 na cidade ficcional de Vice City, muito baseada em Miami.[34] Vice City anteriormente já tinha aparecido no Grand Theft Auto original, com a equipe decidindo usar a mesma locação e incorporar ideias vindas do próprio estúdio e dos fãs.[35] A Rockstar desejava satirizar um local não-contemporâneo, diferentemente da Liberty City de Grand Theft Auto III.[29] Os desenvolvedores desejavam escolher uma locação que possuísse várias similaridades e diferenças com Nova Iorque, a inspiração para Liberty City, eventualmente escolhendo Miami, que o produtor Leslie Benzies descreveu como "uma cidade de festa, tudo sol, mar e sexo, mas ao mesmo tempo a mesma vertente sombria por baixo".[31] Houser chamou de "a era do crime mais elegante porque nem parecia ser crime ... era um período de total confusão do começo ao fim".[36] A equipe queria fazer de Vice City uma "cidade viva e respirante" para o jogador sentir-se que "a vida ainda continua" enquanto o personagem está dentro de algum edifício.[37]

Todo o visual do jogo tinha como objetivo refletir a ambientação na década de 1980. Muitos dos temas foram tirados de filmes como Scarface e Carlito's Way,[34] com o segundo devido sua caracterização e representação de criminosos cheios de nuances. A série de televisão Miami Vice também foi outra grande fonte de inspiração e a equipe assistiu muitos episódios no decorrer do processo de desenvolvimento.[38] O diretor de arte Aaron Garbut usou a série como ponto de referência na criação da iluminação com néon.[36] A equipe achou "relativamente indolor" recriar um mundo da década de 1980 por causa da cultura distinta do período e sua familiaridade pessoal com a era.[38] O departamento de arte recebeu grandes volumes de pesquisa, além de referências fotográficas enviadas por outros membros da equipe de desenvolvimento. Os desenvolvedores organizaram viagens de pesquisa para Miami logo depois da finalização de Grand Theft Auto III, dividindo-se em pequenos grupos e observando as ruas.[38][39]

Narrativa[editar | editar código-fonte]

A equipe passou muito tempo "resolvendo [o] enigma" de se ter um protagonista que fala, uma grande diferença em relação ao protagonista silencioso Claude de Grand Theft Auto III.[40] Ray Liotta interpretou o personagem principal Tommy Vercetti. O ator descreveu o papel como desafiador: "Você está criando uma personagem que não existe antes ... é tão intenso". A equipe utilizou uma tela azul a fim de permitir que Liotta visualizasse "como [o personagem] vai se mover".[41] A equipe fez da narrativa um dos aspectos chave do desenvolvimento com o objetivo do jogador sentir uma "verdadeira afinidade" por Tommy.[29] O roteirista Dan Houser descreveu o protagonista como "forte e perigoso e preparado para esperar pela chegada da oportunidade certa".[39] O diretor de elenco Navid Khonsari comentou que Liotta reclamava constantemente e dessa forma foi difícil de se trabalhar com o ator,[42] enquanto Sam Houser afirmou que "em algumas sessões ele estava ... afim, porém às vezes ... ele estava bem sombrio e não conseguia trabalhar".[43] Após o sucesso do jogo, Liotta supostamente afirmou que tinha sido mal pago para o papel.[44]

A maioria das animações foram originais, com poucas tendo sido pegas de Grand Theft Auto III. A equipe usou captura de movimento e técnicas de stop motion para os personagens; cutscenes usaram as primeiras, enquanto movimentos de jogabilidade foram feitos com uma combinação das duas. A equipe teve dificuldades em animar motos, parcialmente por causa da variedade de modelos.[45] Os modelos de pedestres usavam skins, permitindo que os artistas produzissem personagens mais realistas. Existiam 110 modelos pedestres no jogo junto com aproximadamente cinquenta personagens principais; cada um era renderizado utilizando duas vezes mais polígonos e texturas que aqueles em Grand Theft Auto III.[34][39] Isto também impactou a física do jogo, melhorando aspectos de jogabilidade como precisão dos impactos de disparos.[46] Algumas modelos de personagens e cenários foram inspirados em filmes como The Godfather, enquanto a apresentação geral do título foi inspirada por séries de televisão de ação da década de 1980.[47] As interações entre Tommy Vercetti e Lance Vance foram criadas para serem similares à relação de James Crockett e Ricardo Tubbs em Miami Vice.[48]

Música[editar | editar código-fonte]

Vice City contém mais de oito mil diálogos gravados, quatro vezes mais do que em Grand Theft Auto III. Ele também tem mais de noventa minutos de cutscenes e nove horas de músicas,[39] com mais de 113 canções e comerciais.[49] A equipe estava interessada no desafio da criar a trilha sonora, particularmente no contraste com a música de Grand Theft Auto III, que Houser descreveu como "claramente satírica e sua própria coisa".[30] Os desenvolvedores desejavam reforçar a ambientação de Vice City nas rádios ao agrupar uma variedade de canções da década, dessa forma realizando grandes pesquisas.[50] As emissoras foram publicadas em outubro de 2002 pela Epic Records em sete álbuns comerciais, conhecidos coletivamente Grand Theft Auto: Vice City Official Soundtrack Box Set.[51][52] O jogo contém "três vezes mais" rádios de conversa que seu predecessor. O produtor e apresentador Lazlow Jones que a equipe fez com que os ouvintes ficcionais que ligam para rádios fossem "insanos" a fim de enfatizar o extremismo. O roteirista Dan Houser comentou que as rádios dão mais profundidade ao mundo.[53]

Recepção[editar | editar código-fonte]

Vendas[editar | editar código-fonte]

Grand Theft Auto: Vice City foi lançado no dia 27 de Outubro de 2002 na América do Norte, e logo em seguida se tornou um fenômeno mundial. 2 meses após o seu lançamento, já tinha se tornado o jogo mais vendido do ano, com mais de 4 milhões de cópias. Em 2003 recebeu versões para Xbox e Computador. O jogo continuou a vender bem nos anos seguintes e em 2007 já tinha vendido aproximadamente 15 milhões de unidades. Em Março de 2008, 17,5 milhões de cópias já haviam sido contabilizadas, sendo mais de 9 milhões só no Playstation 2.

Referências

  1. Marriott, Scott Alan (2002). «Grand Theft Auto: Vice City - Review». AllGame. Consultado em 21 de janeiro de 2017. Cópia arquivada em 10 de dezembro de 2014 
  2. «Grand Theft Auto: Vice City Level Design Q&A». GameSpot. 28 de janeiro de 2003. Consultado em 21 de janeiro de 2017 
  3. a b Bramwell, Tom (8 de novembro de 2002). «Grand Theft Auto: Vice City Review». Eurogamer. Consultado em 21 de janeiro de 2017 
  4. Perry, Douglass C. (3 de outubro de 2002). «GTA: Vice City: Guns, Guns, and More Guns». IGN. Consultado em 5 de fevereiro de 2017 
  5. Sulic, Ivan; Perry, Doug (7 de abril de 2003). «Inside Vice City». IGN. Consultado em 5 de fevereiro de 2017 
  6. a b c Silverman, Ben (1 de novembro de 2002). «Grand Theft Auto: Vice City Review». Game Revolution. Consultado em 5 de fevereiro de 2017 
  7. a b Gerstmann, Jeff (28 de outubro de 2002). «Grand Theft Auto: Vice City Review». GameSpot. Consultado em 5 de fevereiro de 2017 
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  9. «Grand Theft Auto: Vice City Review». Edge. 27 de novembro de 2002. Consultado em 10 de março de 2017. Cópia arquivada em 11 de dezembro de 2012 
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  11. Grand Theft Auto: Vice City. Rockstar North. (Rockstar Games). PlayStation 3, Xbox, Microsoft Windows. Nível: "An Old Friend". (2002)
  12. Grand Theft Auto: Vice City. Rockstar North. (Rockstar Games). PlayStation 3, Xbox, Microsoft Windows. Nível: "The Party". (2002)
  13. Grand Theft Auto: Vice City. Rockstar North. (Rockstar Games). PlayStation 3, Xbox, Microsoft Windows. Nível: "Back Alley Brawl". (2002)
  14. Grand Theft Auto: Vice City. Rockstar North. (Rockstar Games). PlayStation 3, Xbox, Microsoft Windows. Nível: "The Chase". (2002)
  15. Grand Theft Auto: Vice City. Rockstar North. (Rockstar Games). PlayStation 3, Xbox, Microsoft Windows. Nível: "Sir, Yes Sir!". (2002)
  16. Grand Theft Auto: Vice City. Rockstar North. (Rockstar Games). PlayStation 3, Xbox, Microsoft Windows. Nível: "Rub Out". (2002)
  17. Grand Theft Auto: Vice City. Rockstar North. (Rockstar Games). PlayStation 3, Xbox, Microsoft Windows. Nível: "Shakedown". (2002)
  18. Grand Theft Auto: Vice City. Rockstar North. (Rockstar Games). PlayStation 3, Xbox, Microsoft Windows. Nível: "Bar Brawl". (2002)
  19. Grand Theft Auto: Vice City. Rockstar North. (Rockstar Games). PlayStation 3, Xbox, Microsoft Windows. Nível: "Cop Land". (2002)
  20. Grand Theft Auto: Vice City. Rockstar North. (Rockstar Games). PlayStation 3, Xbox, Microsoft Windows. Nível: "Cannon Fodder". (2002)
  21. Grand Theft Auto: Vice City. Rockstar North. (Rockstar Games). PlayStation 3, Xbox, Microsoft Windows. Nível: "Trojan Voodoo". (2002)
  22. Grand Theft Auto: Vice City. Rockstar North. (Rockstar Games). PlayStation 3, Xbox, Microsoft Windows. Nível: "Hog Tied". (2002)
  23. Grand Theft Auto: Vice City. Rockstar North. (Rockstar Games). PlayStation 3, Xbox, Microsoft Windows. Nível: "Checkpoint Charlie". (2002)
  24. Grand Theft Auto: Vice City. Rockstar North. (Rockstar Games). PlayStation 3, Xbox, Microsoft Windows. Nível: "Distribution". (2002)
  25. Grand Theft Auto: Vice City. Rockstar North. (Rockstar Games). PlayStation 3, Xbox, Microsoft Windows. Nível: "Sunshine Autos Import Garage". (2002)
  26. Grand Theft Auto: Vice City. Rockstar North. (Rockstar Games). PlayStation 3, Xbox, Microsoft Windows. Nível: "Spilling the Beans". (2002)
  27. Grand Theft Auto: Vice City. Rockstar North. (Rockstar Games). PlayStation 3, Xbox, Microsoft Windows. Nível: "Cap the Collector". (2002)
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Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • Kushner, David (2014). O Grande Fora da Lei: A Origem do GTA. Rio de Janeiro: Darkside. ISBN 978-85-66636-32-1 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]