Economia comportamental

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A economia comportamental e a sua área de estudo relacionada, finanças comportamentais, usam fatores sociais, cognitivos e emocionais para explicar a tomada de decisões económicas de indivíduos e instituições, tais como consumidores, tomadores de crédito e investidores, e os seus efeitos nos preços de mercado, lucros e na alocação de recursos.

Está principalmente concentrada com os limites da racionalidade (egoísmo, auto-controlo) dos agentes económicos. Os modelos comportamentais tipicamente integram resultados da psicologia com a teoria da economia neoclássica.

Os analistas do comportamento, para além dos efeitos das decisões de mercado, estão também interessados na escolha pública, que descreve outros tipos de decisões económicas que podem ter enviesamentos resultantes do interesse pessoal[1] [2] [3]

Referências

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