Grande Prêmio da Alemanha

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Alemanha Autódromo de Nürburgring
Nürburgring
Circuit Nürburgring.png
Mapa do circuito.
Informações da corrida
Localização Nürburgring, Alemanha
Voltas 60
Percurso 5.148 km (3.106 mi)
Total 307 073 km (190 761 mi)
Curvas 16
Pole Alemanha Michael Schumacher
Ferrari V10
1min 28s 351
2004
Volta mais rápida
na prova
Alemanha Michael Schumacher
Ferrari V10
1min 29s 468
2004
Anos disputados 74 (60 oficial)
Primeira disputa 1926 (1951 oficial)
Última disputa 2013
Maior vencedor (pilotos) Alemanha Michael Schumacher (4)
Maior vencedor (equipe) Itália Ferrari (21)
Última corrida (2013):
Pole Position
Piloto Reino Unido Lewis Hamilton
Mercedes V8
Tempo 1min 29s 398
Volta mais rápida
Piloto Espanha Fernando Alonso
Ferrari V8
Tempo 1min 33s 468
Pódio
Primeiro Alemanha Sebastian Vettel
Red Bull-Renault V8
1h 41min 14s 711
Segundo Finlândia Kimi Raikkonen
Lotus-Renault V8
+1s 008
Terceiro França Romain Grosjean
Lotus-Renault V8
+5s 830

O Grande Prêmio da Alemanha (Grosser Preis von Deutschland, em alemão) é uma corrida de automóveis, disputada anualmente, que hoje integra o Campeonato Mundial de Fórmula 1, promovido pela FIA.

O GP alemão entrou para o calendário da Fórmula 1 a partir da segunda edição do Campeonato Mundial, ocorrida em 1951, e, desde então, só ficou ausente da maior categoria do automobilismo por três vezes.

Na primeira delas, em 1955, a corrida foi cancelada porque se considerou que o circuito de Nürburgring era inadequado para os novos padrões de segurança, enrijecidos após a tragédia ocorrida durante as 24 Horas de Le Mans daquele ano, o mais grave acidente do automobilismo em todos os tempos. Neste circuito ocorreu em 1976 o acidente quase fatal do piloto austríaco Niki Lauda.

Em 1960, a corrida foi disputada, mas exclusivamente por carros de Fórmula 2.

Por fim, em 2007, o Automóvel Clube da Alemanha (AvD), não autorizou seu rival, o Automóvel Clube Geral da Alemanha (ADAC), a denominar a prova realizada em Nürgurgring como "Grande Prêmio da Alemanha", o que fez com que a corrida se chamasse "Grande Prêmio da Europa".

História[editar | editar código-fonte]

Antecedentes[editar | editar código-fonte]

Em 1907, o ADAC organizou o Kaiserpreis, isto é, o Prêmio do Imperador, em alusão ao monarca alemão reinante à época, o imperador Guilherme II. Pelo regulamento da prova, não seriam permitidos carros especiais de corrida, somente carros de turismo com motores de até 8 litros. O evento gerou enorme repercussão em toda a Europa, com um grande número de inscrições, o que levou os organizadores a promover duas eliminatórias, antes da corrida propriamente dita. Disputada em 4 voltas, nas estradas das montanhas de Taunus, num circuito de 117,770 km, a prova teve como grande vencedor o italiano Felice Nazzaro, a bordo de um Fiat 72 hp.

De 1908 a 1911, foi disputado o Prinz-Heinrich-Fahrt (Percurso Príncipe Henrique), uma espécie de desafio ao estilo rali, organizado sob os auspícios do príncipe Henrique da Prússia, irmão mais novo do imperador. Esse evento também foi destinado a carros de turismo e, apesar de não ter gerado a mesma euforia que o Prêmio do Imperador, é igualmente considerado um dos precursores do Grande Prêmio da Alemanha.

A primeira edição[editar | editar código-fonte]

O 1o Grande Prêmio da Alemanha foi promovido pelo AvD e disputado em 11 de julho de 1926, no circuito de AVUS (Automobil-Verkehrs und Übungs-Strasse, ou seja, Estrada para Condução de Automóveis e Treinamentos), localizado a sudoeste de Berlim. O traçado, de 19,573 km, notabilizava-se por seu desenho incomum: duas retas opostas ligadas por curvas de 180°.

Foi o sexto grande prêmio nacional de automobilismo a surgir no cenário mundial, em seguida aos GPs da França (1906), Estados Unidos (1908), Espanha (1913), Itália (1921) e Bélgica (1925).

A corrida foi restrita a carros de turismo e transcorreu sob uma chuva torrencial, o que causou inúmeros acidentes. No pior deles, Adolf Rosenberger colidiu com uma tenda de comissários de pista, matando três deles. Após 20 voltas e um percurso total de 391,380 quilômetros, o vencedor foi um piloto da casa, Rudolf Caracciola, pilotando um Mercedes 1924 2.0l, com o tempo de 2h54m12.8.

A corrida não mais voltaria a AVUS, salvo uma última vez, no ano de 1959.

O Período Pré-Guerra[editar | editar código-fonte]

Após a primeira corrida, o Grande Prêmio foi transferido para o novíssimo circuito de Nürburgring, com seu extenso percurso de 28,265 quilômetros. O traçado, considerado até hoje o mais extraordinário para corridas de automóvel, havia sido inaugurado em 18 de junho de 1927, com as I Internationales Eifelrennen (I Corridas Internacionais de Eifel), competição promovida pelo ADAC para carros de corrida, carros de turismo e motocicletas. Desde então, Nürburgring passou a abrigar o Grande Prêmio da Alemanha, até 1970, quando o circuito rival de Hockenheimring tomou seu lugar, por questões de segurança.

Até 1929, a corrida foi disputada unicamente por carros de turismo. De 1931 a 1939, a prova abrigou carros da categoria mais proeminente do automobilismo à época, isto é, os carros de Grandes Prêmios, cosnsiderados como tais aqueles que seguiam a fórmula (conjunto de regras) ditada pela AIACR (Associação Internacional dos Automóveis Clubes Reconhecidos), nome que FIA então ostentava. De 1935 a 1939, o evento contou pontos para o Campeonato Europeu de Automobilismo.

Nos anos de 1930 e 1933, o evento deixou de ser disputado, em razão de problemas econômicos enfrentados pela Alemanha.

Nessa primeira fase de sua história, o Grande Prêmio da Alemanha foi dominado por pilotos alemães e suas Flechas de Prata. Além da vitória na corrida inaugural, Rudolf Caracciola voltou a vencer outras cinco vezes (1928, 1931, 1932, 1937 e 1939), firmando um recorde até hoje não alcançado.

Outros alemães também triunfaram em casa. Christian Werner, em 1928xxx, Hans Stuck, em 1934, e Bernd Rosemeyer (em 1936). Apenas por três vezes os estrangeiros conseguiram triunfar: em 1929, com o monegasco Louis Chiron, em 1935, com o italiano Tazio Nuvolari, e em 1938, com o britânico Dick Seaman.

A corrida de 1940 estava programada para um novo ciruito, em Dresden, chamado Deutschlandring. A eclosão da II Guerra Mundial, porém, resultou no cancelamento dessa corrida.

O Período Pós-Guerra[editar | editar código-fonte]

Após a II Guerra Mundial, a Alemanha e os pilotos alemães foram banidos das competições automobilísticas internacionais, o que persistiu por vários anos. Em 1950, com o fim da punição, foi disputado em Nürburgring o 13o Grande Prêmio da Alemanha, mas o retorno da prova deu-se com carros da Fórmula 2. O vencedor, em compensação, foi outro astro do automobilismo naquela década, o italiano Alberto Ascari, que depois se tornaria bicampeão mundial de Fórmula 1.

A partir do ano seguinte, a prova ingressou no calendário da categoria maior do automobilismo mundial, no qual permanece até os dias de hoje.

A saída da Mercedes das disputas automobilísticas, por conta da tragédia de Le Mans, provocou um sensível declínio no número de espectadores que compareciam a Nürburgring, o que levou o AvD a retornar a prova para o circuito berlinense de AVUS, em 1959. Para essa decisão também contribuiu a aposentadoria do campeoníssimo Juan Manuel Fangio, que se retirou ao fim da temporada de 1958. O traçado simples de AVUS era um convite à alta velocidade. Como resultado, vários acidentes marcaram aquela edição do Grande Prêmio. A mudança de circuito, no fim das contas, não foi a melhor saída para o problema da queda de público.

De Nürburgring a Hockenheimring[editar | editar código-fonte]

Em 1960, como que antecipando as mudanças que depois haveria nas regras da categoria-mor do automobilismo, o 22o Grande Prêmio da Alemanha foi restrito a carros de Fórmula 2, não sendo contabilizado, portanto, para o Campeonato Mundial de Fórmula 1. Outro diferencial foi a realização da prova apenas no Anel Sul (Südschleife) do circuito de Nürburgring, fato que ocorreu apenas nessa oportunidade na história do Grande Prêmio. O vencedor foi o sueco Jo Bonnier, com um carro da Porshe, fábrica que, a partir do ano seguinte, com a conversão das regras da Fórmula 2 em regras da nova Fórmula 1, ingressaria na categoria de topo.

A partir de 1961, a Alemanha passou a abrigar uma segunda corrida com carros de Fórmula 1. o Grande Prêmio de Solitude, que não valia pontos para o Campeonato Mundial, teve excelente afluxo de público, diferentemente do GP nacional. A média de espectadores, nessa prova extracampeonato, conseguiu atrair uma média de 288 000 pessoas. Chegou-se a cogitar, por isso, que o Grande Prêmio da Alemanha passaria a ser disputado nesse outro circuito. Mas tudo, ao final, não passou do campo da hipótese. O circuito de Solitude só recebeu a Fórmula 1 até 1964 e a corrida alemã oficial continuou no Anel Norte (Nordschleife) de Nürgurgring.

Em 1970, graças à preocupação dos pilotos com sua própria segurança, num movimento encabeçado por Jackie Stewart e que começara em 1966, foram exigidas várias modificações em Nordschcleife. O tempo, porém, não era suficiente para a implementação desses ajustes e a prova, pela primeira vez, chegou a Hockenheimring, que já estava adequado às novas condições. Depois dessa adaptação, Nordschleife acolheu mais seis edições do GP. Até que, em 1976, o acidente com Niki Lauda enterrou de vez o romantismo que os tradicionais circuitos despertavam. Nürburgring e seu longo percurso era, definitivamente, incompatível com as exigências de segurança. A prova voltou para Hockenheimring, que passsou a ser sede permanente do Grande Prêmio alemão.

Após a inauguração de sua atual pista de corridas, o circuito de Nürburgring voltou a sediar uma prova de Fórmula 1, em 1984, intitulada Grande Prêmio da Europa. A experiência agradou e, no ano seguinte, o traçado acolheu o 47o Grande Prêmio da Alemanha.

Diferentemente de sua primeira fase histórica, os alemães não mais veriam um compatriota no lugar mais alto do pódio, salvo em 1995, quando triunfou o espetacular Michael Schumacher, que ainda venceria outras três edições da prova alemã (2002, 2004 e 2006), tornando-se o segundo maior vencedor da etapa alemã. Alem dele, seu irmão, Ralf Schumacher também conseguiu a vitória em casa, no GP de 2001.

Dois GPs na Alemanha[editar | editar código-fonte]

Na sequência do sucesso de Schumacher, a Alemanha tornou-se palco de uma segunda corrida anual de F1. Enquanto Hockenheimring sediava o Grande Prêmio da Alemanha, Nürburgring passou a receber, a partir de 1995, o Grande Prêmio da Europa, sendo que, em 1997 e 1998, a segunda prova alemã chamou-se Grande Prêmio de Luxemburgo.

Em 2004, antes mesmo do fim da Era Schumacher, que se aposentou ao término da temporada de 2006, o público começou a decrescer de maneira preocupante, a ponto de tornar insustentável a existência de duas corridas de Fórmula 1 em solo alemão. Contribuiu para isso o retorno do Grande Prêmio da Bélgica ao calendário, do qual havia ficado fora em 2003, fazendo com que belgas e holandeses, aficcionados pela Fórmula 1, sumissem das arquibancadas das provas alemãs. Some-se a isso a circunstância de que o Grande Prêmio da Alemanha, tal como o Grande Prêmio da Grã-Bretanha, não recebe nenhuma ajuda governamental para manter-se, diferentemente do que normalmente acontece com outras etapas mundo afora, sempre subvencionadas pelos cofres públicos.

O retorno financeiro deficitário inviabilizaria, sobretudo, o custeio da comissão anual que cada circuito tinha de pagar à FOM para permanecer no calendário. O próprio Bernie Ecclestone exigiu uma solução, e, tencionando levar a categoria para outros países ou continentes, decretou, ao menos na ocasião, que não haveria mais lugar para que um único país sediasse mais de uma etapa da Fórmula 1. A Itália, por exemplo, deixaria de receber a prova em Imola, a partir de 2007.

A questão foi solucionada ainda em 2006: o ADAC e o AvG decidiram alternar-se na promoção da corrida. Nürburgring receberia a prova nos anos pares e Hockenheimring nos anos ímpares.

AvG versus ADAC[editar | editar código-fonte]

Em 2007, primeiro ano de vigência do acordo entre os clubes de automóveis alemães, houve um sério impasse: o AvG, que promovia o GP alemão desde sua origem e tinha laços estreitos com Hockenheimring, recusou-se a autorizar o ADAC, ligado a Nürburgring, a realizar a corrida nesse circuito sob o título de "Grande Prêmio da Alemanha". Como o direito sobre o nome da corrida pertencia ao AvG, a saída foi continuar a chamar a prova de Nürburgring como "Grande Prêmio da Europa". Pela primeira vez, desde o longínquo ano de 1955, o GP da Alemanha deixaria de ser realizado.

As negociações persistiram e finalmente, em 2008, o AvG e o ADAC ratificaram o propósito comum de continuidade do Grande Prêmio da Alemanha, com revezamento entre Hockenheimring e Nürburgring, ao menos até o ano de 2011, quando vencerá o atual contrato com a FOM. O GP de 2009, disputado em Nürburgring, ocorreu sob o nome de "Grande Prêmio da Alemanha", o que, espera-se, também se repita no ano de 2011.

O futuro[editar | editar código-fonte]

Mesmo com o elevado número de alemães presentes na categoria máxima do automobilismo (Nick Heidfeld, Nico Rosberg, Sebastian Vettel, Timo Glock e Adrian Sutil), para a corrida de 2008, o AvG informou que haveria um prejuízo estimado em 3 milhões de euros, o que colocou em dúvida a realização de outra corrida de Fórmula 1 em Hockenheimring, no ano de 2010. Entretanto, Karl-Josef Schimidt, gerente do circuito, garantiu que isso não inviabilizaria a manutenção da prova em Hockenhein, porque o autódromo mantinha, durante cada temporada anual, provas de outras categorias, bem como outros eventos, o que asseguraria o suporte financeiro necessário para que o circuito continuasse a abrigar a deficitária etapa da Fórmula 1.

O retorno de Michael Schumacher, na temporada de 2010, injetou novo fôlego à prova germânica, apesar de o desempenho do campeoníssimo não ter sido parecido àquele de seus anos áureos na categoria.

Alguns circuitos utilizados[editar | editar código-fonte]

AVUS
Nürburgring (Anel Norte)
Nürburgring
Hockenheimring (antigo)
Hockenheimring (atual)

Patrocinadores[editar | editar código-fonte]

O interesse financeiro que hoje norteia a realização das provas automobilísticas em geral possibilita às empresas interessadas a adição de seu nome à denominação oficial das corridas de automóvel.

Estes foram os principais patrocinadores do Grande Prêmio da Alemanha e que tiveram seus nomes adicionados à designação das edições do evento:

1987-2006: Mobil 1

2008-2010: Santander

Ganhadores[editar | editar código-fonte]

Por ano[editar | editar código-fonte]

O fundo vermelho mostra quando a prova não fez parte do campeonato mundial de F1.

O fundo amarelo indica as edições da época do Pré-Guerra, que integraram o Campeonato Europeu de Automobilismo.

Ano Vencedor Equipe Circuito Resumo
2013 Alemanha Sebastian Vettel Red Bull-Renault Nürburgring Detalhes
2012 Espanha Fernando Alonso Ferrari Hockenheimring Detalhes
2011 Reino Unido Lewis Hamilton McLaren-Mercedes Nürburgring Detalhes
2010 Espanha Fernando Alonso Ferrari Hockenheimring Detalhes
2009 Austrália Mark Webber Red Bull-Renault Nürburgring Detalhes
2008 Reino Unido Lewis Hamilton McLaren-Mercedes Hockenheimring Detalhes
Não houve em 2007
2006 Alemanha Michael Schumacher Ferrari Hockenheimring Detalhes
2005 Espanha Fernando Alonso Renault Hockenheimring Detalhes
2004 Alemanha Michael Schumacher Ferrari Hockenheimring Detalhes
2003 Colômbia Juan Pablo Montoya Williams-BMW Hockenheimring Detalhes
2002 Alemanha Michael Schumacher Ferrari Hockenheimring Detalhes
2001 Alemanha Ralf Schumacher Williams-BMW Hockenheimring Detalhes
2000 Brasil Rubens Barrichello Ferrari Hockenheimring Detalhes
1999 Reino Unido Eddie Irvine Ferrari Hockenheimring Detalhes
1998 Finlândia Mika Häkkinen McLaren-Mercedes Hockenheimring Detalhes
1997 Áustria Gerhard Berger Benetton-Renault Hockenheimring Detalhes
1996 Reino Unido Damon Hill Williams-Renault Hockenheimring Detalhes
1995 Alemanha Michael Schumacher Benetton-Renault Hockenheimring Detalhes
1994 Áustria Gerhard Berger Ferrari Hockenheimring Detalhes
1993 França Alain Prost Williams-Renault Hockenheimring Detalhes
1992 Reino Unido Nigel Mansell Williams-Renault Hockenheimring Detalhes
1991 Reino Unido Nigel Mansell Williams-Renault Hockenheimring Detalhes
1990 Brasil Ayrton Senna McLaren-Honda Hockenheimring Detalhes
1989 Brasil Ayrton Senna McLaren-Honda Hockenheimring Detalhes
1988 Brasil Ayrton Senna McLaren-Honda Hockenheimring Detalhes
1987 Brasil Nelson Piquet Williams-Honda Hockenheimring Detalhes
1986 Brasil Nelson Piquet Williams-Honda Hockenheimring Detalhes
1985 Itália Michele Alboreto Ferrari Nürburgring Detalhes
1984 França Alain Prost McLaren-TAG Hockenheimring Detalhes
1983 França René Arnoux Ferrari Hockenheimring Detalhes
1982 França Patrick Tambay Ferrari Hockenheimring Detalhes
1981 Brasil Nelson Piquet Brabham-Ford Hockenheimring Detalhes
1980 França Jacques Laffite Ligier-Ford Hockenheimring Detalhes
1979 Austrália Alan Jones Williams-Ford Hockenheimring Detalhes
1978 Estados Unidos Mario Andretti Lotus-Ford Hockenheimring Detalhes
1977 Áustria Niki Lauda Ferrari Hockenheimring Detalhes
1976 Reino Unido James Hunt McLaren-Ford Nürburgring Detalhes
1975 Argentina Carlos Reutemann Brabham-Ford Nürburgring Detalhes
1974 Suíça Clay Regazzoni Ferrari Nürburgring Detalhes
1973 Reino Unido Jackie Stewart Tyrrell-Ford Nürburgring Detalhes
1972 Bélgica Jacky Ickx Ferrari Nürburgring Detalhes
1971 Reino Unido Jackie Stewart Tyrrell-Ford Nürburgring Detalhes
1970 Áustria Jochen Rindt Lotus-Ford Hockenheimring Detalhes
1969 Bélgica Jacky Ickx Brabham-Ford Nürburgring Detalhes
1968 Reino Unido Jackie Stewart Matra-Ford Nürburgring Detalhes
1967 Nova Zelândia Denny Hulme Brabham-Repco Nürburgring Detalhes
1966 Austrália Jack Brabham Brabham-Repco Nürburgring Detalhes
1965 Reino Unido Jim Clark Lotus-Climax Nürburgring Detalhes
1964 Reino Unido John Surtees Ferrari Nürburgring Detalhes
1963 Reino Unido John Surtees Ferrari Nürburgring Detalhes
1962 Reino Unido Graham Hill BRM Nürburgring Detalhes
1961 Reino Unido Stirling Moss Lotus-Climax Nürburgring Detalhes
1960 Suécia Jo Bonnier Porsche Nürburgring Detalhes
1959 Reino Unido Tony Brooks Ferrari AVUS Detalhes
1958 Reino Unido Tony Brooks Vanwall Nürburgring Detalhes
1957 Argentina Juan Manuel Fangio Maserati Nürburgring Detalhes
1956 Argentina Juan Manuel Fangio Lancia-Ferrari Nürburgring Detalhes
Não houve em 1955
1954 Argentina Juan Manuel Fangio Mercedes-Benz Nürburgring Detalhes
1953 Itália Giuseppe Farina Ferrari Nürburgring Detalhes
1952 Itália Alberto Ascari Ferrari Nürburgring Detalhes
1951 Itália Alberto Ascari Ferrari Nürburgring Detalhes
1950 Itália Alberto Ascari Ferrari Nürburgring Detalhes
Não houve de 1940 à 1949
1939 Alemanha Rudolf Caracciola Mercedes-Benz Nürburgring Detalhes
1938 Reino Unido Dick Seaman Mercedes-Benz Nürburgring Detalhes
1937 Alemanha Rudolf Caracciola Mercedes-Benz Nürburgring Detalhes
1936 Alemanha Bernd Rosemeyer Auto Union Nürburgring Detalhes
1935 Itália Tazio Nuvolari Alfa Romeo Nürburgring Detalhes
1934 Alemanha Hans Stuck Auto Union Nürburgring Detalhes
Cancelado em 1933
1932 Alemanha Rudolf Caracciola Alfa Romeo Nürburgring Detalhes
1931 Alemanha Rudolf Caracciola Mercedes-Benz Nürburgring Detalhes
Cancelado em 1930
1929 Mónaco Louis Chiron Bugatti Nürburgring Detalhes
1928 Alemanha Rudolf Caracciola
Alemanha Christian Werner
Mercedes-Benz Nürburgring Detalhes
1927 Alemanha Otto Merz Mercedes-Benz Nürburgring Detalhes
1926 Alemanha Rudolf Caracciola Mercedes-Benz AVUS Detalhes

Por pilotos que mais venceram[editar | editar código-fonte]

(Última atualização: GP da Alemanha 2013). Contabilizados somente os resultados válidos pelo mundial de F1.
O fundo verde mostra os pilotos que disputam a temporada atual.

Vitórias Piloto Edições
4 Alemanha Michael Schumacher 1995, 2002, 2004, 2006
3 Argentina Juan Manuel Fangio 1954, 1956, 1957
Reino Unido Jackie Stewart 1968, 1971, 1973
Brasil Nelson Piquet 1981, 1986, 1987
Brasil Ayrton Senna 1988, 1989, 1990
Espanha Fernando Alonso 2005, 2010, 2012
2
Itália Alberto Ascari 1951, 1952
Reino Unido Tony Brooks 1958, 1959
Reino Unido John Surtees 1963, 1964
Bélgica Jacky Ickx 1969, 1972
Reino Unido Nigel Mansell 1991, 1992
França Alain Prost 1984, 1993
Áustria Gerhard Berger 1994, 1997
Reino Unido Lewis Hamilton 2008, 2011

Por equipes mais venceram[editar | editar código-fonte]

(Última atualização: GP da Alemanha 2013). Contabilizados somente os resultados válidos pelo mundial de F1.
O fundo verde mostra as equipes que disputam a temporada atual.

Vitórias Construtor Edições
21 Itália Ferrari 1951, 1952, 1953, 1956, 1959, 1963, 1964, 1972, 1974, 1977, 1982, 1983, 1985, 1994, 1999, 2000, 2002, 2004, 2006, 2010, 2012
9 Reino Unido Williams 1979, 1986, 1987, 1991, 1992, 1993, 1996, 2001, 2003
8 Reino Unido McLaren 1976, 1984, 1988, 1989, 1990, 1998, 2008, 2011
5 Reino Unido Brabham 1966, 1967, 1969, 1975, 1981
4 Reino Unido Lotus 1961, 1965, 1970, 1978
2 Reino Unido Tyrrell 1968, 1971
Reino Unido Benetton 1995, 1997
Áustria RBR 2009, 2013

Por país[editar | editar código-fonte]

(Última atualização: GP da Alemanha 2013). Contabilizados somente os resultados válidos pelo mundial de F1.

Vitórias País Edições
18  Reino Unido 1958, 1959, 1961, 1962, 1963, 1964, 1965, 1968, 1971, 1973, 1976, 1991, 1992, 1996, 1999, 2008, 2011
7  Brasil 1981, 1986, 1987, 1988, 1989, 1990, 2000
6  Alemanha 1995, 2001, 2002, 2004, 2006, 2013
5  França 1980, 1982, 1983, 1984, 1993
4  Itália 1951, 1952, 1953, 1985
 Argentina 1954, 1956, 1957, 1975
 Áustria 1970, 1977, 1994, 1997
3  Austrália 1966, 1979, 2009
 Espanha 2005, 2010, 2012
2  Bélgica 1969, 1972
1  Nova Zelândia 1967
Suíça 1974
 Estados Unidos 1978
 Finlândia 1998
 Colômbia 2003

Recordes do Grande Prêmio da Alemanha[editar | editar código-fonte]

Nürburgring[editar | editar código-fonte]

Hockenheimring[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]