Jornal Hoje
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| Formato | Telejornal | |
| Género | {{{genero}}} | |
| Duração | 30 minutos | |
| Criado por | ||
| País de origem | ||
| Idioma original | Português | |
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| Diretor(es) | ||
| Produtor(es) | Walter Mesquita | |
| Apresentador(es) | Evaristo Costa Sandra Annenberg |
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| Elenco | ||
| Narrador(es) | ||
| Tema de abertura | Baseada no musical: "Aujourd'hui c'est toi" (Francis Lai) |
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| Tema de encerramento | ||
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| Emissora de televisão original |
{{{rede_tv_orig}}} | |
| Emissora(s) de televisão lusófona(s) |
Rede Globo | |
| Formato de exibição | ||
| Transmissão original | 21 de Abril de 1971 – presente |
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| Qt. de temporadas | ||
| N. de episódios | ||
Jornal Hoje é um telejornal exibido no início das tardes de segunda-feira ao sábado pela Rede Globo, após o esportivo Globo Esporte e antes do Vídeo Show (Em alguns estados, é antecedido ou sucedido pelo Praça TV). Diferencia-se do Jornal Nacional por ter uma programação menos focada no factual, mas não deixando de mostrar os últimos acontecimentos do Brasil e do Mundo. O telejornal também é conhecido por ser um telejornal mais "light" e mais descontraído, geralmente tratando de assuntos como moda, comportamento geral, arte, cultura e culinária, além de dicas para o cidadão brasileiro. Apresentado atualmente por Sandra Annenberg e Evaristo Costa, o Hoje é uma espécie de revista eletrônica diária.
A música-tema do telejornal é derivada da peça musical Aujourd'hui c'est toi do filme Um homem, uma mulher, de Francis Lai.
[editar] História
Editado por Sílvio Júlio e apresentado por Léo Batista e Luís Jatobá, o Hoje estreou em abril de 1971 como um noticiário local, de meia hora de duração, exibido somente para o Rio de Janeiro. Era voltado, sobretudo, para o público feminino. O Hoje ia ao ar de segunda a sexta, às 13h, com formato de revista eletrônica, combinando o noticiário – ancorado principalmente nos acontecimentos da manhã – a uma grande variedade de assuntos culturais, com reportagens sobre arte, espetáculos e entrevistas. O jornalista Humberto Filho era o responsável pelo noticiário internacional. Uma seção de serviço e utilidade pública apresentada pela repórter Sônia Maria informava sobre os problemas e necessidades locais. Nelson Motta produzia e apresentava um quadro com as novidades e tendências da música, e Lígia Maria editava uma seção dedicada à arte e à moda.
[editar] No ar em rede nacional
A partir do dia 3 de junho de 1974, o Hoje passou a ser transmitido para todo o país, com a participação das praças de Belo Horizonte, São Paulo, Brasília e Recife. Fernanda Marinho passou a editora-chefe. O telejornal ganhou também uma edição nas tardes de sábado, em que cada praça tinha 16 minutos para apresentar matérias locais especiais. No Rio de Janeiro, trabalhavam Theresa Walcacer (editora-chefe), Margareth Cunha, Armando Augusto e Maria D’Ajuda (editores), Mauro Costa e Márcio Chalita (chefes de reportagem), Fernando de Athayde (diretor de TV) e Sílvio Júlio (supervisão). Em São Paulo, o telejornal era apresentado por Sérgio Roberto, Theresa Corbett, Marília Gabriela e Ciro José (que dividia a bancada com Marília aos sábados), e sua equipe era formada ainda por Hélio Oliveira (editor-chefe), Neusa Rocha, Paulo Leite e Luiza Rodrigues (editores), Laerte Manginni (chefe de reportagem), Antônio Romeu (diretor de TV) e Paulo Mário Mansur (diretor geral). Em Belo Horizonte integravam a equipe Walfrido Degramond (editor regional), Afonso Melo (editor de notícias), Orlando Barros e Elizabeth Lima (editores), Tarciso Gomes (diretor de TV), Seleni Araújo e Gilson Humberto (apresentadores), e Eustáquio Trindade Neto (editor responsável). O Jornal Hoje de Brasília era produzido por Edson Rubi (editor responsável), Jodeval Duarte (edição) e Jobson de Oliveira (direção de imagens). Em Recife, o telejornal era editado por Leila Gebrim e Wellington José Monteiro Fonseca, e apresentado por Maria Luísa e Antônio Lúcio.
[editar] O Jornal Hoje aos sábados
A edição de sábado do Jornal Hoje, inaugurada em 1974, tinha um tom experimental, diferente do adotado nas outras edições. As principais notícias da semana eram revisitadas e desenvolvidas. Investia-se em matérias de comportamento e o número de seções sobre assuntos culturais era maior. Rubens Ewald Filho informava sobre os lançamentos e notícias do cinema. Cristina Franco apresentava uma seção com dicas e comentários sobre moda feminina. A edição de sábado tinha espaço também para receitas de culinária e previsões astrológicas. Foi também aos sábados que o Hoje deu início às entrevistas informais que se tornaram marca registrada do telejornal. Ao longo dos anos, artistas, atletas, políticos, personalidades das mais variadas áreas foram entrevistados no Jornal Hoje. Entre eles, nomes como Carlos Drummond de Andrade, Pelé, Caetano Veloso, Chacrinha, Zico, Fernanda Montenegro, Dorival Caymmi, Gilberto Braga, Tom Jobim, Cazuza, Lima Duarte e Ayrton Senna. O Hoje de sábado passou a ter uma hora de duração em 1975. Além do noticiário local e internacional, o programa lançou a coluna Hoje no Rio – uma agenda com dicas sobre os melhores programas do fim de semana – e passou a contar com novos colunistas. Luciano do Valle apresentava uma seção que trazia toda a cobertura dos esportes amadores, as notícias do futebol e os gols da rodada. Otto Lara Resende entrevistava escritores e fazia comentários sobre literatura brasileira. Paula Saldanha organizava uma agenda com sugestões de passeios e atividades para as crianças no fim de semana. A jornalista também entrevistava atores, diretores de teatro, pediatras e autores de livros infantis. Big Boy, substituto de Nelson Motta, entrevistava nomes famosos da música brasileira. A astróloga Zora Yonara apresentava o horóscopo com previsões para a semana seguinte. Glória Maria, que era repórter do telejornal, conta que teve como “professores” dois expoentes da literatura brasileira: Otto Lara Resende e Rubem Braga que, segundo a jornalista, a ensinaram a escrever para a televisão, corrigindo seus textos. Ela afirma que o Jornal Hoje tinha quase o mesmo peso do Jornal Nacional, mas com matérias mais descontraídas, já que era um jornal voltado para a mulher. Em 1977, a apresentação do Jornal Hoje era feita por Berto Filho, enquanto Sônia Maria e Leda Nagle apresentavam os blocos locais. A editora-chefe era Célia Maria Ladeira. Vera Íris Paternostro era editora em São Paulo. Uma edição especial do Jornal Hoje foi ao ar no dia 23 de setembro de 1978, com uma seleção dos melhores momentos do Festival de Jazz de São Paulo. O programa teve duas horas de duração e foi apresentado por Nelson Motta, também responsável pela edição junto com Ronaldo Curi. Dividido em cinco blocos, o especial mostrou trechos das performances de talentos brasileiros e nomes lendários da cena do jazz internacional, como os cantores Etta James e Al Jarreau, o trompetista Dizzy Gillespie, e o pianista Benny Carter acompanhado pelo Nelson Ayres Trio, do Brasil. Para o bloco de encerramento, o programa reservou a jam session que reuniu o multinstrumentista Hermeto Pascoal, o pianista Chick Corea, o saxofonista Stan Getz e o guitarrista John McLaughlin.
[editar] Um olhar feminino sobre o noticiário
A partir de 1979, ainda com Célia Maria Ladeira como editora-chefe, o Jornal Hoje passou a investir na sua audiência majoritária, o público jovem feminino. Um trio de jornalistas, formado por Ligia Maria, Márcia Mendes e Sônia Maria, assumiu a direção do telejornal, e Marisa Raja Gabaglia passou a realizar as entrevistas de estúdio. A linha editorial seguia apostando na informalidade, mas buscava inovações com mudanças na estrutura do telejornal e a criação de novas seções, como Defesa do consumidor. O Hoje ganhou também novo cenário e passou a utilizar três câmeras, em plano aberto, o que tornava possível mostrar simultaneamente as três apresentadoras.
[editar] O Jornal Nacional da hora do almoço
Francisco Santarrita assumiu o cargo de editor-chefe do Jornal Hoje, em 1981, com a missão de mudar o perfil do programa e torná-lo mais noticioso, uma espécie de segunda edição do Jornal Nacional, com espaço para comportamento, artes e espetáculos. Vera Íris Paternostro e Luiz Gonzalez eram os sub-editores. O telejornal investiu no lado hard news, e os repórteres ganharam mais destaque em matérias especiais. A contribuição das praças também foi ampliada. Carlos Campbell, de Brasília, e Sérgio Roberto, de São Paulo, entravam ao vivo. As produtoras Edinete Costa, Lúcia Abreu e Vera Ferreira se encarregavam de definir as pautas e os assuntos que mereceriam reportagens especiais, além de fazer uma “ronda nacional” pelas praças para selecionar matérias frias para o terceiro bloco. Lígia Maria e Sônia Maria permaneceram como apresentadoras, ao lado de Leda Nagle e Berto Filho. A equipe de reportagem era formada por Leila Cordeiro, Glória Maria, Mariângela Medeiros, Andréa Gouveia Vieira e Ângela Teresa, entre outros. Pedro Bial editava o bloco cultural, e Leda Nagle cobria espetáculos, música e shows. O último bloco era local e fornecia a agenda com os shows e as atrações da cidade. Ainda em 1981, o Jornal Hoje estreou o quadro Roda nacional, com matérias sobre turismo que exploravam paraísos ecológicos e lugares pouco conhecidos. Na coluna Gente, pessoas famosas no país expunham seu lado descontraído e engraçado. Também houve mudanças na parte visual do Jornal Hoje. Além de uma nova abertura, o programa ganhou um cenário com ripas de madeira crua servindo de fundo para a bancada dos apresentadores que, até então, ocupavam cenários diferentes. A nova configuração permitia maior proximidade física entre eles, o que reforçava a atmosfera de informalidade e facilitava a movimentação das câmeras.
[editar] O atentado no Riocentro
A equipe de reportagem do Hoje saiu na frente na transmissão de alguns importantes fatos históricos. Na noite do dia 31 de abril de 1981, sindicalistas e grupos de esquerda organizaram um show de música popular que reuniu cerca de 20 mil pessoas no Pavilhão do Riocentro. O evento contou com a participação de vários artistas que se destacavam na oposição ao regime militar. Durante o espetáculo, uma bomba explodiu dentro de um carro no estacionamento do centro de convenções, matando o sargento Guilherme Ferreira do Rosário e ferindo gravemente o capitão Wilson Luís Chaves Machado, ambos com ligações no DOI-CODI do exército. A jornalista Leila Cordeiro, que estava cobrindo o show para o Hoje, deu a notícia da explosão com flashes ao vivo. A equipe do telejornal foi a primeira a noticiar o atentado. Em 1982, Fábbio Perez tornou-se editor-chefe e Luiz Gonzalez e Vera Íris Paternostro foram para a editoria Rio. Nesse período, o telejornal contava com as crônicas do escritor Rubem Braga retratando o cotidiano brasileiro com lirismo e bom humor. A produção, gravação e edição do quadro era de Fernando Waisberg e Mauro Richter. Mauro Richter fazia também a narração dos textos. Depois de 1982, Fábbio Perez passou a narrar as crônicas. Durante a Copa do Mundo da Espanha (1982), o Globo esporte deixou de ser transmitido, sendo substituído por um bloco dedicado exclusivamente ao futebol, exibido dentro do jornal Hoje. Parte das matérias era transmitida diretamente da Espanha, para onde foram enviados os apresentadores Léo Batista e Fernando Vanucci. Em março de 1985, Vera Íris Paternostro assumiu o Hoje como editora-chefe. Os apresentadores em rede eram Sônia Maria e Leda Nagle. Lucas Mendes era o correspondente em Nova York, e Sílio Boccanera, em Londres. O primeiro e o segundo blocos do telejornal eram noticiosos e o último, no estilo de um segundo caderno de jornal impresso, era dedicado a cultura, entretenimento e comportamento. Aos sábados, Cristina Franco apresentava uma seção com a vanguarda da moda, com matérias de Beth Lima cobrindo os grandes lançamentos da alta costura e prêt-a-porter. A morte de Tancredo Neves foi uma das coberturas que se destacaram no Hoje nessa época. Vera Íris, que havia assumido a editoria do telejornal um mês antes, lembra que o jornal teve quase duas horas de duração, com atualizações e entradas ao vivo de Carlos Nascimento.
[editar] As entrevistas de sábado
Leda Nagle encerrava o programa entrevistando figuras de destaque em diversas áreas da sociedade. As entrevistas eram gravadas com antecedência – logo após a edição de sexta-feira – em um cenário simples, composto de duas poltronas separadas pelo selo do Hoje. Alguns dos entrevistados nesse período foram os músicos Chico Buarque, Gilberto Gil, Roberto Carlos, Gal Costa e Paulinho da Viola; o humorista Chico Anysio, os atores Oswaldo Loureiro, Mauro Mendonça, Rosamaria Murtinho, Fernanda Montenegro, Marília Pêra, Renata Sorrah, Lucélia Santos; a sexóloga Martha Suplicy, a escritora Marina Colassanti e o jurista Raymundo Faoro, entre outros. Alexandre Alencar e Luciana Savaget eram responsáveis pela produção jornalística das entrevistas de sábado, trabalhando com imagens de arquivo e pesquisa de texto. Em 1989, a direção da Central Globo de Jornalismo promoveu uma reformulação no quadro de apresentadores, o que resultou na transferência de Leda Nagle para a apresentação do Bom dia Rio. Leila Cordeiro e Márcia Peltier assumiram a apresentação do Hoje. As entrevistas de sábado passaram a ser feitas por Pedro Bial. Ele manteve o espírito de bate-papo informal que consagrou o quadro, mas mexeu na apresentação estética, entrecortando as falas dos entrevistados com imagens de arquivo. Entre outros, o jornalista entrevistou os músicos Dorival Caymmi, Moraes Moreira, Rita Lee e Raul Seixas e a atriz Bibi Ferreira. Entrevistando o humorista Renato Aragão, Pedro Bial perguntou sobre as enchentes que estavam deixando várias famílias desabrigadas no Sul do Brasil. O comediante se declarou tocado pela tragédia, mas observou que “as pessoas estão falando das enchentes no Sul e se esquecem que o nordeste está em seca há não sei quantos anos”. A entrevista teve grande repercussão e ajudou a alavancar a campanha Nordeste urgente, promovida pela Rede Globo para ajudar os flagelados pela seca. Entre 1987 e 1989, passaram pela editoria-chefe do Hoje os jornalistas Carlos Henrique Schroder, Marcelo Matte e Carlos Peixoto. Com a criação do São Paulo já (1990), telejornal editado e apresentado por Carlos Nascimento – que se dedicava exclusivamente à cobertura do noticiário paulista a partir do trabalho em conjunto entre emissoras afiliadas do interior e da capital do estado –, o Hoje deixou de ser exibido em São Paulo durante quatro anos. Em 1991, o jornalista Edson Ribeiro assumiu o cargo de editor-chefe do Hoje e Márcia Peltier e Valéria Monteiro passaram a dividir a apresentação. A principal diretriz do telejornal passou a ser destinar 90% do noticiário à atualidade, com o máximo de entradas ao vivo dos repórteres. Mas a proposta de variedade do programa se manteve intacta. Cristina Franco estreou o quadro Você, no qual especialistas em estética davam informações e dicas sobre beleza. Maurício Kubrusly apresentava um bloco cultural, sugerindo dicas de espetáculos e lançamentos no cinema e teatro. A correspondente da Rede Globo em Londres, Beth Lima, realizava entrevistas com personalidades de diversos países. Em 1992, Augusto Xavier e Cláudia Cruz viraram apresentadores do telejornal.
[editar] O Jornal Hoje em rede – o retorno
A Central Globo de Jornalismo tinha planos de produzir um programa voltado para o público feminino nos moldes do antigo TV Mulher. O projeto não foi adiante e decidiu-se aproveitar os estudos e as pesquisas realizadas em um novo produto. O Hoje, pela identificação com aquele tipo de público e o horário de exibição, parecia o mais adequado. Em 1993, Edson Ribeiro e William Bonner assumiram os cargos de editores-chefes. Bonner também virou apresentador do telejornal. O novo formato foi um sucesso e, em 11 de abril de 1994, com um novo cenário e abertura, o Hoje voltou a ser transmitido também para São Paulo.
A equipe contava com Cristina Ranzolin, Lúcia Santana, Cristina Aragão, Rui Lima, Simone Duarte (editora internacional), Ângela Tereza e Beth Costa. O Hoje manteve o esquema com três blocos, o primeiro mais noticioso e com uma matéria de atualidade. O segundo e terceiro blocos tinham mais espaço para matérias de serviço. O telejornal investiu em temas que cobrissem o escopo de interesses de uma audiência composta basicamente por mulheres e jovens: educação infantil, pedagogia, psicologia de adolescentes, saúde e economia doméstica, por exemplo.
Um dos grandes sucessos do programa era a seção de culinária, inspirada na coluna apresentada pela jornalista Viviane de Marco no São Paulo Já. O Hoje dava receitas de culinária com pratos de diversas regiões do Brasil. As praças colaboravam com o envio de matérias, o que garantia uma diversidade de sotaques no telejornal.
Em 1995, a Globo criou um rodízio permitindo que os melhores repórteres apresentassem seus telejornais, em substituição temporária aos apresentadores oficiais. O primeiro escalado foi Pedro Bial, substituindo Wiiliam Bonner no Hoje. No mesmo ano, Miriam Leitão foi convidada para ser a nova comentarista do jornal. E a série de reportagens Extermínio de menores, do jornalista Caco Barcellos, ganhou o prêmio Vladimir Herzog na categoria melhor reportagem para a TV. A série foi exibida no Hoje e no Globo Repórter.
No dia 1º de abril de 1996, Fátima Bernardes tornou-se apresentadora e editora-chefe do Hoje, função que exerceu durante um ano. Também integravam a equipe do telejornal o produtor José Luiz Chiarelli e o editor de economia Luiz Cláudio Latgé. Priscila Brandão era uma das repórteres do telejornal nesse período. Regina Martelli marcou sua estréia como comentarista de moda. Pouco tempo depois, foi convidada para ser consultora de moda do jornalismo da rede – e Miriam Leitão virou comentarista de economia do jornal.
Em 1997, Mônica Waldvogel assumiu a apresentação do telejornal, sendo eventualmente substituída por Renata Vasconcellos, nos sábados. Sandra Annemberg virou apresentadora do jornal em 1998.
[editar] Jornal Hoje produzido em São Paulo
Em outubro de 1999, o Hoje passou a ser produzido em São Paulo, na nova e recém-inaugurada sede da Rede Globo – o que levou a capital paulista a dividir o status de matriz com a sede carioca. As novas instalações contavam com uma redação muito bem equipada, localizada próximo às ilhas de edição, ao departamento de artes, à pós-produção e à chefia de reportagem. Com a transferência de Sandra Annemberg para Londres – onde assumiu o cargo de correspondente em janeiro de 2000 –, Carlos Nascimento passou a ser o editor-chefe e apresentador do telejornal. Também em outubro de 1999, estreou na programação, logo após o Hoje, o programa de variedades Mais você, voltado para o público feminino e apresentado por Ana Maria Braga. O telejornal passou então a ter um viés ainda mais noticioso e comprometido com a atualidade. Era o noticiário de rede que exibia o maior número de entradas ao vivo de várias partes do Brasil, cobrindo os fatos mais importantes do dia. O apresentador Carlos Monforte, por exemplo, chegou a ser coordenador e apresentador do Hoje em Brasília, onde trabalhou com dois editores e dois repórteres, até voltar ao Jornal da Globo (1982) cerca de seis meses após a experiência. Em abril de 2001, o Jornal Hoje comemorou 30 anos no ar e, a exemplo da comemoração de seus 25 anos, exibiu uma série em que apresentou entrevistas com diversos profissionais que já haviam passado pelo telejornal. Em julho, Carlos Nascimento passou as atribuições de editor-chefe a Marco Antônio Rodrigues e manteve-se apenas como apresentador ao lado de Carla Vilhena. A mudança fazia parte de uma reformulação maior no conceito, cenário e estrutura do telejornal. Em linhas gerais, a idéia era que o Hoje deixasse de lado o tom grave e o caráter estritamente noticioso que vinha apresentando desde que passou a anteceder o Mais você e voltasse a ser um programa informal, mais ancorado e com maior interação entre repórteres e apresentadores. Um telejornal mais parecido com o Bom dia Brasil do que com o Jornal Nacional. Além de discutir os grandes temas do dia, o telejornal, que ia ao ar às 13h20, passou a investir na reportagem autoral. O repórter tinha autonomia para acrescentar análise e observação pessoal à notícia, ajudando o telespectador a compreender o assunto abordado. E também ganharam mais destaque matérias de comportamento dirigidas aos adolescentes e às mulheres, o grande público do programa. O novo Hoje passou a ser exibido diretamente da redação de São Paulo. A transferência do estúdio para a redação significou mudanças na iluminação e nos elementos cenográficos. O Jornal da Globo (1979) já era apresentado da redação desde 1994, mas a ambientação criada para o Hoje reforçava sua identidade visual, evitando confusões entre os dois telejornais. Inspirada no trabalho de artistas da escola concretista, a editoria de Arte da Central Globo de Jornalismo desenvolveu um conceito visual para as vinhetas e grafismos do Hoje baseado na tridimensionalidade. A logomarca do telejornal ganhou movimento e se transformava em um cubo ao final das vinhetas.
[editar] Trinta anos no ar, com mudanças
O Hoje comemorou seu aniversário de 30 anos com uma série de reportagens especiais sobre as mudanças no Brasil e no mundo a partir do início dos anos 1970, quando o telejornal estreou, até o começo do século XXI. A primeira reportagem, assinada por Ernesto Paglia, contextualizava a proposta da série. De Nova York, Edney Silvestre detalhou o perfil da economia mundial. Beth Lima e Ernesto Paglia, correspondentes em Londres, resumiram as principais transformações no comportamento e na política internacional. A trajetória política brasileira foi o tema da reportagem de Cristina Serra, de Brasília. O próprio Hoje foi o tema da última reportagem especial, que contou a história do telejornal. A matéria revelou detalhes sobre o dia-a-dia da redação e incluiu depoimentos de ex-apresentadores, como Léo Batista, Nelson Motta, Leda Nagle, Marcos Hummel, Fátima Bernardes, William Bonner e Sandra Annemberg. Mariana Godoy passou a apresentar as edições de sábado do Hoje. Entre os quadros que estrearam nessa fase, O novo som do Brasil, editado por João Ricardo Lima, descobria e apresentava artistas e bandas de vários pontos do país, ainda desconhecidos do grande público. A seção revelou nomes que conseguiram relativo sucesso fora das suas cidades de origem, como o Berimbrown, banda mineira que mistura música negra brasileira e norte-americana; os paulistas do Funk Como Le Gusta, big band composta por 12 músicos que também faz um som rico em fusões rítmicas; e os Filhos de Jah, representantes do reggae feito no Maranhão. Essas e outras bandas apresentadas pelo O novo som do Brasil foram selecionadas pela produção do Hoje para fazer parte de um CD homônimo, lançado pela gravadora Som Livre, em fevereiro de 2002. A equipe do Hoje nesse período contava com Paulo Fogaça (editor-executivo), Anna Karina, Edilson Torres, Luciane Bistane, Lucíola Zvarick, Márcia Moretti e João Ricardo Lima (editores), Regina Alves (produtora), Walter Mesquita (chefe de reportagem), Odair de Oliveira, Luiz Alfredo Carvalho (diretor de imagens), Carlos Maurício, Marina Zazzera e Ricardo Rizzutti (editores de imagens). O diretor de jornalismo em São Paulo era Amauri Soares. Havia também a preocupação de se fazer do Hoje um programa representativo do Brasil. A participação das outras praças era fundamental nesse sentido. Os editores de 14 capitais participavam das reuniões de pauta do telejornal. Eram eles Carlos Magno (Rio de Janeiro), Aline Rabello e Tina Lemos (Brasília), Marília Esteves (Belo Horizonte), Sônia Azoubel (Recife), Fernando Miranda (Curitiba), Árima Corletto (Porto Alegre), Margarida Santi (Florianópolis), Márcia Gonçalves (Salvador), Ana Patrícia (Aracaju), Luciene Carvalho (Maceió), Ana Quezado (Fortaleza), Osmar Silvério Jr. (Goiânia), Daiane Tamanaha (Campo Grande), Ruberval Aguiar (Belém).
[editar] Coberturas ao vivo
No dia 30 de agosto de 2001, o empresário e apresentador de TV Silvio Santos foi mantido refém durante oito horas, dentro de sua própria casa, pelo sequestrador Fernando Dutra Pinto – o mesmo que seqüestrara a filha do apresentador, Patrícia Abravanel, dias antes. O plantão especial do Jornal Hoje interrompeu a programação normal da Rede Globo com um flash ao vivo, às 8h40. A partir das 9h04, a emissora passou a transmitir direto do local, até às 14h55, com narração ao vivo de Carlos Nascimento. A audiência da Globo liderou de ponta a ponta a cobertura, superando a do próprio SBT, que era a emissora de Silvio Santos. Cerca de 50 pessoas foram envolvidas na cobertura. Um helicóptero e uma motocicleta equipada com microcâmera foram mobilizados, além de cinco unidades móveis, deslocadas para pontos estratégicos da cidade a fim de garantir o sinal ao vivo. Menos de um mês depois da cobertura do seqüestro de Silvio Santos, o jornal Hoje estaria à frente de outra maratona no ar, com narrações, ao vivo, do atentado de 11 de setembro às torres gêmeas do World Trade Center, em Nova York. No mesmo dia, o centro do poder militar norte-americano, o Pentágono, também foi atingido por um avião e outra aeronave foi seqüestrada e derrubada a 130 quilômetros ao sul de Pittsburgh, na Pensilvânia. O primeiro plantão do Hoje entrou no ar às 9h52, sete minutos após o choque do primeiro avião a uma das torres, com imagens da CNN e a informação de que um avião havia atingido uma das torres do WTC, mas não havia, até aquele momento, indícios de que se tratava de um atentado terrorista. Todas as redes americanas diziam que era um acidente de avião e estavam tentando entender o que acontecia. Quando o segundo avião atingiu a outra torre, o Hoje começou a falar em atentado por conta própria, antes mesmo da CNN. Dali a pouco, as emissoras americanas mudaram o lettering para América sobre ataque, então ficou claro que o que estava acontecendo era deliberado. A cobertura do atentado de 11 de Setembro registrou altos índices de audiência. A transmissão ao vivo se estendeu até às 14h, com imagens das redes de televisão americanas ancoradas dos estúdios de São Paulo por Carlos Nascimento e Ana Paula Padrão. Os dois jornalistas não contaram com textos de apoio ou teleprompter. O então diretor de jornalismo em São Paulo, Amauri Soares, comandou a transmissão de dentro do switcher, comunicando-se com os dois apresentadores através de pontos eletrônicos. Enquanto um deles narrava os acontecimentos, Amauri dizia ao outro quais imagens iriam entrar a seguir. Um ano depois do atentado, o Hoje debateu o que mudou na vida dos norte-americanos com a tragédia em Nova York. O programa mostrou também as cerimônias realizadas para relembrar a data. Várias séries de reportagens deram a tônica do Hoje no ano de 2002, abordando temas como orientação profissional aos jovens, sexo e drogas na adolescência, diferenças regionais, relacionamentos entre pais e filhos, terceira idade, e outros. Neste ano, uma reportagem do jornal feita em Brasília revelou, em primeira mão, que houve fraude no sistema de votação na sessão do Senado que cassou o ex-senador Luís Estevão. No início de 2003, Sandra Annenberg retornou ao programa, dividindo a apresentação com Carlos Nascimento. Aos sábados, Mariana Godoy, Carla Vilhena e, eventualmente, Priscila Brandão, apresentavam o telejornal. O Hoje adotou novamente uma linguagem coloquial para resgatar a vocação de “telejornal-revista”, com destaque para entrevistas especiais (gravadas e ao vivo), temas de comportamento humano, social e ético e reportagens sobre arte e cultura em todo o Brasil. O jornal lançou, ainda, a coluna Seus direitos, editada por Virginia Queiroz, para orientar o cidadão. Carlos Nascimento ganhou nesse ano o prêmio Comunique-se de Jornalismo como melhor apresentador de TV. E o jornal ganhou o Troféu Gastronômico Cidade de SP pela reportagem sobre os molhos de tomate tipicamente italianos feitos pelas “mammas” do bairro da Mooca. Marilei Zanini era a editora-chefe. A equipe também era formada, entre outros, pelos jornalistas Armando Figueiredo, Cláudia Liz, João Ricardo Lima, Luciana Bistane, Márcia Moretti (editores), Ana Vallada, Mylene Monteiro, Regina Alves e Walter Mesquita (produtores). Em fevereiro de 2004, Evaristo Costa, o “moço do tempo”, virou o novo par de Sandra Annemberg na apresentação do telejornal, quando Carlos Nascimento deixou a TV Globo para se dedicar a um novo projeto em outra emissora. Evaristo estreou na TV Globo de São Paulo como repórter do Mais você. Em 2001, integrou a equipe de reportagem do SPTV (1983) até ser convidado para apresentar a previsão do tempo no Globo rural (1980) diário, no Bom dia São Paulo (1977), no Bom dia Brasil (1983) e no Hoje. Séries especiais continuaram se destacando na pauta do Hoje em 2004. Uma delas abordou, em cinco reportagens, a vida dos jangadeiros nordestinos. Na semana de comemoração do Dia dos Professores, no mês de outubro, o JH mostrou histórias de profissionais que superavam os obstáculos da distância e da falta de dinheiro para poder lecionar. E, para falar sobre Aids, reuniu um grupo de jovens para discutir o uso da camisinha. Neste ano de 2004, o Hoje ainda consolidou os quadros Bem-viver, Seus direitos, Reciclagem, Dia de banda e Venha ver, lançados em 2003, e também estreou o quadro Saúde total, com dicas em todos os setores para buscar mais qualidade de vida no dia-a-dia. Reportagens especiais de grande repercussão junto ao público também deram a tônica do telejornal. O destaque foi para a matéria em que o repórter César Tralli conseguiu o até então sigiloso depoimento de Paulo Maluf, que acabou levando ao indiciamento do ex-prefeito de São Paulo por desvio de dinheiro público. Em 2005, foram realizadas algumas matérias especiais em comemoração aos 40 anos da TV Globo, como a que abordava o universo feminino, mostrando as dificuldades diárias enfrentadas pelas mães que trabalham fora e o conflito de gerações entre mães e filhos. No mesmo ano, Caco Barcellos fez uma reportagem em que três muçulmanas – uma da Indonésia, uma dos Estados Unidos e outra do Brasil – revelavam como eram suas vidas nos três países. Também em 2005, o Jornal Hoje exibiu uma reportagem de William Waack sobre os 60 anos do fim da Segunda Guerra Mundial, com imagens inéditas do acervo das Forças Armadas dos Estados Unidos e do exército brasileiro. Já a série Amigos do coração mostrou iniciativas que podem ser adotadas no dia-a-dia para tornar a vida mais saudável. E o público jovem do telejornal foi contemplado, às vésperas das matrículas para o Vestibular, com uma série de reportagens sobre a difícil escolha da profissão: a repórter Fabiana Scaranzi ouviu terapeutas, pedagogas e estudantes sobre o tema. Naquele mesmo ano, o jornal estreou o quadro Profissões, apresentando aos telespectadores jovens as profissões em alta no mercado. Um total de 40 reportagens, de janeiro a novembro de 2005, destacaram diferentes carreiras, desde Economista Doméstico a Museólogo. O quadro de colunistas do jornal sofreu uma alteração em maio de 2005, quando o comentarista político Franklin Martins, que fazia comentários sobre as notícias e bastidores de Brasília, deixou a Globo. O formato de séries do Jornal Hoje foi bem sucedido e teve continuidade em 2006. Uma das séries que se destacou foi a Jovens do Brasil, que mostrou as preocupações, desafios e carências dos jovens e adolescentes entre 15 e 24 anos de idade, e a necessidade de políticas públicas para atender a suas realidades. Além do tratamento de série dado a temas de interesse geral como saúde, transporte, urbanização etc., a organização da cidade para os jogos pan-americanos de 2007 também mereceu atenção especial. Junto com as notícias do Brasil e do mundo, matérias sobre serviços, mercado de trabalho, relações familiares, culinária, comportamento e cidadania dão a tônica do telejornal, que ainda lançou em abril de 2006 a série Histórias inesquecíveis, mostrando entrevistas com personalidades da história do país. A estréia foi com o arquiteto Oscar Niemeyer, com quem a repórter Maria Cristina Poli passou dois dias para realizar a matéria. O Jornal Hoje também lançou a seção Você faz a notícia, em que telespectadores sugerem assuntos para reportagem. A parceria faz parte do conceito de interatividade com o público aplicado no telejornalismo em geral, visando uma melhor prestação de serviço à sociedade. Atualmente, Sandra Annemberg é apresentadora e editora-executiva do Jornal Hoje – cargo que divide com Lúcia Leão –, e continua na bancada com Evaristo Costa, que acumula a função de editor. Mariana Godoy se reveza com Priscila Brandão na apresentação do jornal aos sábados. Beth Lima é colunista do jornal, com matérias especiais de Londres. As matérias de moda são de Regina Martelli, até hoje consultora de moda do jornalismo da Rede Globo. A editora-chefe do jornal é Teresa Garcia. A direção de jornalismo no Rio é de Renato Ribeiro; Luiz Cláudio Latgé responde pela direção de jornalismo em São Paulo, tendo como diretora adjunta Cristina Piasentini. Silvia Faria é a diretora de jornalismo no Distrito Federal. A direção executiva de jornalismo da TV Globo é de Ali Kamel, e o diretor responsável pela Central Globo de Jornalismo é Carlos Henrique Schroder.[1]
[editar] Apresentadores
[editar] Ex-Apresentadores
- Léo Batista (1971) (atualmente no Globo Esporte)
- Luis Jatobá (1971)
- Marília Gabriela (atualmente no GNT)
- Lígia Maria
- Sônia Maria
- Berto Filho
- Marisa Raja Gabaglia
- Paula Saldanha
- Márcia Mendes
- Pedro Bial (atualmente no Big Brother Brasil)
- Leda Nagle (1975 - 1989) (atualmente na TV Brasil)
- Marcos Hummel (1978 - 1993) (atualmente na Record)
- Leila Cordeiro (1989)
- Márcia Peltier (1989 - 1992) (Hoje na CNT)
- Augusto Xavier (1991 - 1992) (Hoje na Rede TV!)
- Valéria Monteiro (1991 - 1992)
- Cláudia Cruz (1992, esporadicamente até 1996)
- William Bonner (1993 - 1996) (atualmente no Jornal Nacional)
- Cristina Ranzolin (1993 - 1996) (atualmente NO Jornal do Almoço)
- Fátima Bernardes (1996 - 1997) (atualmente no Jornal Nacional)
- Renata Capucci (1996 - 1998) (atualmente no RJTV)
- Mônica Waldvogel (1997 - 1998) (atualmente no GNT e Globo News)
- Carlos Nascimento (1999 - 2004) (atualmente no SBT)
- Carla Vilhena (2001 - 2002) (atualmente no SPTV/Jornal Nacional)
[editar] Atuais Apresentadores
- Sandra Annenberg (1998-1999/Desde 2003)
- Evaristo Costa (Desde 2004)
- Flávia Freire (Previsão do tempo)
[editar] Apresentadoras Eventuais
- Ana Paula Araújo
- Mariana Godoy
- Michelle Loreto (Somente na previsão do tempo)
- Rosana Jatobá (Também na previsão do tempo)
- Zileide Silva
[editar] Redação
Reportagem
Patricia Taufer (São Paulo)
Renato Biazzi (São Paulo)
Ana Brito (São Paulo)
Ana Paula Araújo (Rio de Janeiro)
Tatiana Nascimento (Rio de Janeiro)
Mariana Gross (Rio de Janeiro)
Gioconda Brasil (Brasília)
Giovana Teles (Brasília)
Sandro Dalpícolo (Curitiba)
Luiz Gustavo (Belo Horizonte)
Karla Almeida (Recife)
Aline Oliveira (Fortaleza)
Fábio Castro (Goiânia)
Guacira Merlin (Porto Alegre)
Isabel Ferrari (Porto Alegre)
Kíria Meurer (Florianópolis)
Giácomo Mancini (Salvador)
Cláudia Gaigher (Campo Grande)
[editar] Equipe
Editora-Chefe
Teresa Garcia
Editora executiva e Apresentadora
Sandra Annenberg
Editor executivo
Paulo Roberto Amaral
Editor e Apresentador
Evaristo Costa
Editores
Armando Figueiredo (Política)
João Ricardo Lima (Geral)
Maria Esperidão (Internacional)
Patrícia Marques (São Paulo)
Sandra Camanho (Internacional)
Silvana Requena (Geral)
Wanda Alviano (São Paulo)
Produção
Walter Mesquita
Produtores de Reportagem
Albertina Araujo (São Paulo)
Luiz Antonio Costa (Rio de Janeiro)
Coordenação de Rede
Regina Alves
Marcos Beck Bonh
Editores de Rede
Afonso Cozzolino - Brasília
Elsina Koflanz - Belo Horizonte
Janaína Araújo - Recife
Laura Nonohay - Rio de Janeiro
Maria José Sanches - Rio de Janeiro
Coordenação de Telejornais
Odair de Oliveira
Supervisão de edição de Imagens
José Rubens Cagnin
Diretor de Imagem
Ludy Carvalho
Diretor de Tv
Luiz Alfredo Salles de Carvalho
Editores de Imagem
Cristiano Dombrova
Paulo Rodrigues
Solano Marreiros
William James Lee
Gerente de Ilustração e Arte
Andrei Jiro
Arte
Carla Durante
Videografismo
Adnailton Raimundo
Ilustrador-Chefe
Kiko Martins Dias
Assistência de Produção
Santiago Moreira
Laio Manzano
Chefia de Redação
Denise Cunha Sobrinho
Mariano Boni de Mathis
Coordenadora do Escritório em NY
Monica Maria Barbosa
Diretora de Jornalismo - Distrito Federal
Silvia Faria
Diretor de jornalismo - Rio de Janeiro
Erick Bretas
Diretora de jornalismo - São Paulo
Cristina Piasentini
Diretores-Executivos
Luiz Cláudio Latgé
Renato Ribeiro
Diretor da Central Globo de Jornalismo
Ali Kamel
Diretor Geral de Jornalismo e Esporte
Carlos Henrique Schroder
[editar] Vinhetas
- Desde 1971, o telejornal teve sua vinheta com o logotipo da Rede Globo ao lado da letra H, como era o padrão dos telejornais da rede.
- Depois, passou a ter o H sem o logotipo da emissora, de 1979 até 1985.
- Logo após, em 1987,o telejornal teve uma vinheta mais moderna para a época, com bastante dinamismo, com H's coloridos que saíam do conjunto alaranjado principal.
- Em 1991, foi utilizada uma textura vítrea e os H's em tom lilás, mas a concepção da vinheta era a mesma.
* Nota: a trilha de abertura dos anos 1986 e 1991 foi a mesma. Seu diferencial era a transmissão de bastante agilidade; nenhum jornal da casa possuía algo parecido, até então.
- Em 1994, o Jornal Hoje mudou de vinheta. Parecia ondas de mar, com traços gráficos em degradê que percorriam os quatro cantos da tela. Apareciam também traços modernos, depois, formando-se o H num bloco quadrado.
- Em 1999, já com o Hoje em São Paulo, a vinheta mostrava cenas do Brasil para depois formar-se o H em tela inteira, de cor laranja.
- Em 2001, outra mudança. Também mostrava cenas do Brasil, dentro da letra H, em 3D. Ao final da vinheta, o logo girava 360 graus até parar. Também era de cor laranja. A trilha possuía arranjos de música clássica. Teve pouca duração, sendo aparentemente vetada pela cúpula global.
- Em 2002, a vinheta formava-se dentro de um globo terrestre de cor prateada, para formar-se a letra H. Nota-se que foi feita às pressas, sendo considerada uma das piores vinhetas da história do jornal.
- Em 2004, mostravam-se retângulos com uma textura diferente; o logotipo era o mesmo de 2002.
- A vinheta atual, bastante dinâmica, exibida desde Abril de 2006, mostra também o planeta Terra só que de fundo, com o H vítreo, de cor amarela.
[editar] Cenários
- O cenário do telejornal nos anos 70 e início dos anos 80 seguia o padrão da emissora para todos os telejornais (Jornal Hoje, Jornal Nacional e Jornal Internacional): fundo azul e o logotipo do jornal, simbolizado por uma letra, ao lado da primeira versão do logotipo da emissora criado por Hans Donner.
- Em 1981, o cenário ganhou traços modernos e diferentes, assim como havia acontecido no Jornal Nacional em 1979. O logotipo do jornal passou a ser a letra "H", deixando de mostrar o símbolo da emissora. Ripas de madeira formavam várias camadas ao fundo da bancada, que comportava até 3 apresentadores. Interessante é que o logo do cenário ainda tinha o símbolo da Rede Globo, ao passo que o logotipo da abertura do telejornal tinha as ditas ripas de madeira ao lado direito do H. Essa cenário foi alterado em 1987, assim como a abertura, a última feita em Scanimate para o noticiário.
- De 1987 a 1994, fase de predomínio da apresentadora Leda Nagle, o cenário ganhou o logotipo do jornal ao fundo, com cores alaranjada (até 1991) e lilás (entre 1991 e 1994), em degradê. A bancada era formada por cinco faixas de madeira envernizada, imitando o logo em três dimensões. Aos sábados, para as entrevistas do Hoje, a bancada e o logo de fundo eram retirados, dando lugar aos sofás pretos de Leda Nagle e seus entrevistados.
- Em 1994, com apresentação de William Bonner, foi criado um novo cenário, muito colorido, que parecia se mover ao longo do telejornal, com tonalidade branca e bancada em tons verde-água, combinando com as "ondas" exibidas na vinheta de abertura.
- Em 1999, o "Hoje" passou a ser apresentado dos estúdios da TV Globo em São Paulo e o cenário mudou mais uma vez, ganhando tons em laranja. Mais tarde, este mesmo modelo de cenário, foi utilizado no Praça TV, porém sem os tons de laranja, mas com fotos das cidades.
- No segundo semestre de 2001, a maior mudança: o telejornal passou a ser apresentado da nova redação da emissora em São Paulo. Uma mesa quadrada foi inserida, além de um logotipo em 3D, em formato de cubo.
- No entanto, logo no início de 2002, aconteceu uma das mudanças mais rápidas da história do telejornalismo da Rede Globo: a mesa quadrada foi trocada por uma bancada em forma de globo terrestre e, na abertura, várias formas mostravam fotos de personalidades em evidência no momento. O logo tinha um globo terrestre que compunha o H: era visível que foi feita às pressas.
- Essas fotos eram trocadas de acordo com a importância dos acontecimentos. Exemplo: em 2002, aparecia uma foto do então presidente Fernando Henrique Cardoso. Quando Luiz Inácio Lula da Silva assumiu, em 2003, a imagem foi trocada pela do novo presidente.
- Em 2004, quando Evaristo Costa assumiu a apresentação do telejornal ao lado de Sandra Annenberg, a abertura mudou novamente. Um "H" estilizado, com um globo terrestre no meio, surgia na tela. A abertura era muito rápida e não agradou os telespectadores. Apesar disso, ficou dois anos no ar.
- Em 21 de abril de 2006, quando completou 35 anos, o telejornal ganhou nova abertura, mais moderna e ágil, com duração de em torno 9 segundos, O novo arranjo para o tema de abertura e novo cenário, com televisão de plasma e inúmeros monitores. Sem dizer que o "Hoje" também ganhou dois computadores, que antes não eram usados pelos apresentadores. O logo ficou um H bem estilizado, com novos tons laranjas. A bancada é curvada em forma de U aberto.
Referências
[editar] Ligações externas
Programa das treze e quinze da Rede Globo
| Globo Esporte | Jornal Hoje | Vídeo Show |
Programa das treze e quinze (sábado) da Rede Globo
| Globo Esporte | Jornal Hoje | Estrelas |

