Economia do Equador

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Economia do Equador
Refinaria de petróleo em Esmeraldas.
Moeda Dólar americano
Ano fiscal Ano calendário
Blocos comerciais OMC, Unasur, ALADI, OPEP, ALBA, Comunidade Andina, Mercosul (associado)
Estatísticas
Bolsa de valores Bolsa de Valores de Quito e Bolsa de Valores de Guayaquil
PIB 134,7 bilhões (2012) (63º lugar)
Variação do PIB 4% (2012)
PIB per capita 8 800 (2012)
PIB por setor agricultura 6,4%, indústria 36,1%, comércio e serviços 57,5% (2012)
Inflação (IPC) 5,3% (2012)
População
abaixo da linha de pobreza
27,3% (2012)
Coeficiente de Gini 0,447 (2012)
Força de trabalho total 6 779 000 (2012)
Força de trabalho
por ocupação
agricultura 27,6%, indústria 18,8%, comércio e serviços 53,6% (2010)
Desemprego 4,1% (2012)
Principais indústrias petróleo, processamento de alimentos, têxtil, produtos de madeira, produtos químicos
Exterior
Exportações 23,77 bilhões (2012)
Produtos exportados petróleo, bananas, flores, camarão, cacau, café, madeira, peixe
Principais parceiros de exportação Estados Unidos 37,8%, Panamá 9,9%, Peru 6,2%, Venezuela 5,2%, Chile 4,9%, Rússia 4,6% (2011)
Importações 24,67 bilhões (2012)
Produtos importados materiais industriais, combustíveis e lubrificantes, bens de consumo não-duráveis
Principais parceiros de importação Estados Unidos 27,6%, República Popular da China 10,1%, Colômbia 9%, Panamá 4,6%, Peru 4,5%, Brasil 4,3%, Coreia do Sul 4,3% (2011)
Dívida externa bruta 20,03 bilhões (2012)
Finanças públicas
Receitas 15,9 bilhões (2012)
Despesas 20,1 bilhões (2012)
Fonte principal: [[1] CIA World Fact Book]
Salvo indicação contrária, os valores estão em US$

O Equador tem importantes reservas de petróleo que respondem por cerca de 40% das exportações do país e por 1/3 das receitas do governo há vários anos. Conseqüentemente, flutuações no preço desta commodity afetam significativamente a economia do país. No final da década de 1990 o país sofreu sua pior crise, quando desastres naturais que coincidiram com quedas no preço do barril de petróleo levaram o país ao colapso econômico.

A economia melhorou quando Gustavo Noboa, que assumiu a presidência do país em Janeiro de 2000, foi capaz de fazer passar reformas económicas substanciais e de melhorar as relações com as instituições financeiras internacionais. Noboa promoveu a substituição da moeda do país, o sucre, pelo dólar americano em março de 2000.

Em Fevereiro de 2003, o novo presidente eleito Lucio Gutiérrez encontrou um défice orçamental e uma grande dívida externa. Prometeu usar as receitas do petróleo e procurar mais ajuda junto do FMI.

No dia 15 de janeiro de 2007, posse do atual presidente Rafael Correa, foi convocado um referendo para mudanças constitucionais que podem afetar a economia do Equador e revisar o pagamento da dívida externa.

História monetária[editar | editar código-fonte]

O Equador adotou, quando de sua independência o Real (nome que foi adotado em várias nações sul-americanas). No século XX foi adotado o Sucre, moeda que homenageava o libertador Antonio José de Sucre (1795-1830).[2]

A grande inflação, o descrédito da moeda local pela população levada a cabo após sucessivas desvalorizações e medidas econômicas desencontradas por governos sucessivos, levou a população a adotar informalmente o dólar como forma de assegurar minimamente o poder de compra - e a substituição oficial do Sucre finalmente ocorreu, após a crise da década de 1990, ficando o Sucre apenas usado como unidade fracionada.[3]

Notas e referências

  1. CIA. The World Factbook. Página visitada em 29/4/2013.
  2. selos equatoriarianos, página acessada em 1 de fevereiro de 2008.
  3. Banco Central do Equador, histórico (página acessada em 1 de fevereiro de 2008).
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