Ramo de Vassouras

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Ramo de Vassouras
Casa de Orleães-Bragança
Brasão da Casa de Orléans-Bragança
Estado Império do Brasil
Origem
Fundador Luís Maria Filipe de Orléans e Bragança e Maria Pia de Bourbon
Fundação 04 de novembro de 1908
Casa originária Capetiana
Etnia Caucasiana
Atual soberano
Luís Gastão
Linhagem secundária
-
Questão dinástica brasileira

O Ramo Dinástico de Vassouras é formado pelos membros da Família Imperial Brasileira descendentes de D. Luís Maria Filipe de Orléans e Bragança. D. Pedro de Alcântara de Orléans e Bragança, ao renunciar aos seus direitos ao trono imperial brasileiro, permitiu que D. Luís Maria Filipe e seus descendentes tornassem-se os primeiros na linha sucessória.[1] Desse modo, os títulos de Príncipe Imperial do Brasil e Príncipe do Grão-Pará passaram a figurar entre estes membros.

O filho de D. Luís Maria Filipe, D. Pedro Henrique de Alcântara de Orléans e Bragança, precisou logo assumir a chefia da Casa Imperial Brasileira, aos 13 anos, pois em 1921 morreu a matriarca da família imperial, D. Isabel Leopoldina de Bragança e Bourbon, e um ano antes - de forma prematura - D. Luís Maria Filipe. Anos depois, D. Pedro Henrique necessitaria de grande habilidade para se consolidar como chefe da Casa Imperial, pois muitos membros do Ramo de Petrópolis quedavam-se descontentes com a situação a eles legada pelo Ato de Renúncia de D. Pedro de Alcântara.

O nome deste Ramo faz referência à cidade de Vassouras, no Rio de Janeiro. Além de ter sido um importante centro cafeicultor durante o século XIX, foi lá que D. Pedro Henrique estabeleceu residência depois de viver como agricultor por alguns anos em Jacarezinho, Paraná[2], onde até hoje possuem a propriedade Sítio Santa Maria.

Lista de membros[editar | editar código-fonte]

Obs.: não constam as descendências dos príncipes que perderam seus direitos dinásticos.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. «Educacional». www.educacional.com.br. Consultado em 25 de fevereiro de 2018 
  2. «G1 > Edição São Paulo - NOTÍCIAS - A questão dinástica». g1.globo.com. Consultado em 25 de fevereiro de 2018 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]