Canguaretama

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Município de Canguaretama
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"Penha"
Brasão desconhecido
Bandeira desconhecida
Brasão desconhecido Bandeira desconhecida
Hino
Aniversário 19 de julho de 1858
Fundação 19 de julho de 1858
Gentílico canguaretamense
Lema Teu maior filho é aquele que mais te ama!
Prefeito(a) Edmilson Faustino Dos Santos (PDT)
Localização
Localização de Canguaretama
06° 22' 48" S 35° 07' 44" O06° 22' 48" S 35° 07' 44" O
Estado Rio Grande do Norte
Mesorregião Leste Potiguar
Microrregião Litoral Sul
Região metropolitana
Municípios limítrofes Norte: Vila Flor, Tibau do Sul, Goianinha e Espírito Santo

Sul: Mataraca (PB)
Leste: Baía Formosa
Oeste: Pedro Velho

Distância até a capital Não disponível
Características geográficas
Área 245,529 km²
População 30.237 hab. est. IBGE/2008 [1]
Densidade 122,3 hab./km²
Altitude 10 metros metros
Clima Litorâneo
Fuso horário UTC-3
Indicadores
IDH 0,600 PNUD/2000
PIB R$ 62.675.478,00 IBGE/2003
PIB per capita R$ 2.187,78 IBGE/2003

Canguaretama, município no estado do Rio Grande do Norte (Brasil), localizado na microrregião do Litoral Sul. De acordo com o censo realizado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), sua população está estimada em 30.000 habitantes atualmente. Área territorial de 276 km².

[editar] História

O primeiro núcleo colonizador foi a aldeia Gramació, fundada em 1743 por um jesuíta, o padre André do Sacramento, situada à margem esquerda e acima uma légua da Barra de Cunhaú. A aldeia Gramació foi elevada a vila com o nome de Vila Flor, em obediência à Carta Régia de 3 de maio de 1755, que transformava em vilas os antigos aldeamentos indígenas.

Com a expulsão dos jesuítas, a sede municipal de Vila Flor foi transferida para o povoado de Uruá, com a denominação de Vila de Canguaretama em 19 de julho de 1858, através da Lei n° 567, criando então, o município de Canguaretama. O nome Canguaretama significa vale das matas, onde há muitas árvores.

A circunscrição religiosa da povoação tinha o nome de Penha, dado pelo missionário capuchinho frei Serafim de Catania e conservada pela Lei Provincial n° 468, de 27 de 1860, para a freguesia.

A vila tinha como base econômica de sobrevivência o comércio do pau-brasil, o plantio da cana-de-açúcar e a pesca. No dia 31 de outubro de 1882, foi instalada a estação ferroviária.

A Lei Provincial n° 955,de 16 de abril de 1885, elevou a sede do município à categoria de cidade, instalada em 18 de setembro do mesmo ano.

A história da região registra o trágico acontecimento chamado Martírio de Cunhaú, ocorrido no Engenho Cunhaú, no dia 16 de julho de 1645: O delegado do Conde Maurício de Nassau, Jacob Rabi, chegou a Cunhaú acompanhado pelos índios Janduís. Durante a missa dominical, celebrada pelo padre André de Soveral, o delegado Jacob mandou os índios invadirem a capela e matarem o padre e todos os devotos. O ataque feroz e de surpresa transformou-se num amplo massacre, que envolveu até os que se encontravam na casa grande do engenho. Apenas três pessoas conseguiram escapar para contar a história.

Referências

  1. Estimativas da população para 1º de julho de 2008 (PDF). Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (29 de agosto de 2008). Página visitada em 5 de setembro de 2008.


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