Paulo Paim
| Paulo Paim | |
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| Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/ABr | |
| Senador pelo |
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| Mandato | 1º de fevereiro de 2003 até a atualidade (2 mandatos consecutivos) |
| Deputado Federal pelo |
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| Mandato | 1º de fevereiro de 1987 até 31 de janeiro de 2003 (4 mandatos consecutivos) |
| Vida | |
| Nascimento | 15 de março de 1950 (63 anos) Caxias do Sul, RS |
| Cônjuge | Suzana Paim |
| Partido | PT |
| Profissão | Sindicalista |
Paulo Renato Paim (Caxias do Sul, 15 de março de 1950) é um sindicalista e político brasileiro filiado ao Partido dos Trabalhadores.
Índice |
Sindicalista [editar]
Metalúrgico formado pelo Senai, trabalhou na Metalúrgica Abramo Eberle e Forjasul antes de tornar-se, em 1981, presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Canoas. Entre 1983 a 1986 galgou os cargos de secretário-geral e vice-presidente nacional da Central Única dos Trabalhadores. Casado com Suzana Paim, é pai de cinco filhos: Ednéia Cíntia, Janaína Caren, Jean Cristian, Jonathan Paim e Tatiana Michele.
Político [editar]
E0 1985 filia-se ao PT e no ano seguinte elege-se deputado federal pelo Rio Grande do Sul, que seria constituinte. Foi vice-líder do partido entre 1989/91. Reelegeu-se deputado sucessivamente em 1990, 1994 e 1998. Entre 1993/94 presidiu a Comissão de Trabalho, Administração Serviço Público da Câmara dos Deputados. Notabilizou-se nacionalmente pela adoção de salário mínimo de cem dólares.1 Também provocou polêmica em 2001 quando, ao protestar contra projeto que alterava a CLT, rasgou um exemplar da Constituição Federal, e posteriormente o documento que pedia a cassação de seu mandato por este ato.2
Senador [editar]
Nas eleições de 2002 disputa o cargo de senador, sendo eleito após uma disputa bastante acirrada pela segunda vaga contra a colega de chapa Emília Fernandes.3 Participou na mesa diretora do Senado como primeiro vice-presidente no biênio 2003/2005 e entre 2007/2009 foi presidente da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa.
É autor do projeto de lei, apresentado em 1997 quando ainda era deputado federal, que criou o Estatuto do idoso.4 Também de sua autoria mas ainda em discussão no Congresso Nacional, são os projetos de lei que institui o Estatuto da Igualdade Racial e o fim do fator previdenciário.5
O senador também votou pela manutenção do 14º e 15º salário que todo senador e deputado ganha todo ano considerado pelo congresso "ajuda de custo".
Nas eleições no Rio Grande do Sul em 2010 disputou a reeleição ao Senado, sendo o mais votado com 33,83% dos votos válidos.6
Salário mínimo [editar]
Em 2011, o governo federal estava disposto a aumentar o salário mínimo para R$ 545,00, já o senador Paim defendia R$ 560,00.7 Prometeu votar contra a proposta do governo até os últimos dias antes da votação, avisando que teria o apoio dos também senadores pelo Rio Grande do Sul Pedro Simon e Ana Amélia.8 Segundo o planalto após uma conversa com a presidente Dilma Rousseff, o senador decidiu mudar seu voto. Paim é a favor do fim do fator previdenciário e o direito de toda brasileiro se aposentar com 51 (homens) e 46 anos (mulheres).
| Presidenta Dilma: aja com coragem! Justiça aos aposentados! | — sobre o fator previdenciário9
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Referências
- ↑ Câmara dos Deputados
- ↑ Folha Online, 30/11/2001
- ↑ TRE-RS
- ↑ O Globo, 27/9/2006
- ↑ Agência Senado, 3/2/2010
- ↑ Band
- ↑ Paim volta a defender mínimo de R$ 560 e fim do fator previdenciárioO Globo
- ↑ Paulo Paim reafirma que votará contra salário mínimo de R$ 545
- ↑ Pronunciamento do senador Paulo Paim sobre Fator previdenciário e aposentados.