Luxemburgo-brasileiro

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Luxemburgo Luxemburgo-brasileiros Brasil
População total

50.000[1]

Regiões com população significativa
Região Sudeste do Brasil
Região Sul do Brasil
Línguas
Português brasileiro, francês e alemão
Religiões
Católica

Um luxemburgo-brasileiro é um brasileiro de total, predominantemente ou parcial ascendência luxemburguesa ou um imigrante luxemburguês no Brasil. Há uma estimativa de 50.000 brasileiros descendentes de luxemburgueses.

A imigração luxemburguesa para o Brasil ocorreu, principalmente, em torno de 1828, quando cerca de 1.000 luxemburgueses se estabeleceram no país.[2]Em 28/02/1861 aportou em Porto Alegre-RS a família de Wilhelm Royer (esposa Maria Anna Weirich e filhos: Mathias, Agatha, Angelica, Miguel e Theodor) oriunda de Vianden - Grão Ducado de Luxemburgo e se estabeleceram na colonia Maria da Soledade, atual município de Barão - RS . Hoje para quem é descendente dessa família é fácil de conseguir a cidadania Luxemburguesa, só verificar no site www.royer.com.br. Conforme legislação do Grão Ducado de Luxemburgo, descendentes de ancestrais oriundos desse grão ducado e que faleceram no Brasil após o ano 1900 podem recuperar a cidadania se esses ancestrais não abdicaram da mesma, ou seja, não se nacionalizaram como brasileiros. Baseados nessa legislação é que Douglas Royer e suas filhas Julia e Nicole, bem como, seu primo Fernando Rodrigo e Filhos Maria Fernanda, Davi e Arthur, que descendm de Miguel Royer, conseguiram cidadania Luxemburguesa em maio de 2017. Também, Daniela Royer, que é descendente de Mathias Royer conseguiu resgatar a cidadania Luxemburguesa. Mais informações a respeito no site www.royer.com.br

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. name="L’émigration luxembourgeoise vers l’Argentine">Wey, Claude (2002). «L'émigration luxembourgeoise vers l'Argentine» (PDF) (em francês). Revues Plurielles. Consultado em 25 de junho de 2007 
  2. "De L'Etat à la nation 1839-1989" Imprimeries St. Paul p. 145